The Beatles News 2002

Pablo Aluísio




Últimas Notícias


Um Feliz Natal e um ótimo Ano Novo para Todos! - Dezembro 2002


(The Beatles Home Page - Pablo Aluísio) - Chegamos ao fim de mais um ano, a partir de hoje não serão mais feitas atualizações em nosso site, agora só a partir de 15 de janeiro de 2003. Segue abaixo as últimas notícias referentes aos Beatles neste ano. Agradecemos a Deus por termos chegado ao fim de mais um ano, sempre renascemos nesta época e sempre a esperança nos visita neste período de festas, fazendo um pequeno balanço este 2002 foi cheio de alegrias, realizações e acima de tudo muito trabalho. Desejamos a todos os internautas que nos visitaram, seja os habituais, seja aqueles que dão um pulinho em nossa página, um natal cheio de felicidades e um ano novo cheio de sonhos realizados, saúde e prosperidade! Muito obrigado a todos vocês, estaremos de volta ano que vem, até lá. Pablo Aluísio

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Ex-beatles relembram a obra de George Harrison - Dezembro 2002


(Londres) - Os dois beatles remanescentes, Paul McCartney e Ringo Starr, voltaram a tocar juntos, ontem à noite, numa homenagem a George Harrison, que morreu há um ano. Mais de cinco mil pessoas assistiram ao concerto realizado no Royal Albert Hall, em Londres, organizado pela mulher de Harrison, Olivia e pelo filho Dhani. Eric Clapton, Joe Cocker e o músico indiano Ravi Shankar foram alguns dos convidados. Num dos momentos mais emocionantes do show, Paul e Ringo tocaram Something, um dos maiores sucessos de Harrison, ainda com os Beatles. Depois, ao piano, Paul cantou com Clapton outro de seus hits, While my Guitar Gently Weeps. Coube a seu filho Dhani relembrar um sucesso da carreira solo de Harrison, My Sweet Lord, do álbum All Things Must Pass. O dinheiro arrecadado no espetáculo será destinado à organização criada por Harrison, a Material World Charitable Foundation, com sede em Los Angeles. George Harrison morreu em 29 de novembro de 2001, aos 58 anos, de câncer, deixando uma herança calculada em US$ 155 milhões.

(Paul e Ringo comandam tributo a George Harrison) - George Harrison volta a ser o centro das atenções na Grã-Bretanha hoje, com um show-tributo ao ex-beatle no Royal Albert Hall, em Londres, para marcar o aniversário de um ano de sua morte. Paul McCartney confirmou ontem sua participação, ao lado de Ringo Starr, Eric Clapton, Ravi Shankar e o fundador da Eletric Light Orchestra, Jeff Lynne, entre outros músicos convidados. A renda da apresentação será destinada à fundação de caridade britânica Material World Charitable Foundation. A idéia do tributo a George partiu há poucos meses de sua viúva, Olivia Harrison. Esta semana ela, que foi sua companheira durante 23 anos, concedeu uma rara entrevista à rede de televisão americana NBC, na qual falou sobre os últimos anos dele e de sua luta contra o câncer. Olivia disse que George, que morreu aos 58 anos, estava conformado com a morte e vinha se preparando espiritualmente para ela: "Ele entregou a vida a Deus há muito tempo. Ele não estava tentando se agarrar a nada. Claro que ninguém gosta de ficar doente, mas ele aceitou o que estava acontecendo." Olivia se emocionou ao lembrar como o marido procurava alcançar a "paz interior" e "um nível elevado de consciência e de vida". "George dedicou grande parte do seu tempo para conseguir um final para a sua vida e eu não tenho dúvidas de que ele conseguiu isso." Em outro momento comovente da entrevista, dada à apresentadora Katie Couric, Olivia Harrison recordou um dos momentos mais difíceis da vida do casal, quando Michael Abram, um esquizofrênico, invadiu a mansão do ex-guitarrista dos Beatles, em Londres. Ela afirmou que, embora George tivesse levado dez facadas de Abram, ele acabou salvando sua vida. "George foi muito corajoso e as pessoas não sabem disso. Ele já havia sido ferido e teve que pular no homem que o estava atacando, derrubá-lo e evitar que ele me atacasse. Ele salvou minha vida", disse ela. Olivia procurou desmentir a fama de que o marido não gostava de dar entrevistas e fugia dos fotógrafos. "Ele não era uma pessoa reclusa como a imprensa afirmava. Ele apenas dizia que não ia aos lugares onde a imprensa estava para preservar sua intimidade." Há uma semana, foi lançado o CD Brainwashed, disco póstumo de George, produzido por seu filho Dhani Harrison.

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Primeiro filme dos Beatles sai em DVD - Dezembro 2002


Os Reis do Iê-Iê-Iê/A Hard Day´s Night é o marco de um novo estilo que mudou moral, costumes, visual e música. Além de tudo isso, o filme ainda é ótimo, Já o chamaram de "o Cidadão Kane dos filmes de rock", mas A Hard Day´s Night (ou Os Reis do Ié-Ié-Ié, como foi intitulado aqui) é até mais do que isso. Ele pode ser marcado como o início daquilo que hoje imaginamos como anos 60, em termos de mudança social e de costumes. Isso tudo pode ser conferido a partir do dia 4, quando estará nas lojas o DVD duplo da Imagem com o filme de Richard Lester, o primeiro dos cinco feitos pelos Beatles. Foi filmado em março e abril de 1964, quando boa parte do mundo, Estados Unidos inclusive, ainda estavam mergulhados na pasmaceira dos anos 50. Até mesmo na música, traz o ímpeto da renovação roqueira. A Hard Day´s Night trouxe à moda o visual um tanto andrógino dos Beatles, seus cabelos peculiares e, até mais importante que isso, um espírito irreverente e crítico. Os Beatles não eram como aquele bem-comportado Elvis Presley que, nas entrevistas, recitava as respostas ensaiadas por seu empresário. E não eram clones, apesar do cabelo e das roupas iguais. Cada um tinha sua personalidade e ninguém tinha dúvidas de quem fosse John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr (este, sem falar daquele nariz). O filme, através dos diálogos de Alun Owen, realçou essa individualidade de cada beatle e ganhou em verdade. A Hard Day´s Night é muito diferente de qualquer filme de rock feito até então. Era esperto, irreverente, feito em estilo de documentário, em preto e branco (Gilbert Taylor copiou - ou pelo menos utilizou - parte das técnicas dos filmes da nouvelle vague francesa, sobretudo a câmara na mão), sobre o que seriam 24 horas na vida do grupo. O lado anárquico do conjunto - mostrado como quatro rapazes loucos para se divertir, tanto no palco quanto fora dele - se casou admiravelmente com o método do diretor Richard Lester (refinado em comerciais de TV e programas ao vivo), que fundiu sua marca registrada, uma montagem frenética, com sequências humorísticas inspiradas nos grandes comediantes do cinema mudo. Na receita entraram ainda entrevistas gravadas em ritmo recorde, pedaços de diálogo entrecortados. Transitando do realista ao abstrato com uma passadinha pelo absurdo, o filme não se leva a sério e nem quer tornar os Beatles respeitáveis (a propósito, em nenhuma hora se diz a palavra Beatles). As situações são verídicas (embora simuladas) em ensaios, entrevistas, shows e gravações. Mostra um pouco do que seriam os vícios dos quatro: eles bebem, fumam, caçam garotinhas, ficam se olhando o tempo todo em espelhos, atacam figuras respeitáveis e querem mais curtir que responder cartas de fãs. Lester não os apresenta como figuiras heróicas ou sábias. Eles são, contudo, responsáveis e leais uns com os outros e têm uma atitude profissional com a música. E que música! Clássico após clássico, que cantam e tocam com evidente prazer: She Loves You, I Should Have Known Better, If I Fell, Can´t Buy me Love, I Wanna Be Your Man, All my Loving, And I Love Her, I´m Happy Just to Dance With You, Tell me Why, a instrumental This Boy e a música-tema, que foi composta da noite para o dia por Lennon e McCartney, a partir de um comentário de Ringo. É um filme que não envelheceu nada e o que nele parece convencional é apenas porque foi muito imitado. Basta ver a sequência de abertura para sentir o espírito dominante. Os Beatles querem entrar num trem e são perseguidos por uma multidão de fãs (foram usadas extras beatlemaníacas de verdade); sente-se a histeria das jovens e a excitação dos quatro roqueiros. Tudo é alternado com a música-título (a primeira vez que isso foi feito). Não há praticamente tempos mortos e muitas cenas são antológicas (como a participação hilária de Wilfrid Brambell no papel do avô de Paul). Muitos críticos dizem que a melhor cena do filme é a da apresentação do conjunto quando os Beatles cantam She Loves You. Os quatro sorriem enquanto cantam e são mostrados alternadamente com rápidas tomadas da platéia, quase toda de adolescentes, que gritam sem parar por toda a duração da música, criando um frenesi difícil de esquecer. Um dos discos do DVD (preço sugerido, R$ 43) tem o filme, com 88 minutos, e o outro mostra 236 minutos de extras, no qual há curiosidades como as da cena em que John Lennon foi substituido por um dublê, pois precisava lançar um livro em Londres e não esteve nas filmagens, a história de que a United só produziu o filme porque foi descoberta uma brecha no contrato com o grupo que lhe dava certos direitos sobre a trilha sonora. Hoje, vendo os Beatles como eram, é difícil lembrar como eles foram polêmicos. O visual da rebeldia mudou, mas passados 38 anos, John, George, Paul e Ringo, ao contrário dos seus fãs de então, são jovens para sempre. E isso nunca foi tão verdade como neste filme.
(Geraldo Galvão Ferraz)

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McCartney, Ringo Starr e Eric Clapton cantam por George Harrison - Dezembro 2002


Os ex-Beatles Paul McCartney e Ringo Starr, os dois últimos membros vivos do grupo, participaram na noite desta sexta-feira em Londres de um show em memória ao primeiro ano da morte de seu companheiro George Harrison. O guitarrista britânico Eric Clapton abriu a apresentação num palco em que havia ao fundo uma foto de Harrison. "Esta é uma ocasião maravilhosa para mim porque posso dividir meu amor por George com todos vocês. Sua mulher Olivia e seu filho Dhani podem experimentar e testemunhar o quanto o amamos através de sua música", disse Clapton aos 5.000 presentes. O concerto, organizado por Olivia, viúva de Harrison, reuniu no Royal Albert Hall estrelas da música e amigos do ex-guitarrista do quarteto de Liverpool. Harrison morreu em Los Angeles em 29 de novembro de 2001, aos 58 anos, depois de uma longa luta contra um câncer cerebral. A primeira parte do show foi comandada pelo músico Ravi Shankar, que iniciou Harrison na música indiana quando ainda integrava os Beatles. "Sinto intensamente que George está aqui esta noite, não pode ser de outra maneira quando nós todos, que o amamos tanto, estamos reunidos para cantar para ele e tocar música para ele", disse Shankar. Paul McCartney e Ringo Starr tocaram vários sucessos de Harrison, com os Beatles e em sua carreira solo, acompanhados por Clapton. A renda deste show será destinada ao Material World Charitable Foundation criada por Harrison em 1973. O músico morreu 21 anos depois que seu companheiro dos Beatles John Lennon foi assassinado em Nova York, em dezembro de 1980

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George Harrison deixou US$ 150 milhões a seus herdeiros - Dezembro 2002


LONDRES - O ex-guitarrista dos Beatles George Harrison deixou uma fortuna de 99,2 milhões de libras esterlinas, cerca de US$ 150 milhões, a seus herdeiros, segundo documentos publicados hoje pela Alta Corte de Londres, coincidindo com o primeiro aniversário da morte do músico. Os dois membros vivos dos chamados "Quatro Fantásticos", Paul McCartney e Ringo Star, e o guitarrista britânico Eric Clapton, participarão hoje à noite de um concerto em homenagem a Harrison, no Royal Albert Hall, de Londres. O dinheiro arrecadado será doado à associação de caridade Material World Charitable Foudantion, criada por Harrison, em 1973. O músico, que vivia em uma suntuosa mansão em Londres, morreu em 29 de novembro de 2001, em Los Angeles (EUA), aos 58 anos, de câncer, quase 21 anos depois do assassinato de John Lennon, morto em 8 de dezembro de 1980, em Nova York.

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Caixa onde Lennon guardava maconha fica encalhada em leilão - Dezembro 2002


LONDRES - A caixa onde o ex-Beatle John Lennon guardava maconha não atingiu seu preço máximo no leilão de pertences do astro, que aconteceu nesta terça-feira em Londres. O lance mínimo da caixa era de 25 mil libras (cerca de 40 mil dólares), mas o item recebeu apenas uma oferta de 15 mil libras. Já a letra escrita à mão da música "Steel and Glass", do álbum "Walls and Bridges" (1974), foi vendida por 15 mil libras. A casa de leilões Cooper Owen afirmou que um retrato de Lennon fantasiado de Hitler vendendo cigarros "Death" (morte), desenhado quando ele tentava parar de fumar, alcançou 7 mil libras, 3 mil a mais do que o valor pré-estimado. Uma carta de emprego datada de 1959 que dizia que Lennon não era adequado para uma vaga em uma usina hidráulica foi vendida por 6.500 libras. Duas raras gravações de Lennon falando com sua enteada Kyoko -- filha de outro casamento de Yoko Ono -- também ficou encalhada ao não chegar às 60 mil libras de preço mínimo.

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Morre Lonnie Donegan, precursor do rock'n'roll   - Dezembro 2002


LONDRES - O músico britânico Lonnie Donegan, grande influência no início dos Beatles, morreu aos 71 anos durante uma turnê, anunciou seu agente na segunda-feira. Donegan transformou a música popular britânica, lançando na década de 1950 o boom do "skiffle", gênero musical que mistura jazz, country e gospel, com sucessos como "Rock Island Line" e "My Old Man's a Dustman". O músico, que teve uma série de ataques cardíacos e reclamou de dor nas costas, morreu no domingo com sua mulher Sharon e seu filho Peter a seu lado, na cidade de Peterborough, Inglaterra. Ele estava em turnê pela Grã-Bretanha e já tinha cancelado dois shows por problemas de saúde. Donegan é considerado o "Rei do Skiffle" e foi reconhecidamente um influência para os Beatles. Eric Clapton havia convidado Donegan para se apresentar este mês em um concerto em tributo ao Beatle George Harrison. John Lennon e Paul McCartney se conheceram ao montar a banda The Quarrymen, que tocava "skiffle". Donegan, que tem fãs como Mark Knopfler e Van Morrison, foi um dos poucos músicos de sua época que conseguiu fazer sucesso nos Estados Unidos. Depois do estrondoso sucesso de "Rock Island Line", em 1956, ele excursionou pelos EUA e cantou no programa de televisão de Perry Como, aparecendo no mesmo dia que Ronald Reagan. O sucesso de muitas de suas canções provocou uma mania musical -- em 1956, Londres tinha quase mil bandas de skiffle. "Lonnie Donegan é uma lenda -- ele mudou a cara da música popular britânica. Em uma carreira que cobriu mais de 50 anos, ele inspirou quase todos os músicos de hoje", disse um porta-voz do artista.

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"Brainwashed", O disco póstumo do guitarrista George Harrison - Novembro 2002


São Paulo - Chega às lojas na segunda-feira o disco Brainwashed, gravado nos últimos anos de vida do ex-Beatle e que traz canções pungentes, belas, voltadas para a divindade Carregado de diálogos íntimos com Deus e lamentos pungentes, chega às lojas na segunda-feira o disco Brainwashed (EMI), aguardado álbum póstumo do guitarrista dos Beatles George Harrison (1943-2001). As músicas do disco foram produzidas por Harrison entre os anos de 1997 e 2001, quando um câncer o matou. Brainwashed traz 11 composições inéditas do artista, cujo último disco tinha sido lançado em 1987. A 12.ª faixa é uma canção tradicional, Between The Devil and The Deep Blue Sea (Arlen-Koehler), que traz o pianista Jools Holland e sua banda (Joe Brown na guitarra acústica e Herbie Flowers no baixo e na tuba) acompanhando o ex-beatle. Essa música é um presente dos deuses, se permitem a injução: a gravação de Harrison rivaliza em delícia com a da orquestra de Cab Calloway, da década de 30. Há canções cortantes, como Pisces Fish (I´m a Pisces fish and the riv er runs through my soul/ Sou um peixe de Peixes e o rio corre através da minha alma). Harrison era pisciano, nasceu no dia 25 de fevereiro de 1943. A voz aqui sai rasgada, lembrando um pouco o registro vocal de um velho parceiro, John Lennon.

