Atrações da Cidade de Recife
Há muito para se ver e fazer em Recife:
[Igrejas] [Museus/Cultura] [Locais Históricos] [Vale a Pena]
Capela Dourada: Rua do Imperador, s/n, Bairro de Santo Antônio, Centro. Tel.: (081)
224 0530. Construída em 1697, a Capela Dourada da Ordem Terceira de São Francisco é uma das mais expressivas representantes da arte barroca nas igrejas brasileiras. Seu interior todo revestido em ouro velho remonta a uma época de riquezas e ostentação. Também dignos de destaque os painéis de azulejos, as pinturas e os trabalhos em talha dourada. Visite também o Museu Franciscano de Arte Sacra, em prédio anexo. Horários de visitação: de segunda à sexta, das 8 às 11h e das 14 às 17h. Aos sábados, das 8 às 11:30h.
Igreja do Santíssimo Sacramento: Pra
ça da Independência, s/nº. Tel. 224.5076. O local abrigou a Casa da Pólvora dos holandeses. Construída em 1735, a igreja é manuelina na fachada, barroca e neoclássica nos altares. Mistura explosiva.
Basílica e convento de N. S. do Carmo: Praça do Carmo. Tel. (081) 224 3341. Construída no local onde existiu, um dia, o palácio da Boa Vista, erguido por Maurício de Nassau.
Igreja da Madre de Deus: Rua Madre de Deus. Construída no século XVIII sobre as fundações de uma igreja dos primeiros tempos de Recife. Altar-mor entalhado e folheado a ouro no mais puro barroco brasileiro.
Igreja de S. Pedro dos Clérigos: Pátio de S. Pedro. Tel. (081) 224 2954. Arquitetura de Manuel Ferreira Jácomo, pinturas de João de Deus Sepúlveda, Manuel de Jesus Pinto e Francisco Bezerra. Erguida no século 18 em pedra de cantaria, tem portas em jacarandá.
Igreja de N. S. da Conceição dos Militares: Rua Nova, 309. Tel. (081) 3224 3106. Constitui-se uma belíssima construção em estilo barroco, teve sua edificação iniciada em 1720. Talhas douradas cobrem o altar-mor e pinturas, o forro. Em destaque, rara imagem da Virgem Maria grávida.
Igreja de N. S. da Conceição (Capela da Jaqueira): Parque da Jaqueira. Pequena capela em meio a um parque, com altar-mor dourado e bonitos azulejos portugueses fundada em 8 de janeiro de 1766, pelo Capitão Henrique Martins no antigo sítio D'uchoa, hoje Parque da Jaqueira.
Igreja de N. S. do Rosário dos Pretos: Rua do Rosário, s/n.º, Tel. (081) 3224 0409. Construída no ano de 1725 pelos negros escravos trazidos para o Brasil, devotos de Nossa Senhora Mãe do Brasil. É um dos mais belos templos setecentistas na cidade do Recife. No altar-mor e no nicho existente no alto do templo estão as imagens seculares de Nossa Senhora do Rosário, que vem da fundação da igreja. Também existe uma imagem de São Benedito (1753), podendo se localizada no consistório ao lado deste templo.
Igreja de N. S. do Terço: Rua Vidal de Negreiros, s/n.º. Fundada em 1726, um século depois teria testemunhado o enforcamento de frei Caneca, logo em frente, se algum carrasco tivesse aceitado a missão. Como não se encontrou quem o enforcasse, o herói foi fuzilado perto do forte das Cinco Pontas, no Paredão de Frei Caneca.
Museus/Cultura:
Oficina de Fra
ncisco Brennand: Localizado no bairro da Várzea, a 16 km do centro. Na verdade uma antiga olaria da família reformada pelo artista plástico para funcionar como museu/ateliê. Em meio a plantas e árvores típicas da mata atlântica, cerca de 2.000 esculturas, em sua maioria de barro. Palavras de Brennand: "O barro é um material primordial. É a terra, aquilo de que foi feito o homem. Ao manipular o barro, você se envolve de imediato com o mundo dos arquétipos, com todos os mitos e símbolos".
