Saúde do Canário
DESINFECÇÃO
GERAL DO CRIADOURO: Utilizar SAIS QUARTENÁRIO DE AMÔNIA em
solução, obedecendo as instruções do fabricante;
SOLUÇÃO DE CLORO ou BIOCID. DESINFECÇÃO PARA
AS PARTES EXTERNAS DO CRIADOURO: Misturar: 50 ml de creolina, 2,0 Kg de
cal ou cloro, 10 ml de BIOCID para 10 litros de água. PARA O PISO
DO CRIADOURO, GAIOLAS. ÁGUA DE BEBER E VERDURAS: Utilizar solução
de BIOCID, seguindo instruções da embalagem. Na higienização
do piso e paredes do criadouro, lavar com água e sabão. Após
o enxágüe e secagem, aplicar solução de BIOCID
e, quando estiver completamente seco, aplicar K-OBIOL ou K-OTHRINE em pó.
PARA OS EQUIPAMENTOS: Tudo o que é usado na criação,
como bebedouro, bacias, poleiros, peneiras, etc... deve ser desinfetado
periodicamente. Por exemplo, uma peneira usada no preparo da farinhada,
por mais limpa que aparentemente esteja, contém resíduos
ricos em nutrientes que darão origem ao desenvolvimento das mais
diversas bactérias e fungos, devendo, portanto, assim como os demais
utensílios e acessórios, ser desinfetada uma vez por semana.
BEBEDOUROS: Além da troca diária da água, devem ser
desinfetados uma vez por semana, permanecendo de molho numa solução
de água com cloro por 8 horas, na seguinte proporção:
cloro líquido 10 ml / 5 lt de água - cloro em pó (granulado)
1 g / 10 l de água. Para tal procedimento, é aconselhável
2 jogos de bebedouros. POLEIROS: Deverão ser raspados pelo menos
uma vez por mês e colocados numa solução, conforme
indicação para os bebedouros. Depois da desinfecção,
os poleiros deverão ser secados no forno (normal ou microondas)
para eliminação da umidade concentrada no centro da madeira,
que passará para os pés dos pássaros quando estes
permanecerem estáticos durante a noite, podendo ocasionar o aparecimento
de fungos. No microondas o tempo poderá ser de 5 minutos aproximadamente
(citado apenas como referência). Tal como os bebedouros, é
necessário poleiros de reserva. GRADES: Após lavagem com
água e sabão, devem ser imersas em solução
de cloro ou BIOCID durante 7/8 horas. O segundo produto é mais eficiente.
NINHOS: A parte plástica é de fácil desinfecção,
procedendo-se como o indicado para os bebedouros e poleiros. O forro (de
corda, crochê, etc.), entretanto, é a parte que requer maior
atenção, devendo, após a lavagem normal e secagem
ao sol, ser desinfetado e levado ao forno. Usa-se o BIOCID para a desinfecção.
O ideal seria que fossem usados forros descartáveis. A estopa cortada
em círculo e presa no fundo da parte plástica por um percevejo
de centro para fora é aconselhável. O saco de estopa, fornecido
aos pássaros para a feitura dos ninhos, também deve ser desinfetado.
O melhor método é o da fervura. após a secagem, passar
a ferro para facilitar no momento do corte. Lembramos que os forros de
corda não são aconselháveis devido à difícil
limpeza e desinfecção total. Toda vez que o forro for colocado,
deverá ser polvilhado com K-OBIOL ou K-OTHRINE para evitar o aparecimento
de piolho. A fêmea ao se acomodar no ninho espalhará o pó.