Há no CD, principalmente, apelos desesperados, com Harrison dizendo buscar um sentido para a existência - como era de se esperar de um disco feito nas circunstâncias em que esse foi feito. Ele se dirige muitas vezes a Deus, como em Looking for my Life (Oh Lord, won´t you listen to me now/Oh, Senhor, não queres me ouvir agora), Além de cantar, Harrison tocou guitarras elétricas e acústicas no disco, além de ukelelê, baixo e teclados. Jeff Lynne (aquele da Electric Light Orchestra) toca baixo, piano, guitarras e teclados e faz vocais de apoio. Dhani Harrison, o filho do guitarrista, canta e toca também guitarras elétricas e acústicas. Enquanto a guitarrinha de Harrison sussurra suavemente por essas 12 faixas, ouvimos alguns blues e baladas da melhor qualidade. Na instrumental Marwa Blues, ele nos lega um dos grandes trabalhos de guitarra de sua carreira, comedido e ao mesmo tempo emocionante. E há até um country no lote, Any Road, que abre o disco. E um roquinho à moda antiga, Brainwashed - que tem John Lord ao piano, Bikram Ghosh na tabla, Jane Lister na harpa e Sam Brown nos vocais de apoio. A música termina com uma canção indiana incidental, uma ode a Shiva e Khrishna.

Tímido, introspectivo, o "Beatle calado" George Harrison não conseguiu suplantar os gênios de John Lennon e Paul McCartney na carreira de composições da banda. Mas foi decisivo na abertura do grupo para os sons do mundo, especialmente a música oriental. Em Brainwashed, seu testamento artístico, ele continua atento às tablas e ragas, mas volta com intensidade às raízes, aos slides do blues, à música americana original, que afinal forjou a mistura inicial dos Beatles. O disco era ansiosamente aguardado pelos fãs de Harrison e dos Beatles. Desde sua morte, já saíram participações do guitarrista nos discos-solo de Jools Holland e Jim Capaldi (tocando guitarra na faixa Anna Julia, do grupo brasileiro Los Hermanos). Harrison produziu grande parte do disco antes de morrer (e conta-se que ainda deixou apontamentos sobre o resultado que queria), mas a direção musical acabou ficando a cargo do filho, Dhani, de 24 anos, e do velho amigo Jeff Lynne (que já tinha trabalhado no disco anterior do guitarrista, Cloud Nine, de 1987). Jeff Lynne, em entrevista coletiva, disse que o disco é menos cru do que Harrison desejaria que fosse. "São grandes canções. Por isso, sinto muito George, mas eu as fiz um pouco mais delicadas do que você queria. Porém, senti que assim lhe fazia Justiça", afirmou o músico.

O primeiro single do disco será Stuck Inside A Cloud música com um balanço bem Beatles, um riff inconfundível, vocais harmoniosos, uns versos melancólicos ("Só consigo ouvir a mim mesmo"). A faixa-título do álbum, Brainwashed (quer dizer "lavagem cerebral", em inglês) traz a abordagem mais política do artista. Menciona lavagens cerebrais em capitais, Londres, Bruxelas, Washington, num discurso meio vazio, inconsistente. Mas é a música extra, Between The Devil and The Deep Blue Sea, que garante o astral do disco. Canção do tipo Raindrops Falling on My Head, tem um arranjo que é o ponto alto do álbum, mais alegre e picaresco, reforçado por sua letra marota. Harrison toca ukelelê na faixa, uma espécie de cavaquinho havaiano. "Não quero você/ Mas odeio perder você/ Você me mantém entre o quintos dos infernos e o profundo mar de anil/ E só te perdôo/ Porque não posso esquecer você/ Você me mantém entre o quinto dos infernos e o profundo mar de anil/ Eu devia riscar você da minha lista/ Mas quando você vem bater à minha porta/ O destino dá um clique no meu coração/ E eu vou correndinho querendo mais/ Eu devia odiar você/ Mas eu acho que te amo/ Você me mantém entre o quinto dos infernos e o profundo mar de anil" (versão livre do repórter). Guardadas com cuidado pela viúva do cantor, Olivia Harrison, durante um ano de luto, as canções de Brainwashed fazem justiça ao que foi o guitarrista - um artista sensível, cuja produção foi escassa mas coerente. Um Beatle até o fim, até o depois do fim. Brainwashed - Disco póstumo do guitarrista George Harrison. R$ 30,00. Lançamento segunda-feira. (Jotabê Medeiros)  

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Depois de bomba em Bali, Paul McCartney adia show na Austrália - Novembro 2002


SYDNEY - O ex-Beatle Paul McCartney disse no domingo que adiaria o último e maior show de sua atual turnê mundial, em Melbourne, por respeito às vítimas dos ataques a bomba em Bali. O único show na Austrália, programado para o dia 23 de novembro e para 30 mil pessoas, seria o primeiro em mais de dez anos no país. O porta-voz do cantor disse que há planos para uma turnê pelo país em 2003. "Em sinal de respeito às famílias que perderam entes queridos e aos familiares dos feridos, decidi adiar meu show em Melbourne, porque este não é um momento propício para uma apresentação de rock", disse McCartney em um comunicado. Cerca de 90 australianos estavam entre as mais de 180 vítimas fatais, em sua maior parte pessoas que passavam férias na ilha de Bali, na Indonésia, no início do mês. "Não tem como irmos até lá para apresentar 36 músicas alegres durante o que Paul considera uma das ocasiões mais trágicas da história pacífica da Austrália", explicou à Reuters Geoff Baker, porta-voz do cantor, em Las Vegas. No momento, a turnê de McCartney está nos Estados Unidos, com mais de 40 shows. Em seguida vai para o México e termina em Osaka, no Japão. O governo do Estado de Victoria, onde fica Melbourne (a segunda maior cidade da Austrália), recebeu muitas críticas no início do mês ao concordar em pagar uma quantia não divulgada ao músico pelos direitos exclusivos sobre o show.

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Richard Harris e George Harrison ganham prêmios póstumos - Novembro 2002


LONDRES - O ator irlandês Richard Harris e o ex-Beatle George Harrison receberam prêmios póstumos em uma cerimônia de cinema em Londres, na quarta-feira. Harris, que morreu aos 72 anos na sexta-feira, recebeu uma distinção especial pela Contribuição Excepcional de um Ator no Prêmio do Cinema Independente Britânico em homenagem à sua longa carreira cinematográfica. Casado duas vezes e duas vezes falido financeiramente, o ator acreditava em viver a vida na sua plenitude. Harris recebeu duas indicações ao Oscar e apareceu em mais de 70 filmes, incluindo "Um Homem Chamado Cavalo" e "Gladiador". Ele tornou-se um ídolo para a geração jovem por sua interpretação como professor Albus Dumbledore nos filmes de Harry Potter. O astro também foi um dos cinco indicados ao prêmio de melhor ator do Cinema Independente Britânico por seu papel como chefe de quadrilha no drama "My Kingdom". Harrison, que morreu em novembro do ano passado aos 58 anos em decorrência de um câncer, recebeu um prêmio por sua grande contribuição ao cinema independente britânico. Sua produtora, a Handmade Films, realizou muitos filmes importantes nos anos 1970 e 1980, como "A Vida de Bryan", do grupo Monty Python. Na cerimônia, o prêmio de melhor ator foi concedido a James Nesbitt por sua atuação como ativista em "Bloody Sunday", que narra em estilo de documentário os acontecimentos do Domingo Sangrento na Irlanda do Norte em 1972, no qual 14 manifestantes de direitos civis foram mortos a tiros por soldados britânicos. "Bloody Sunday" também rendeu a Paul Greengrass o prêmio de melhor diretor. "Sweet Sixteen", de Ken Loach, foi agraciado com o prêmio de melhor filme independente e Samantha Morton recebeu a distinção de melhor atriz pelo drama literário escocês "Morvern Callar".

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Produtor dos Beatles "se encontra" com Lennon em Havana - Novembro 2002


HAVANA - O descobridor e produtor dos discos do mais célebre quarteto de Liverpool, sir George Martin, ficou emocionado na quarta-feira ao encontrar o monumento dedicado a John Lennon em Havana. A escultura de bronze do ex-Beatle, assassinado por um fanático em Nova York em 1980, mostra-o sentado em um banco de parque em Havana. "Ali estava John sentado em um banco. Brilhava mais do que de hábito e estava maior", disse Martin em uma entrevista coletiva em sua primeira visita à Cuba. "Foi muito comovente ver como os cubanos amam sua música e sempre o recordam", acrescentou o "quinto Beatle", como é conhecido. Martin, que produziu todos os discos dos Beatles com exceção de "Let It Be", participará de um debate na quinta-feira sobre a realização do álbum "Sargent Pepper's Lonely Hearts Club Band". O lendário arranjador de 76 anos vai também reger um concerto com a Orquestra Sinfônica Nacional cubana, interpretando os temas "Hey Jude" e "Yellow Submarine", entre outras obras dos Beatles. Martin comentou que os Beatles foram influenciados pela música latina e incorporaram seus elementos rítmicos em algumas canções, como "Obladi Oblada" e "And I Love Her". Os eventos marcam a série "Ilhas e Idéias", organizados pela representação diplomática britânica em Havana, pelo Ministério da Cultura cubano e por entidades culturais locais para comemorar o centenário das relações diplomáticas entre Cuba e a Grã-Bretanha

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John Lennon, Diana e Shakespeare entre britânicos mais ilustres - Novembro 2002


LONDRES - O beatle John Lennon, a princesa Diana de Gales, o escritor William Shakespeare e o primeiro-ministro Winston Churchill foram apontados numa pesquisa como integrantes da lista de dez britânicos mais ilustres de todos os tempos, informou hoje a BBC. Nenhuma das personalidades escolhidas por mais de 33 mil pessoas, que participaram da pesquisa pelo telefone e pela Internet, está viva. Os entrevistados mostraram sua predileção por Lennon, assassinado em Nova York em 1980, em detrimento do beatle Paul McCartney. Diana de Gales, morta num acidente de trânsito há cinco anos em Paris, está na lista que não inclui o príncipe Charles da Inglaterra nem a rainha Elizabeth II. Além do premier conservador Winston Churchill (1874-1965) e do escritor William Shakespeare (1564-1616), também integra a lista o almirante Horacio Nelson (1758-1805). Conhecidos os dez "finalistas", a BBC tentará nas próximas semanas determinar quem é o britânico mais ilustre de todos os tempos, em uma nova pesquisa entre historiadores e celebridades do país. Agência EFE

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Yoko Ono: ‘O mundo real é mais chocante que minha obra' - Novembro 2002


VIENA - A artista plástica Yoko Ono, viúva do ex- beatle John Lennon, afirmou hoje, que apesar da natureza vanguardista de suas fotografias, pinturas, filmes e trabalhos de áudio, ´´o mundo real é mais chocante que minha obra´´. Ono, que aos 69 anos continua apostando na ruptura com o convencional e na defesa da paz, afirmou que a guerra ‘é algo horrível porque matas a pessoas e nos concerne a todos, como ilustra o fato de que nos conflitos bélicos do passado morriam 60 milhões de pessoas, a maioria das quais não era soldado mas civil. É preciso refletir sobre issoá. Ela acredita ainda que a tensão que o mundo vive depois dos atentados de 11 de setembro nos EUA faz com que agora se viva ´´um momento político muito interessante, muito intenso, que, no entanto, continuo aproveitando porque a vida é maravilhosa´´. Ono está em Viena para participar de vários atos de comemoração da 40ª edição do festival cinematográfico internacional Viennale com a projeção, pela primeira vez na íntegra, do filme Rape ("Violação") de 1969. Ono disse que este filme foi uma encomenda da TV austríaca ORF ´´que filmei, com grande apoio de John, em Londres quando acabara de sofrer um abortoá. Viena foi o lugar escolhido em abril de 1969 por Lennon e Ono para a apresentação do filme e na ocasião fizeram uma só aparição em público, uma entrevista coletiva no mítico hotel Sacher, metidos em duas grandes bolsas, onde o beatle cantou ‘Maggie Mayá e sua mulher canções japonesas, para que os jornalistas pudessem comprovar que eram eles. O objetivo da performance era chamar a atenção para a a importância da paz no mundo, ‘algo que não era algo óbvio naquela época, na qual as pessoas estavam mais interessadas em trabalhar. Agora sim, se pensa em sua relevância

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Yoko Ono homenageia artistas israelense e palestino - Novembro 2002


NAÇÕES UNIDAS - Para comemorar o 62o. aniversário de John Lennon, Yoko Ono inaugurou na quarta-feira um novo prêmio da paz para aqueles que "imaginam" enquanto as armas dispararam, dando um prêmio de 50 mil dólares para artistas israelense e palestino. Ao entregar o prêmio "LennonOno Grant for Peace" ao israelense Zvi Goldstein e ao palestino Khalil Rabah, Ono agradeceu os artistas por serem "tão criativos e inspiradores apesar da intensa situação política que vivemos." "Imagine todas as pessoas vivendo a vida em paz", disse ela, citando um verso da célebre canção "Imagine", do ex-Beatle. "Dê uma chance à paz, dê uma chance à paz", afirmou, mencionando outra música. Ela disse que as futuras edições do prêmio serão também concedidas a artistas que vivem em regiões em conflito. Cerca de 300 diplomatas e artistas participaram da cerimônia na sede da ONU, em Nova York, inclusive o secretário-geral Kofi Annan e sua mulher, a artista Nane. "Os indivíduos podem fazer a diferença, podem ter um papel, e ela está fazendo a diferença, e isso é ótimo. A paz é um problema de todos", disse Annan sobre Ono, que também é artista. Ela escolheu o 9 de outubro para a entrega do prêmio por ser o aniversário de seu marido. Lennon foi assassinado em dezembro de 1980 em frente a seu apartamento, junto ao Central Park, em Nova York. Por coincidência, o assassino, Mark David Chapman, teve negado na quarta-feira seu segundo pedido de liberdade condicional. Goldstein, um premiado artista que vive em Jerusalém, aceitou o prêmio "em memória de todos os que morreram no conflito palestino-israelense". Rabah, que vive e trabalha em Ramallah, organizou a primeira instituição de arte contemporânea na Cisjordânia e foi um pioneiro na exibição de obras palestinas junto com artistas israelenses. "Acho que precisamos manter este espírito da possibilidade de ter paz", afirmou

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Universidade escocesa descobre 500 fotos dos Beatles - Novembro 2002


LONDRES - Quinhentas fotos dos Beatles, muitas delas inéditas, foram encontradas nos arquivos de uma universidade escocesa, onde passaram mais de 30 anos juntando pó. Segundo matéria publicada nesta segunda-feira no jornal The Times, as fotos, descobertas nos arquivos da Dundee University, mostram o grupo pop britânico no início dos anos 1960, quando estava prestes a alcançar o estrelato internacional. Elas fazem parte de um arquivo de 130 mil negativos tirados pelo fotojornalista húngaro Michael Peto e doados à universidade após sua morte, em 1970, disse o jornal. Muitas delas apresentam John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr descansando entre tomadas, durante as filmagens de seu segundo longa, "Help". "Michael Peto era um fotógrafo de gente. Suas fotos são únicas e refletem a natureza de bastidores de seu trabalho", disse Pat Whatley, diretora dos arquivos da universidade. Peto é conhecido principalmente pelas imagens que fez dos bailarinos Rudolf Nureyev e Margot Fonteyn e dos atores Richard Burton e Elizabeth Taylor.