Casa da Cultura: Rua Floriano Peixoto. Antiga casa de detenção, obra do engenheiro Mamede Ferreira, teve iniciada a sua construção no ano de 1850, sendo inaugurada em 1855, embora suas obras são tenham sido concluídas em 1867. Seus traços arquitetônicos, baseiam-se no sistema PANOPTYCON (Vê Tudo). as suas linhas, até hoje inalteradas, podem ser classificadas de tendências neoclássicas. Em 15 de Março de 1973 foi desativada e reformada para se transformar em um centro cultural ("_que bom se pudéssemos trocar todos os Presídios por Casas de Cultura!"observou o historiador Vanildo Bezerra Cavalcanti, na época). Os presos olhavam o Capibaribe e nem imaginavam que dali a 150 anos suas celas, transformadas em lojinhas, seriam vasculhadas pelos turistas. Painéis de Cícero Dias contam a vida de frei Caneca.
Museu do Homem do Nordeste: Av. 17 de Agosto, 2.187. Tel. (081) 441 5500. Originário do antigo Museu do Açúcar. Nele podem ser vislumbrados ainda o carro de boi, arado de pau, cerâmicas, imagens, azulejos e tudo sobre o ciclo do açúcar. No mesmo prédio, funciona o Museu de Antropologia - literatura de cordel, objetos, roupas.
Museu Arqueológico e Geográfico de Pernambuco: Rua do Hospício, 130. Tel. (081) 222 4952. Nele encontra-se coluna em pedra de 1535 com o brasão e a coroa portuguesa que serviu de marco divisório entre as capitanias de Pernambuco e Itamaracá.
Museu do Estado: Av. Rui Barbosa, 960. Tel. (081) 224 6694. O casarão branco e ocre pertenceu a Francisco Antônio de Oliveira, o barão de Beberibe. Dentro, uma viagem ao tempo dos barões do açúcar por meio de móveis, jóias, moedas, quadros e relíquias militares.
Museu do Trem: Praça Visconde de Mauá, no prédio da estação central do Metrô. Tel. (081) 424 2022. Situado no prédio da Estação Central desde 1972, o Museu do Trem abriga cerca de 400 peças entre documentos históricos, instrumentos e utensílios diversos. A Estação Central, inaugurada em 1888, projetado por Herculando Ramos. Em sua imponente fachada se pode vislumbrar dois torreões, e sobre cada um, 4 grandes grifos de bronze de asas abertas. Na frente de tudo, a marquise de ferro com as letras R.F.N. (Rede Ferroviária do Nordeste).
Mercado
de São José: Praça D. Vital. Tel. (081) 224 0714. Na metade do século XIX, a Câmara Municipal do Recife mandou construir a estrutura em ferro de um magnífico Mercado para capital Pernambucana. A construção ficou a cargo do engenheiro francês J. L. Victor Lieutier e teve início em 1872, tendo sido inaugurado em 7 de Setembro de 1875. O prédio guarda ainda hoje os traços originais, sua área possui 3.500 m2 formado por pavilhões, 372 compartimentos para o comércio de diversos produtos, a maioria regionais.
Parque Histórico Nacional dos Guararapes: Na vizinha cidade de Jaboatão, a 14Km de Recife. Tel. (081) 341 1159.Palco da batalha final entre portugueses e holandeses. Você já sabe quem venceu a luta, mas veja com atenção o painel que representa a batalha dos Guararapes na igreja N S. Prazeres (1656). A vista é estonteante!
Praça da República: Bairro de Santo Antônio, no Centro. Foi em sua primitiva área que Maurício de Nassau construiu, não apenas o seu famoso Palácio de Friburgo, chamado, popularmente, de Palácio das Torres, como também um suntuoso jardim Zoobotânico, aliás, diga-se de passagem o primeiro do Brasil, onde Marcgrave, realizou em 1641 importantes e pioneiros estudos sobre a fauna e a flora nordestinas. Nele também funcionou o primeiro farol da costa brasileira e o primeiro observatório astronômico, onde Guilherme Piso registrou, às 12 horas e 47 minutos do dia 13 de Novembro de 1640, um eclipse do sol, fato pioneiro no continente americano. Foi também nesse Palácio, onde funcionou, sob a Presidência de Maurício de Nassau, a primeira Assembléia Legislativa da América do Sul.
A Praça, hoje da República, foi chamada, com muita propriedade, em 1817, de Campo da Honra, denominação logo substituida por "Praça do Palácio Velho" e depois "Campo do Erário". Com a visita de D. Pedro II em1859, passou a chamar-se de "Campo da Princesas" e com a queda do Império e a nova forma de Governo, passou a denominar-se Praça da República.
