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Os 12
Princípios do Amor-Exigente
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Os problemas da família e
da escola tem raízes em nossa atual cultura ou sociedade.
Estamos preparados para
enfrentar os dias de hoje?
A Televisão A
mídia A tecnologia fazem a sua cabeça?
Você já experimentou:
Parar > Observar > Refletir >
Questionar > E daí se Posicionar?
Como exemplo vamos refletir
sobre o seguinte: Nós pais, lutamos contra o autoritarismo, que
durante algum tempo dominou a vida do país, e o varremos. Só
que, ao varrer o autoritarismo, nós, descuidadamente, varremos
também a autoridade.
Autoritarismo é algo perfeitamente descartável, mas a
Autoridade é princípio ético e moral essencial da sociedade
Aspectos que devemos
considerar
- Conhecimento: É preciso
estar bem informado sobre problemas e situação real do
mundo atual. Ex.: "Os problemas sociais do Brasil
são oriundos da superpopulação". Esta é uma
afirmação que é constantemente feita e raramente
questionada.
- Comunicação: é preciso
comunicar-se. Nada de isolamento, comunicação real.
Assistimos, em nossa atual cultura, que as pessoas estão
inseguras, cheias de medo e de frustrações, e ainda,
gente que não se comunica:
É "isso" ou "aquilo" e não tem
conversa nem meio termo.
- Falta tempo e coragem para
"Falar", "Ouvir" e "Agir":
Exercer a liberdade de fazer boas escolhas, mudar de rumo
e trilhar novos caminhos.
Hoje, a maioria das pessoas
alicerça os seus valores no Ter e não no Ser.
Precisamos resgatar os
valores dignos de serem vividos e pelos quais estamos dispostos a
morrer.
Você também é gente.
Os pais são gente e, como
gente, erram e aprendem.
Devem assumir suas
limitações naturais.
- Este é o princípio que nos leva a
nós mesmos, que derruba mitos. É o princípio que nos
liberta.
- Somos gente, não super-homens,
podemos errar sem culpa.
- Não dá para resolver tudo nem
controlar tudo.
- Nós também temos problemas quando
queremos ser um pouco super- heróis, um pouco deuses.
Lembrem-se que é fácil passarmos de pais heróis a pais
otários.
- A sociedade criou uma falsa
expectativa de que ser um bom pai é nunca errar. E nós,
em estado permanente de insanidade, buscamos essa
perfeição, vivendo permanentemente frustados, pois não
a alcançamos. Ser um bom pai é buscar, com verdade,
errar menos. Quantas vezes nos deparamos com situações
em que não sabemos o que fazer, o que responder? Afinal,
somos apenas humanos.
- Esse princípio nos permite sonhar
buscar a felicidade, nos permite aprender, nos propicia a
tranqüilidade para receber críticas e questionamentos
como pais. Assim podemos mostrar aos filhos que é
possível ser falho, limitado e ao mesmo tempo correto e
feliz.
- Ao admitir que somos humanos
permitimos que os filhos, possam também assumir a sua
humanidade.
- Ser gente nos dá o direito de buscar
momentos de silêncio, tranqüilidade, privacidade,
prazer, lazer, realização pessoal, etc. Há um outro
aspecto nele: Os cônjuges também são gente, também
passam por momentos de desânimo, cansaço, tristeza,
desilusão, dor, angústia, medo, insegurança,
incerteza. Afinal, marido e mulher também são humanos.
- Normalmente o parceiro é ótimo
quando faz tudo o que o outro quer. O parceiro não é um
carrinho de controle remoto, ele tem uma individualidade
que aspira, no mínimo, ao respeito. Tem o direito de
sonhar, de ser feliz, de buscar a sua auto-realização,
a realização dos seus talentos e de sua
individualidade.
- O ser humano tem o direito à
felicidade, tem o direito de buscar o justo e oportuno
prazer, tem o direito de buscar a sua realização.
Nossos recursos físicos,
emocionais, intelectuais, econômicos são limitados.