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Internet traz canções de Harrison - Novembro 2002


Nova York - Partes de cinco novas canções do falecido George Harrison apareceram este fim de semana no web site oficial do guitarrista dos Beatles. As faixas fazem parte de Brainwashed, o último disco do músico, que vai ser lançado no Reino Unido em 18 de novembro. As canções colocadas na internet são Brainwashed, Any Road, Looking for My Life, Rising Sun e Stuck Inside a Cloud. Menos de 30 segundos de cada uma está disponível para o público. As letras das músicas também estão publicadas na página.

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Primeiro single dos Beatles foi lançado há exatos 40 anos - Outubro 2002


LONDRES - O primeiro single dos Beatles foi lançado exatamente há 40 anos, em 5 de outubro de 1962. "Love Me Do", gravado em 18 sessões no estúdio Abbey Road, em Londres, em 11 de setembro daquele ano, foi lançado três semanas depois e alcançou o 17o lugar das paradas britânicas, ficando logo em seguida na primeira colocação ao ser relançado nos Estados Unidos em 1964. A música fez parte do disco "Please Please Me", lançado na Grã-Bretanha em 1963 -- o primeiro dos 13 álbuns lançados pela banda em apenas sete anos. Foi uma estréia auspiciosa para os Fab Four -- John Lennon, Paul McCartney, George Harrison and Ringo Starr --, que emplacaram ao longo da carreira cerca de 27 números um nas paradas em ambos os lados do Atlântico.

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Ex-produtor dos Beatles quer tornar pop a música clássica - Outubro 2002


LOS ANGELES - O produtor que transformou os Beatles num clássico agora espera levar os prazeres de Beethoven e Mozart para as massas. Sir George Martin, 76 anos, cujo estúdio ajudou a impulsionar os Fab Four à fama e à fortuna, compilou uma série de seis CDs feitos especialmente a jovens para os quais a música clássica se limita apenas ao rock dos anos 1970. Os seis volumes de "Sir George Martin Presents" trazem Bach, Mozart, Beethoven, Ravel, Debussy, Tchaikovsky, Holst e Vaughan-Williams. Além das composições tocadas pela Royal Philharmonic Orchestra, os CDs apresentam um segmento em vídeo com os comentários de Martin. "A idéia era oferecer o que eu chamo de 'lollipops', a parte pop da música clássica", disse Martin à Reuters. "Acho que as pessoas vão ouvir a Sinfonia No. 5 de Beethoven e depois pesquisar mais sobre os trabalhos dele." Martin sabe do que fala, tendo produzido uma enorme diversidade de clássicos e jazz até ingressar nos Beatles em 1962. Ele fazia com que Paul McCartney e John Lennon pensassem como compositores clássicos e incluiu um quarteto de cordas em "Yesterday", além de um trompete, um oboé e uma flauta em "Penny Lane". "John balançava os ombros e dizia 'sou um cara do rock, não posso fazer essas coisas'. Paul, por outro lado, era mais aberto a essas coisas", lembrou Martin. Ainda assim, Lennon também se inspirou na música clássica. Martin diz que Lennonn se inspirou em "Sonata ao Luar", de Beethoven, para compor "Because".

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Eric Clapton organiza show em homenagem a George Harrison - Outubro 2002


LOS ANGELES - O roqueiro veterano Eric Clapton organizou um tributo repleto de astros para seu amigo e guitarrista George Harrison, morto no ano passado. Os dois Beatles sobreviventes deverão se apresentar no concerto. O show beneficente, planejado com a ajuda da viúva de Harrison, Olivia, será realizado no teatro Royal Albert Hall, em Londres, em 29 de novembro, primeiro aniversário da morte de Harrison, disseram os organizadores em comunicado na quinta-feira. Além de Clapton e dos ex-Beatles sir Paul McCartney e Ringo Starr, estarão presentes dois outros astros da música que tocaram com Harrison na superbanda dos anos 1980 The Traveling Wilburys -- Tom Petty e Jeff Lynne. Entre os outros artistas que se apresentarão estão o mestre da cítara Ravi Shankar, o baterista Jim Keltner, o roqueiro Leon Russell e o tecladista britânico Jools Holland. O álbum mais recente de Holland inclui uma das últimas músicas gravadas por Harrison antes de sua morte, "Horse to Water". Vários membros da trupe de comediantes Flying Circus, do Monty Python, participarão do evento. A renda do concerto será doada à Fundação Caridade Mundo Material (Material World Charitable Foundation) criada por Harrison em 1973 para apoio a artes, música, educação e pessoas com necessidade especiais. "O tributo a George vai soar não apenas dentro do Albert Hall, mas também chegará até o espírito do homem tão amado por seus amigos que estarão se apresentando ou assistindo", disse Olivia Harrison em nota. Harrison morreu aos 58 anos depois de uma longa luta contra o câncer. Um disco com canções que ele gravou nos últimos meses de vida, "Brainwashed", sairá no mês que vem.

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Beatles relançam como era pra ser? - Outubro 2002


Paul McCartney anda dizendo por aí que, em 2003, o disco "Let It Be" será relançado como deveria ter originalmente sido. Segundo Paul, o relançamento não terá a parte orquestrada por Phil Spector, como o original teve e, assim, ficaria do jeito que ele, Paul, sempre quis que ficasse. O ex-Beatle também disse que ainda há várias músicas dos Beatles que nunca foram lançadas, mas ele não tem certeza de que elas algum dia, verão a luz do dia. "Depois de 'Anthology' nós costumavamos brincar e dizer que o próximo disco seria chamado 'Escavando o Fundo do Barril'", diz Paul.

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Yoko Ono e ex-assistente de John Lennon fazem acordo - Outubro 2002


NOVA YORK - Yoko Ono e um ex-assistente de John Lennon fecharam um acordo na sexta-feira para encerrar um processo judicial de 20 anos pela posse de objetos do ex-Beatle, que foi assassinado em 1980. O advogado da viúva de Lennon, Paul LiCalsi, disse ao juiz Leonard Sand que as partes chegaram a um acordo, dando fim ao caso pouco antes do encerramento do processo no tribunal federal de Manhattan, em Nova York. Ono abriu processo contra Frederic Seaman acusando-o de roubar e vender itens pessoais de Lennon depois do assassinato do artista por um fã transtornado em frente a seu prédio em Nova York em 8 de dezembro de 1980. Seaman admitiu no tribunal na quarta-feira que pretendia escrever um livro sobre seu ex-patrão, mesmo depois de firmar um pacto de confidencialidade com Lennon e Ono há 23 anos. Seaman concordou com uma ordem de parar de disseminar fotos, entrevistas e documentos pessoais de Lennon e passar a cumprir com o pacto de confidencialidade. Ele também concordou em pedir desculpas publicamente e devolver todo o material de Lennon em dez dias. Durante o julgamento, Ono disse que iniciou a ação contra Seaman depois que ele entregou uma fita de vídeo mostrando um piquenique em família para um canal de televisão e exigiu direitos autorais sobre fotos da família. Seaman negou violação de direitos e disse que as fotos eram dele. Em 1983, Seaman foi condenado a cinco anos de liberdade condicional pelo roubo dos diários de Lennon.

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Paul e Ringo homenageiam George - Outubro 2002


Paul McCartney e Ringo Star vão ser as principais atrações do show tributo em homenagem a George Harrison, no Royal Albert Hall, de Londres. Além deles, estarão presentes também Eric Clapton, Tom Petty, Ravi Shankar e membros da trupe cômica Monty Python. O show vai acontecer no dia 29 de novembro, coincidindo com a data em que se completa um ano da morte do ex-guitarrista dos Beatles. O show será filmado e deverá ser exibido em um especial de TV no começo do ano que vem. Os ingressos começam a ser vendidos no próximo dia 11.

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Paul McCartney e Brian Wilson planejam dueto beneficente - Outubro 2002


LOS ANGELES - Duas lendas vivas do rock -- o ex-Beatle Sir Paul McCartney e o Beach Boy Brian Wilson -- irão cantar dois de seus hits juntos em uma rara apresentação beneficente nesta quarta-feira, disseram os organizadores do evento. Eles planejam fazer um dueto da canção "God Only Knows", do álbum de 1966 dos Beach Boys "Pet Sounds", e da faixa título do disco "Let it Be", num show para arrecadar fundos à instituição contra minas terrestres que McCartney e sua esposa Heather apóiam. Os duetos prometem ser o ponto alto do evento, que incluirá outras performances separadas dos dois astros do rock. Ambos trabalharam juntos há 35 anos em "Pet Songs" e no álbum histórico dos Beatles, "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band". "Brian é de um talento fenomenal; ele é o único músico que pode me levar às lágrimas", disse McCartney em um comunicado divulgado após o ensaio dos dois na terça-feira nos estúdios da Sony em Los Angeles. O evento beneficente, no Century Plaza Hotel em Los Angeles, acontece enquanto McCartney e sua banda se preparam para sair em turnê nos EUA. Os organizadores da instituição Adopt A Minefield estão divulgando o dueto McCartney-Wilson como o primeiro do gênero, mas na verdade os dois se apresentaram juntos em junho no concerto de celebração ao Jubileu da Rainha Elizabeth da Grã-Bretanha.

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McCartney vai lançar canção perdida dos Beatles, diz jornal - Outubro 2002


LONDRES (Reuters) - Paul McCartney lançará um registro musical dos Beatles perdido há cerca de 35 anos, informou o jornal The Sunday Times no domingo. A canção fará parte da trilha sonora de um filme contendo montagens das fotografias tiradas por sua falecida esposa, Linda. Os 14 minutos de duração do intitulado "Carnival of Light" (carnaval de luz, em tradução literal), gravados pelo grupo quando estavam preparando o álbum "Sgt. Pepper", foram tocados pela última vez em Londres em 1967 num festival vanguardista. Segundo o jornal, o produtor dos Beatles, George Martin, explicou que "foi umas dessas coisas raras. Foi uma mistura de um som meio desordenado e livre de tudo." "Na época, não foi considerada digna de ser lançada como uma peça normal da música dos Beatles." O jornal indicou que McCartney pensa agora em usá-la como trilha sonora de um filme com os retratos que Linda fez do grupo pop mais famoso do mundo.

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Álbum póstumo de George Harrison será lançado em novembro - Outubro 2002


LOS ANGELES - O álbum gravado pelo ex-Beatle George Harrison durante seus últimos meses de vida será lançado em novembro, dez dias antes do primeiro aniversário de sua morte, anunciou sua gravadora na segunda-feira. "Brainwashed", contendo os primeiros materiais solo novos do ex-guitarrista principal dos Beatles desde "Cloud Nine", de 1987, traz 11 novas composições de Harrison e uma faixa cover. O álbum foi produzido por Harrison em cooperação com seu filho, Dhani, e seu amigo e colega musical de longa data Jeff Lynne. "Antes de começarmos a trabalhar nesse álbum, George e Dhani já tinham trabalhado extensamente juntos na pré-produção", contou Lynne em comunicado à imprensa. "George sempre vinha para minha casa, trazendo uma canção nova. Ele tocava as músicas no violão ou na 'ukulele'. As canções eram maravilhosas". Antigo líder da Electric Light Orchestra, Lynne tocou com George Harrison no supergrupo Travelling Wilburys, premiado com um Grammy, no final dos anos 1980. Ele ajudou a produzir a série "Anthology", dos Beatles, e também trabalhou individualmente com Ringo Starr e Paul McCartney, antigos colegas de Harrison nos Beatles. "George falava constantemente sobre o som que ele queria para o álbum", disse Lynne sobre "Brainwashed". "E sempre havia aquela energia espiritual que entrava não apenas na melodia, mas também na letra." álbum tem lançamento previsto para 19 de novembro pelo selo Dark Horse, do próprio Harrison, em conjunto com a EMI Recorded Music, que pertence ao EMI Group. George Harrison, conhecido na época dos Beatles como "o Beatle quieto", morreu em 29 de novembro de 2001, aos 58 anos, de câncer. Consta que em seus últimos meses de vida ele vinha trabalhando em 25 faixas ainda inéditas, procurando aprontá-las para serem lançadas num álbum final, que, na época, tinha o título provisório de "Portrait of a Leg End", aparentemente num gesto indicativo de sua atitude ambivalente ao relação à fama.

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Assassino de Lennon é eleito o pior vilão do rock 'n' roll - Outubro 2002


LOS ANGELES - Mark David Chapman, o fã que matou o ex-Beatle John Lennon, lidera a lista dos vilões mais odiosos do rock 'n' roll. O ranking dos 25 piores personagens do rock, a ser publicada na próxima edição da revista musical Blender, também inclui Tipper Gore, esposa do ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, e o grupo Hell's Angels. Chapman já cumpriu 20 anos da prisão perpétua à qual foi condenado depois de se confessar culpado de atirar em Lennon em frente à residência do músico em Manhattan, em 8 de dezembro de 1980. Outro assassino da lista é o reverendo Marvin Gay, que matou seu filho, o lendário cantor de soul Marvin Gaye, em 1984. Gay, que foi sentenciado a cinco anos de pena condicional por homicídio culposo, morreu em 1998 e ficou em quarto lugar no ranking. O ícone do R&B Ike Turner, o "marido infernal" que batia em Tina Turner, ficou na segunda colocação, seguido do Hell's Angels, grupo de motoqueiros que esfaqueou até a morte um fã e espancou vários outros com tacos de sinuca em um show dos Rolling Stones em 1969., em Altamont. Tipper Gore ficou em sétimo lugar por causa de seus esforços para censurar a música. A lista traz ainda "a raça branca" em nono lugar por explorar vários músicos negros e os irmãos Wright em 24o, considerados nos Estados Unidos como os inventores do avião, já que uma aeronave provocou a morte de Buddy Holly, Ritchie Valens, Stevie Ray Vaughan e Aaliyah.

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Outra coletânea dos Beatles a caminho - Setembro 2002


Após o enorme sucesso da coletânea "1" (contendo todas as músicas dos Beatles que ficaram em primeiro lugar), a gravadora Parlophone arrumou outro motivo para repetir a dose e colocar uma nova compilação do grupo no mercado. Se o projeto for aprovado, ela marcará o 40º aniversário do primeiro hit dos Beatles na parada. Em outubro de 1962, o quarteto estreou entre os mais vendidos com o single "Love Me Do". De acordo com o jornal The Sun, os chefões da gravadora vão se reunir nos estúdios Abbey Road para discutir o que fazer. O CD duplo ainda não tem título definido, mas deve trazer 50 músicas e será vendido como o último álbum dos Beatles. Vale lembrar que quando a coletânea "1" foi lançada, em novembro de 2000, ela se tornou o sucesso de vendagens mais rápido da história da música.

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Mulher de McCartney é indenizada por jornal britânico - Setembro 2002


LONDRES - A nova mulher do ex-Beatle Paul McCartney, Heather Mills, aceitou uma indenização de 76.000 dólares de um jornal britânico que publicou matéria afirmando que Mills estava sendo investigada por causa de dinheiro de caridade, disse seu advogado na quarta-feira. O dinheiro foi proposto para acabar com uma disputa depois da publicação de um artigo em 12 de maio, no qual o jornal Sunday Mirror informava que a Comissão de Caridade estava investigando Mills por causa de fundos coletados para vítimas de um terremoto na Índia em 2001 que tiveram membros amputados. A ex-modelo Mills, que se casou com McCartney em um castelo irlandês em junho, começou a angariar verbas para pessoas que sofreram amputação de algum membro depois de perder a própria perna em um acidente de motocicleta em 1993. Mais recentemente, ela e McCartney fizeram campanha contra minas terrestres. Através de comunicado, o advogado de Mills disse que ela planejava doar o dinheiro da indenização para a entidade "Adopt-A-Minefield UK". Ela ficou "satisfeita pelo Sunday Mirror ter reconhecido que as afirmações eram infundadas e que a reputação dela estava inocentada", afirma o comunicado. "Ela também ficou feliz com o fato de que pode agora se concentrar em questões importantes de seu trabalho de caridade em vez de perder uma enorme quantidade de tempo precioso e energia defendendo seu trabalho e sua honra", acrescenta. O jornal também vai pagar os custos do processo de Mills. Um porta-voz do Trinity Mirror, publisher do Sunday Mirror, se negou a comentar o caso.