Nela, situam-se hoje o Palácio do Campo das Princesas - residência do governador do estado - construído em 1841. Atualmente existem nessa Praça os seguintes monumentos: Estátua do conde da Boa Vista, Monumento a Augusto dos Anjos, Estátua de Vauthier (posicionada a frente do Teatro Santa Isabel), Fonte Luminosa, Baobá (Monumento Natural tombada em 1986) e Monumento aos Heróis de 1817.
Recife Antigo: É o mais antigo dos bairros da cidade, onde está localizado
seu Marco Zero e o Porto do Recife. Tem sido objeto de restauração e revitalização, tendo, em implantação, uma importante área de animação noturna e cultural, com bares, restaurantes, espaços de lazer e realização de importantes eventos. Seus principais atrativos são os sobrados coloniais e monumentos históricos - como a Catedral da Madre de Deus (1709) e Torre Malakoff (antigo observatório astronômico e sede da Capitania dos Portos, construída em 1855). Experimente um passeio pela Rua do Bom Jesus, e depois um passeio de catamarã (barco com capacidade para 40 pessoas, onde se pode tomar um drink e dançar) ao longo do porto de Recife. Saídas diariamente a partir do Marco Zero.
Forte do Brum: Praça. Luso-Brasileira. Os portugueses o iniciaram em 1629, os holandeses o terminaram em 1631. Seu nome é em homenagem ao conselheiro holandês Johan de Bruyne. Embora totalmente reformado, é das poucas edificações remanescentes do tempo dos flamengos. Nele , a partir de 1987, passou a funcionar o Museu Militar, que exibe desde armas antigas e modernas até o esqueleto de um soldado da época da invasão holandesa.
Pátio de São Pedro: Rua de São Pedro, Centro. Casario colonial dos séculos XVIII e XIX em volta da catedral de São Pedro dos Clérigos. Lá está também a Casa do Carnaval, com estandartes e
fantasias dos blocos e clubes, como o Elefante e o Pitombeira.
Rua da Aurora: ladeando o rio Capibaribe, tem este nome porque dela se pode observar o nascer do Sol, em oposição à Rua do Sol, ladeando a outra margem do rio, de onde se observa o pôr do Sol.
Teatro Apolo: O governo do Conde da Boa Vista estimulou atividades artísticas e intelectuais no Recife. A Sociedade Harmônico Theatral edificou o Teatro Apolo, o primeiro em terras pernambucanas, ainda hoje em funcionamento. A construção do Teatro Apolo iniciou-se em 1839 e foi inaugurado em Junho de 1842.
Teatro Santa Isabel: Construído no estilo neoclássico, o Teatro Santa Isabel (em homenagem à Princesa Isabel e doado à Santa) começou a ser construído em 1841, com projeto do engenheiro francês Louis Léger Vauthier. Inaugurado em 14 de Março de 1850, o popularmente chamado Teatro Novo, passou a exercer o lugar de destaque do Recife, servindo de palco para os grandes eventos político-sociais e apresentações de espetáculos nacionais e estrangeiros.
Faculdade de Direito do Recife: Edificado a partir de 1889, possui estilo paladiano, e foi projetado pelo engenheiro civil e bacharel em direito, Antônio de Almeida Pernambuco. Abriga o primeiro curso de Direito do país.
Forte das Cinco Pontas: Construído pelos holandeses na época da invasão, foi chamado pelos batavos de "Frederich Hendrik"e conhecido por todos como Forte das Cacimbas ou de Santiago, e depois, "Das Cinco Pontas". Aqui foi fuzilado Frei Caneca, em 1825, líder da Confederação do Equador. Atualmente, após ser reformado pelos portugueses, dispõem apenas de 4 pontas, e hoje abriga o Museu da Cidade do Recife e possui no seu acervo, mapas originais, replicas de projetos holandeses e das primeiras edificações do Recife.
Pontes da Cidade do Recife: As pontes são símbolos afetivos da Cidade do Recife. Visite a página sobre As Pontes.
Horto Zoobotânico de Dois Irmãos: No bairro de Dois Irmãos. Esta situado em plena mata atlântica, ou no que resta dela. Visite o Museu de Ciências Naturais, criado em 1973, possui mais de 2.000 peças, que inclui animais empalhados, insetos, fósseis, etc.
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