Quando esta coçar o ouvido seguidamente estará tentando expulsar
os piolhos, que em desespero se esconderam do veneno. HIGIENE PESSOAL:
Para a lavagem das mãos recomenda-se o sabonete de limpeza PROTEX,
que é bactericida. A limpeza das mãos, membros, sola do sapato,
etc... são fundamentais, principalmente após a manipulação
de pássaros doentes ou mortos, visitas a outros criadouros e exposições
de animais, etc... Separar ou eliminar imediatamente os pássaros
doentes ou irrecuperáveis é inevitável. Embora isto
pareça cruel, deve-se ponderar que a saúde do plantel é
o mais importante. Outro inconveniente, notado em alguns criadouros, é
a colocação de embalagens de ovos de galinha nas proximidades
dos pássaros. Essas embalagens poderão, na maioria das vezes
ser veículos de bactérias, pois provém de condições
pouco recomendáveis. OVOS: Deverão ser cozidos por 20 minutos
para que se livrem totalmente de possíveis bactérias. As
cascas serão de grande valia para o fornecimento de cálcio
para os pássaros. Devem ser administrados após trituração
e mistura com areia esterilizada. VAZIO SANITÁRIO: Consiste na desinfecção
do criadouro uma vez por ano, retirando tudo do local (inclusive os pássaros)
durante um mês, para quebrar o ciclo bacteriológico. Este
é um procedimento de difícil execução, uma
vez que a maioria dos criadores não dispõe de 2 compartimentos
para separar os pássaros. PREPARAÇÃO PARA A CRIAÇÃO:
Tratamento válido para adultos e filhotes. VERMIFUGAÇÃO
- 30 dias antes do acasalamento e depoois a cada 60 dias, pois os pássaros
ficam em contato com as fezes da gaiola e microorganismos das verduras.
Recomenda-se o seguinte: -PROVERME - na água durante 3 dias; parar
por uma semana e repetir a dose. Verificar dosagem na bula do produto.
-MEBENDAZOLE - na farinhada durante 5 dias (1 g por kg). MICOPLASMA - Organismo
intermediário entre a bactéria e o fungo, é um dos
maiores problemas na criação, porque vai minando o pássaro,
enfraquecendo-0. O tratamento indicado é com TYLAN pó, na
proporção de 2 g por kg de farinhada durante 3 dias seguidos.
Este medicamento não erradica o micoplasma, mas baixa o nível
de concentração. Pode ser usado também o LINCO SPECTRIN
100, na base de 1 g por kg de farinhada. CLAVULIN 250 - Antibiótico
de largo espectro que gera um aumento de postura e sobrevivência
dos filhotes, ministrado na proporção de 3 g por kg de farinhada,
durante 5 dias antes do acasalamento. Deve ser usado com parcimônia.
IVOMEC - Arrancar algumas penas da coxa do pássaro, para absorção
através do folículo, e aplicar 1 gota antes do início
do acasalamento. para combater os efeitos colaterais dos antibióticos,
é necessária a utilização de um recuperador
da flora intestinal específico para aves. Indica-se o uso constante
de LACTO PLUS, no mercado existe atualmente o ENTRODEX (laboratório
RAVASI) para a mesma finalidade, na proporção de 3 g por
kg de ração. Um protetor hepático, à base de
complexo B, também é recomendável. DECIS 250 ou K-OTHRINE
LIQUIDO - Contra piolhos, aplicação 15 dias antes do início
do acasalamento na proporção de 20 gotas por litro d’água.
Esta aplicação é para ser feita sob "jato aberto".
Retira-se os recipientes com água e alimentação e
pulveriza-se tudo (inclusive os pássaros). No dia seguinte fornecer
banho normal. Seria importante repetir esta aplicação uma
vez por mês nas paredes do criadouro adentre as gaiolas. OCERAL POMADA
- Pomada utilizada na cura de fungos ddas patas dos pássaros, os
quais devem ser mantidos isolados dos demais. VITAMINAS: Melhor aquelas
que são adicionadas na farinhada. As misturadas à água
podem servir como meio de cultura de fungos. Antes do início da
temporada de criação, durante o vazio sanitário, todos
os equipamentos a serem utilizados e o quarto do criadouro deverão
ser desinfetados com FORMOL - colocado em alguns recipientes, em diversos
pontos do criadouro, devendo o mesmo ficar totalmente vedado e fechado
por pelo menos 15 dias, após o qual ficará aberto sem qualquer
pássaro dentro, pelo mesmo período. Usar também clinafarm,
contra fungos. SUPERPOPULAÇÃO: É um dos maiores problemas
dos nossos criadouros, pois acarreta a proliferação de doenças.
O número ideal de casais é de, no máximo 40 por 30
metros cúbicos construído (sem contar os filhotes).
Os
canários, como qualquer ser vivo, estão expostos a doenças;
no entanto, se forem bem tratados não são especialmente sensíveis
a elas. Geralmente as doenças levam mais tempo a evoluir do que
a curar. Os canários mais velhos e os muito jovens são os
que estão mais expostos a doenças na altura da mudança
das penas. Mais do que em qualquer outro período; deverão
evitar-se as correntes de ar e mudanças bruscas de temperatura.
Devem manter-se de preferência a uma temperatura mais baixa e uniforme.
