Capítulo 7 - Recordações
Dinah comeu e continuou presa por algum tempo em pensamentos. Como eram bons aqueles tempos... Tempos em que ela não se preocupava em fugir. Sentada na mesa da Grifinória estava ela, ela e seus amigos. Sírius, Remo, Pedro, quem ela pensava ser amigo, e Tiago. Mas, por este, não era somente amizade o que ela sentia. Negava-se a andar com colegas da sua classe, afinal, OS MAROTOS, como auto se nomearam eram os melhores.
- Você é uma marota, Dinah! - Sírius disse certa vez.
- Uma marota? Dinah? Não, Sírius, ela é delicada demais! - Tiago rebateu.
- Delicada, mas esperta, Tiago! - Remo concluiu, enquanto todos riam da cara de Tiago.
- Nomeio-te então marota honorária, Dinah. - Pedro continuou. - Já que o Tiago te acha delicada demais.
- O Tiago acha que eu sou a irmãzinha mais nova dele! - Dinah riu.
Os marotos, eles passavam todas as refeições se divertindo e conversando. Mas, as pessoas, os interesses depois de um tempo, mudam.
- Do que vocês estão falando, hein? - Dinah questionou certo jantar em que os meninos muito quietos apenas cochichavam.
- Falando? O que, Marotinha? - Sírius desconversou enfiando um pedaço de torta salgada na boca.
- Ah, podem parar com isso! Eu sei que vocês estão escondendo alguma coisa!
- Dinah, você é muito nova. - Remo concluiu.
- Então é assim? Fiquem aí, cochichem o quanto quiserem, porque a pirralha aqui vai embora! E eu vou para a mesa da
Sonserina!
- O quê? Dinah, volte aqui, eu te conto... - Tiago tentou, mas, já era tarde. Dinah estava sentada ao lado de uma menina loirinha da Sonserina. Parecia que nem se importava se Dinah estava ali ou não. Lucio Malfoy não dava a mínima importância, ele também estava muito quieto ultimamente e nunca mais desafiara ela para um duelo. Dinah começava a se arrepender de estar ali, olhava tristemente para os seus amigos quando alguém lhe disse.
- Não ligue para eles, há coisas que eles jamais irão te contar...
- É mesmo, é? E quem é você pra dizer alguma coisa? - Jamais ela agiria de outra forma com os sonserinos. Sempre achara que eles eram os inimigos.
- Severo Snape.
- Ah, eu sei, uma das sombras de Malfoy. Eu sou Dinah Becker!
- Sim, eu sei… como é mesmo? Marota Honorária!
- Não desdenhe de mim!
- Não consegui agüentar. Mas eu nunca fui sombra do Malfoy.
- Como você sabe disso, dos Marotos?
- Observo, somente isso. Mas, coma, logo já vai estar tudo normal.
- Ob...ob... - Como era difícil dizer isso a um sonserino! - Obrigada. - Disse enquanto aquele garoto se retirava da mesa. - Mal educado! Nem esperou eu agradecer... Mas o ?
Lílian Evans havia se sentado do lado de Tiago e ela poderia jurar que ela flertava com ele, enquanto ele sorria e conversava no mesmo tom que ela. Sentiu-se um tanto triste há algum tempo ela notara que Tiago agia assim. E ela, seria sempre a irmãzinha dele. Quando alguém a cutucou no ombro.
- Marotinha, não fique assim... Vamos, vamos voltar lá...
- Ah, Sírius, vai ser sempre assim não vai? Vocês bancando a minha babá...
- Nunca foi assim... Vamos dar uma volta nos jardins antes de ir para a torre, talvez eu te convença... Vamos?
Ela levantou e caminhou com ele até o jardim. Ao chegarem lá, sentaram-se na grama perto do lago.
- Dinah, eu jamais achei que seria sua babá, você sabe disso. Quatros anos não oda essa diferença que você está achando.
- Mas o Remo...
Deixa disso, Remo disse aquilo brincando...
- Tiag...
