Atrações da Cidade de Olinda

Vista de Olinda sobre Recife

Olinda, Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade. Mais que o nome pomposo, luz para os olhos. Do alto de suas ladeiras, avistam-se coqueiros e casarios, ao fundo sua irmã Recife e o mar azul infinito. Às seis horas tocam os sinos de suas incontáveis igrejas, arrebatam-se os sentidos.

No Alto da Sé também ficam a praça de artesanato, o Museu de Arte Sacra de Pernambuco e os ângulos mais bonitos para quem quer tirar belas fotografias. Pode-se também comer uma tapioca quentinha de uma das barracas do Alto da Sé, em frente à Igreja, apreciando a vista panorâmica de Recife. E não são poucos os visitantes. Na verdade, todo turista que vai ao Recife deveria ir à Olinda. Mesmo se estivesse distante da capital, seu casario colonial  mereceria ser visitado. Mas Olinda é quase um bairro do Recife e, nessa situação, torna-se um passeio indispensável para qualquer viajante.

Vista de Recife

Uma silenciosa e atenta caminhada pelo antigo calçamento de pedra é a melhor maneira de descobrir as sutilezas da cidade, Chalé do século XIXseu casario amontoado em ruas estreitas, suas ladeiras íngremes, praças, conventos e suas vinte igrejas e capelas. Caminhar por Olinda é voltar numa história que começou ainda no século XVI. Basta observar sua posição estrategicamente elevada sobre a planura do litoral pernambucano para entender porque os portugueses de então escolheram o lugar para construir a cidade que seria sede da Capitania de Pernambuco.

O melhor de Olinda é que aquele cenário e aquele espírito profano conseguiram resistir é influência do tempo. Para se divertir na Cidade Alta é preciso, acima de tudo, sensibilidade. Por lá não existe vida noturna  agitada nem lugares barulhentos. Isto é: fora do Carnaval, porque durante os dias de folia, a cidade é festa em tempo integral, para 1 milhão de insones incansáveis. Talvez para compensar, no resto do ano quem quer se divertir em Olinda prefere lugares tranqüilos para uns copos e uma boa conversa de olho na paisagem. 

Aos que não dispensam algum burburinho, o Mercado Eufrásio Barbosa, na entrada da cidade, pode ser excelente alternativa. Artesanato do Alto da SéTransformado em espaço cultural, o lugar tem diversas lojas de artesanato, antiquários, galerias de arte, restaurantes, bares e teatro, onde acontecem, aos domingos, apresentações de maracatu, coco e bandas locais. O Mercado da Ribeira também vira palco de manifestações culturais nas tardes de verão, antigo posto de comércio de escravos, ele tem lojas de artesanato e há vários anos foi escolhido como o ponto predileto para quem quer entrar na madrugada de Olinda dançando todos os ritmos da cultura pernambucana.

Olinda fica apenas 6 quilômetros ao norte do Recife, mas conserva-se imune à pressa do dia-a-dia da metrópole. O acervo arquitetônico, artístico e cultural de suas famosas ladeiras está assegurado pela Unesco que, em 1982, tombou a cidade como Patrimônio Histórico e Artístico da Humanidade, eliminando o risco de uma destruição como a que aconteceu em 1630, quando os holandeses a incendiaram quase que totalmente.

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