Alguns pássaros podem vir a falecer por ataque cardíaco,
por obesidade, por stress e por grande quantidade de aves num mesmo viveiro.
O pássaro perde a sua vivacidade, fica muito quieto, como que inchado,
com as penas abertas e os olhos sem brilho. Também uma gordura ou
magreza excessivas, o abdômen muito encolhido ou distendido, as penas
do pescoço sujas ou as narinas a supurar são sintomas certos
de doença. Um pássaro doente assenta sempre nas duas pernas
quando dorme, enquanto um pássaro saudável apenas dorme sobre
uma. Se um pássaro estiver a dormir sobre as duas pernas, pode considerar-se
como um primeiro aviso pois trata-se de um sintoma que aparece sempre antes
de os outros se manifestarem. Na prática, é muito difícil
dizer com segurança qual a doença de que o pássaro
sofre. Os pássaros doentes devem ser isolados imediatamente. As
gaiolas devem ser lavadas e desinfetadas (de preferência com álcool).
Os sintomas de cerca de 30 doenças diferentes são mais ou
menos os mesmos, tornando-se assim difícil a sua definição.
O tratamento terá portanto de ser geral. Um pássaro doente
deverá ter tratamento imediato, mesmo que apenas se notem sintomas
insignificantes. O ataque rápido à doença pode muitas
vezes salvar a sua vida, que em muitos casos 24 horas depois estaria perdida.
Um remédio universal contra as doenças dos pássaros
é o CALOR. O pássaro doente deve ser imediatamente colocado
numa gaiola de madeira, pequena, com uma placa de vidro na parte da frente.
A gaiola pode ser aquecida, por exemplo, utilizando uma lâmpada ou
uma resistência elétrica. Uma temperatura de 30/35 graus C
será a indicada nos primeiros 3 dias, baixando-se depois gradualmente.
O calor e um preparado antibiótico - Aureomicina ou Terramicina
- são em muitos casos a cura maais fácil. Põe-se na
água de beber cerca de 1 cápsula de 50 mg de um destes antibióticos
para 1/2 litro de água. Repete-se este tratamento durante três
dias seguidos, voltando a repetir-se passados dois dias, se não
houver melhoras. Os antibióticos também podem ser utilizados
para combater doenças contagiosas. Os pássaros não
deverão ter outra água para beber enquanto estiverem sob
tratamento. Os pássaros que estão sujeitos a tratamento antibiótico
deverão, nesse período, ter um suplemento de vitaminas (encontrado
em casas especializadas), dado que os antibióticos destroem a flora
bacteriológica dos intestinos. ÁCAROS DAS PENAS Causas: Parasita
Syrongophilus bicectinata. É normal a ave ter alguns piolhos brancos/amarelados,
que não são de forma alguma visíveis, pois são
aqueles residentes naturais, que inclusive são benéficos
para os canários, pois removem determinadas bactérias da
pele das aves. Mas isto é em pequena quantidade, nem damos quase
por ver o canário a "coçar-se". O problema é que quando
chegamos a ver a olho nu parasitas a percorrer o corpo das nossas aves,
é porque o criador é desleixado com a higiene dos seus canários.
Sintomas: As penas apresentam-se caídas e é possível
percebe-los como pequenos traços escuros entre as bárbulas.
Para verificar se a ave está sendo atacada por ácaros, pegue-a
e observe com a sua asa aberta contra a luz. Tratamento: Pegue a ave, abra
a asa e pulverize uma única vez com inseticida à base de
piretina numa distância de uns 30 cm. ÁCAROS VERMELHOS Causas:
Parasita Dermanysus gallinae. Este parasitas causam grandes problemas na
reprodução são os chamados piolhos vermelhinhos, só
apresentam esta cor vermelha quando estão cheios de sangue, caso
contrário sua cor é pardo-acinzentada. Sintomas: Estes ácaros
ao dia se escondem nas ranhuras dos poleiros, molas das portas e buracos
na parede ou teto, ataca as aves a noite, as aves não param de se
bicar tentando tirar os ácaros. Tratamento: Pulverize poleiros,
molas e paredes com um inseticida spray à base de piretina, nas
aves pode-se borrifar inseticida spray SBP, as paredes podem ser pintadas
com a cal virgem. ACARÍASE RESPIRATÓRIA Causas: Ataque do
ácaro Stermostoma tracheaculum, nas vias respiratórias. As
exposições e trocas e compras de aves são as principais
causas pela instalação da doença no canaril. Sintomas:
Respiração penosa, ofegante, tosses, plumagem desalinhada,
emagrecimento da ave, abertura do bico sincronizado com os movimentos respiratórios.