- Em nosso primeiro princípio Raízes
Culturais, buscamos o nosso autoconhecimento. Daí
procuramos:
Observar Refletir
Questionar Nos Posicionar
- No segundo princípio, vemos que
somos gente e como pessoas humanas não somos Deuses,
não somos perfeitos. Mas devemos ser tratados com
consideração e respeito, porque somos gente. Devemos
reconhecer nossas limitações e procurar enfrentá-las,
sem mentiras ou manipulações.
- Temos direitos e deveres
- Direitos: de dormir toda noite, de
passear, de nos divertirmos, de termos paz e
tranqüilidade.
- Hoje, os nossos jovens colocam-se bem
ao contrário, nada dão em troca e nós lhes damos tudo,
haja o que houver, custe o que custar. O que para nós
foi difícil, damos a eles sem deixar faltar nada e muito
além daquilo de que necessitam. Não se sinta nesta
obrigação! Seja precavido e reserve-se o direito de uma
negativa, se perceber abuso ou falta de merecimento na
solicitação.
- Deveres: e obrigações é o que não
falta nas cobranças que os filhos fazem a nós, pais.
- Respeito é bom e toda gente gosta. O
seu direito dos filhos termina onde começa o nosso e a
todo direito corresponde um dever. Gastar só o que está
a meu alcance. Comprar o que é necessário. Quantos pais
se privam de necessidades básicas, para atender aos
caprichos de seus filhos, muitas vezes dobrando sua
jornada de trabalho para atender aos caprichos de seus
filhos.
- Educar bem os filhos é fazê-los
entender deveres e responsabilidades, levando em conta
que eles aprendem facilmente a obter direitos e
vantagens.
- Aquilo que não se ensina em casa, a
vida vai ensinar-lhes a duras penas.
Eu e você não somos
iguais.
- Este postulado nos leva a refletir
sobre nossos diferentes papéis, nossas funções e
responsabilidades que delas derivam.
- Pais são guias, orientadores e
legisladores. Ser amigo do filho, não significa
deixá-lo fazer tudo. Para que o filho exista é
necessário que haja pai. Amigos, os filhos têm muitos.
Pai, um só.
- Ser pai é mostrar caminhos, que só
são mostrados pela autoridade. Autoridade é força
moral conquistada ã custo de imposições que os pais
fizeram antes a si mesmos. Diante de um fato se faz
necessário, primeiro, reflexão e ação, para depois
haver a falação.
- Os pais devem promover:
- Bem estar emocional,
dando condições para que os filhos se
desenvolvam num ambiente normal, alegre que tenha
paz e equilíbrio visando a saúde mental deles;
- Bem estar social,
permitindo que os filhos tenham espaço para
conhecer pessoas, se relacionarem com elas, de
modo que aprendam a apreciar e respeitar os
diferentes;
- Bem estar
espiritual, proporcionar aos filhos o
conhecimento de Deus para despertar neles a
consciência do respeito ao Criador, Suas
criaturas e Sua obra: Valores;
- A educação dos
filhos. Educar bem os filhos é tirar de dentro
deles o melhor que têm a oferecer: Seus dons,
talentos e capacidades potenciais.
- É direito dos pais:
- Ter uma noite de
sono, sem se preocupar, sem ser acordado.
- Morar numa casa
limpa, receber cooperação e cortesia em sua
casa.
- Não ser
desconsiderado nem maltratado.
- Ajudar seu
adolescente a aprender sobre direitos e deveres,
dele e dos pais.
- Se você não fizer seus direitos
serem respeitados, não poderá exigir que outros, nem
mesmo seus filhos, o respeitem. Pai é guia, orientador,
legislador: deve nortear a conduta do filho, criando
regras ou princípios que precisam ser respeitadas e que
irão prepará-lo para enfrentar o mundo em que vive.
- Lembre-se: Ser amigo do seu filho é
ajudá-lo a ser a pessoa certa para si mesmo e para o
mundo.
A grande desculpa para não
se fazer nada.
- Culpando alguém, você simplesmente
perde a responsabilidade por si mesmo e não precisa
fazer nada.
- A culpa torna as pessoas indefesas e
sem ação.