- Tiago sempre te achou frágil, sempre teve este espírito de querer proteger os outros e Pedro, olha só pra ele, é mais fácil que você o proteja. - Sírius sorriu para ela que achou graça.
- Sabe, Sírius, eu sei que vocês se tornaram anim...
- Quê? Você sabe? - Ela balançou a cabeça afirmando.
- Sei sobre o Remo... - Ela esperou que ele a interrompesse novamente. Ele parecia ter mania de fazer aquilo. Mas, ele nada fez. - Sabe, Sírius... - pareceu que não conseguiria falar - Eu também sou um anim...
- Puxa, como você conseguiu?
- Sozinha, estudei muito nos livros que vocês esconderam lá debaixo daquela cortina na sala comunal. Desculpa...
- Imagina, Dinah, não se desculpe...
- Eu acompanhei vocês algumas vezes por aí, quando Remo ficava "doente".
- E em que... em que você se transforma?
Ela levantou-se e olhou ao redor, tendo certeza de que ninguém a veria. No instante seguinte, Dinah sumira. Sírius levantou rapidamente procurando por ela, quando uma borboleta negra com umas grandes manchas azuis em cada asa pousou em seu ombro.
- Incrível! Você não sabe o trabalho que deu para conseguirmos fazer com que Rabicho conseguisse se transformar perfeitamente.
A borboleta voou e no instante seguinte, Dinah estava na frente de Sírius.
- O que você achou?
- Disfarce perfeito, não é muito grande, é simples, mas original.
- Puxa, quantos elogios.
Sírius a segurou pelo braço.
- Olhe só pra você Dinah, você é inteligente e linda. - Ele passou a mão pelo rosto dela.
Ela se assustara, mas sabia que Sírius jamais a trataria mal. Então ele a beijou. Ela não impôs barreiras para ele e retribuiu. Apenas sentiu muito carinho por ele, somente isso. Em seu coração batia o nome "Tiago". Tiago, nos braços de Lílian. Quando esse pensamento passou pela sua cabeça ela se afastou de Sírius, uma lágrima corria em seu rosto.
- Marotinha, eu... eu sei o que está acontecendo... É Tiago, não é mesmo?
- Sírius... - Ela o olhou profundamente respondendo a pergunta.
- Marotinha... Eu realmente gosto de você e tenho certeza de que você tem que saber que ele... ama Lílian. Eles vão juntos para Hogsmeade neste final de semana. Nos formamos neste ano. Entenda, não vale a pena nutrir tudo isso por ele...
- Se não posso esperar nada, não é mesmo? Tudo bem Sírius, vamos voltar para o castelo, está ficando frio.
Ele assentiu com a cabeça e os dois caminharam até o castelo. Aquele tinha sido o primeiro beijo dela. Seu primeiro beijo aos catorze anos. Beijo que não era de Tiago. A amizade entre ela e Sírius continuava a mesma. Mas, os marotos sabiam que Sírius sempre gostou dela.
Certa manhã de domingo ela estava sentada no jardim, lia um livro, quando Tiago e Lílian aparecem de dentro do castelo. Ela havia aprendido a gostar de Lílian, era muito agradável conversar com ela. Sabia que Tiago jamais se separaria dela, sabia que ele realmente a amava.
- Você não percebe, não é mesmo? - Lílian perguntou a ela.
- Perceber o que? - Dinah pergunta olhando para os dois.
- Marotinha, o Almofadinhas anda caído por você!! - Tiago disse sorrindo.
- Aé?! E como vocês sabem? - Dinah desafiou.
- Simples! Olhe para lá! - Lílian apontou para trás dela. Lá havia uma grande cerejeira e atrás dela Sírius, que olhava diretamente em sua direção.
- Sírius! - Dinah chamou. - Você não prefere vir até aqui?
- Já vou... - respondeu ele meio encabulado.
- Esse Sírius, não toma jeito. Vamos Lílian, vamos deixar os pombinhos... - E saíram.
- Olá, Dinah...
- Sírius você está me perseguindo?
