Capítulo III

Será que é amor?

 

 

   Qdo Yasmine chegou no quarto se jogou na cama e desatou a chorar.

- O q houve? – perguntou Hermione. – 1º vc chega aqui com o Snape e não dá uma palavra, depois vc vem para o quarto e começa a chorar.

  

-         Vc tinha razão...

 

-         Sobre o q?

 

-         Eu realmente amo o Severus, mas é impossível ele me amar do mesmo jeito. Ele me trata como uma filha.

 

-         Se eu fosse vc não tinha tanta certeza disso.

 

-         Como vc pode dizer isso, é só reparar o jeito q ele me trata.

 

-         Ele te trata com carinho, como toda pessoa q ama, mas o jeito q ele te olha... Aquilo é mto mais q um simples olhar de pai para filha.

 

-         Não viaja Mione. Ele nunca vai me amar do jeito q eu o amo.

 

-         Se vc quer ficar sofrendo...

 

-         Já decidi. – disse Yasmine de repente.

 

-         O q?

 

-         Eu vou me afastar dele, por mais q eu sofra, vai ser mais fácil para eu esquece-lo.

 

-         Se é assim q vc quer...

 

   A semana transcorreu mto bem, eles terminaram de fazer todos os deveres e iam todos os dias tomar sorvete. Até o dia q chegaram a Hogwarts.

 

-         Boa noite! – disse Hagrid.

 

-         Boa noite! – eles responderam.

 

Durante a cerimônia de seleção Yasmine reparou q Snape não estava no lugar dele, e não podia nem conversar com Mione, pois na cerimônia ela era obrigada a ficar na mesa da Sonserina. De repente apareceu um papelzinho na frente dela.

 

-         Ele não está lá. – apareceu escrito no papel com a letra da Mione.

 

-         É, eu reparei. Assim é melhor, eu não tenho q ficar encarando a cara feia dele.

 

-         Vc é mto boba. – mas essa frase não chegou nas mãos de Yasmine, e qdo elas olharam o papel estava com Dumbledore.

 

-         Ora, ora... Fofocando durante a cerimônia, q feio. Bom, para terminar logo com isso já vou avisando para as srtas q o prof. Snape não saiu das masmorras essa semana inteira. – escreveu Dumbledore dando um basta no assunto.

 

   O q ninguém sabia é q essa semana q ele passou trancado nas masmorras, foi tentando aprender a lidar com um sentimento q ele tinha esquecido a mto tempo.

   Na manhã seguinte os alunos receberam os horários, e para o espanto de Yasmine, eles teriam poções na segunda (2 tempos), quarta (3 tempos) e sexta (1 tempo). Parecia q qto mais força ela fazia para se afastar dele mais empecilhos apareciam.

 

-         6 tempos de poções?!?!?!? Isso é um absurdo! – gritou Yasmine.

 

-         Calma Yas, ta todo mundo olhando, inclusive ele. – disse Mione.

 

-         Q olhem... – Yasmine viu Snape olhar para ela com um ar de incompreensão.

 

Ela se dirigiu para as masmorras, estava mto nervosa, não sabia como agir. Até q se decidiu. Iria ignora-lo.

Qdo ela chegou já tinham alguns alunos em sala, ela se sentou abriu o caderno e começou a desenhar. Até q Snape se dirigiu a ela.

 

-         Bom dia srta Potter. – ele disse num tom sarcástico para ninguém desconfiar.

 

-         Péssimo.

 

-         Ora, agora tb deixou de ser educada...

 

-         Talvez eu tenha cansado de olhar pra sua cara.

 

-         Como a srta tem a ousadia de me enfrentar.

 

-         Com a mesma ousadia q eu vou usar para sair dessa sala se o sr não parar de me encher o saco.

 

-         Chega! Uma detenção tirando veneno de aranhas deve ser o suficiente para a srta.

 

-         Ótimo! Onze horas eu vou cumprir a minha detenção. – disse ela fechando o caderno e saindo da sala, deixando todos boquiabertos.

 

Qdo chegou na masmorra para cumprir a detenção ele abriu a porta mto sério.

 

-         Nós precisamos conversar. – ele disse.

 

-         Eu não tenho o q conversar com o sr, deixa eu fazer a minha tarefa

 

-         Mas eu achei q...

 

-         O sr não tem q achar nada. – ela disse se direcionando para o pote de aranhas q havia em cima da mesa. Até q caiu um pouco de veneno no rosto dela.

 

-         Ai! – ela gritou assustada.

 

-         Calma, deixa eu pegar uma poção para cuidar disso. – ele disse já pegando a poção. – Vai arder um pouco.

 

-         Ta ardendo!

 

-         Calma... – ele disse assoprando o ferimento bem de perto.

 

Continua...

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