- Não se deve confundir culpa
com responsabilidade. Diante de um fato posso não
ter culpa, mas, seguramente, tenho responsabilidade.
Culpa leva a imobilismo, responsabilidade chama à
ação.
- Quantos pais se punem, se condenam,
se subestimam, sentem autopiedade ao serem
complacentes para com os filhos e implacáveis para
consigo próprios. São os pais que não conseguem ver a
realidade que está diante de seus olhos.
- Dentro do AE, neste programa de
prevenção e solução de problemas, eles vão encontrar
recursos que lhes permitem acertar ou errar, sem que, com
isto, sintam-se culpados.
- Perdoar! Quem não perdoa é
prisioneiro do passado. Perdoar é dar oportunidade a si
mesmo e ao outro. O mais difícil perdão a ser dado é
aquele que precisamos dar a nós mesmos (não confundir
perdão com desculpa). Devemos estar sempre
compromissados com condenar os atos menos bons, mas nunca
os autores.
- Amor-Exigente não é um programa de
caça às bruxas. Queremos nos livrar de qualquer tipo de
emoção negativa que possa nos impedir de ter as
melhores condições para resolver problemas.
- Sentir-se culpado, achar culpados, de
nada adianta. Neste caso mostra apenas que consciente ou
inconscientemente estamos pensando que somos melhores que
os outros.
- Acabando com culpas e culpados, com
vítimas e algozes cuidando dos sentimentos de raiva,
medo, auto-piedade, punição ou auto-punição estamos
crescendo, amadurecendo o espírito, assumindo
responsabilidade, caminhando a largos passos para a
solução dos problemas.
- Viva o Perdão!!! Viva a
Responsabilidade!!!
Devemos amar nossos
familiares,
mas rejeitar toda influência negativa da adicção.
- O comportamento dos pais afeta os
filhos, assim como o comportamento dos filhos afeta os
pais. Como é verdade que o comportamento dos filhos
altera o comportamento dos pais, o inverso também é
verdade: os pais, ao mudar suas atitudes, provocam
mudanças no comportamento dos filhos. Como queremos que
nossos filhos mudem de atitude se não mudamos as nossas?
Como queremos que nossos filhos mudem de atitude se
continuamos a ser permissivos e adeptos da autopiedade?
- Os pais devem estar conscientes do
seu papel no lar e na sociedade. Diante de um
comportamento inaceitável, não podem competir com ele
ou perder a dignidade. Uma atitude inconseqüente e
rebelde não justifica uma reação absurda.
- É preciso manter o equilíbrio, se
quiser dominar a situação, ser dono de sua casa,
conduzir sua família no rumo certo.
- Devemos ter: Dignidade, harmonia,
firmeza, autodomínio, flexibilidade.
- Os problemas e comportamentos
indesejáveis não surgiram ontem. Os nossos filhos foram
se desumanizando lentamente. Portanto, a recuperação
também será gradativa, sem milagres.
- Comece a trabalhar o seu
comportamento. Somos bons, mas podemos ser melhores para
nós e para os outros.
Nos seis primeiros princípios, nós
nos vimos e nos avaliamos. Agora devemos Tomar uma
Atitude. Assumir posições claras e bem definidas. Ao
tomar uma decisão, ser firme e perseverante.
- Crises implicam dor, desconforto,
insegurança, mas criam a oportunidade de romper com o
passado e abrem a possibilidade do novo.
- Quem gera a crise a administra.
Quando são os filhos sempre os geradores de crises nós
ficamos somente na reação e não na ação. Temos de
criar crises para poder agir, para poder administrar. Ao
criar uma crise, precisamos estar compromissados com a
verdade, livres dos sentimentos de raiva, sem sentimentos
de vingança, sem revanchismos, sem justificativas.
- De uma crise bem controlada surge a
possibilidade de mudanças positivas.
- Hoje nós, pais, encontramos imensas
dificuldades em dizer não aos filhos, a impor caminhos
coerentes com os princípios que norteiam as relações
familiares.
- O "não" mais educativo é
aquele que conseguimos que o jovem pronuncie para si
mesmo, fruto da sua conscientização e do nosso exemplo.