Tratamento: Isolar a ave, desinfetar todo o criadouro, aplicar aerossol
com antibióticos. Aviobitina na água de beber. Aplicar o
Ivomec em todo o plantel em duas doses com intervalo de 15 dias. ASMA Causas:
Poeira, friagem, alimentos condimentados, gaiolas sujas, mudanças
no clima e mal ventilação do criadouro. Sintomas: Respiração
difícil acesso asmático freqüente e ofegante. Em casos
muito graves imobilidade, olhos entreabertos, penas soltas respiração
acelerada intermitente com emissão de pequenos gemidos. Tratamento:
Eliminar frio, vento, poeira, úmida, colocar a ave em gaiola com
temperatura de 30C, na hora da crise administrar gotas de adrenalina a
1./10.000, antibióticos e tânicos. BRONQUITE OU TRANQUEITE
Causas: Correntes de ar, aves em local de ar não renovado, bruscas
mudanças de temperaturas. Sintomas: A ave perde o apetite, narinas
obstruídas, bico aberto, rouquidão e catarro, a ave não
canta e fica agitada. Tratamento: Colocar a ave separada numa temperatura
de 30C e administrar antibióticos e vitaminas A e D e aviobitina
na água de beber. COCCIDIOSE Causas: Alimentos e água contaminados
pelas fezes ou saliva de outras aves doentes. Sintomas: Cansaço,
sede contínua, o osso do peito fica saliente, há emagrecimento,
fezes aquosas, desidratação e diarréia. Esta doença
não tem cura. Ela atinge principalmente o intestino delgado e os
cecos em especial dos filhotes, provocando hemorragias. Tratamento: Sulfaquinolaxia,
amprolium e a sulfametaxina, administrar junto para evitar a resistência
dos protozoários complexos vitamínicos como vitamina K e
Hidrac ou Pedyalit. CONSTIPAÇÃO OU PRISÃO DE VENTRE
Causas: Falta na variedade dos alimentos fornecidos as aves. Sintomas:
Esforço apresentado pela ave, ao evacuar, acompanhado de movimentos
e sacudidelas. Ventre inchado, fezes duras, cloaca inchada e vermelha.
Tratamento: Pingar na cloaca azeite de oliva duas vezes ao dia, dar-lhes
verduras, frutas e vitaminas. CORIZA Causas: Bruscas mudanças climáticas,
aves em locais úmidos, aves mal alimentadas, falta de vitamina C.
Sintomas: Corrimento nasal, tosse, respiração difícil,
mucosa congestionada, falta de vivacidade, aneroxia. Tratamento: Limpar
as narinas com cotonete impregnado em solução de permanganato
de potássio, com 1./1.000. Administrar antibióticos com penicilina
mais estreptomicina, clorofenicol na água de beber, vitaminas, aviobitina
e Neo Sulmetina SM. DIARRÉIA Causas: Má alimentação,
alimentos azedos, deteriorados e água suja. Sintomas: Fezes líquidas
de cor amarela-esverdeada, falta de apetite e emagrecimento, ânus
inflamado. Tratamento: Corte as penas do traseiro com cuidado e lave com
água morna, após enxugue. Administrar Neo Sulmetina SM, coalhada
fresca, se optar pela coalhada não de água, somente a coalhada
até a recuperação da ave. ENTERITE Causas: Inflamação
dos intestinos, uma das principais causas de morte dos filhotes no ninho.
Sintomas: Diarréia, plumas da cloaca suja pelas fezes, abdômen
duro e vermelho e a ave emagrece. Tratamento: Nitrofurazona, sulfas, vitaminas
A e D e eliminar as verduras. FRATURAS Quando ocorre de a ave quebrar um
osso, a primeira providência é retirar os poleiros e colocar
água e comida a disposição da ave. Será necessário
encanar o osso com gesso dissolvido em água ou álcool, que
levará mais ou menos um mês para colar. Se for a perna que
quebrou, pegue um canudinho de refresco cortado ao meio, coloque as duas
partes na perna e passe o gesso, deixando uns 45 dias, após retire
o gesso. Se for a asa que quebrou, será necessário cortar
todas as penas da asa, dependendo da fratura, tente encaná-la com
gesso. Caso não consiga, o melhor e mais correto é levar
a ave a um veterinário, que esta mais acostumado a fazer estes serviços.