- Na-Não...er...
- Claro que está, né?
- Você sabe porque não é, Dinah?
- Sei... Senta aqui. - Ela se afastou um pouco para o lado, para dar lugar a ele.
- Não me peça para esquecer.
- Sírius, eu não posso fazer isso com você, mas eu não gosto de você como você gosta de mim. Não quero te ferir mais.
- Esqueça dele.
- Não isso que me impede e você sabe disso.
- Olhe pra mim, Dinah.
Ela o olhou e ele sem se conter a beijou. Mais uma vez ela não pode resistir, desejou de todo coração amar Sírius, mas sabia que não era assim. A indiferença de Tiago a magoara demais. Mesmo sabendo que Tiago jamais seria dela, não queria continuar a dar esperanças para Sírius. Pensar naquilo era triste, mas decidiu não ser mais "A Marotinha". Sírius se separou dela, ele sorria.
- Sírius, eu quero te pedir que não faça mais isso. Este ano está acabando e você não precisa ficar mais atrás de mim. Quero que vá atrás de sua felicidade. E ela não está comigo.
- Eu não entendo Dinah, porque você não resiste aos meus beijos, se isso que diz é verdade.
- Eu desejei de todo coração amar você, mas não consigo. Só consigo magoar você cada vez mais. Estou decidida a não me aproximar mais dos marotos.
- Não pode! - Sírius levantou do banco. - Você não pode fazer isso, a gente não foge do problema, a gente o enfrenta!
- Não quero, não posso mais!!! Deixe-me!! - Dinah correu o mais que pode para que ninguém visse suas lágrimas.
Chegou a orla da floresta e parou, sentou a sombra de uma das árvores com grandes copas e chorou. Quando percebeu que uma pessoa estava ao seu lado. Desejou que não fosse Sírius, ou Tiago, nenhum dos marotos.
- Ei, Marota Honorária... - ela não responderia, não teria coragem nem ao menos de levantar o rosto. - Deixa disso, você está fraquejando diante de um sonserino. Levante-se e me encare. - Mas ela nada fez. Então ele se agachou diante dela. - Erga essa cabeça ou eu te lanço um feitiço.
- É melhor assim... - falou ela com o rosto nas mãos.
- Ah, então além de chorar você fala?
- Claro que eu falo seu idiota!? - Ela ergueu a cabeça para encará-lo.
- Viu, como eu consegui te fazer levantar a cabeça. - disse sorrindo.
- Quem vai te lançar o feitiço sou eu!! - Ela ergueu a mão com a varinha, mas ele a segurou. - Me solta! Me solta! - Ela tentou se desvencilhar, mas ele era forte para ela.
- Ei, pare! Pare com isso! - Ele sentiu a mão dela fraquejar e a soltou.
- Então, vai Snape... corre contar para seus amiguinhos que eu estava chorando aqui, aposto que o Malfoy vai adorar saber disso...
- Não é isso o que eu vou fazer... - Ele disse colocando a mão nas vestes. - Só quis que você parasse de chorar. - E limpou com um lenço o rosto dela manchado de lágrimas.
Sírius observava tudo aquilo e jurou vingar-se daquele sonserino. Aquela seria noite perfeita, noite de lua cheia, tinha um plano perfeito para acabar com Severo Snape. Ele nunca mais usaria da fraqueza de Dinah para bisbilhotar.
Naquela tarde, ele decidiu iniciar seu plano.
- Ei, Snape! - Chamou no corredor. - Que história é essa de você ficar atrás de Dinah, hein?!
- Eu?
- Sonserino deve vir de SONSO, não? Eu sei que você está atrás dela... Se você honra mesmo a sua casa, aceite meu desafio. - Snape não queria, mas diante do olhar intrigado de alguns sonserinos que estavam por ali, afirmou com a cabeça, talvez, depois, não aparecesse, e inventasse uma desculpa qualquer. - Depois do jantar então, perto do salgueiro lutador.