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McCartney desiste de homenagem nos EUA para ficar com família - Setembro 2002


LONDRES - O ex-Beatle Paul McCartney desistiu de comparecer à cerimônia de entrega de um prêmio norte-americano de grande prestígio porque a data coincide com a do casamento de uma pessoa de sua família, informou seu porta-voz na quarta-feira. McCartney tinha concordado em aceitar um prêmio de honra do Kennedy Center numa cerimônia que acontecerá em Washington no próximo dia 8 de dezembro, ao lado do ator James Earl Jones, do regente James Levine, da bailarina e atriz Chita Rivera e da atriz Elizabeth Taylor. Mas, conforme o porta-voz disse à Reuters, ele foi obrigado a desistir da homenagem quando ficou sabendo que a data da entrega coincide com o casamento de uma de suas sobrinhas. O Kennedy Center informou na segunda-feira que o cantor e compositor Paul Simon vai tomar o lugar de McCartney e ser premiado em dezembro. O ex-Beatle receberá seu prêmio no próximo ano.

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Em lugar de McCartney, Paul Simon recebe prêmio nos EUA - Setembro 2002


WASHINGTON - O cantor e compositor Paul Simon vai receber um prêmio de honra do Kennedy Center em dezembro, tomando o lugar do ex-Beatle Paul McCartney, que optou por não participar da cerimônia deste ano, informou uma porta-voz do centro na segunda-feira. McCartney seria laureado em 8 de dezembro, ao lado do ator James Earl Jones, o maestro James Levine, a atriz e dançarina Chita Rivera e a atriz Elizabeth Taylor. No entanto, a porta-voz do Kennedy Center, Tiki Davies, disse que McCartney vai receber o prêmio no ano que vem. Ela acrescentou que não conhecia a razão da substituição. Simon, que havia sido listado para o prêmio no futuro, vai ser homenageado em 2002, informou Davies pelo telefone. Davies ditou um comunicado divulgado pelo porta-voz de Simon, Dan Klores: "Paul Simon está honrado. Ele sente como se tivesse sido abençoado". A cerimônia de gala dos prêmios do Kennedy Center tem lugar na temporada de inverno de Washington. As honras deste ano vão começar à noite com um jantar na Casa Branca. Depois, acontecerá uma ceia e um baile no centro. Simon e os outros homenageados recebem os prêmios na noite anterior à cerimônia, em um jantar no Departamento de Estado cujo anfitrião será o secretário de Estado Colin Powell, informou um comunicado do Kennedy Center. O cantor alcançou a fama nos anos 1960 com a dupla Simon e Garfunkel e com músicas como "The Sound of Silence" e "Bridge Over Troubled Water". Em 1986 ele lançou seu álbum solo de maior vendagem, "Graceland". Em março de 2001 Simon foi incluído no Hall da Fama do Rock'n'Roll.

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Rainha encontra McCartney e Yoko em Liverpool - Agosto 2002



Liverpool, Inglaterra - Dois compromissos dedicados aos Beatles levaram a rainha Elizabeth II nesta quinta-feira a Liverpool: abrir um novo terminal de passageiros de US$ 48 milhões no Aeroporto John Lennon e uma exposição de pinturas de Paul McCartney. No aeroporto, a rainha se encontrou com Yoko Ono, a viúva do Beatle assassinado, e conferiu uma estátua de bronze em tamanho natural de Lennon, usando seus típicos óculos redondos e cabelos longos. Vestindo casaco e chapéu azul, a rainha conversou com Ono e o escultor Tom Murphy, criador da estátua de Lennon. Ono, usando um conjunto branco, brincos de brilhantes e óculos escuros, disse que "John se sentiria muito honrado e orgulhoso" com a presença da soberana. Após ouvir um rápido discurso do administrador do aeroporto, Robert Hough, a rainha desvelou uma placa comemorativa e assinou o livro de visitantes antes de deixar o local em seu automóvel Bentley para reunir-se com McCartney na galeria de arte Walker de Liverpool. O ex-Beatle de 60 anos mostrou à monarca as 70 pinturas abstratas e esculturas de sua autoria. Mais tarde, comentou: "Acho que (a rainha) gostou delas. Disse que eram muito coloridas, e eu considerei isso um elogio". Os curadores haviam retirado da exposição três telas que tinham a própria rainha como tema, uma delas intitulada "A rainha após seu primeiro cigarro". McCartney, que estava acompanhado de sua mulher, Heather Mills, disse que gostaria de ter mostrado esses quadros à soberana. "Eles são muito delicados, e acho que ela tem forte senso de humor", disse. Ativista dos direitos dos animais, McCartney evita os sapatos de couro e usava tênis pretos e terno escuro. Mais tarde nesta quinta-feira, Elizabeth II, que está percorrendo o país ao lado de seu marido, o príncipe Phillip, em comemoração ao jubileu de ouro de seu reinado, seguiria para a cidade de Manchester, nas proximidades, para abrir os Jogos da Comunidade Britânica.

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DVD de filme dos Beatles chega às lojas em setembro - Agosto 2002


HOLLYWOOD (Variety) - A Miramax Films vai lançar o filme dos Beatles "A Hard Day's Night", que no Brasil foi traduzido por "Os Reis do Iê-iê-iê", em um DVD duplo que chegará às lojas norte-americanas em 24 de setembro. O DVD terá seis horas de extras e contará com o título original de "Give Me Everything! A Companion Anthology to the Beatles' First Film". O lançamento foi produzido pelo historiador especializado em Beatles Martin Lewis, que supervisionou o trabalho. Lewis conduziu mais de 30 entrevistas, que incluem o diretor Richard Lester, o diretor musical George Martin, membros da equipe e do elenco, além de amigos da banda. O filme, preto-e-branco, foi lançado originalmente em 1964, auge da chamda "beatlemania", e mostra os quatro rapazes fazendo os papéis deles mesmos, em uma história cômica que mistura apresentações das músicas do álbum homônimo. O longa-metragem foi relançado nos cinemas em dezembro de 2000.

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Rainha Elizabeth saúda os Beatles em Liverpool - Agosto 2002


LONDRES (Reuters) - A rainha Elizabeth da Grã-Bretanha visitou a cidade natal dos Beatles, na quinta-feira, rebatizando o aeroporto da cidade em homenagem a John Lennon e participando da exibição de quadros de Paul McCartney. A rainha inaugurou uma placa no aeroporto de Liverpool, que agora leva o nome de Lennon, morto por um fã em Nova York em 1980. Junto com a viúva de Lennon, Yoko Ono, a rainha Elizabeth observou a nova estátua de bronze no aeroporto de Lennon. Mais tarde ela parou na renomada galeria de arte Walker, de Liverpool, onde McCartney mostrou a ela as telas de sua primeira exibição. McCartney, que já cantou "Her Majesty's a pretty nice girl, some day I'm gonna make her mine" ("Sua Majestade é uma garota muito bonita, um dia ela vai ser minha"), disse acreditar que rainha gostou de suas telas, a maioria de arte abstrata. "Eu acho que ela gostou, ela ficou interessada, e disse que elas tinham cores fortes. Bom, eu não tenho certeza de seu gosto para a arte, mas ela parecia interessada", disse McCartney. A monarca britânica não é mostrada em uma de suas telas, entitulada "The Queen After Her First Cigarette" (A Rainha depois de seu Primeiro Cigarro).

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Óculos de John Lennon vale milhões - Agosto 2002


Como acontece de tempos em tempos, mais um item usado por John Lennon será leiloado em breve. Desta vez, trata-se do lendário par de óculos que o ex-Beatle usou durante as gravações do álbum "Imagine". A relíquia, com lentes cor-de-laranja, é estimada em 1,5 milhão de dólares e será exibida a partir da próxima quinta-feira (dia 18), na Sala Laranja do Museu Beatles Story, em Liverpool, na Inglaterra. Em entrevista para a BBC, o diretor do museu, Mike Byrne, declarou: "Você não pode chegar tão perto de John Lennon, ao menos que veja através dos óculos que ele usou para criar alguns dos momentos mais memoráveis de sua música".

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Turnê de Paul McCartney é a mais lucrativa dos EUA - Agosto 2002


Esta semana, a revista norte-americana Pollstar divulgou os números das turnês mais lucrativas na terra do Tio Sam e colocou Paul McCartney no topo da lista, que mostra um total de 50 artistas. De acordo com a reportagem, os 27 shows do ex-Beatle passaram por 20 cidades e renderam 52,8 milhões de dólares (cerca de 148,4 milhões de reais). Quem assistiu a uma apresentação de McCartney nesta temporada gastou em média 129,5 dólares por ingresso. Com o sucesso, o músico já estuda a possibilidade de fazer a segunda parte da turnê nos EUA. Em segundo lugar, ficou a turnê conjunta de Elton John e Billy Joel, que arrecadou 44,4 milhões, durante 23 shows em apenas 8 cidades. A dupla poderia até ter ultrapassado Paul McCartney, mas Joel passou por problemas médicos e teve que adiar 10 shows.

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Homem que esfaqueou ex-Beatle George Harrison é libertado - Agosto 2002


LONDRES (Reuters) - Michael Abram, o esquizofrênico que há três anos invadiu a casa de George Harrison e o atacou com uma faca, foi absolvido na quinta-feira por um tribunal de saúde mental e libertado do hospital psiquiátrico onde estava detido. Após ter invadido a casa de Harrison em 1999, esfaqueando repetidamente o ex-Beatle e a mulher dele, Olívia, Abram foi declarado inocente por insanidade mental e confinado na Clínica Scott. Neste caso, o tribunal concedeu uma absolvição condicional. As condições são confidenciais, mas vão garantir a segurança da população", informou a instituição em comunicado. Harrison sobreviveu ao ataque, mas morreu em novembro passado em decorrência de um câncer. O advogado de Abram, Peter Edwards, disse à Reuters que seu cliente respondeu satisfatoriamente ao tratamento da esquizofrenia e há dois anos não tem demonstrado os sintomas da doença. "Esta é a maior tragédia no caso de Michael Abram", disse Edwards. "Ele passou muito tempo procurando hospitais e médicos para tratar de sua disfunção mental e foi recusado." "Se eles (médicos) tivessem desempenhado as funções corretamente, o casal Harrison nunca seria atacado", afirmou o advogado. Uma porta-voz da clínica disse que levará alguns dias até que Abram seja liberado e que ele continuará vivendo em um "ambiente de cuidados".

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Guru diz que acabará com terror no mundo em troca de US$ 1 bi - Agosto 2002


NOVA YORK (Reuters) - O guru dos Beatles, Maharishi Mahesh Yogi, disse na quarta-feira em uma mensagem aos norte-americanos que poderia acabar com o terrorismo mundial com amor -- mas ele precisaria de 1 bilhão de dólares para fazer isso. "O quatro de julho pode ser um grande dia para a liberdade", disse Maharishi, que trouxe a meditação transcedental para o Ocidente há mais de 40 anos e é uma inspiração espiritual para cerca de 6 milhões de pessoas em todo o mundo. Maharishi disse que com 1 bilhão de dólares ele poderia treinar 40.000 especialistas em meditação ou "Vedic Pandits", que iriam gerar boas vibrações suficientes para salvar o mundo. Sua assessoria de imprensa disse que 85 milhões de dólares já foram levantados em busca desse objetivo. O guru está afastado da mídia há 20 anos, mas está agora determinado a conseguir apoio para o seu conceito de "Lei Natural -- a Constituição do Universo". "Eu estou juntando grupo de conhecedores da lei natural, aqui, lá e em todo lugar, particularmente grandes grupos na Índia, que é a origem do conhecimento total da lei natural", disse Maharishi. "Eu tenho certeza que a Índia será o farol para o conhecimento total. De lá, o conhecimento total irá irradiar para todas as nações... isso irá gerar um poderosa influência de paz que será espalhada para todo o mundo e neutralizará o estresse, o ódio e as tensões que abastecem o terrorismo e a guerra hoje". Maharishi também criticou a resposta dos Estados Unidos aos ataques terroristas. "A guerra de Bush contra o terrorismo leva o mundo para a destruição", disse ele. "Isto promove o nascimento de um inimigo".

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"Roqueiros com mais de 30 só produzem lixo", diz Noel Gallagher - Agosto 2002


SÃO PAULO (Reuters) - O astro mal-educado do rock britânico atacou novamente. Desta vez, o guitarrista Noel Gallagher, do Oasis, criticou severamente o trabalho de grandes nomes da música como Paul McCartney e John Lennon, depois que eles atingiram a idade dos 30 anos, informou o tablóide britânico The Sun na terça-feira. Segundo a publicação, Noel disse que os roqueiros com aquela idade não possuem mais nada de novo a ser mostrado -- esquecendo-se, aparentemente, de que ele próprio tem 35. Para o músico, as canções dos ex-Beatles a partir dos 30 anos são "lixo" e os Rolling Stones são "uma bagunça". O guitarrista acrescentou, conforme publicou o tablóide, que os veteranos do rock fazem parte do passado já há algum tempo. Ele disse, segundo o Sun: "Paul McCartney, um dos melhores letristas de todos os tempos, só produziu estrume nos últimos 25 anos". "Músicos do rock com mais de 30 anos só produzem material sem importância", acrescentou.

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Noel Gallagher: "Músicos com mais de 30 anos não têm nada a dizer" - Agosto 2002


O disco novo do Oasis, "Heathen Chemistry", saiu hoje nos Estados Unidos e na Inglaterra. E os rapazes de Manchester mais uma vez deram um jeitinho de virar notícia. Desta vez, foi Noel Gallagher: ele declarou numa entrevista que "músicos com mais de 30 anos não têm mais nada a dizer". "Roqueiros com mais de 30 só escrevem sobre coisas triviais. Os Rolling Stones hoje são uma porcaria, e os Beatles só produziram músicas ruins depois dos 30", atiçou. Noel admitiu que sua capacidade de compor boas músicas só tende a diminuir, já que ele está com 35 anos de idade. "Só há alguns assuntos que valem a pena escrever a respeito - amor, raiva, sexo e drogas. E eu sempre penso, quando estou compondo, que eu já falei melhor sobre essas coisas", disse. Você pode conferir se Noel está mesmo "perdendo a mão" no site oficial do Oasis. Eles acabam de disponibilizar todas as letras do álbum "Heathen Chemistry". Já que seu trabalho como roqueiro está com os dias contados, Noel já está traçando novos planos para o futuro. Ele declarou que sua nova ambição é fazer trilha sonoras para filme.

