.
.
.
Seja bem vindo ao s�tio eletr�nico do
CENTRO DE EDUCA��O DE JOVENS E ADULTOS
PADRE MORETTI
PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO
Arquivos
Bate-papo
F�rum
Fotos
Cadastre-se antes para entrar em
Clique e entre agora!
Para envio de mensagens com mais de tr�s linhas, clique aqui
e leia as
mensagens postadas
aqui
(s� para alunos cadastrados)
O que � o Programa Brasil Alfabetizado?

O MEC, por interm�dio do FNDE, conceder� assist�ncia financeira para a��es de alfabetiza��o de jovens e adultos e forma��o de alfabetizadores �s entidades federais, estaduais, municipais e privadas de ensino superior sem fins lucrativos e a organismos da sociedade civil sem fins lucrativos com comprovada experi�ncia em educa��o de jovens e adultos, no sentido de possibilitar a inclus�o social e combater as desigualdades educacionais, buscando formas que ampliem o acesso e a continuidade da escolariza��o em todos os n�veis para aproximadamente 20 milh�es de brasileiros com mais de 15 anos que n�o tiveram, na idade adequada, acesso � escola. No programa Brasil Alfabetizado, a assist�ncia ser� direcionada ao desenvolvimento de projetos com as seguintes a��es: Alfabetiza��o de Jovens e Adultos e Forma��o de Alfabetizadores.


ALFABETIZA��O DE JOVENS E ADULTOS

A metodologia utilizada deve garantir a efetiva alfabetiza��o, possibilitando ampliar as pr�ticas de leitura e escrita e o universo ling��stico dos alfabetizandos, bem como seu dom�nio em rela��o aos conhecimentos matem�ticos e a utiliza��o das opera��es matem�ticas em seu cotidiano.
   
Faz-se necess�rio que o alfabetizador conhe�a o grupo com o qual ir� trabalhar antes mesmo de iniciar sua interven��o. Para tanto, deve ter contato com o cadastro dos alunos e realizar diagn�stico inicial para subsidiar o planejamento das atividades, no sentido de tornar o processo de alfabetiza��o participativo e democr�tico. O alfabetizador deve respeitar o conhecimento e a experi�ncia de vida dos alfabetizandos, valorizando sua linguagem como ponto de partida e evitando a infantiliza��o ou cria��o de linguagem artificial.
    
O planejamento deve considerar a aprendizagem din�mica da linguagem verbal para que este processo inicial de alfabetiza��o resulte na utiliza��o da l�ngua em situa��es variadas e com finalidades diversas. Ao longo do trabalho, o alfabetizador dever� observar a evolu��o na utiliza��o da linguagem oral pelos alfabetizandos.


FORMA��O DE ALFABETIZADORES

A forma��o inicial do alfabetizador deve necessariamente basear-se em processo dial�gico, promover a reflex�o sobre o contexto hist�rico e conter conhecimentos sobre as diferentes fun��es da linguagem, os diferentes tipos de textos, sua interpreta��o e produ��o e conhecimentos matem�ticos referenciados no cotidiano dos alunos a serem alfabetizados.
    
A forma��o continuada dos alfabetizadores dever� ser presencial e coletiva, de, no m�nimo, duas horas semanais. Em caso excepcional a forma��o cont�nua poder� ser realizada quinzenalmente, com carga hor�ria dobrada.



CONSTRUINDO PARCERIAS

O Brasil Alfabetizado tem como marca a mobiliza��o. O programa est� unindo Governo e sociedade para promover a inclus�o dos milh�es de cidad�os brasileiros que n�o tiveram acesso � educa��o na idade convencional. Considerando a diversidade brasileira e as in�meras iniciativas dispon�veis no Pa�s, as diretrizes que orientam o Brasil Alfabetizado prev�em a institui��o de parcerias entre o Governo Federal, estados, munic�pios, empresas privadas, organiza��es n�o-governamentais, organismos internacionais e institui��es civis como forma de qualificar, organizar e, sobretudo, potencializar o esfor�o nacional de combate ao analfabetismo.

A mobiliza��o desses parceiros levou a SEEA a promover uma verdadeira maratona de encontros, consultas, debates e conversa��es com as mais variadas institui��es de todo o Pa�s. Seus dirigentes e t�cnicos estabeleceram canais de di�logo com os estados e munic�pios, com centenas de movimentos e grupos de educa��o de jovens e adultos, empresas privadas e institui��es - de sindicatos e associa��es de bairro a movimentos religiosos e organismos internacionais - todos sinalizando grande receptividade ao Brasil Alfabetizado.



A��O CONJUNTA

As pol�ticas implementadas pela SEEA n�o se limitam � transfer�ncia de recursos �s institui��es alfabetizadoras, embora tenham no apoio financeiro uma importante ferramenta de amplia��o da capacidade nacional de alfabetizar jovens e adultos.

Os recursos s�o repassados �s institui��es conveniadas mediante a aprova��o de projetos de alfabetiza��o e do credenciamento no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educa��o (FNDE/MEC). Os termos do conv�nio estabelecem o repasse de R$ 80,00 por alfabetizador capacitado e mais R$ 15,00/m�s por aluno, para a remunera��o dos alfabetizadores. E �s institui��es conveniadas cabe a responsabilidade de manter a infra-estrutura necess�ria: salas de aula, material did�tico e pedag�gico, entre outros.

Fonte:
http://www.mec.gov.br
A determina��o do presidente Luiz In�cio Lula da Silva de abolir o analfabetismo no Brasil expressa uma vis�o in�dita da condu��o da pol�tica educacional em nosso pa�s, calcada no respeito incondicional aos direitos constitucionais e no esp�rito de igualdade e solidariedade. A partir de agora, o combate ao analfabetismo deixa de ser uma a��o rotineira do poder p�blico para assumir a forma de pol�tica priorit�ria de governo, com objetivos e metas preestabelecidos.

O reconhecimento por parte do Governo Federal de que o acesso � educa��o b�sica � direito de todos concretizou-se em janeiro de 2003, com a cria��o, pelo Minist�rio da Educa��o (MEC), da Secretaria Extraordin�ria de Erradica��o do Analfabetismo (SEEA/MEC). A secretaria � respons�vel pela elabora��o e execu��o das pol�ticas p�blicas destinadas � aboli��o do analfabetismo, cujas metas e a��es est�o inscritas no Programa Brasil Alfabetizado.


Hosted by www.Geocities.ws

1