Frases Soltas


Reflexões

Certo homem pôs tudo de lado e se abandonou a um viver sem compromissos.
Com o passar do tempo, o que lhe parecia muito bom se converteu
num sério dilema - continuar alheio ao corre-corre a seu derredor ou romper com a doce vida
e mergulhar, de corpo e alma, nas águas turbulentas das exigências sociais, dos compromisssos inadiáveis, das responsabilidades intransferíveis, das parcerias arriscadas, de tudo,
enfim, que faz da existência humana um continuado desafio!
Diante dessa hipotética encruzilhada existencial, díspares reflexões podem ser despertadas,
mas prevalecerá, por certo, a convicção de que o homem não veio a este mundo
para ser mero expectador e sim participante de uma dura empreitada, qual seja a de,
por si mesmo e com muito esforço, abrir caminhos e, por meio destes, encontrar a felicidade.

Os dias estão correndo e, rapidamente, se aproxima o fim do século vinte.
Em breve, essa última centena de anos, do segundo milênio, pertencerá à História, onde se destacarão as grandes transformações por que passou nosso mundo.
Muito se escreverá sobre: as significativas mudanças na esfera social, política, econômica, científica, educacional, cultural, religiosa e artística; os avanços tecnológicos na produção industrial e agrícola; a extraordinária importância da computação eletrônica; a expansão das atividades comerciais e das operações financeiras; o fantástico alcance das pesquisas em geral, com destaque para aquelas voltadas à conquista do espaço e as aplicadas ao setor médico-hospitalar;
os prodígios obtidos com o insofismável poder dos meios de comunicação, dentre os quais domina soberana a televisão; a força da propaganda na influenciação do legítimo anseio pela aquisição de bens; a crescente influência dos veículos motorizados na vida das pessoas;
os efeitos e consequências da onda consumista; a grande experiência, no campo da genética, resultando na cópia de seres vivos - o chamado processo de clonagem.
E se vai chegar, também, ao termo de um século que viveu os horrores de dois conflitos bélicos, batizados com o nome de "Grandes Guerras", além de um sem número de revoluções,
revoltas, escaramuças, levantes, guerrilhas e outros atritos,
nos mais diversos cantos deste nosso conturbado planeta.
Somando-se aos trágicos choques entre facções contrárias, com seu triste cortejo compreendido por destruição, mortes, ferimentos, invalidez, orfandade, viuvez e aniquilamento cerebral,
contam-se ainda: o morticínio causado pela falta de alimentos; as péssimas condições de vida de grande parte da humanidade, amontoada em favelas, guetos e outros precaríssimos abrigos; o drama dos desabrigados; a injustiça praticada contra os assalariados mal remunerados; o inenarrável sofrimento dos desempregados, percorrendo a "via-crucis" da mendicância por trabalho; os torturados, os discriminados e as vítimas de outros tantos males.
Um novo milênio se avizinha.
Seria, talvez, oportuna a seguinte pergunta: Que espera o homem do raiar de um novo século?
Eis a resposta previsível - ser feliz.
E esse justo anseio de felicidade só se concretizará com o reconhecimento
de que o ser humano tem alma, é sensível, ama e quer ser amado.
Que não seja apenas um número na multidão, ou mero instrumento nas mãos de poucos;
Que passe a ser considerado como alguém a quem cabe o sagrado direito de efetiva participação
dos bens que ajudou a produzir e lhe seja dada a grande oportunidade de viver em paz.

As metrópoles sentem o pulsar da vida no bulício de cada dia.
Essa pulsação, entre outras manifestações, se exterioriza, também, através de luzes e sons.
No caso das luzes, importa referir-se à feérica iluminação das vias públicas e praças, bem como aos multicoloridos anúncios promocionais.
E em matéria de sonoridade, ninguém pode negar que os grandes centros são pródigos pelas buzinas tantas vezes acionadas, freadas enervantes, barulho dos motores, vozerio dos bares,
restaurantes, salões de festas e outros locais de encontro.
À pluralidade dos sons dos grandes centros, somam-se ainda os irritantes e atemorizadores ruídos de ambulâncias, carros de bombeiros e viaturas policiais que lembram
gemidos de doentes ou extertores de agonizantes.