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Paul McCartney chega aos 60 - Julho 2002




(Trinta anos após a separação dos Beatles, eles continuam populares. McCartney, que comemora seu aniversário nesta terça, celebra a melhor fase de sua vida pessoal e profissional) (Londres) - É impossível imaginar quantos ainda se lembram - mas, em 1969, descobrir sugestões e símbolos de sua morte espalhados por tudo que pudesse se relacionar aos Beatles consistia o curioso passatempo da maioria das pessoas. Hoje pode parecer estranho; na época, era natural: naquele tempo, o mundo era só um garoto que amava os Beatles e os Rolling Stones. Paul McCartney sobreviveu ao tempo, sobreviveu à sua própria história, sobreviveu à perda de sua mulher, e sobreviveu até a ver Michael Jackson adquirindo os direitos de 250 canções dos Beatles. Não foi fácil. Comemorar 60 anos, no seu caso, é uma celebração triunfal para a qual várias gerações, mais uma vez, resolveram se sentir convidadas. Paul McCartney sempre foi capaz de compor como a maioria das pessoas sorri: sua música parece tão natural e simples quanto o reflexo de um pirulito na água. Por mais que tenha trabalhado em conjunto, por isso, suas preocupações eram em geral radicalmente opostas às de John Lennon: se para Lennon a música era um palanque, para Paul McCartney era uma gangorra. John Lennon nunca perdia nenhuma chance para repetir ao mundo, como um pastor obcecado, as virtudes redundantes da paz; Paul McCartney preferia descobrir novas formas de se divertir. John Lennon pretendia ser discutido; Paul McCartney, assobiado. Ao contrário também do de John Lennon, seu casamento nunca foi um happening: Paul McCartney e Linda Eastman ficaram famosos por jamais terem se separado por mais de 11 dias em 29 anos de união. É bem sintomático, assim, que o título de seu primeiro álbum após a morte de sua mulher, Run Devil Run, tenha se baseado na marca de um sal de banho que Paul McCartney havia descoberto numa farmácia da Geórgia. Suas grandes canções da época dos Beatles costumavam tratar a paixão com uma suavidade quase infantil: todas as músicas de Paul McCartney, no fundo, sempre foram divertidas canções para crianças. Fica mais fácil compreender a natureza de seu humor quando nos lembramos que o título original de Yesterday era Scrambled Eggs; quando pensamos em Rocky Racoon, nas marteladas homicidas de Maxwells Silver Hammer ou em Martha My Dear, uma canção de amor para seu sheepdog: só Paul McCartney poderia compor um improviso sobre as últimas palavras de Picasso unicamente para atender a um desafio de Dustin Hoffman. Mesmo após a separação dos Beatles, já com os Wings, sua música permaneceu absolutamente fiel à sua irrestrita afeição pela frivolidade: Paul McCartney foi um dos primeiros a compreender que o pop deveria ser, antes de tudo, um dos estilos da alegria. O pudor nunca o impediu de se aventurar por outras formas de arte. Sua pintura se tornou uma paixão desde que comprou um quadro de Magritte com uma enorme maçã verde flutuando no espaço - maçã que inspiraria o célebre logotipo de sua gravadora; sua poesia arriscava a concisão de certos hai-kais (em A Lua é um Mandarim, um segmento laranja precede a descrição do perfume vegetal das estrelas) - e às vezes transformava massagistas japonesas no tema de um poema; já sua passagem pelo cinema - e, receio, pela música orquestral - nunca representou o ponto alto de sua carreira. Mas Paul McCartney nunca se importou muito com sua carreira. Conforme o rock ia se tornando cada vez mais uma ética, uma metáfora e quase uma profecia, Paul McCartney sempre insistiu em compor como quem brincava. Por isso, é impossível deixar de reconhecer o motivo mais básico que nos faz festejar: com seu aniversário, a alegria é que faz anos. (Sérgio Augusto de Andrade)

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McCartney está mais ativo que nunca - Julho 2002


(Às vésperas dos 60 anos, Paul McCartney acaba de realizar uma turnê pelos EUA, lançar um livro de poemas, fazer uma exposição de pintura e se casar com Heather Mills em um castelo na Irlanda) (Londres) - Nem mesmo o mais fanático seguidor dos Beatles seria capaz de prever que, mais de 30 anos após a separação do grupo, eles seriam tão populares quanto no auge da beatlemania. Paul McCartney, um dia antes de completar 60 anos está mais ativo que nunca. Desde a morte de sua mulher, Linda McCartney, em abril de 1998, a vida do ex-beatle tem dado reviravoltas. Na época, Paul McCartney pensou até em desistir da carreira e chegou a ficar sem cantar por quase um ano. Mas felizmente fez as pazes com a vida. Em dezembro de 1999, Paul McCartney fez uma apresentação ´privê´ para 200 pessoas no Cavern Club, em Liverpool, na Inglaterra. A partir de então não parou mais de trabalhar. O público ainda teve de esperar mais um tempo para rever Paul McCartney nos palcos. Mas valeu a pena, principalmente para os norte-americanos que, pelo menos por enquanto, foram os únicos agraciados com os espetáculos, da ´Driving USA Tour´, que divulga o álbum ´´Driving Rain´, este ano. Ao todo, foram 26 shows por 19 cidades dos Estados Unidos e uma solitária apresentação em Toronto, no Canadá. Mas o retorno, mesmo que ainda parcial, foi suficiente para criar expectativas se Paul McCartney vai ou não transformar sua nova turnê em um evento mundial. Além disso, o músico teve ainda suas pinturas exibidas pela primeira vez na Alemanha e lançou um livrou de poemas, ´Blackbird Singing´, editado pelo poeta Adrian Mitchell. Na comemoração do jubileu de Ouro da Rainha Elizabeth, este mês, Paul McCartney tocou para milhares de pessoas no Palácio de Buckingham, junto com Eric Clapton, Elton John, Rod Stewart, Phil Collins e Ozzy Osbourne. Finalmente o casamento - A última de suas aparições na mídia foi a que criou mais polêmica: o casamento com a ex-modelo inglesa Heather Mills, com quem namora há quatro anos. A união foi realizada no último dia 11, em uma cerimônia restrita para 300 convidados na igreja de Saint Salvator, localizada na propriedade do hotel-castelo Leslie, na República da Irlanda. Ao contrário do que previa parte da imprensa inglesa, toda a família McCartney esteve presente, incluindo seus filhos, James Louis, Stella Nina, Mary e Heather, que demoraram para aceitar o novo relacionamento do pai. Alguns amigos-personalidades do showbiz também participaram da festa de casamento, entre eles o ex-companheiro dos Beatles Ringo Starr e os músicos George Martin, Elton John, Eric Clapton e Sting. A lua-de-mel, segundo especulações dos tablóides ingleses e americanos, deve estar acontecendo em algum lugar no Caribe. (Claudio Dirani)

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Paul McCartney cria série de selos britânicos - Julho 2002


(Londres) - Depois da exposição de seus próprios quadros em sua terra natal, Liverpool, e do badalado casamento com a ex-modelo Heather Mills, no começo de junho, Sir Paul McCartney continua chamando a atenção, só que desta vez o motivo é inusitado: ele é o primeiro músico a desenhar uma série de selos para o Reino Unido. Composta por seis exemplares, a coleção foi encomendada pelos Correios da Ilha de Man -- localizada entre a Inglaterra e a Irlanda --, conforme informou o site do governo do local na quarta-feira. Os selos, em cores vibrantes, estampam desenhos de flores inspirados em rabiscos infantis que o ex-Beatle fez especialmente para a série. Segundo o site oficial, os selos vão ser lançados na próxima segunda-feira, dia 1 de julho. Serão 170.000 unidades, devidamente aprovadas pela rainha Elizabeth 2a. "Os selos de Paul são realmente obras de arte", declarou Dot Tilbury, gerente do departamento da agência de selos da Ilha de Man, em um comunicado divulgado pelo site. "Nós antecipamos desde já que a edição será extremamente popular. Os selos têm a aparência exata de que os colecionadores gostam e, como arte, podiam ser pendurados nas paredes em qualquer decoração", acrescentou. Parte da renda da venda dos selos será doada para o programa Adote uma Mina Terrestre da Grã-Bretanha, idealizado pela mulher de McCartney.

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Elvis Presley bate os Beatles na parada britânica - Julho 2002


(Londres) - O Elvis, the Pelvis deixou o Fab Four para escanteio. O histórico empate entre os Beatles e Elvis Presley na parada de singles da Grã-Bretanha - o quarteto de Liverpool ostentava 17 primeiros lugares e o Rei também -- caiu por terra. Sob o nome de Elvis vs JXL" (trilha da atual campanha de TV da Nike), o remix de Junkie XL´s de A Little Less Conversation, de Elvis Presley, conquistou o primeiro lugar nas paradas do Reino Unido. Essa é a 18º vez que Elvis alcança o topo das chamadas "charts" na terra da rainha. Vale lembrar que essa também, é a primeira vez na historia que alguém -- Tom Holkenborg, vulgo Junkie XL -- conseguiu permissão para remixar uma das faixas de Elvis. Na última semana a música foi considerada a Faixa da Semana na Rádio Nacional da Dinamarca.

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McCartney e Mills passam lua-de-mel nas ilhas Seychelles - Julho 2002




VICTORIA - Os recém-casados Paul McCartney e Heather Mills estão passando sua lua-de-mel no paraíso tropical das ilhas Seychelles, situadas no Oceano Índico e acostumadas a receber astros e estrelas estressados, ansiosos por escapar do assédio da mídia. Ricos e/ou famosos apreciam as ilhas por sua ecologia intacta, florestas virgens, fauna espetacular e a tranquilizadora ausência de turismo de massas. O arquipélago é um dos destinos favoritos de casais em lua-de-mel. A Corporação Difusora de Seychelles anunciou a chegada ao país do ex-Beatle, 59, e Mills, 34, esta semana, após seu casamento na Irlanda. Mas as autoridades locais não divulgaram onde exatamente McCartney e Mills se encontram. "É política do governo proteger a privacidade de pessoas como eles", disse o assessor presidencial Gilbert Pool. "É por isso que elas vêm para cá." Com pouco mais de 80 mil habitantes, o arquipélago é composto de 155 ilhas, algumas das quais não-habitadas. Poucas são mais exclusivas do que a ilha Fregate, administrada por particulares e que, segundo algumas fontes, seria onde o ex-Beatle e sua esposa estariam passando a lua-de-mel. "É uma zona livre de paparazzi", disse Antonia Southgate, porta-voz da empresa que administra a ilha. Situada a 25 minutos de helicóptero de Mahe, ilha principal das Seychelles, Fregate tem 16 bangalôs para visitantes e sete praias. A ênfase dominante é sobre a privacidade e a informalidade. O aluguel dos bangalôs custa cerca de 1.600 dólares por dia. Nos últimos anos, Michael Douglas, Pierce Brosnan, Brad Pitt e Jennifer Aniston estiveram nas Seychelles. O ex-Beatle George Harrison chegou a ter uma casa em uma das ilhas do arquipélago. (Por George Thande)

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"Sou a reencarnação de John Lennon", diz Liam Gallagher - Julho 2002


(Manchester) - Os irmãos Gallagher, líderes da banda britânica de rock Oasis, não se cansam de fazer polêmica, principalmente envolvendo os Beatles -- fonte de inspiração confessa dos músicos de Manchester. Depois que o guitarrista Noel declarou que eles eram "melhores do que os Beatles", foi a vez de Liam, vocalista, soltar uma pérola: segundo o tablóide The Sun, o astro disse que acredita ser "a reencarnação de John Lennon". "Eu acho que eu era ele. E ele é a minha pessoa agora", afirmou Liam, aparentemente ignorando o fato de Lennon ter morrido em 1980, oito anos depois de seu nascimento. O Oasis alcançou fama mundial principalmente depois do segundo álbum do grupo, intitulado "(What's the Story) Morning Glory?" (1995), que trazia o sucesso "Wonderwall".

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Heather Mills planeja segunda autobiografia, diz tablóide - Julho 2002


(Londres) - Depois de se casar com o astro Paul McCartney em um castelo irlandês na semana passada, a ex-modelo Heather Mills já está planejando sua segunda autobiografia, informou o tablóide britânico The Sun na segunda-feira. Mills, de 34 anos, contará tudo sobre seu badalado romance com o ex-Beatle no livro "A Single Step". Em 1995, ela lançou "Out On A Limb", focando sua vida até o acidente que sofreu em 1993 e a deixou sem uma perna. Segundo o Sun, uma fonte ligada à ex-modelo disse: "O foco central será seu trabalho com caridade, mas o livro irá também cobrir tudo sobre seu romance com Paul. Pela primeira vez ela dará sua versão sobre o caso". O novo livro será vendido apenas através do site de Mills (http://www.heathermills.org). O tablóide informou também que McCartney pretende colocar cenas do casamento no DVD de seu mais recente álbum, "Driving Rain".

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U2 lidera ranking dos astros que mais faturaram em 2001 - Julho 2002


LOS ANGELES - Enquanto Bono batalha pelo perdão da dívida dos países de Terceiro Mundo, o U2 lidera o ranking da revista Rolling Stone dos astros da música que mais faturaram no ano passado. O quarteto irlandês ganhou nada menos do que 61,9 milhões de dólares em turnês e direitos autorais, ficando à frente do magnata do rap Dr. Dre (51,9 milhões), dos Beatles (47,9 milhões), da Dave Matthews Band (43,4 milhões) e até mesmo de Madonna (40,8 milhões). A lista dos 50 astros mais lucrativos de 2001 será publicada na próxima edição da revista, que chega às bancas norte-americanas na sexta-feira. A Rolling Stone admite que os cálculos dos ganhos de pessoas famosas envolvem algumas suposições, mas afirmou ter chegado aos montantes em conversas com "insiders" da indústria, executivos de gravadoras, agentes, advogados e empresários. Os números correspondem a ganhos líquidos. Os outros 5 que ocupam os 10 primeiros lugares são: Master P em sexto lugar com 36 milhões, o guitarrista Carlos Santana em sétimo com 32.7 milhões, a boy-band 'NSync em oitavo com 26.5 milhões, o grupo de rock Aerosmith em nono com 24.2 milhões e o cantor pop Sting em décimo, com 24 milhões.

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Livro de George Martin é bíblia do músico - Julho 2002


(Londres) - Chega agora ao Brasil pela Imprensa Oficial (462 págs., R$ 47,00), o livro Fazendo Música - O Guia para Compor, Tocar e Gravar, de George Martin - produtor dos Beatles, que marcou presença recentemente na cerimônia do segundo casamento de Paul McCartney. Durante anos, os profissionais ligados à atividades musicais tiveram de aprender por conta própria ou contar com a orientação de alguém disposto a ensinar-lhes os truques da profissão. Lançado em 1985 na Inglaterra, Making Music destacou-se imediatamente como obra única, seja pela abrangência de seu conteúdo, renome de seus autores e pela forma realista, prática e aprofundada de abordar questões da atividade musical. Também fez sucesso porque retratava o que havia de mais avançado na época, em termos de instrumentos e de tecnologia de gravação, além de trazer relatos de profissionais consagrados. No mercado editorial brasileiro, a maioria das obras sobre o assunto ou trata de aspectos histórico e teóricos (biografias de artistas, análises de movimentos musicais) ou de aspectos técnicos da execução musical. Há poucas obras sobre tecnologia -- e quase nada a respeito do mercado musical. Os anos que se passaram entre o lançamento da primeira edição e hoje comprovam as previsões sobre o futuro da música presentes no livro. O uso de computadores a instrumentos musicais e o crescente emprego de tecnologia são prova disso. O desafio a da atual edição, conforme se anota em sua apresentação, era a de atualizá-la, mas chegou-se à conclusão de que o material original representa documentação histórica que retrata um passado recente. Optou-se, então, pela manutenção das informações referentes a situações que podem não mais existir e reformulou-se a construção de algumas frases para manter o texto interessante, visto pela perspectiva atual. Optou-se também pela atualização dos dados biográficos dos autores -uma verdadeira seleção mundial de músicos, arranjadores, produtores e profissionais do mercado, que em entrevistas e artigos expõem suas técnicas e experiências no ramo. Organizado por George Martin, também produtor de artistas como Judy Garland, Cleo Laine, John Dankworth, Stan Getz, mas que entrou para a história da música ao produzir o álbum Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles. Fazendo Música traz colaborações de dezenas de arranjadores, produtores, compositores, percursionistas, técnicos em gravação e produtores. No final há um glossário de termos técnicos e um índice onomástico, bibliografia, além de textos e entrevistas de Paul MacCartney, Chick Corea, Jeff Beck, Eric Clapton, Carl Davis, Herbie Hancock, Paul Simon, Phil Ramone, Quincy Jones e Sting.

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Paul McCartney paga mico - Julho 2002


(londres) - Paul McCartney pagou um mico esta semana: ele passou quatro horas tocando para macacos num laboratório de pesquisas sobre linguagem em Atlanta, nos Estados Unidos. Para essa ocasião especial, o ex-Beatle caprichou no repertório: ele tocou "Eleanor Rigby" e uma música inédita. "Eu e o macaco macho fizemos um som, depois a irmã dele se juntou a nós. O macaco tocou teclados e a macaca tocou bateria. Foi muito louco", disse ele ao jornal inglês The Sun. A visita foi filmada e pode ser incluída no DVD que Maca está preparando para seu mais recente disco, "Driving Rain".

