Mulheres dizem não ao livre comércio
Marcha Mundial de Mulheres
PALAVRA CRUZADA - 16/04

As mulheres do Brasil e do mundo estão em movimento. Lançamos a Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade na qual defendemos a construção de um mundo baseado na solidariedade, igualdade, liberdade, justiça e paz. Rejeitamos o livre comércio e suas conseqüências e mobilizamos milhares de mulheres para mudar o mundo e suas vidas. De 8 de março até 17 de outubro a Marcha Mundial das Mulheres apresentará ao planeta o nosso NÃO à mercantilização da vida e o nosso SIM pela construção de alternativas que ao mesmo tempo ofereçam uma vida melhor para as pessoas e mostrem que a igualdade e o respeito podem existir.

A Marcha Mundial das Mulheres é uma articulação feminista internacional que luta contra a pobreza e violência. No Brasil atuamos na luta pela valorização do salário mínimo, na campanha contra a Alca, na luta pela legalização e descriminalização do aborto. Durante o percurso de suas ações internacionais, iniciadas em 8 de março, nos mobilizaremos contra o livre comércio, a guerra e a militarização, o tráfico de mulheres e por soberania alimentar.

Semana de Ação Mundial
Mulheres dizem não ao livre comércio

Entre 10 e 16 de abril de 2005, mais de 100 milhões de pessoas no mundo estarão dizendo NÃO ao livre comércio, que coloca em primeiro lugar o lucro dos bancos e das grandes empresas, chamadas transnacionais. Enquanto eles ficam cada vez mais ricos, aumenta a pobreza, a exclusão, a violência e a guerra. Na Semana de Ação Mundial o maior número possível de campanhas que combatem o livre comércio e o neoliberalismo organizarão ações ao mesmo tempo. As organizações, redes e movimentos realizaram ação coordenada por meio de suas campanhas nacionais e regionais. O objetivo é desafiar o mito do livre comércio, denunciar a pobreza gerada pelos acordos comerciais, protestar e boicotar produtos de empresas como Texaco, McDonald´s, Coca-Cola, Bank Boston, entre outras, e apresentar alternativas realizando uma grande mobilização.

NÃO

• À imposição de acordos comerciais injustos, de liberalização e privatização generalizada.

• À Alca, à OMC e às grandes transnacionais.

• À Dívida Externa, ao Banco Mundial, ao FMI e o superávit primário.

• Às privatizações da saúde, da educação e da água.

•À militarização e às guerras.

SIM

• Ao direito de todos à soberania alimentar.

• À reforma agrária.

• Ao direito ao trabalho, à educação e à saúde pública e de qualidade.

• À moradia para todos e todas.

• Viver livre da discriminação e com garantia dos direitos conquistados.

A nossa luta é todo dia

Marcha Mundial das Mulheres

Secretaria Nacional
rua Ministro Costa e Silva, 36, Pinheiros
(11)3819-3876

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[email protected]

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