Como é contrastante o comportamento das nações, mormente as do chamado Primeiro Mundo. Proclamam e defendem a paz, mas continuam firmes na produção e venda de equipamentos bélicos, com destaque para os de avançada tecnologia cujo poder de destruição e morte não tem limites.

Questionar sobre a personalidade que somos, pode ser um desafiador exercício para nossa mente. Caberia, talvez, uma auto-inquirição sobre o caráter de nossa personalidade.
Estaria correspondendo ao que gostaríamos de ser, em especial na convivência com os outros? Nossa conceituação sobre direitos a reivindicar estaria em perfeita sintonia com as responsabilidades a serem assumidas? Será que a pessoa que somos, está plenamente conscientizada da representatividade de suas atitudes e de suas consequências no contexto social?

A mente humana tem ilimitado poder de emitir mensagens boas ou más.
Vejamos, por exemplo, o que podem as mãos no afã de se comunicarem: se espalmadas a nossa frente, simbolizam uma ordem para que paremos; no dedo indicador em riste, uma cobrança de procedimentos; nos dedos em "V", o anúncio de uma vitória alcançada ou a ser obtida; no polegar levantado ou baixado, a revelação de uma conquista ou de um fracasso.
E o que dizer, então, da magia dos dedos sobre o teclado de um piano ou o virtuosismo de seus movimentos, segurando o arco e pressionando as cordas de um violino.

Quanto mais os postuladores de cargos eletivos se esfalfam na divulgação de suas mensagens e programas, tanto mais incrédulos se mostram aqueles
a quem as palavras são endereçadas - os eleitores.
E não adianta mudar o discurso. Que se mude, isto sim, a mentalidade daqueles que têm
a obrigação de bem representar-nos no exercício de seus mandatos.

O homem colabora na geração da vida humana, mas cabe à mulher a mais sublime das missões terrenas - a gestação de um novo ser.
E esse dom maravilhoso confere a ela o sagrado direito de ser respeitada,
exaltada e, sobretudo, amada.
Custa a crer, no entanto, que ainda haja quem não saiba dar à mulher o valor que lhe é devido, sobretudo pela magnitude de sua vocação maternal.

Engana-se quem imagina que a terceira idade é o fim.
Pode ser, em verdade, o começo de uma nova vida, uma vez que sejam afastados o pessimismo, o desânimo, o isolamento e a solidão.
Idoso não pode ser tido como coisa antiga, que se exponha numa sala à guisa de decoração, ou se coloque em cômodos destinados à guarda de material em desuso.
A pessoa de idade é, sobretudo, um ser merecedor de afeto e respeito, não porque tenha rugas e cabelos brancos, e sim porque tem alma, gosta da vida, quer participar e ser feliz.

A preferência que se vem dando aos idosos, em lugares públicos ou privados, não deve ser interpretada como a concessão de um privilégio.
Antes há de ser reconhecido como um direito extremamente justo.

Há, em meu jardim, duas garças de pedra.
Exteriormente, são iguais a suas irmãs de osso, carne e penas.
Mas percebi, outro dia, no olhar pétreo de ambas, um profundo sinal de amargura que interpretei como a frustração de não poderem bater asas, sair do solo que as retém
e alcançar o azul do céu em graciosos volteios.
Creiam, pobres garças petrificadas, tenho muita pena de sua triste sina.