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Peter Frampton faz cover para homenagear George Harrison - Julho 2002


(Londres) - O lançamento do novo álbum de Peter Frampton está programado para janeiro, mas sabe-se que o veterano cantor e compositor vai incluir uma cover de "While My Guitar Gently Weeps" para homenagear o ex-Beatle George Harrison, morto em novembro, disse o site Launch.com na quinta-feira. Frampton contou ao site que teve a idéia de gravar o clássico depois de se apresentar em um concerto beneficente para as vítimas dos ataques de 11 de setembro em Cincinnati, Ohio, pouco tempo depois da morte de Harrison. "Foi bastante surreal tocá-la, porque você simplesmente podia sentir o que aconteceu, a perda dele e todo o resto, e o público ficou completamente maluco. Eles não sabiam se riam ou se choravam, e eu me senti exatamente da mesma forma", explicou o artista ao Launch. Frampton tocou no ábum "All Things Must Pass", de Harrison, em 1970. A cover de "While My Guitar Gently Weeps" vai aparecer tanto no novo CD do artista, ainda sem título, como também em um tributo ao ex-Beatle que está sendo organizado pela gravadora Koch Records.

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Heather Mills nega desapontamento com seu vestido de noiva - Julho 2002


(Irlanda) - A atual sra. Paul McCartney, Heather Mills, mandou um gordo cheque às estilistas que confeccionaram seu vestido de noiva, supostamente criticado durante o badalado casamento com o ex-Beatle no começo deste mês, informou na segunda-feira o site Ananova. Segundo o site, Mills enviou um cheque pessoal no valor de 10.000 libras (cerca de 14.000 dólares) para agradecer Caroline Eavis e Annie Brown. Reportagens na imprensa mundial haviam sugerido que a ex-modelo teria ficado desapontada com o trabalho das estilistas. Mas o Ananova citou um comunicado do escritório de Mills e McCartney, dizendo que ela "ficou emocionada com o vestido e considera ambas as estilistas como grandes amigas." O comunicado foi lido durante um programa na TV britânica, no qual Eavis e Brown eram convidadas, informou o site. A nota dizia: "Heather falou bem de Caroline e Annie nas oportunidades que teve, mas ficou profundamente preocupada com os boatos na imprensa dizendo que ela teria ficado desapontada." "Então, Heather está enviando a Caroline e Annie um cheque de 10.000 libras para pagá-las pelo vestido e pelo excelente trabalho." Mills e McCartney trocaram alianças em 11 de junho, em uma cerimônia num castelo na Irlanda.

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Paul McCartney e Heather Mills dizem o "sim" debaixo de chuva - Junho 2002




GLASLOUGH, Irlanda - O lendário astro pop Paul McCartney casou-se com a ex-modelo Heather Mills num castelo irlandês na terça-feira, numa cerimônia suntuosa que incluiu festa, queima de fogos de artifício e a presença de amigos e celebridades. Pouco depois das 17h locais (11h em Brasília), os sinos da igreja do castelo tocaram, indicando que a união do ex-Beatle com sua noiva tinha sido sacramentada. A chuva intermitente foi o único elemento negativo do dia. Convidados célebres e membros das famílias dos noivos se reuniram para o casamento numa festa suntuosa à margem do lago do secular castelo Leslie, no condado irlandês de Monaghan. A cerimônia do casamento propriamente dita aconteceu no interior da igreja de St. Salvator, situada no terreno do castelo, que tem 400 hectares. A banda que acompanhou McCartney em sua turnê pelos Estados Unidos iria tocar, e comentava-se que os noivos poderiam sair de barco no lago do castelo para ver a queima de fogos da água. Mulheres usando roupas indianas foram vistas dirigindo-se aos jardins do castelo, onde se previa que fossem dançar ou servir um banquete vegetariano, que seria acompanhado por baldes de champanhe e 150 barris da célebre cerveja preta irlandesa Guinness. Entre as celebridades presentes estava o ex-baterista dos Beatles, Ringo Starr, vestindo jeans e camisa branca rendada. Chrissie Hynde, do grupo de rock The Pretenders, a ex-modelo Twiggy, ícone da moda nos anos 1960, e sir George Martin, antigo produtor dos Beatles, estavam entre os 300 convidados, além do guitarrista Eric Clapton e do veterano astro pop Sir Elton John. Apesar disso, McCartney tinha deixado claro que o casamento seria antes de mais nada uma ocasião familiar. O porta-voz de McCartney, Geoff Baker, disse que era possível que o próprio noivo subisse ao palco para uma palhinha. "Nunca se sabe", ele comentou. "Temos Macca (McCartney), Ringo e convidados como Dave Gilmour (guitarrista do Pink Floyd) -- tudo pode acontecer." A noite terminaria com a queima de fogos, preparada há alguns dias por uma equipe de especialistas que viajou de avião até Glaslough especialmente para isso. Comentava-se que, depois da festa, o casal seria levado de helicóptero para um local secreto, para começar sua lua-de-mel. Indicando que o casamento seria uma ocasião de família, McCartney disse a jornalistas na segunda-feira que haveria apenas cerca de uma dúzia de pessoas na festa "que vocês vão reconhecer". Seus quatro filhos, incluindo a estilista Stella McCartney, chegaram ao castelo na segunda-feira, jogando por terra os boatos circulados pela imprensa dando conta de que teriam rejeitado a nova companheira do pai. A mãe deles e primeira mulher de McCartney, Linda, morreu de câncer de mama em 1998. Membros da família da ex-esposa viajaram dos Estados Unidos para estarem presentes no casamento. O irmão do ex-Beatle, Mike, que foi padrinho de Paul no casamento com Linda, em 1969, repetiu a honra. (Por Kevin Smith)

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Casamento com McCartney é final de conto de fadas para Mills - Junho 2002


DUBLIN - O casamento de Heather Mills com o lendário astro do pop Sir Paul McCartney, numa cerimônia cheia de glamour marcada para terça-feira, será o mais fantástico capítulo da comovente história de vida da ex-modelo. Nascida numa família pobre e problemática, que vivia em um conjunto habitacional decadente no nordeste da Inglaterra, a loira de 34 anos jamais sonhou que poderia, algum dia, casar-se em um castelo irlandês com o astro pop mais rico do país. A igreja estará repleta de celebridades como Eric Clapton e Ringo Starr, mas nada disso deve deixar nervosa a noiva de vontade férrea, cuja vida inteira -- como ela mesma diz em seu Web site -- tem sido feita de superações de obstáculos e adversidades. Abandonada pela mãe aos 9 anos de idade, Mills e seus irmãos ficaram com o pai, que os maltratava. Ela fugiu de casa aos 13 anos para morar em Londres, debaixo da ponte de Waterloo. Ela partiu para a criminalidade por pouco tempo, ao roubar uma joalheria em que trabalhava. Foi presa e depois solta sob condicional, mas a experiência lhe deu um susto e a levou a dar uma virada para endireitar sua vida. Mills tornou-se modelo depois que, sem que soubesse, um namorado enviou uma foto dela a um concurso promovido por um jornal. Depois de alguns problemas em sua carreira, ela descobriu que possuía uma lado empreendedor e montou sua própria agência de modelos. Tinha apenas 18 anos. Em seguida, casou-se com um diretor de vendas de computadores, Alfie Karmal, mas separou-se dele em 1989 e, no ano seguinte, mudou-se para a Eslovênia com o objetivo de treinar para ser instrutora de esqui. O fato de assistir de perto à erupção da guerra civil na Iugoslávia e aos efeitos devastadores das minas terrestres provocou uma virada na vida de Mills. Ela montou um centro para ajudar refugiados na Grã-Bretanha e aproveitou os conhecimentos e contatos adquiridos em sua carreira de modelo para levantar fundos para ajudar as vítimas da guerra. Em 1993 sua vida pareceu ter chegado ao fundo do poço: após ser atropelada por uma moto policial, em Londres, sua perna esquerda foi amputada abaixo do joelho. Demonstrando enorme capacidade de dar a volta por cima, além de grande talento para se autopromover, Mills convocou a imprensa e contou sua história quando ainda estava no leito do hospital. Explorando o interesse criado pela mídia, ela lançou um fundo de saúde que reciclava próteses de braços e pernas e os encaminhava a vítimas de minas terrestres. Mills tornou-se oradora pública frequente e recebeu diversos prêmios por seu trabalho humanitário, tendo chegado a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz em 1996. Ela conheceu Paul McCartney num jantar beneficente em 1999, um ano após a morte da mulher dele, Linda, de câncer de mama. O ex-Beatle ficou tão encantado com Mills que telefonou para ela e ofereceu-se para ajudá-la em seu trabalho humanitário. Os dois continuaram a se encontrar e, em março de 2000, puseram fim a meses de especulações ao confirmar seu romance publicamente. (Por Carmel Crimmins)

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Casamento de McCartney leva estrelas internacionais à Irlanda - Junho 2002


GLASLOUGH, Irlanda - Estrelas do rock, parentes e amigos desembarcaram na terça-feira em um histórico castelo da Irlanda, para ver o ex-Beatle Paul McCartney dizer "sim" à ex-modelo Heather Mills. O ex-Beatle Ringo Starr o guitarrista Eric Clapton e o ex-presidente norte-americano Bill Clinton estão entre os 300 convidados para a festa no castelo Leslie, do século 17, um recanto à beira de um lago no norte da república irlandesa. A presença de outro veterano do pop, sir Elton John, ainda não está confirmada. Dave Gilmour, guitarrista do Pink Floyd, chegou na noite de segunda-feira. Várias outras estrelas fretaram um avião, que pousou em Belfast, na Irlanda do Norte. A polícia escoltou a ilustre caravana até a fronteira com a Irlanda. A cantora Chrissie Hynde (The Pretenders), a atriz Joan Collins, o compositor Tim Rice e a ex-modelo Twiggy estavam nesse grupo. Se o tempo permitir, o casamento será o evento do ano para o show-business. A cerimônia está marcada para a capela de São Salvador, no terreno de 400 hectares do castelo, às 16h (12h em Brasília). Em seguida, haverá um banquete vegetariano em estilo indiano, regado a champanhe e animado por música e dança ao vivo. Geoff Baker, assessor de McCartney, disse que ele talvez cante. "Nunca se sabe. Temos o Macca (McCartney), o Ringo e convidados como o Dave Gilmour, do Pink Floyd. Quem sabe o que pode acontecer?" A noite termina com uma espetacular queima de fogos sobre o lago, cuja preparação consumiu vários dias de trabalho para uma equipe de 11 pessoas. Toda essa festa custará algo entre 730 mil e 1,5 milhão de dólares, um luxo ao alcance de McCartney, dono de uma fortuna superior a 700 milhões de dólares. Mas Baker disse que, apesar de convidados tão glamourosos, tudo não passa de um evento familiar. Também na segunda-feira chegaram os quatro filhos do cantor, desfazendo os rumores de que eles não estariam contentes com o novo casamento de McCartney, 59, viúvo há quatro anos. A família da primeira mulher dele, Linda, também foi convidada. FRISSON EM GLASLOUGH A chuva atrapalhou os últimos preparativos da cerimônia, na segunda-feira, e pode voltar a aguar a festa na terça. "Não estamos preocupados com o tempo, sei que vamos nos divertir", disse McCartney aos jornalistas na segunda-feira, ao lado da sorridente Heather, 34. Para alívio dos fotógrafos, o casal deu um beijo posado e recebeu flores de moradores da normalmente sonolenta aldeia de Glaslough, próxima ao castelo. A mãe de McCartney nasceu nessa região. Mas o público conseguirá ver pouca coisa da festa que tanto anima a cidade. Guardas privados vigiam o terreno do castelo noite e dia, e a polícia isolou a rua principal do povoado. Apesar de tanto sigilo, algumas fotos oficiais devem ser divulgadas à imprensa. O casal recusou 1,5 milhão de libras da revista "Hello!", da Grã-Bretanha, pelo direito de exclusividade sobre as imagens. O ex-Beatle pediu que veículos interessados nas fotos façam doações a uma campanha contra minas terrestres chamada "Adopt a Minefield", em vez de pagar a ele.

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Segundo casamento de Paul McCartney será muito diferente do 1o - Junho 2002


LONDRES - Quando Paul McCartney e a fotógrafa Linda Eastman se casaram nos anos 1960, os corações das milhares de fãs do ex-Beatle foram partidos. Mas a cerimônia de 1969 foi bem simples: McCartney quase se esqueceu de comprar as alianças, o padrinho chegou atrasado e nenhum dos outros integrantes da banda foi convidado para presenciar a união realizada em um cartório de Londres. Agora o astro está prestes a se casar pela segunda vez, em uma festa que já é considerada uma das maiores do ano. A noiva, a ex-modelo Heather Mills, nasceu em 1968 -- um ano antes do primeiro casamento de McCartney. A cerimônia, marcada para a terça-feira, acontecerá às margens de um lago, localizado nos jardins de um castelo irlandês. Ringo Starr, o único outro Beatle ainda vivo, deve estar presente e vai ler um poema em homenagem ao casal. Quando McCartney se casou com Linda, 33 anos atrás, teve de convencer o dono de uma joalheria a trabalhar fora do horário comercial para as alianças pudessem ser compradas. Seu irmão Mike, padrinho do casamento, chegou uma hora depois do início da cerimônia porque o trem que o levou de Liverpool atrasou. McCartney admitiu, mais tarde, que Linda estava relutante em se casar. "Ela tinha estado casada antes e não estava com muita vontade de repetir a dose, mas eu a convenci", ele contou. Eles acabaram por ter uma das uniões mais felizes do show business. Quando Linda morreu, em abril de 1998, de câncer de mama, o artista ficou arrasado. Um ano mais tarde, ele conheceu Mills, modelo que perdera uma perna ao ser atropelada por uma moto policial. A amizade entre eles acabou se transformando em namoro. McCartney ficou felicíssimo, dizendo: "Tenho sorte por ter encontrado uma mulher que é boa pessoa, forte, como Linda, bonita, positiva e divertida". Consta que seus filhos não estão tão entusiasmados com Mills quanto ele, e McCartney admite francamente que isso é um problema. "Acho que um segundo casamento sempre é difícil para os filhos, não importa com quem seja. Eles não gostam de me ver com outra mulher. Mas acho que, mais do que qualquer outra coisa, eles querem que eu seja feliz." Aos 34 anos de idade, Heather Mills vai se casar com o astro pop mais rico da Grã-Bretanha. A fortuna pessoal de Paul McCartney é avaliada em 713 milhões de libras. (Por Paul Majendie)

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CD com show de rock no Jubileu de Elizabeth 2a ser beneficente - Junho 2002


SÃO PAULO - A gravação do show de rock que fez parte das comemorações do Jubileu de Ouro da rainha Elizabeth 2a e agitou o sisudo palácio de Buckingham, em Londres, na semana passada, chegará às lojas da Grã-Bretanha este mês, segundo o Web site da Billboard. O site informou que as vendas do CD "The Party at the Palace", reunindo apresentações de artistas como Brian May, Rod Stewart e Paul McCartney, serão revertidas para instituições de caridade. O lançamento está previsto para 24 de junho. O show, que durou três horas, incluiu um tributo ao ex-Beatle George Harrison, morto em 2001, feito por McCartney e Eric Clapton, além de uma performance do metaleiro Ozzy Osbourne. A Billboard informou que os lucros das atividades comerciais acerca dos shows do Jubileu serão doados ao Fundo Jubileu de Ouro da Rainha Elizabeth 2a, que é responsável por promover eventos pela Grã-Bretanha para marcar o aniversário.