Quem olhasse bem, veria ás costas de Sírius, uma borboleta negra com manchas azuis pousada. Dinah não acreditava que Sírius poderia agir daquela forma, aquilo era doentio. Pensou em várias formas de ajudar Snape, aquilo não era justo. Depois do jantar, todos sabiam que Remo iria sair naquela noite, os marotos não iriam junto, porque tinha provas nos dias seguintes. Os grifinórios subiram para a torre, mas Sírius saiu do castelo para encontrar com Snape. Enquanto Dinah, chamava os marotos para contar tudo que Sírius estava planejando. Pedro sempre fora um rato e disse que por ele Snape podia morrer, mas, Tiago aceitou ajudá-la.
- Vamos rápido, Tiago, já pode ser tarde.
- Tem uma coisa que eu não entendi.
- O quê?
- Como você escutou a conversa de Sírius com Snape, sem deixar o Sírius te ver?
- Posso me transformar como você, Pontas!
- Em que?
- Você vai ver... Vamos logo!
Eles percorreram o castelo. Dinah sentia cada respiração de Tiago, sempre seria assim, ele sempre a ajudaria, sempre a defenderia. E era por isso que ela o amava, por ele estar com ela. Ao chegarem a porta, abriram-na lentamente para não serem vistos. Caminharam pelo jardim e assim que avistaram o salgueiro lutador viram duas sombras passarem por ele.
- São eles! - Dinah apontou.
- Já está na hora, Remo já está na casa! Vamos rápido Dinah! - Depois que disse isto, Tiago se transformou no cervo e esperou Dinah, para que ela se transformasse também.
E assim fez Dinah, transformou-se na borboleta e pousou sobre Tiago. Ele bateu os cascos da frente admirando-se e pôs-se a correr, passando pela passagem do salgueiro. No túnel de acesso, eles encontraram Sírius, voltando.
- Tarde de mais amigo, ele já deve estar lá... Um sonserino a menos, um a menos no meu caminho...
Nem Dinah, nem Tiago deram atenção. Sírius pareceu não perceber Dinah. Continuaram pelo túnel.
- É, então são dois a menos. - Dizendo isso Sírius parou para pensar. Viu que tinha ido longe demais, Tiago era seu melhor amigo, não tinha culpa se Dinah gostava dele ou não. Nem mesmo Severo Snape, o sonserino, precisava morrer. Bateu com a mão na testa. - Idiota! - Transformou-se e correu atrás de Tiago.
Ao chegarem na casa, escutaram um grito.
- Impedimenta!
Provavelmente Snape havia parado Remo com aquele feitiço. Ele correu até a saída para o túnel e se assustou com o cervo. Tiago voltou ao normal.
- Corra! Corra e não olhe para trás! Siga a borboleta!
- O ... o que?
Dinah sobrevoou sua cabeça e ele entendeu. Dinah voltou pelo túnel e ele a seguiu muito apressadamente. No caminho, Sírius os encontrou. Percebendo desta vez que Dinah estava lá. Ela pousou no ombro de Snape e bateu as asas. Sírius, transformado em um cão negro, apenas olhou a situação, para depois continuar correndo ao encontro de Tiago. Dinah percebeu que ali não havia mais perigo e pousou na parede, queria esperar a volta de Tiago.
Um tempo depois, Tiago retorna muito machucado com arranhões por todo o corpo. Ao seu lado, Sírius, ainda com sua forma animal. A borboleta passa por Snape, roçando seus cabelos e pousa no ombro de Tiago.
- Tudo bem, um pouco arranhado, mas tudo bem... - Diz ele olhando para Snape, mas realmente falava com Dinah.
- Obrigado. - Responde ele ainda assustado. - Não sei por que aceitei o desafio daquele Black. Que estúpido!
- Vamos, vamos voltar.
Os dois começaram a fazer o caminho de volta ao castelo.
- Como você sabia que eu estava lá?
- Uma amiga me contou...
- Sua borboleta? - Dinah bateu as asas ainda sobre os ombros de Tiago.