Clone - um espetacular xerox vivo de uma criatura viva.
A clonagem de Dolly, meiga ovelhinha produzida num laboratório da Escócia, inaugura, com promoção global, a era da cópia genética de animais, incluída, dentre estes, a espécie humana.
É a ficção de ontem transmudada na ruidosa realidade de hoje, ao mesmo tempo empolgante e assustadora. No tocante à viável geração de clones humanos, está aberta a grande polêmica - de um lado, pelos que ousam defendê-la e de outro, por aqueles que se apressam em condená-la,
por razões éticas e religiosas, especialmente.
E a Ciência, como fica? Será possível segurá-la em seu permanente desejo de avançar,
pesquisar, abrir novos caminhos, palmilhar terrenos minados e crescer sempre, mesmo quando barreiras poderosas se alinham na tentantiva de barrar-lhe os passos?

Ouvi de um amigo a queixa de que a vida para ele não tinha mais valor.
Esse amargo desabafo calou fundo em meu espírito e, louvado numa estima que julgava sólida,
me aventurei a convencê-lo de que, talvez, seu pessimismo fosse passageiro.
E argumentei que muitas pessoas já haviam enfrentado o mesmo problema,
mas reagiram e reencontraram a alegria de viver.
Meu amigo, após algum tempo que acreditava estivesse sendo aproveitado para uma profunda reflexão, limitou-se a sacudir negativamente a cabeça e partiu sem nada dizer.
Perplexo diante de tão estranho comportamento, não me restou outra alternativa senão a de reconhecer que, naquele momento, eu acabara de perder um amigo.

A carta anônima tem sido, ao longo dos tempos, um perverso instrumento.
Basta uma dessas insanas mensagens para que a vida de alguém se transforme num pesadelo.
E o mais triste é que as pessoas envolvidas nessa trama diabólica,
muitas vezes, nem têm como se defender.

No mundo que habitamos, as camadas sociais bem que poderiam ser assim classificadas: a dos que vivem muito bem, a daqueles que sobrevivem e a dos que "subvivem".
Os primeiros seriam aqueles que, endinheirados, não conhecem dificuldades; os segundos estariam representados pelos que, sem largueza, dispõem de meios para a sobrevivência
de cada dia, e os últimos, aqueles que só
Deus pode saber como vivem, tantas e tamanhas são as carências de que padecem.
E ainda se multiplicam, nos quatro cantos da terra,
os mais inflamados discursos em defesa da justiça social.

É sempre problemática a tentativa de convencer alguém a mudar de rumo na vida..
E a dificuldade aumenta na medida em que a mudança implique em sacrifícios e perdas.
Mas se a correção de rota se impõe, por motivos justos,
o aconselhamento para a transição não deverá ser postergado.

O Natal, para muitos, vem se resumindo numa verdadeira maratona.
Corrida às lojas, geralmente cheias, para a compra de presentes, preparação de variados pratos para a tradicional ceia, expedição de cartões de boas-festas, hospedagem de parentes e amigos e ansiedade resultante do acúmulo de tarefas e o pouco tempo para tudo.
A simplificação desse evento, sem diminuir-lhe a importância, talvez desse condições para que as pessoas refletissem mais e melhor sobre o verdadeiro sentido do grande acontecimento, representado pelo vinda de Jesus ao nosso conturbado planeta.

Ao longo do tempo, a criatura humana, movida pela curiosidade, interesse e irrefreável desejo de saber, vem desvendando mistérios e abrindo caminhos considerados impossíveis.
Essa desafiadora empreitada continuará, por certo, a ser realizada, com igual obstinação, porque domina dentro do homem uma força incoercível que o leva às mais arrojadas aventuras.
E, graças a esse devotamento, grandes feitos foram alcançados e o serão nos diversos
campos onde se aplica a inteligência do homem.
Há, no entanto, uma área em que a ciência humana tem esbarrado
em dificuldades aparentemente insuperáveis.
É a que diz respeito à pesquisa realizada não fora do homem e sim dentro dele,
quando o objetivo é descer ao âmago de seus sentimentos, quando se quer invadir o universo de sua alma.
Essa análise se mostra de uma complexidade desafiadora, porque cada pessoa
reage diferentemente ao se pretender vasculhar o que ela tem dentro de sí.
O homem pesquisando o homem, eis a grande aventura, o maior dos desafios e a missão mais difícil.