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Show para a rainha reúne um milhão - Junho 2002


Multidão assistiu ao desfile de astros pop, como McCartney e Clapton, em telões colocados em volta do palácio de Buckingham
(Londres) - Apesar do tempo chuvoso, um milhão de pessoas se reuniram em torno do palácio de Buckingham nesta segunda-feira à noite para assistir, com a ajuda de telões, ao show em homenagem aos 50 anos de reinado de Elizabeth II da Inglaterra. Doze mil espectadores, que pagaram entradas, puderam ver o show nos jardins do palácio. Apresentaram-se vários astros da música pop, liderados por Paul McCartney e Eric Clapton. O show foi aberto por Brian May, guitarrista do grupo Queen, que apresentou uma versão para solo de guitarra do hino God Save the Queen. Seguiu-se o porto-riquenho Ricky Martin. Mais de três horas depois, McCartney encerrou o concerto com um pot-pourri de clássicos dos Beatles. Em algumas das canções que apresentou, McCartney se fez acompanhar de músicos de sua geração, como Clapton, Rod Stewart e Joe Cocker. As duas últimas músicas tiveram a participação de todos os artistas da noite. Quando a música terminou, a rainha, que havia acompanhado o concerto com fones de ouvido, conduziu toda a família real ao palco para agradecer aos artistas. O príncipe Charles discursou em homenagem à mãe. Por fim, houve um show de fogos de artifício. As atenções de fotógrafos e cinegrafistas se voltaram para Camilla Parker-Bowles, a namorada de Charles, que estava no camarote da família real, mas não se sentou ao lado do herdeiro do trono, e para os filhos dele com a princesa Diana, William e Harry, que se entusiasmaram com a apresentação de Ozzy Osbourne. Participaram do show ainda, entre muitos outros, o cantor Tom Jones, Brian Wilson (o líder dos Beach Boys), Phil Collins, Steve Winwood, Blue e The Corrs. Elton John, que está em turnê na América do Norte, participou por meio de uma gravação.

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McCartney fica puto e joga anel de noivado pela janela - Junho 2002


(Nova York) - O casamento de Paul McCartney e Heather Mills foi ameaçado há poucos dias, quando uma briga entre os dois movimentou um hotel de Miami. O ex-beatle teve uma discussão feia com a noiva e acabou jogando pela janela o anel de diamante e safira que havia lhe dado. Segundo o tablóide inglês News of the World, ele teria gritado que o casamento, marcado para quinta-feira, estava cancelado. Minutos depois, ele pediu para que seguranças do hotel procurassem a jóia, que acabou sendo achada e devolvida. O anel, que custou US$ 21 mil, foi o presente de noivado escolhido por McCartney em julho do ano passado. O ex-beatle está fazendo uma turnê pelos Estados Unidos.

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Paul McCartney expõe trabalhos de arte em Liverpool - Junho 2002




(Liverpool) - Paul McCartney voltou a Liverpool, a cidade dos Beatles, para lançar parte de suas obras de arte na galeria que visitou com John Lennon, quando jovem. Uma das principais casas de exposição do norte da Grã-Bretanha, a Walker, está com uma mostra de cerca de 60 trabalhos de McCartney, incluindo, pela primeira vez, esculturas em madeira. O ex-Beatle começou a pintar há 20 anos e, desde então, produziu cerca de 600 obras. "Para mim, é algo que me dá prazer", disse ele. "Basicamente eu gosto de aplicar tinta nas telas, gosto do ato de se fazer isso. Eu realmente não analiso muito minhas pinturas''. McCartney posou para fotógrafos em frente ao "Big Heart", uma pintura brilhante e colorida que representa um coração, criada em 1999, depois que o astro conheceu sua noiva, Heather Mills. A primeira exposição de McCartney aconteceu em Siegen, na Alemanha, três anos atrás. A mostra em Liverpool é sua primeira grande exibição na Grã-Bretanha. O cantor e compositor disse querer que os visitantes aproveitem as imagens, as cores e a liberdade de suas pinturas. Alguns analistas de arte o criticaram severamente. Mas McCartney disse que eles tinham o direito de ter suas opiniões. "A vida pode ser chata se você só se fixar nas mesmas velhas coisas", falou ele, que acaba de fazer uma turnê pelos Estados Unidos. McCartney e Mills devem se casar no dia 6 de junho, em uma cerimônia repleta de celebridades, em Nova York. Segundo ele, a união tem sido de difícil aceitação pelos seus filhos. O astro disse que "chorou por um ano" a morte de sua mulher, Linda, em 1998, em decorrência de um câncer de mama. "Acho que um segundo casamento é difícil para as crianças", ele falou no começou deste mês. "Mas é assim que as coisas são. E mais do que tudo eu acho que eles querem me ver feliz".

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Filhos de McCartney se opõem a novo casamento - Junho 2002


(Londres) - O ex-Beatle Paul McCartney admitiu no domingo que seus filhos estão tendo dificuldades para aceitar seu casamento com a modelo Heather Mills, mas que irão perceber que ``é assim que as coisas devem ser''. O músico, que faz 60 anos no mês que vem, vai se casar com Mills, 33, em 6 de junho, em uma cerimônia em Nova York. McCartney, que ficou viúvo em 1998, disse que ``chorou durante um ano'' após a morte de Linda -- ela sofria de câncer de mama. Em uma entrevista publicada no domingo pela revista do jornal Sunday Telegraph, o cantor disse que seus filhos ``acham difícil pensar em mim com outra mulher''. ``Acho que um segundo casamento é duro para os filhos. Mas é assim que é e assim que deve ser, e acho que mais que nada eles querem que eu seja feliz -- e isso é o que me faz feliz''. McCartney tem três filhos de seu casamento com Linda, e uma enteada de um casamento anterior. Ele atualmente faz uma turnê pelos Estados Unidos, sua primeira excursão naquele país em quase dez anos.

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Paul McCartney canta com a Rainha - Junho 2002


(londres) - Quando Paul McCartney se apresentar no Jubileu de Ouro da Rainha da Inglaterra, no próximo dia 3 de junho, ele pretende levar várias celebridades e até membros da família real para o palco. De acordo com o site do London Evening Standard, o ex-Beatle irá tocar o clássico "All You Need Is Love" junto com a Rainha Elizabeth, o príncipe Charles e outros artistas convidados para o evento, como Elton John, Aretha Franklin e Ozzy Osbourne. Além disso, é provável que McCartney relembre "Here Comes The Sun", como tributo a George Harrison, ao lado do companheiro de longa data, Eric Clapton.

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Paul McCartney é detetive honorário - Junho 2002


(Nova Iorque) - Na última sexta-feira (dia 26 de maio), antes de um show no Madison Square Garden, Paul McCartney foi homenageado pelo Departamento de Polícia de Nova York com o título de detetive honorário. Em outubro do ano passado, o ex-Beatle liderou um show histórico, no local, em nome das vítimas do atentado do dia 11 de setembro (veja internota). Por isso, de acordo com os oficiais responsáveis pela honra, o reconhecimento foi mais do que merecido. Durante o show, McCartney dedicou músicas para George Harrison, John Lennon e para a ex-esposa Linda McCartney, e foi ovacionado pelo público. A turnê de seu álbum mais recente, "Driving Rain", começou este mês e já está sendo considerada um fenômeno por especialistas.

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Pop britânico some das paradas e preocupa governo - Junho 2002


Pela primeira vez desde 1963, não há nenhum astro britânico entre os 100 singles mais vendidos nos EUA. Governo estuda lançar "embaixada musical" em NY (São Paulo) - Um sinal de retumbante fracasso nas vendas do britpop no Estados Unidos está movimentando o governo britânico, que quer recuperar o prestígio e a fatia do mercado musical na América do Norte. Um relatório divulgado hoje pelo Departamento de Cultura, Mídia e Esporte, ao qual teve acesso o jornal The Times, mostra que a participação dos discos ingleses no mercado americano hoje é de 0,2%. Este número, segundo o relatório, já chegou a sonoros 32%, em 1986. O relatório foi encomendado depois que a última lista dos 100 singles mais vendidos nos EUA saiu sem nenhum britânico pela primeira vez desde 1963. O mercado de discos dos Estados Unidos movimenta por ano US$ 10 bilhões. Boa parte deste dinheiro cruzou o atlântico durante décadas, com destino à terra dos Beatles e dos Rolling Stones, grandes impulsionadores das vendas britânicas fora do país. Agora, porém, é tempo de vacas magras. O Stereophonics, o maior fenômeno do britpop no anos passado, segundo o The Times, lançou o disco Just Enough Education To Perform nos EUA com uma decepcionante performance de apenas 57 mil cópias vendidas. Já o campeão de vendas de Robbie Williams, Swing When You’re Winning, nem sequer foi lançado nos Estados Unidos pela EMI. Também o Oasis, a despeito das meias polêmicas levantadas pelos irmãos Gallagher, não parece chamar mais a atenção dos americanos. Ao mesmo tempo em que os principais nomes do pop britânico naufragam antes de enxergar a Estátua da Liberdade, representantes da música americana vão muito bem na Inglaterra. Eminem, o rapper homófobo que canta seus problemas com a mãe, está em primeiro na parada inglesa. Para o Times, o comércio cultural virou mão única. Mas os responsáveis pelas exportações inglesas já anunciam sua resposta no melhor estilo heavy metal. O relatório do governo sugere a abertura de uma "embaixada musical" em Nova York para ajudar a promover novos artistas. A idéia é seguir o exemplo do British Film Office, fundado em 1998 em Hollywood com a função de divulgar cinema britânico. Críticos americanos já torceram o nariz. Eles acham que o pop rock britânico está numa fase paroquial e que a culpa pela queda radical nas vendas é da indústria fonográfica britânica. A pouca popularidade dos astros britânicos nos EUA assusta e surpreende. Desde outubro de 1963 a parada americana dos 100 mais vendidos não sai sem a presença inglesa. O problema é que essa presença, além de constante, nunca foi modesta. Há exatos 20 anos atrás, havia nada menos do que 40 singles britânicos no Top 100. Outro exemplo: em abril de 1964, os Beatles ocupavam simplesmente as cinco primeiras posições da lista. Mas não parou aí. Rolling Stones, Led Zeppelin, David Bowie e tantos outros músicos e bandas sempre tiveram ótima recepção do público americano. Uma das explicações para a baixíssima popularidade dos ingleses de hoje nos Estados Unidos é, para o Times, a preferência dos ouvintes pelo rap e o R&B. O relatório do governo, contudo, não apresenta apenas críticas aos músicos ingleses, e diz que a cantora Dido (inglesa) deve tornar-se modelo para o resto da indústria. (Fausto Oliveira)

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Gravadoras traçam plano para promover pop britânico nos EUA - Junho 2002


LONDRES (Reuters) - As grandes gravadoras que andam lamentando as péssimas vendas do britpop nos Estados Unidos traçaram um plano para promover os artistas britânicos no país, disse um porta-voz da indústria da música. A música da Grã-Bretanha morreu oficialmente nos EUA em um dia cinzento de abril, quando, pela primeira vez em quase 40 anos, não havia um único artista daquela proveniência na parada de sucessos da Billboard, termômetro do setor musical norte-americano. Mas o setor independente vai divulgar um estudo e promover uma discussão, nesta terça-feira, sobre maneiras de reviver os anos dourados em que artistas britânicos -- desde os Beatles até Duran Duran -- lideravam as paradas do outro lado do Atlântico. "A idéia não é reinventar o britpop, nem tentar promover tipos de música que têm muitos fãs nos Estados Unidos, como rap ou metal", disse Sam Shemtob, da Associação de Música Independente (AIM). "O que queremos é abrir um escritório de música britânica em Nova York e montar uma infra-estrutura comercial nos Estados Unidos, para ajudar a inverter a dramática queda nas vendas de música britânica no país." A participação da música proveniente da Grã-Bretanha nas vendas de música nos EUA caiu do pico histórico de 32 por cento, em 1986, para míseros 0,2 por cento em 1999, segundo a AIM. Os especialistas atribuem o desaparecimento de tais artistas nas paradas norte-americanas a várias razões, incluindo a crescente disparidade de gostos musicais e a abundância e popularidade de artistas country e rappers. Robbie Williams, por exemplo, muitas vezes citado como superstar na Grã-Bretanha, permanece relativamente desconhecido nos EUA. Os críticos de música também apontam para os grupos pop britânicos "manufaturados" e maçantes, dizendo que não culpam o público americano por sua falta de interesse neles. (Por Jason Hopps)

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Chuck Berry toca em festival de São Paulo - maio 2002



(São Paulo) - O veterano mito do rock Chuck Berry (foto) será a terceira atração do Kaiser Music, anunciou hoje a organização do projeto. Ele se apresentará com sua banda de três músicos (baixo, piano e bateria) no Jaguariúna Rodeo Festival, em São Paulo, em 11 de maio (sábado), às 22h. Aos 75 anos, Berry é um dos poucos nomes do rock'n'roll importantes para a formação desse gênero musical que ainda estão vivos e em atividade. Entre as bandas e artistas influenciados por suas canções e seu estilo de tocar guitarra estão os Beatles, Elvis Presley, Rolling Stones e praticamente qualquer roqueiro em atividade depois de 1955, quando Berry gravou seu primeiro disco. O show faz parte da turnê mundial de Chuck Berry, que já percorreu nos últimos meses, com grande sucesso, os Estados Unidos e a Europa. O show é simplesmente imperdível. Entre grandes canções de Chuck Berry que foram gravados pelos monstros do Rock temos: "Rock'n'Roll music" pelos Beatles e "Promised Land" pelo Rei do Rock, Elvis Presley. Há pouco tempo, o roqueiro começou a gravar um disco com músicas inéditas, as primeiras em mais de 20 anos. O álbum tem lançamento previsto para este ano. Berry comemorou no ano passado seu aniversário de 75 anos em um show especial em 16 de outubro de 2001, em St. Louis, que teve a participação do também veterano Little Richards. CHUCK BERRY E BANDA / Quando: dia 11 de maio, 22h / Onde: Jaguariúna Rodeo Festival (rod. SP 340 Campinas-Mogi, km 130,5 - Jaguariúna,SP) / Quanto: de R$ 10 a R$ 30. A venda em lojas Wrangler / Informações: 0800-7703442.

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Vítimas de ataques assistem de graça ao show de McCartney / maio 2002




(Nova Iorque) - Paul McCartney fará um show em Washington, nos Estados Unidos, e reservará alguns ingressos para as famílias das vítimas do ataque ao Pentágono, no dia 11 de setembro. Segundo um assessor de imprensa, o ex-Beatle se sente "muito emocionado" sobre o assunto e disse que 180 vítimas tendem a ser esquecidas por causa da enormidade que foi o ataque à cidade de Nova York - e isso não pode acontecer. O show faz parte da turnê "Driving USA" e acontecerá no Washington MCI Center. - Vítimas dos ataques de 11 de setembro poderão assistir gratuitamente ao show de Paul McCartney em Washington. O jornal britânico The Independent publicou, nesta quarta-feira, que o ex-Beatle doou cerca de 25 mil dólares em ingressos aos familiares e às vítimas dos atentados contra os Estados Unidos. A apresentação está prevista para acontecer nesta quarta-feira.

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Leilão de foto em homenagem a Lennon ultrapassa 12 mil dólares / maio 2002




LONDRES - Uma comovente fotografia dos óculos ensanguentados de John Lennon, tirada por Yoko Ono depois do assassinato do ex-Beatle, foi vendida em um leilão por 12.720 dólares, na quarta-feira, em Londres. A casa Bonhams, responsável pelo evento, disse que um norte-americano, que não quis ser identificado, comprou a foto depois de ler sobre ela no New York Times na semana passada. A imagem, uma das seis cópias existentes, mostra os óculos de Lennon respingados de sangue ao lado de um copo com água em uma mesa, com o horizonte de Nova York ao fundo. Ono, a segunda esposa de Lennon, tirou a fotografia no apartamento do casal, em frente do qual o músico foi morto em dezembro de 1980 pelo fã obcecado Mark Chapman. Era esperado que a fotografia alcançasse entre 8.000 e 10.000 libras (cerca de 11.500 dólares). A quantia arrecadada será doada para o Artist Residencies of Tokyo, uma associação que apóia artistas aspirantes Japão, onde Ono nasceu.