- Não tenhamos medo de criar crises, o
tamanho da crise é proporcional ao tamanho das mudanças
que estamos fazendo: Só em nós; Só nos outros; Em nós
e nos outros.
- Sem autoridade jamais poderemos criar
crises construtivas. A crise nunca pode ser evitada, mas
pode e deve ser controlada. Para controlar crises basta
adotar os 12 Princípios do Amor-Exigente como geradores
dos nossos próprios Princípios de Vida. Lembre-se:
Questões que envolvem Princípios de Vida são
inegociáveis.
- Ao criar uma crise devemos estar
preparados para a chantagem e o jogo emocional, para as
agressões moral, verbal e física, para o desacordo da
macro-família e da sociedade.
- Criar crises é um risco? Sim... o
risco de dar certo.
- Os pais que querem que seus filhos
dêem certo devem escolher a melhor alternativa, mesmo
que não seja a mais fácil, para os filhos nem para si
próprios.
- Falando de crise, a forma de
enfrentá-la é vencê-la. No Amor-Exigente adotamos uma
palavra mágica: De-fi-for-exe
Defina o Alvo, Fixe Prioridades, Formule
um Plano e Execute-o
- Os pais devem estar alerta e serem
capazes de amar seus filhos de modo a fazerem por eles o
que precisa ser feito, sem pena deles ou de si próprios.
- O Grupo de Apoio é o lugar certo
onde se reaprende a dialogar. Você é visto, é ouvido,
é compreendido e se torna capaz de ver, ouvir e
compreender.
- As famílias precisam dar e receber
apoio em sua própria comunidade para que possam mudar
sua atitude.
- Ao se engajar em um grupo de apoio a
família tem diminuída a sua carência, o seu medo, a
sua incapacidade e a sua vergonha. A comunidade passa a
ser um referencial, um ponto de equilíbrio e aconchego,
um grupo onde não se precisa vestir máscaras, ocultar
ou até mentir.
- O grupo me serve de espelho, no qual
posso me ver. É um espelho mágico, pois me mostra,
inclusive, o que eu, sozinho, não consigo ver. Tudo isso
com muito respeito, carinho e disposição de ajudar,
pois os membros dos grupos de apoio são, geralmente,
pessoas que já passaram ou estão passando por
dificuldades similares. É o encontro de pessoas unidas
pelo sofrimento e pela esperança.
- O grupo dá as mãos, sugere novos
rumos, modera os impulsos, encoraja, assume tarefas,
acompanha, alegra-se com os sucessos de seus membros,
transforma-se em família, mostra que as grandes
modificações são produto de pequenas, sucessivas e
constantes mudanças.
- O grupo deve ter paciência ao mesmo
tempo em que deve tornar-se um elemento estimulador da
ação.
- Nesse apoio da comunidade não
incentivamos e também não aceitamos culpas ou culpados.
Ajudamos na fixação dos limites, na tomada de atitudes
e conseqüente precipitação da crise. Depois, também
no controle da crise, dando-lhes coragem para não
desanimarem até atingirem o alvo desejado, ajudando,
ainda, a encontrarem ou descobrirem uma fé cheia de
entrega e de esperança.
- Cooperação é a união de pessoas
em volta de um trabalho para o bem de todos. Sem a
cooperação temos um amontoado de pessoas que comem e
dormem numa mesma casa e nada mais. Um hotel ou motel.
Uma das característica de um hotel é a frieza que
envolve as relações das pessoas.
- É comum ouvir crianças dizendo:
"A minha empregada". Esta fala é altamente
sintomática. Provavelmente a criança está sendo
privada de assumir os cuidados de suas coisas como:
arrumar as gavetas de seu armário, a sua cama, limpar e
ordenar o seu quarto e assim por diante. Observe: arrumar
as suas coisas. O que dizer das tarefas
comunitárias? Quando um filho se atém a somente cuidar
de suas coisas ainda não é um cooperador, pois está
fazendo somente coisas para si e não para o bem do seu
núcleo familiar, família ampla ou comunidade.