Oferecer uma flor à mulher amada, nos dias de hoje, pode ser um gesto ultrapassado,
em face do clima hostil em que se vive, marcado por violências.
Mas românticos sempre haverá, neste mundo, numa demonstração de que nem tudo está perdido.
Praza aos céus que as flores continuem belas, frescas e perfumadas e que as mulheres continuem a recebê-las como prova do carinho a que fazem jus.

Envelhecer jamais deverá ser sinalizado como o adentramento de um túnel
em cujo final se visualiza um jazigo encimado por uma cruz.
O conceito de velhice precisa ser entendido como a continuidade de uma peregrinação, iniciada no momento em que se viu a luz pela vez primeira, seguido depois pelos primeiros passos dados.
Assim como se comemorou festivamente a proeza desse hesitante caminhar, no alvorecer da existência, nada melhor do que exaltar, no entardecer da vida, as passadas para a vivência de novas experiências.

Imaginemos as respostas dadas à esta indagação: como vêem o mundo em que vivemos?
Um brinquedo muito grande que diverte e assusta, diriam as crianças.
Um enorme salão onde se dança ao embalo de sons musicais ensurdecedores,
revelariam os adolescentes.
Um cromático e feérico cenário onde se vive a loucura do amor,
argumentariam os jovens apaixonados.
Uma vastíssima seara em que medram o interesse, a ambição, a inveja,
a cizânia, a insegurança e o desamor diriam os adultos desiludidos.
Um lugar onde o passado se faz presente nas boas e más recordações
de um tempo distante, comentariam os idosos.
Ainda que se discorde, no todo ou em parte, das hipotéticas respostas dadas, não se pode deixar de reconhecer a veracidade de que se revestem.

Existem pessoas que se cansam de viver e esperam a morte com a ansiedade comum aos que se inquietam, quando há demora no embarque para uma viagem.
Em verdade, não se justifica a pretensão de que seja abreviada a permanência do homem sobre a terra. Há tanta coisa para se fazer, neste mundo, que o desejo para que a morte sobrevenha
tem o sentido de uma derrota.
Se a vida é um constante desafio, por que fugir ao seu enfrentamento?

 

Quando sopram os ventos que prenunciam tempestades, nada mais seguro
do que a busca de um abrigo protetor.
E quando ventos ameaçadores fustigarem nossas vidas, pondo em risco a paz de que desfrutamos,
o melhor abrigo estará dentro de nós mesmos, através do poder de nossa mente
e da força inquebrantável de nossa fé.
Esperar, eis um dos grandes desafios a que o ser humano está sujeito em sua vida terrena.
Espera nove meses para nascer, mais algum tempo para atingir a adolescência e depois a maioridade, décadas para gozar da aposentadoria, seguindo-se a expectativa para a enigmática viagem sem volta. Em verdade, viver é uma contínua esperança. E poder-se-ia imaginar que, no plano espiritual, o desafio da espera venha a ser, também, uma exigência ?...

O que é velho pode ser imprestável ou não.
Coisas e pessoas envelhecidas, tantas vezes, se apresentam como áptas ao cumprimento
de suas respectivas funções, surpreendendo até mesmo aqueles que, céticos,
conceituam erroneamente a velhice.

É sumamente louvável a feliz idéia da escolha de um dia do ano para se homenagear a Mulher-Mãe.
O milagre da gestação é, por si só, razão mais que suficiente para que se preste à mulher o culto devido aos eleitos. Nunca será demais exaltar a beleza e grandeza da maternidade.