- É minha adorável borboleta... Minha borboleta da sorte...
- E esperta!
- E linda...
Sírius rosnou.
Tiago foi diretamente levado para a ala hospitalar. Snape voltou para o dormitório sem que ninguém o visse. Sírius e Dinah ainda estavam no jardim, tinham voltado as suas formas originais e conversavam.
- Eu não entendi porquê você fez isto, Sírius.
- Eu sei, agi errado. Mas, eu não quero aquele cara perto de você. Ele só quer mesmo é bisbilhotar.
- Mas que estupidez! Quer dizer que eu tenho que me isolar do mundo, Sírius Black.
- Não, só de caras como aquele!
- Acho melhor eu me isolar de caras como você. Você conseguiu, eu não sou mais uma de vocês. Pra mim chega!
Naquele momento ele soube que perdera Dinah. Ela transformou-se novamente e voou até a ala hospitalar, pousando sobre Tiago ao chegar lá.
- Dinah... - Dinah deixou a forma de borboleta.
- Eu... eu te acordei?
- Não! - Ele inspirou fundo. - Só queria saber o que vai ser do meu amigo Sírius agora.
- Quê?
- Eu sei, você não vai perdoa-lo...
- Você, não... Não pode me pedir isto!
- Não vou. - Houve uma pausa e então Tiago perguntou. - Como você consegue, digo, se transformar?
- Ora, ora, eu estudei nos mesmos livros que vocês esconderam atrás da cortina... - Dinah parou subitamente de falar, Tiago passava a mão em seu rosto.
- Dinah, você está febril, aconteceu alguma coisa?
- Na verdade, faz alguns dias me sinto um pouco tonta, com enjôos, suor frio, febres...
- Gripe?
- Não... - Ela respirou profundamente olhando para a janela, parecia pensar se falaria ou não. - Parece... Parece magia negra... Arte das trevas... É como se um grande peso estivesse sobre minhas costas... Como se o medo sempre me invadisse repentinamente... - Seus olhos se enchiam d'água, o que Tiago percebeu.
- Você já falou com Dumbledore?
- Já...
- E?
- Vai investigar... Talvez... - Uma lágrima escorreu de seu rosto. - Talvez, meus dias estejam contados.
- Não, Dinah! - Tiago sentou-se abruptamente na cama. E segurou o rosto dela entre suas mão para que ela o encarasse. - Não fale isso! Você vai viver, muito, muito mais que eu até!
- Eu só queria te dizer, Tiago... Que você é a pessoa que eu mais amo! - Ela se aproximou do rosto dele e o beijou nos lábios.
Tiago ficou paralisado então ela o abraçou.
- Sinto muito... - ela disse.
- Vai ficar tudo bem com você? - Ele perguntou quando ela se afastou. Ela afirmou com a cabeça.
Nos dias seguintes, ninguém mais vira Dinah nos corredores da escola. Segundo Dumbledore, ela precisou se afastar por um problema pessoal. Mas ela voltou no ano seguinte e se formou rapidamente, antes de seus colegas de turma, pois teve parte das aulas adiantadas. Mesmo se afastando dos marotos e de todos que tentavam se aproximar dela. Estes anos, foram os mais tenebrosos do mundo dos bruxos. Muitos se juntaram a Lord Voldemort, outros lutavam contra. Tiago que sempre lutou contra qualquer tipo de artes das trevas, casou-se com Lílian que sempre o apoiava. Eles tiveram um filho, a quem deram o nome de Harry, que depois passou a ser Harry, o menino que sobreviveu. Os dois morreram para salvá-lo. Sírius e Pedro se enfrentaram num lugar público, Pedro morreu e Sírius foi preso. Dinah assistiu tudo isso, escondida no mundo dos trouxas, cursando a faculdade de Engenharia Química, aperfeiçoando suas poções. Escondeu-se do mundo dos bruxos, somente queria viver sua vida em paz. Até que a paz, que estava estabelecida, se foi com a volta de Voldemort. Então ela teve que voltar a fugir.