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Contracep��o
           Contracep��o � a preven��o da gravidez. Existem v�rias maneiras           como mostra abaixo.
Coito           interrompido
           � um m�todo bastante antigo e consiste em retirar o p�nis da vagina           antes que a ejacula��o ocorra. Sendo pouco eficiente, pois as secre��es           eliminadas antes da ejacula��o podem conter espermatoz�ides. A           demora na retirada do p�nis pode resultar na ejacula��o parcial ou           total ainda dentro da vagina. Al�m dos riscos de se adquirir uma doen�a           sexualmente transmiss�vel.
M�todo do ritmo           ou da tabela
           A mulher normalmente produz um �nico �vulo por m�s o qual sobrevive           no m�ximo 48 horas. J� os espermatoz�ides podem durar at� 48 horas           no interior do aparelho genital feminino. Assim, existe um intervalo           de 6 dias, 3 antes e 2 depois da ovula��o, durante o ciclo           menstrual. O principal problema desse m�todo � justamente determinar           qual � o per�odo f�rtil. Em geral, a ovula��o ocorre no meio do           ciclo menstrual, mas isso pode variar. Na maioria das mulheres a           temperatura do corpo eleva-se cerca de 0,5 graus depois da ovula��o. 
Barreiras mec�nicas
           A barreira mec�nica evita o encontro dos gametas. A camisinha � um           protetor feito de l�tex, que se coloca no p�nis para reter o esperma           ejaculado, evitando que ele seja depositado na vagina. Al�m de           anticoncepcional, a camisinha � eficiente na preven��o da AIDS e de           outras doen�as sexualmente transmiss�veis. Hoje em dia pode ser           encontrada tamb�m, a camisinha feminina, bastante eficiente.
Camisinha
Diafragma
           O diafragma � um dispositivo de borracha que a mulher coloca no fundo           da vagina, de modo a fechar o colo do �tero e impedir a entrada de           espermatoz�ides. � comum aplicar no diafragma uma gel�ia contendo           subst�ncias espermicidas (que matam os espermatoz�ides).
Diafragma
Contracept�vel           oral: p�lula anticoncepcional
           Utilizada por quase 100 milh�es de mulheres no mundo, a p�lula           consiste numa mistura de progesterona e estr�geno sint�ticos, que s�o           mais resistentes � degrada��o pelo f�gado que os horm�nios           naturais. A p�lula � tomada todos os dias, geralmente por um per�odo           de 3 semanas, a partir do quinto dia do in�cio da menstrua��o. Uma           nova  menstrua��o ocorre cerca de tr�s dias ap�s a suspens�o           da ingest�o das p�lulas.
           Problemas de coagula��o sang��nea, arteriosclerose e ataques card�acos           parecem estar relacionados com o uso indiscriminado de p�lulas           anticoncepcionais. Fumar durante seu uso pode aumentar dez vezes mais           os riscos de morte devido a causas cardiorrespirat�rias. �           importante a p�lula ser usada sobre um rigoroso acompanhamento m�dico,           a fim de evitar efeitos colaterais graves, decorrentes da ingest�o de           horm�nios.
P�lula           Anticoncepcional
Dispositivo           Intra-Uterino: DIU
           S�o dispositivos de pl�stico e metal introduzidos no �tero com o           objetivo de evitar a concep��o. O DIU deve ser implantado por um m�dico           especialista, podendo permanecer no �tero da mulher at� o momento em           que ela queira engravidar. Acredita-se que sua presen�a no �tero           cause uma pequena inflama��o, atraindo macr�fagos que destroem os           embri�es que tentam se implantar na mucosa uterina.
Tipos de           DIU(DispositivoIntra-Uterino)
Esteriliza��o
           A esteriliza��o do homem � chamada vasectomia, � obtida pelo           seccionamento dos canais deferentes, de modo que os espermatoz�ides s�o           impedidos de chegar a uretra. O homem pode ejacular e ter orgasmo           normalmente, com a diferen�a de que seu esperma n�o cont�m           espermatoz�ides, apresentando apenas secre��es das gl�ndulas acess�rias.
           A esteriliza��o feminina � obtida pelo seccionamento das trompas de           Fal�pio, os �vulos n�o conseguem atingir o �tero e os espermatoz�ides           ficam impedidos de chegar at� eles.
Sistema                     Reprodutor
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