Combater o bom combate pode parecer redundância. Mas, se examinarmos bem essa frase, reconhece-la-emos perfeitamente aplicável, pois não basta apenas combater. Faz-se necessário que o combate seja bom, tenha sentido e produza resultados positivos. Lutar por lutar seria o mesmo que se alimentar sem sentir o gosto da comida.

O dom da inteligência não privilegia tão somente os seres humanos. Dentre os chamados irracionais, são múltiplos os sinais dessa faculdade. Mas só a criatura humana é dotada de inteligência capaz de levá-la à realização de prodígios, inclusive o que permite provocar o extermínio da própria espécie.

É cada vez mais complexa a vivência do homem sobre este planeta que já foi chamado de azul. Terrorismo, discriminação, intolerância, insegurança, temores e desilusões são, entre outras, turbulências com as quais as criaturas humanas vêm se defrontando a cada dia que passa. Até quando, Senhor, será possível viver sob tantas tensões?

O homem que, com ênfase, se proclama independente, está, em verdade, cometendo um erro,
pois todo ser vivo é sempre dependente de algo para sobreviver.
Fisicamente, necessita de elementos vitais, como ar, água, sol, alimentos, etc. e, espiritualmente quem poderia prescindir das benesses do amor, esperança, fé e outros dons.

Em todos os tempos, sempre houve homens que, por coisas que fizeram,
escreveram a história da humanidade.
E, certamente, haverá quem continui a escrevê-la.
O que se deplora é que tantos desses autores não tiveram a oportunidade de revisar o que fizeram.
Se fosse possível essa revisão, teriam condições, quem sabe,
de mudar para melhor as obras realizadas.

É muito triste reconhecer, mas estamos vivendo sob o império da violência.
Violenta-se, por exemplo, a natureza: nos desmatamentos incontroláveis;
nas florestas criminosamente transformadas em cinzas; na irresponsável poluição das águas;
na pesca e na caça predatórias; no ar que se respira e no envenenamento do espaço aéreo
(que sejam lembrados os danos causados à camada de ozônio).
E quanto ao homem, como ao longo do tempo vem sofrendo os efeitos da violência!
Os males dessa agressão se evidenciam quando a criatura humana vive o drama da fome; sofre as conseqüências da discriminação; não tem onde morar; perde o emprego e não encontra trabalho; recebe o minguado "benefício"pago pela previdência social à esmagadora maioria dos aposentados e pensionistas; continua nas trevas do analfabetismo; é mal atendido ou se lhe nega assistência médico-hospitalar;
é exposto ao trabalho escravo de que nem as crianças escapam e amarga
a mais doída solidão pelo abandono dos que não têm amor.
O homem sofre, ainda, a violência da desconfiança de tudo e de todos: nas fortalezas em que se converteram seus lares, para defesa contra a ação dos malfeitores; nos logradouros públicos por que transita a caminho do trabalho ou em busca de recreação e na intranqüilidade reinante que incita à compra de armamentos para a montagem de absurdos arsenais defensivos.
A violência do ataque gera a violência do revide, armando-se um belicoso clima que faz sempre mais pesada e mesmo trágica a vivência de cada dia.
A sociedade, como um todo, precisa repensar o problemático instante por que está passando, se deseja, de fato, que seus filhos e os filhos de seus filhos tenham e venham a ter um amanhã promissor, pois a qualidade de vida é, igualmente, fruto de benesses como a confiança, a estabilidade, a paz, o amor, a solidariedade, a justiça, o respeito, a fé e a esperança.
Toda campanha em favor da defesa dos bens naturais com que o Senhor enriqueceu nosso mundo,
bem como a salvaguarda do direito do homem à vida,
deve e precisa contar com o irrestrito apoio das pessoas de boa-vontade.
Que sejam recolhidas e eliminadas as armas que matam ou mutilam o corpo e martirizam a alma!
Que se desarmem os seres humanos, tanto material quanto espiritualmente!
E que voltem a se abraçar como irmãos, no gozo de uma paz que todos desejam seja para sempre!


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