- Freqüentemente, esquecemos que o
trabalho enobrece, cria vínculos, desenvolve e aumenta a
auto-estima, desenvolve a capacitação, prepara para a
vida, ensina valores, dá mais sabor ao lazer...
- Cooperação é a união de pessoas
em torno de um trabalho comum para o bem de todos.
- Quando fazemos o que um filho pode
fazer estamos roubando-lhe a oportunidade de crescer.
- Hoje observamos em vários lares que
os adolescentes apresentam uma expressão de absoluto
fastio, de acomodada insatisfação, por não ter
função na ordem familiar estabelecida. São os tiranos
que padecem da "síndrome do sofá". Os filhos
só deixarão o comportamento de tiranos quando os pais
mudarem o seu de servos, de facilitadores, para o de pais
com autoridade que estimulam, cobram e premiam com
justiça.
- Devemos dizer não ao individualismo,
atualizando-nos nas informações, para não nos
sentirmos traídos pela má-fé; mudar a nossa conduta e
a conduta da nossa família, ou seja, a de todos e não
somente a do filho-desafio, já que todos pertencem à
mesma família. Todos devem ter a mesma responsabilidade
através da cooperação.
- A única maneira de o jovem
reencontrar o sentido da vida é ser a melhor pessoa para
si mesmo.
Nós o amamos, mas não
aceitamos o que você está fazendo de errado!
Este pensamento constitui a
pedra angular do Amor-Exigente.
- Exigir é cobrar apenas o que é
devido e o que é justo.
- Estabelecer disciplina é estabelecer
metas e impor limites, inclusive e principalmente nas
pequenas coisas; O cotidiano da vida é produto da
somatória das pequenas coisas.
- Ao estabelecer normas verifique
primeiro quais os seus recursos para que elas possam ser
cumpridas. Estabeleça também quais as conseqüências
pelo não cumprimento delas. Tenha sempre presente que as
exigências não sejam insolúveis, desleais, injustas,
inoportunas e indignas. Verifique se você está
determinado a fazer cumprir as metas e os limites que,
livremente, está estabelecendo.
- O filho não tem de amar os pais, mas
tem de respeitá-los e, consequentemente, toda família.
Diante das metas e limites ele terá de fazer uma
escolha. É ele quem faz a escolha. Diante da liberdade
do homem não podemos fazer nada a não ser mostrar
caminhos e rezar.
- Ao assumir uma posição clara e
inequívoca, acompanhada de atitudes coerentes com ela,
estamos dizendo aos nossos filhos que não concordamos
com suas atitudes erradas e que não estamos dispostos a
ser cúmplices nem testemunhas, por omissão, de suas
loucuras.
- Se queremos que ele deixe as drogas,
ou qualquer comportamento errado, temos de propiciar e
até mesmo provocar as perdas. Somente pelo confronto
direto, corajoso e determinado é que os pais conseguem
libertar um filho das drogas e da corrupção de valores.
- Vamos Exigir, disciplinar sem o
aspecto de punição. Conscientes de que o que os filhos
não aprendem em casa, conosco, a vida vai ensiná-lo,
muitas vezes, às duras penas... duras para nós e duras
para eles.
- Num trabalho lúcido, perseverante,
sem acomodação vamos disciplinar para levar à
libertação!
- "Exigência na disciplina com o
objetivo de ordenar, organizar a nossa vida e nossa
família".
- Amar é fruto do real interesse pelo
outro, mesmo que o outro não desperte simpatia. O amor
estabelece compromissos. Sua prática implica fidelidade
com verdade. Amar significa aderir a algo, mesmo que para
isso se tenha de abrir mão de coisas de que gostamos.
Amor significa ir em direção ao objeto amado. O amor
liberta o homem de si mesmo, haja visto o perdão
incondicional de si e do outro.
" Amor com respeito, sem
egoísmo sem comodismo...
Amor desvinculado da obtenção de quaisquer vantagens.
Amor que educa e orienta".
Pai!
Tua Exigência sem amor me Revolta.
Teu Amor sem exigência me Humilha.
Teu Amor Exigente me Engrandece