divinha com o

 

 

Vivo em terra e  na água

Tenho a pele nua.

Coaxo no lago,

Com o sol e com a lua.

 

 

 

 

Tece a sua teia,

Mas não para vestir,

É uma armadilha

Para a presa cair

 

No circo ganho a vida,

Só a fazer palhaçada.

Meus gestos e meu traje

São a loucura da pequenada

 

 

 

 

 

 

Quando o meu dono sai,

Fico em casa a guardar.

Eu dou saltos de contente,

Quando o vejo chegar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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