TIPOLOGIA, TIPOGRAFIA E FONTES, CONCEITUACOES
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GLOSSARIO SOBRE TIPOLOGIA E OBSERVACOES, priscila farias
TIPOGRAFIA COMO VEICULO PARA UMA IDENTIDADE LATINO AMERICANA, cecilia consolo
ASPECTOS SOBRE UMA TIPOLOGIA PARA O PRIMEIRO FOLIO DE SHAKESPEARE
CATALOGOS TIPOGR�FICOS
Notas para um encontro sobre Tipografia
Priscila Farias
[Criação (design de tipos) e/ou utilização (design com tipos) de símbolos visíveis relacionados aos caracteres ortográficos e para-ortográficos da escrita.]
Pequeno Gloss�rio relacionado a tipografia
Aspas.
[quotation, quotation marks]
Sinais de pontuação que indicam o início e final de uma citação, podendo ser simples ou duplas. Nos primórdios da tipografia em metal, os caracteres de vírgula eram empregados para este fim, e por este motivo as aspas tem, tradicionalmente, o mesmo desenho das vírgulas, sendo que as aspas de abertura são vírgulas giradas em 180 graus. Não devem ser confundidas com os sinais de polegadas e pés (' "), dos quais se diferenciam por sua curvatura e/ou inclinação (" " ' ').
Caractere.
[character]
Cada uma das letras, números e sinais (inclusive espaços) que compõem uma fonte tipográfica.
Corpo.
[body]
Altura máxima do conjunto dos caracteres de uma fonte, incluindo as áreas destinadas aos descendentes, ascendentes, e, eventualmente, acentuação ou espaço de respiro além das linhas dos descendentes, ascendentes ou capitais.
Entreletra.
[spacing]
Quantidade de espaço em branco entre caracteres.
Entrelinha.
[leading]
Quantidade de espaço entre as linhas de base de duas linhas consecutivas de texto. Na tipografia com tipos móveis, lâmina (geralmente de chumbo, daí seu nome em inglês) colocada entre linhas de tipos para aumentar o espaço entre elas.
Espaçamento.
[spacing]
A quantidade de espaço em branco entre letras, palavras, ou linhas em um texto. O espaçamento entre letras é normalmente determinado pela largura dos caracteres de uma fonte e, em tipografia digital, também por seus pares de kerning. O espaçamento entre palavras é normalmente determinado pelo uso de claros ou material branco na composição com tipos móveis, e, na tipografia digital, pelo uso dos caracteres de espaço. Na composição com tipos móveis, o espaçamento mínimo entre linhas consecutivas de um texto é determinado pela altura dos tipos e pode ser modificado pelo uso de lâminas de material branco chamadas entrelinhas. Na tipografia digital, o espaçamento padrão entre linhas é predeterminado pelo arquivo de fonte, mas a entrelinha pode ser modificada em programas de manipulação de texto.
Estilo.
[style]
Variação visual do desenho de uma fonte, geralmente empregada para dar ênfase a uma passagem do texto. Em tipografia digital, os estilos básicos são: normal, bold, itálico, e bold-itálico.
Face.
[face]
Na tipografia com tipos móveis, a parte superior de um bloco de tipo, que recebia tinta e era efetivamente impressa. Em tipografia digital, 'face' é a parte visível na forma de um design em estilo específico de um caractere ou conjunto de caracteres (neste último caso, pode ser um sinônimo para 'tipo' ou 'fonte').
Família.
[family]
Conjunto formado por uma fonte e suas variações (bold, light, itálico, versalete, etc.). Em aplicações digitais, através de softwares de manipulação de texto, é possível gerar algoritmicamente algumas destas variações a partir do mesmo arquivo de fonte. Isso, porém, não caracteriza a existência de uma família uma vez que a matriz (neste caso, o arquivo de fonte) é a mesma. O termo 'família' deve ser reservado para o caso de fontes para as quais o designer desenvolveu e gerou variações a partir de uma face básica, mesmo que estas variações tenham sido posteriormente agrupadas em um mesmo arquivo.
Fonte.
[font, fount]
Conjunto de caracteres em um estilo específico, tipo. Na tipografia com tipos móveis, cada tamanho de corpo (medido em pontos) era considerado como uma fonte diferente,
mesmo que se tratasse de um conjunto de caracteres com faces exatamente no mesmo
estilo. Isto se justificava pelo fato de ser necessário, para produzir cada um destes conjuntos, cortar e fundir matrizes diferentes. Em tipografia digital, uma fonte pode ser definida como uma matriz virtual, na forma de um arquivo contendo a definição das propriedades métricas de um grupo de caracteres que podem ser atualizados em qualquer corpo. Sendo assim, uma fonte digital é definida por suas características visuais, independente de seu tamanho.
