
Falando de Amor
Pezente
Quantas
luzes faziam pouso em tua face!
E,
no contraste das maçãs de teu rosto
(que
desgosto!) um leve rubor nascia.
Crescia!
Realçando
teus cabelos negros.
No
olhar, e, no encabulamento,
(meu
divertimento!)
vi
uma sombra de dúvida.
Seria
capaz de jurar tua descrença pelo amor,
que,
com tanto ardor, nasceu em nós dois.
Sombra
de tristeza.
Olhar
magoado.
Senti-me
mesquinho
e,
com carinho, levantei-te o rosto;
Fixei
meus olhos nos teus,
por
instantes, desejei falar de amor.
Mas...
passou.
Fui
salvo mais uma vez
pelo
teu sorriso de conciliação.
(meu
coração respirou aliviado
ante
tanta devoção)
que bom ser amado!