HEPATITE Causas: Inflamação do fígado oriundo de excesso
de alimentos gordurosos. Sintomas: Dilatação do baço,
sonolência, perda de apetite, tendência para brigas e fezes
líquidas. Tratamento: Alimentação refrescante, com
cenouras, verduras e frutas. PARASITOSE Externa Causas: Falta de higiene
nas instalações. Sintomas: Queda da plumagem, emagrecimento,
aparência anêmica, patas brancas. Tratamento: Fazer a profilaxia
das instalações, desinfetar as gaiolas e acessórios
com SBP, os ninhos com puxine em pó ou similar. Interna Causas:
Parasitas no estômago e nos intestinos transmitidos por fezes contaminadas.
Sintomas: Emagrecimento, e mortalidade elevada. PIPOCAS DAS PATAS Causas:
Existência de agentes infecciosos no organismo da ave ou alimentação
imprópria. Sintomas: Aparecimento de pipocas (bolinas brancas) no
bico, raramente nas asas e principalmente nas patas, inchaço e formação
de furúnculos e de cortes nas patas. Tratamento: 5 gotas de Benzitrat
no bebedouro, até a cura da doença. Aplicar nas patas afetadas
uma pomada chamada Canesten ou o Thuyá Avícola. PARATIFOSE
Sintomas: Fulminante, a ave fica num canto da gaiola, asas caídas,
penas soltas e respiração ofegante, morte repentina. Tratamento:
Isolar a ave doente, desinfetar o canário e local com água
com soda, administrar sulfas e antibióticos, clorofenicol e vitaminas.
AGUDA Sintomas: Ave não canta, não tem vivacidade, se retirando
para um canto da gaiola, sede, diarréia amarela-esverdeada, cloaca
suja, respiração ofegante. Tratamento: Os mesmos citado para
paratifose e desinfecção e bactericida. As aves curadas são
portadoras dos germes. CRÔNICA Sintomas: Diarréias alternada
com constipação intestinal, emagrece rápido, articulações
inchadas. Tratamento: O mesmo referido as outras duas formas. Evitar cruzar
as aves curadas por normalmente transmitirem esterilidade a sua prole ou
enterite. STRESS Causas: Sustos, barulhos repentinos no criadouro, etc.
Sintomas: A ave fica sonolenta, abatida, assustada devido à inabilitação,
alimentação imprópria ou excesso de antibióticos.
Tratamento: Administrar vitaminas, eliminar os barulhos, as causas de fadiga,
alimentação insuficiente, mudanças de temperaturas
e excesso de parasitas. SUOR DAS FÊMEAS Aparece quando os filhotes
ainda não saíram do ninho. A fêmea, bem como os filhotes,
apresenta o peito todo molhado, às vezes o próprio ninho
fica úmido. O suor das fêmeas ocorre devido às diarréias
que atacam os filhotes. Estes podem ser provocadas por doenças como
a Salmomelose ou mesmo por problemas alimentares. É bom relembrar,
a esse respeito que os pássaros não têm glândulas
sudoríparas. TAXOPLASMOSE Doença bastante grave ocorre especialmente
nos filhotes e pode ser fatal. Sintomas: As aves mostram-se tristonhas,
fracas e apresentam diarréias, as vezes com sangue, no peito o externo
fica bastante saliente e o fígado também costuma ficar inchado.
Tratamento: Os mesmos aplicada a coccidiose. TIFO Causas: Transmitida pelas
fezes das aves doentes, pela água e picadas de mosquitos. Sintomas:
Asas caídas, penas soltas e diarréia verde. Tratamento: Isolar
as aves. Administrar antibióticos e desinfetar com bactericidas.
Há ainda alguns criadores que sugerem a eliminação
das aves doentes. VARÍOLA Causas: Bactéria que se desenvolve
na ave num período de 1 a 3 semanas, transmitida por parasitas,
insetos, moscas e pelas aves. Sintomas: Queda de pequenas plumagens ao
redor dos olhos, as vezes as pálpebras engrossam, furúnculos,
partes mais atingidas ápica, bico, faringe e orelha. Tratamento:
Separar a ave, passar desinfetante e bactericida, evitar moscas e insetos
fiquem transitando nas aves sadias. As aves atacadas e curadas ficam imunes
a doença.