Itálico.
[italic]
Variação de uma fonte caracterizada, principalmente, por uma inclinação à direita (variação também chamada de oblíquo). Historicamente, o 'itálico' ou 'grifo', mais do que uma simples variação na inclinacão, é um estilo diferente de letra, com formas inspiradas na caligrafia chanceleresca italiana do século XV. Além da inclinação à direita, o itálico tradicional caracteriza-se também por seus caracteres mais estreitos, serifas e terminais mais curvos, e desenhos diferentes para algumas letras como o a (sem o gancho superior), o g (sem orelha e com a cauda aberta) e o f (avançando abaixo da linha de base).
Kern.
[kern]
Na tipografia com tipos móveis, parte de alguns caracteres (como f e Q) que avança além do limite do bloco do tipo para permitir uma maior aproximação com o caractere do bloco seguinte. Em tipografia digital, medida que determina a aproximação ou afastamento de um par específico de caracteres em uma fonte.
Kerning.
[kerning]
Ato de determinar uma medida para aproximação ou afastamento de pares específicos de caracteres em uma fonte. O mesmo que compensação.
Olho.
[counter]
Área em branco completa ou parcialmente fechada pelos traços de uma letra (como em O, H, C, etc).
Peso.
[weight]
Grau de contraste ou espessura geral dos traços de uma fonte, descrito como light, extra-light, medium, black, bold, extra-bold, etc. O termo 'negrito', atualmente pouco utilizado, equivale ao termo inglês 'black' (também pouco utilizado).
Serifa.
[serif]
Pequenas projeções de um ou ambos os lados da extremidade dos traços das letras de uma fonte, remate.
Tipo.
[type, typeface]
Um conjunto de caracteres em estilo específico, fonte. Na tipografia com tipos móveis, cada um dos blocos que fazia parte de uma fonte.
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Seleção de fontes - alguns aspectos a serem considerados
Aspectos históricos
- lugar e ano de criação
- autor
- contextos em que foi utilizada desde sua criação
Aspectos técnicos
- legibilidade / usabilidade (design das letras,
espaçamento, resolução)
- completude / coerência (presença de caracteres
básicos, presença de acentos e outros sinais
necessários, relação entre caracteres)
- elegância computacional (definição de contornos,
bitmaps, hints)
Aspectos conceituais
- Relacão com o projeto
- Relação com imagens utilizadas no projeto
- Relacão com outras fontes utilizadas no mesmo
projeto
5. Combinação de fontes
Critérios de similaridade
- semelhança superficial (imagética)
- semelhança estrutural (diagramática)
- semelhança por convenção (metáfórica)
Aspectos a serem considerados
-forma (presença ou não de serifas, terminais,
curvas, ângulos, peso, contraste)
-estrutura (esqueleto da letra, proporções, eixo
de inclinação)
-contexto (história, aplicações,
significados atribuidos)
Tipos de relação
- concordância (exs.: 2 fontes da mesma família,
em pesos diferentes [forma]; romano e inclinado de
uma mesma fonte [estrutura]; romano e itálico de
uma mesma fonte [contexto])
- contraste (exs.: 1 fonte sem serifa e 1 com serifa
[forma]; 1 fonte cursiva formal e 1 sem serifa
geométrica [estrutura]; 1 fonte serifada humanista
e 1 sem serifa moderna [contexto])
- conflito (exs.: novos títulos dos cadernos da Folha
de SP [2 fontes serifadas, com serifas diferentes])
6. Design de tipos
6.1. Processos
Criacão, adaptação ou reinterpretação
digital ou analógico/digital
6.2. Algumas tendências
Reinterpretação de formas tradicionais
Incorporação de formas vernaculares
Exploração de particularidades dos meios digitais
Questionamento dos limites da linguagem
tipográfica
Tipografia como veículo de uma Identidade latino-americana
Cecília Consolo
publicado em www.adg.org.br em 2004
O Brasil despertou nos últimos cinco anos para a produção tipográfica que estava adormecida por quase duas décadas. A fomentação da produção tipográfica brasileira foi crescente com o aumento de cursos de typedesign e com a vinda para o Brasil, de grandes expoentes do cenário mundial para palestras e workshops.
