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MUNDUS JURIS
Historias de promotores,
delegados, advogados ...
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Um procurador de justiça, ao dar seu parecer num processo de estupro em
que o acusado tinha o sobrenome Cortez, gracejou: "Cortez nada mais fez a
vitima do que uma cortesia"
- Zeloso oficial de justiça em comarca do interior do Estado da região
Sudeste do Brasil relaciona os bens penhorados num auto circunstanciado,
atribuindo-lhes descrição de modo a individualiza-los. A certa altura,
está relacionado: "crucifixo de madeira e bronze, marca INRI..."
- Conta-se que, certa feita, um sujeito, chamado Diogo
, foi levado para a delegacia e, ao ser lavrado o termo de
ocorrencia, o funcionario se enganou escrevendo Digo
, em vez de Diogo , como de praxe, usou a palavra
do verbo dizer na primeira pessoa, ou seja, "digo", para indicar o erro. O
resultado ficou assim: "quando digo Digo , não digo digo , digo Diogo".
- Aulas de Direito penal em uma faculdade gaucha. Crimes dolosos contra a
vida. Após o professor comentar o crime de aborto, um aluno levantou a mão
e perguntou distraido: "Professor, qual é a pena aplicada ao suicida no
crime de suicidio?"
- Em um congresso em Paris, discutia-se sobre a possibilidade de um casal
de cegos, ao recuperar a visão por meio de cirurgia, poderem pedir a
nulidade do casamento por erro quanto à pessoa, quando constatararem ser o
conjuge totalmente distinto da descrição fisica que lhe haviam dado antes.
Os debatedores chegaram à conclusão de que tal era impossivel, sob pena de
provocar uma convulsão social, pois nove entre dez casais, ao contrairem
matrimonio, estão completamente cegos...
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