Em 2002 por ocasião da mostra brasileira de tipografia, intitulada Tipografia Brasilis, definimos, juntamente com a comitiva Argentina da primeira mostra Letras Latinas, um formato de exposição que colocaria face-a-face todos os designers do continente, com a sua exibição em vários países ao mesmo tempo. Dois anos passados, conseguimos inaugurar simultaneamente em 4 países a mesma exposição, São Paulo|Brasil, Buenos Aires|Argentina, Vera Cruz|México e Santiago|Chile. No Brasil reunimos a Bienal Letras Latinas à 7ª Bienal Brasileira de Design, organizada pela ADG Brasil, com o intuito de apresentar a produção latino-americana com a inserção do Brasil, dentro de uma única
categoria de design onde paralelos são facilmente traçados. Esse panorama, sem dúvida, apresenta um design tipográfico desconhecido para uma grande parcela de profissionais além de insuflar releituras do typedesign no Brasil. Muitos países apresentaram trabalhos vernaculares consistentes e o mais interessante foi a pertinência de várias fontes desenvolvidas para as particularidades de idiomas nativos, e novas construções que facilitam a leitura dos idiomas oficiais, sinalizando assim novas direções e possibilidades para uma tipografia autenticamente latina, e coloca o continente no cenário mundial da produção de fontes para os mais diversos usos e principalmente para escrita em português e espanhol. A personalização do projeto de typedesign, originário e fortemente concentrado nas tradições européias, revela na produção latina, interpretações extremamente criativas e despojadas da história circunscrita de cada nação.
A mostra também revelou um consistente esforço para a criação de sinais para promover a escrita de idiomas que geralmente são só mantidos pela tradição oral, como por exemplo, o Guarani e o Mapuche entre outros. Com a mostra realizada, concluímos que está se solidificando um espaço permanente para a divulgação da nossa produção tipográfica brasileira e apontando para uma identidade latino americana. Este resultado será definitivamente constatado no momento em que as empresas européias e norte-americanas com sede na América Latina perceberem a necessidade de adequar e enriquecer sua comunicação à realidade das particularidades das línguas faladas no continente. A mostra, já se encerrou em todos os países-sede, está no momento itinerando por várias cidades em cada país. Outros países como Uruguai, Bolívia e Venezuela já estão se mobilizando para abrigar a próxima Bienal, sinalizando que em pouco tempo alcançaremos nosso objetivo de realizar uma mostra que contemple typedesigns de todos os países da América do Sul e Central. Cecília Consolo é designer gráfica, sócia da Consolo e Cardinali Design (SP). Mestre em Poéticas Visuais pela ECA/USP. Professora no curso de Desenho Industrial da FAAP e no Curso de Design Gráfico da Faculdade Senac de Comunicação e Artes. Foi diretora da ADG Brasil e é editora da Revista ADG.
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TIPOLOGIAS SHAKESPEREANEAS
Existem certamente algumas fontes na Internet baseadas na obra ou mesmo na escrita e/ou tipografia utilizadas por Shakespeare em seus manuscritos e livros impressos. O estudio Waldenfont tem uma fonte baseada na escrita de Shakespeare. E logo abaixo est� disponivel algumas linhas sobre a fonte criada pelo Illinois Shakespeare Festival, por eles mesmos. A fonte est� aqui para download gratuito juntamente com outras experiencias de outros designers para fontes shakespereanas. A Intellecta Design, atrav�s do seu designer, Paulo W, em breve estar� tamb�m lancando sua vers�o de fonte shakespereana.
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ILShakeFest font
1. The "s" that looks like a long flourish is the standard lc "s"
|
CATALOGOS, em
breve p�ginas completas
JSL Blackletter font
The "JSL Blackletter" font is based upon a typeface created by William Bullokar,
for his "Booke at large, for the amendment of orthographie for English speech",
published in 1580 by Henrie Denham. In this book, Bullokar attempted to
regularise the spelling of English by adding some letters to the English
alphabet (mostly combinations of two letters, such as "sh" or "ph"), and by
using accents to mark the pronunciation of vowels.
He also provided several example typefaces, including the blackletter alphabet
which is the basis for this font. His new letters have been removed, as I
originally designed this font for the purpose of reproducing some blackletter
broadside ballads which used the normal English orthography of the period. (Obviously,
his idea was met with the same
enthusiasm that was shown to the Metric System by the United States...)
This is version 2.1 of the fonts. Originally, the archaic characters
and ligatures had been mapped primarily to the "unused" character cells
in the Windows fonts. Unfortunately, certain Microsoft applications
ignore these unused cells, rendering those characters inaccessible.
Therefore, the archaic glyphs have been remapped to less-frequently-used
positions. New ligatures (fi/ffi) have also been added, due to popular
request. Furthermore, the fonts are now edit-embeddable, to permit
creation of Adobe Acrobat documents and Web pages with embedded fonts.
These fonts were produced with Fontographer 3.5.2. Because they use
ANSI encoding, the glyph mapping will be somewhat different under OS/2
and the Macintosh.
Version 2.1 moved the "ff" ligature to a different position; its
previous placement prevented the use of the Catalan raised period. The
macron has also been changed to a non-advancing glyph, positioned above
the previous character (to facilitate the overline abbreviations common
common to Renaissance printing).
Win
Code JSL Blackletter Arial
---------------------------------------------------------------
0131 Long 's' florin (script f)
0165 'st' ligature Yen currency symbol
0171 Dotless 'i' double left guillemet
0172 'oo' ligature logical not
0176 Half 'r' degree symbol
0177 'ss' ligature plus or minus symbol
0164 'ff' ligature raised period
MARGINALIA (duplicquei em catalogo)
Francisco Lucas LLana
-- created by Pia Frauss in 2003,
is a FREE FONT. I hope you'll enjoy it.
This typeface was written at Madrid in 1570, by a man called Francisco Lucas. He
classified it as a Bastarda; but actually, it is a humanistic cursive -- the
type that is mostly known under the name of Chancery. Reworking Mr Lucas' glyphs
has been my first attempt to produce something like regularity; and of course,
no Ks and Ws being needed in Spain, I had to dream them up myself -- hopefully
that it doesn't show too much. (CMO DIZ ELA O K E O W NAO EXISTIAM NA ESPANHA
MOTIVO PELO QUAL TAMBEM SAO POUCO ENCONTRAVEIS NO
PORTUGUES ARCAICO)
CATALOGO RAGNAROK
Tancred
Palomides fonts, plus some very unusual offerings like the Kelmscott font based
on William Morris' Troy font from the Kelmscott edition of Chaucer's works.
A collection of sophisticated and flexible text fonts, including some unique
fonts and some based on classic styles. Includes Boswell, Alcibiades, Proserpina,
Ruffian and 6 other fonts.
Adramalech,
Patrician,
Telluria and
Everest.
Vidilex and Cincinnatus.
Starfield font, which looks like a scattered field of stars, the
Buccaneer font, drawn from 17th century wanted posters and the Ariosto and
Potsdam fonts based on hand drawn fonts of the Munich Jugendstil movement of the
1890s.
Beaumarchais,
Averoigne
Reggio.
Joyeuse,
Eglantine,
Mayhem and
Sanguinary (title font from the game Suburban Slasher great for horror buffs).
$25.
Acadian,
Dunsany,
Bruges,
Engrossing,
Rochambeau
Asphodel,
Descant,
Abaddon,
Mephisto and
Apollyon.
Angelus,
Zabdiel,
Louisbourg and
Titania.
Elphinstone,
Yazata,
Valhalla and
Curetana. $25.
Squiffy,
Norumbega,
Balsamo and a selection of fonts based on Art Nouveau designs. $25.
Bastarda, mas qual?
Courthand, ha uma courthand do waldenfont...
Fabliaux,
Lindisfarne
Constance,
Talleyrand,
Textura Quadrata and
Iberia.
Bahairic
Chaldean,
Ugaritic
Phoenician.
Maidens font and some Art Nouveau floral motifs. Because of the detail of these
decorative initials only 5 fonts are presented on this disk, but they are well
worth it. $25.
SFL - 6002: Decorative Initials II This collection of decorative fonts includes
some medieval classics and some very detailed 19th century fonts, as well as
decroative initials based on the works of Howard Pyle and John D. Batten.
Because of the intricacy of these fonts only 5 fonts are presented on this disk.
$25.
Otherworld and Netherworld fonts, the Italian art nouveau face
Campobello,
Florimel
Golgotha and
Finestra two
Fairies font
Decoration, an art deco font,
Dinomania with pictures of dinosaurs and Mesoglyphs taken from pre-columbian
stone carvings.
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Arts & Crafts Fonts Includes three of our best text or display faces based on
designs from the Arts and Crafts movement: Joyeuse,Kelmscott and Rousseau.
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Late Medieval Calligraphy
Three faces based on late medieval 'black letter' style calligraphy: Burgundian,
Franconian, Theodoric. $39.
Gallia,
Durrow
Constance. $39.
Nouveau Grotesque Three fonts from Art Nouveau designers of the late 19th
century with an emphasis on the fanciful and grotesque: Bruges, Eglantine,
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metal type. The letters are charmingly rough, but very readable even at small
sizes.: Boswell, Ruffian and Octavian. $39.
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period calligraphy in key styles from which many of our modern text faces are
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sources. Images are in TIFF and JPEG format. $99.
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a $5 reorder fee per disk if you fail to specify your computer type and get the
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