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Paul McCartney não convida Yoko Ono para show em Nova York / maio 2002




SÃO PAULO - Paul McCartney admitiu que ele e Yoko Ono não se dão muito bem. O ex-Beatle se recusou a convidar a viúva de John Lennon para assistir a seu show em Nova York, informou o site Ananova na segunda-feira. O astro está atualmente na sua primeira turnê pelos Estados Unidos em uma década. "Yoko e eu não somos os melhores amigos", disse McCartney, de acordo com o site. "Todo mundo tem família e às vezes seu tio Eddie não é seu amigão. É assim que funciona com a gente. Muita coisa aconteceu no passado", sentenciou o músico.

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Paul e Ringo: reencontro à vista, 32 anos depois / maio 2002




Nova York - Os dois beatles remanescentes, Paul McCartney e Ringo Starr, poderão dividir o palco no fim de semana. Conforme a rede ABC, o baterista é cotado para aparecer no show que McCartney dará em Las Vegas, pela agenda de sua nova turnê, Driving USA, a primeira em nove anos. Os dois não pisam o mesmo palco desde a separação dos Beatles, há 32 anos.

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Michael Jackson deve perder catálogo dos Beatles / maio 2002


Nova York - Michael Jackson está perto de se ver obrigado a passar para a Sony sua parte no catálogo dos Beatles, como forma de abater uma dívida milionária. Em 1985, o pop star comprou os direitos das canções do grupo pela bagatela de US$ 45 milhões. Em 1991, vendeu metade para a Sony por US$ 100 milhões. Em meados dos anos 90, usou a Sony como fiadora de um empréstimo de US$ 140 milhões, cuja garantia seriam os 50% restantes dos direitos. Segundo a Fox News Network, a gravadora está pronta para pagar o empréstimo e pegar o catálogo, que pode valer mais de US$ 500 milhões. Jackson estaria contando com as vendas do disco Invincible para tirá-lo da penúria, mas os números não foram tão bons: menos de 2 milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos. Ainda que a Sony passe a ser dona do catálogo, ela ainda tem de dividir os direitos autorais com os compositores das canções: sobretudo Paul McCartney e os herdeiros de John Lennon.

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Trilha de "Uma Lição de Amor" é tributo a Beatles / maio 2002


São Paulo - Sam, em sua ingenuidade ímpar, sempre acreditou que as músicas dos Beatles trazem mensagens de sabedoria. Tanto que os relacionamentos, brigas e todos os fatos que acontecem em sua vida só conseguem ser explicados pelas músicas do quarteto inglês. É verdade que Sam não passa de um personagem vivido por Sean Penn no filme arranca-lágrimas Uma Lição de Amor. Mas qual fã de música pop não adorou ver nas telas alguém assumindo que certas canções podem significar muito mais do que simples minutos de entretenimento. Talvez venha daí o charme da deliciosa trilha sonora do filme, que traz as histórias da vida de Sam e de muitos outros fãs em 19 versões para as canções dos Beatles. A trilha de Uma Lição de Amor (Sum Records, R$ 25) é um tributo disfarçado, mas que guarda grandes revelações. As músicas escolhidas não são os sucessos fáceis do inconsciente coletivo. Pelo contrário, a maioria das composiçõess são do período pós-65, ou seja, época em que o quarteto não tinha medo de experimentar. Ouvir músicas do Fab Four em filmes, documentários ou até em clipes passou a ser extremamente raro desde que Michael Jackson e seu pequeno ego arremataram os direitos autorais do grupo no início da década de 80. A saída do diretor Jessie Nelson foi convidar artistas contemporâneos, como Ben Harper, Wallflowers, Stereophonics e Sheryl Crow, para interpretarem as canções - cada um com seu toque característico. As surpresas ficam por conta do menino prodígio canadense Rufus Wainwright com Across The Universe, a doçura de Sarah Mclachlan em Blackbird e a emocionante Don´t Let Me Down feita pelo Stereophonics. As melhores versões são obviamente aquelas que não diferem muito das originais. A única regra básica é seguir à risca a cartilha escrita por John, Paul, George e Ringo. Prova disso são as impecáveis versões de You´ve Got To Hide Your Love Away, feita por um Eddie Vedder solitário e contido, Strawberry Fields Forever, que ficou bem mais "fácil" na bela voz de Ben Harper, e I´m Looking Through You, do Wallflowers. Mas a banda americana Grandaddy descobriu às duras penas que o cancioneiro dos Beatles é praticamente intocável. A unica escorregada da trilha ficou por conta do grupo, que simplesmente destruiu a faixa Revolution com uma roupagem moderninha, pretenciosa e intragável. Outras canções, embora não cheguem a entusiasmar, foram recriadas de maneira correta - como Two of Us, por Aimee Mann e Michael Penn (irmão de Sean), I´m Only Sleeping, com The Vines, e a redenção de Paul Westerberg (ex-fundador do Replacements) em Nowhere Man. A lista ainda traz Ben Folds exorcizando Paul McCartney dentro de si em Golden Slumbers, Black Crowes, e Nick Cave. Se as músicas dos Beatles chegam a trazer mensagens de sabedoria ou não, depende de cada ouvinte. Mas segundo palavras do prórpio diretor do filme, "simplesmente ouvir boa música de vez em quando já é um ato bem sábio". (Rodrigo Brancatelli)

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Beatles queriam produzir "O Senhor dos Anéis" / maio 2002


Nova York - Paul McCartney confirmou a notícia que já tinha sido divulgada alguns meses atrás: os Beatles queriam rodar sua versão de “O Senhor dos Anéis”, o clássico de ficção científica de J.R.R. Tolkien, mas o autor rejeitou o plano. O músico contou a história, durante a cerimônia do Oscar, para o diretor Peter Jackson, o responsável por “O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel”, que ganhou quatro prêmios na festa. John Lennon faria o papel de Gollum; McCartney, o de Frodo Baggins; George Harrison, o de Gandalf; e Ringo Starr, o de Sam. Lennon estava tocando o projeto, que foi barrado pelo autor. Nos anos 60, Tolkien tinha os direitos de adaptação de seus livros para o cinema. O segundo filme da trilogia de Jackson, “As Duas Torres”, vai chegar aos cinemas de todo o mundo no final deste ano.

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McCartney abre turnê com homenagem a ex-beatles / maio 2002


Oakland, EUA - Paul McCartney abriu sua nova turnê, a primeira em nove anos, com um show em Oakland, na Califórnia, para cerca de 15 mil espectadores. Ao longo de duas horas e meia, o ex-beatle mesclou clássicos dos Beatles, como Can´t Buy Me Love, Yesterday e Hey Jude, e hits de sua carreira solo, incluindo a fase dos Wings. McCartney aproveitou a noite para prestar homenagem à sua ex-mulher Linda e aos ex-companheiros John Lennon e George Harrison. A turnê Driving USA vai até 18 de maio e passa por mais 19 cidades da América do Norte.

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The Smiths é a banda que mais influenciou o semanário NME / maio 2002


SÃO PAULO - O famoso semanário britânico New Musical Express -- ou simplesmente NME -- vai publicar uma lista dos 50 artistas ou bandas que mais influenciaram a publicação, em um especial de aniversário comemorando meio século de serviços prestados ao mundo musical. A edição comemorativa chegará às bancas na terça-feira, mas o site do NME já antecipou os dez primeiros nomes da lista. O número um é a banda The Smiths, que nos anos 1980 emplacou dezenas de sucessos, como "The Boy With The Thorn In His Side". O quarteto de Manchester conseguiu superar até os Beatles, o segundo nome da lista. A escolha levou em consideração o número de capas, volume e importância das matérias, além do grau de resposta dos leitores, entre outros quesitos. Os demais colocados no top 10 são, do terceiro ao décimo lugares: Stone Roses, David Bowie, Sex Pistols, Oasis, Radiohead, Paul Weller (e The Jam), U2 e Public Enemy.

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Billboard fica sem britânicos pela primeira vez em 40 anos / maio 2002


LONDRES - Agora é oficial: o britpop é um fracasso nos Estados Unidos. Pela primeira vez em quase 40 anos, não há um artista ou grupo britânico na parada da Billboard. O último súdito da rainha Elizabeth foi o artista de R&B Craig David, que deixou o ranking na terça-feira. Os especialistas insistem que tal desaparecimento é apenas um fenômeno passageiro, ainda que seguido por uma prolongada queda nas vendas. Os dias em que bandas como os Beatles dominavam o setor musical norte-americano já ficaram no passado distante. Em 1964, os quatro rapazes de Liverpool detinham os cinco primeiros lugares da lista de singles da Billboard. "Acho que está ficando bem mais difícil para artistas estrangeiros penetrarem no mercado norte-americano", disse Sarah Roberts, da British Phonographic Industry (BPI). "Uma das razões é a imensa popularidade dos artistas de country e rap, que os EUA produzem em abundância", ela disse à Reuters. Outra especialista, que não quis revelar o nome, declarou que o estilo seria um obstáculo. "Boa parte do talento britânico é visto como excêntrico", explicou, citando como exemplo o cantor Robbie Williams, superastro na Grã-Bretanha, mas relativamente desconhecido nos Estados Unidos. Também há nomes importantes no setor da música que atribuem a queda nas vendas dos artistas britânicos nos EUA à proliferação de bandas manufaturadas de ambos os lados do Atlântico. "As platéias americanas nunca aderiram a nossa linha de pop manufaturado, mas quem pode criticá-las por isso?" escreveu Neil McCormick, crítico de rock do britânico The Daily Telegraph. "Afinal, para que importar lixo do exterior quando você já tem bastante em seu próprio quintal?".

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Travis homenageia George Harrison em novo single / maio 2002


Nova York - A onda de tributos a George Harrison continua com força no pop internacional. Agora é a vez da banda inglesa Travis incluir uma versão de Here Comes The Sun, uma das mais conhecidas composições do guitarrista dos Beatles, como o lado de B do single de Flowers in the Window. A versão também está disponível, apenas hoje, no web site oficial do grupo, no endereço www.travisonline.com. Harrison morreu em conseqüência de câncer em novembro.

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Paul McCartney começará tour pelos EUA em abril / Abril 2002




LOS ANGELES - O ex-Beatle Paul McCartney dará início à sua primeira turnê norte-americana em nove anos em Oakland, Califórnia, em 1o de abril, disse seu empresário na quinta-feira. McCartney, 59, vai se apresentar em 20 shows em 19 cidades, incluindo duas noites no MGM Grand Hotel de Las Vegas, onde o ingresso mais caro sairá por 350 dólares, de acordo com os promotores dos concertos. Os ingressos para as outras cidades para espetáculos em ginásios custarão entre 55 dólares e 250 dólares, segundo os organizadores. McCartney não sai em turnê desde dezembro de 1993, quando ficou na estrada durante um ano com a "New World Tour", que percorreu 19 países. Sua nova turnê chama-se "Driving USA", uma referência a seu novo disco, "Driving Rain", lançado em setembro. Ele inicialmente planejou tocar em 12 shows na América do Norte, mas o itinerário foi estendido por causa da forte demanda. Os planos de uma turnê européia a partir de maio foram adiados. "Estou encantado com o fato de ter sido convidado para ficar mais tempo na estrada", disse McCartney. "Espero que isso torne minha turnê mais semelhante a uma viagem." A turnê vai começar no Oakland Arena, passando por San Jose, Las Vegas, Chicago, Toronto, Philadelphia, Rutherford, Nova Jersey, Boston, Washington, New York, Cleveland, Los Angeles, Anaheim, Denver, Dallas, Atlanta, Tampa e Fort Lauderdale em 18 de maio.

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Americanos mereceram Oscar, diz McCartney / Abril 2002


LONDRES - O ex-Beatle Paul McCartney, refletindo o estado de espírito patriótico de Hollywood depois dos ataques de 11 de setembro, falou na segunda-feira sobre a importância dos norte-americanos terem ganhado o Oscar deste ano. McCartney, que perdeu, assim como seu compatriota Sting, o Oscar de melhor canção original para Randy Newman, disse: "Este ano, com o que aconteceu nos Estados Unidos, acho que é algo importante norte-americanos terem ganhado." "E, sabe, eu não os culpo -- eu não teria tirado isso deles", disse o artista à Sky News, depois de apresentar-se com a canção de "Vanilla Sky", em sua primeira participação no Oscar. "Se eu fosse americano e estivesse votando -- como a maioria dos eleitores -- é o ano dos Estados Unidos, e por que não?", disse McCartney. Ele não ficou chateado por perder para Newman, que foi indicado 16 vezes e finalmente ganhou pela primeira vez com a música "If I Didn't Have You", de "Monstros S.A." O astro de 59 anos disse: "Se eu tenho que perder para alguém, Randy é o homem, porque ele foi indicado 16 vezes. Ele é um grande sujeito e sou um grande fã dele." O ex-Beatle levou dez minutos para compor "Vanilla Sky" na mesa de sua cozinha. "Compus muito rapidamente, então não acho que seja minha melhor canção. Fiquei muito contente de que tenha chegado onde chegou". McCartney, que está se preparando para sua primeira turnê pela América do Norte em dez anos, vai se casar em Nova York com a ex-modelo Heather Mills em junho.

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Jardim para George Harrison / Abril 2002


(Londres) - O longo relacionamento de George Harrison com a cultura e a religião provenientes da Índia fez com que os habitantes daquele país sempre respeitassem e apreciassem o seu trabalho. Agora, meses após a sua morte (veja internota), os seguidores do Hare Krishna levantarão um Jardim em memória do ex-Beatle. A obra será construída em Mayapur, próximo aos grandes templos indianos, e servirá para celebrar a contribuição dada por Harrison, ao transmitir as mensagens de Krishna através de sua música. Logicamente, o jardim será batizado de George Harrison.

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Aeroporto de Liverpool ganha o nome de John Lennon / Abril 2002


LIVERPOOL, Inglaterra - Yoko Ono inaugurou uma estátua de John Lennon, nesta sexta-feira, para celebrar a troca de nome do aeroporto de Liverpool, que agora passará a homenagear o ex-Beatle. A estátua de bronze mostra John Lennon de terno e camiseta e é acompanhada pelo verso "Above us only sky" (Acima de nós, só o céu), da canção "Imagine". Esculpida pelo artista Tom Murphy, de Liverpool, a peça de 2,15 metros de altura oficializa a mudança de nome do aeroporto, que passa a ser conhecido como "Aeroporto Liverpool John Lennon". A estátua do músico, assassinado em Nova York em 1980, domina o saguão de entrada de um novo terminal, cuja construção custou 43 milhões de dólares. "Este é um dia de muita alegria", disse a viúva de Lennon, Yoko Ono, que recentemente comprou a casa onde o músico passou sua infância, em Liverpool, e a doou para a organização responsável pela conservação do patrimônio histórico e cultural britânico. Os Beatles estiveram entre as primeiras pessoas do mundo a viajar de avião constantemente, sendo rotineiramente saudados nos aeroportos por multidões de fãs. Mas, para Lennon e Ono, viajar pelo mundo foi uma maneira de fugir dos paparazzi, conforme o compositor mostrou em "The Ballad of John and Yoko", tornando uma ironia rebatizar o aeroporto com o nome de alguém que acabou por odiar viagens.

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Yoko Ono compra casa onde John Lennon passou a infância / Abril 2002


LONDRES - A viúva de John Lennon, Yoko Ono, comprou a casa onde o beatle passou sua infância e aprendeu a tocar violão, informaram jornais britânicos na sexta-feira. Segundo o Times, ela comprou a propriedade da avenida Menlove em Liverpool por mais de 212 mil dólares e a doou para um fundo nacional. Lennon mudou-se para a casa quando tinha 5 anos de idade para viver com a tia Mimi, depois que seus pais se separaram. "Estou emocionada pela compra da principal casa da infância de John", disse Ono, 69, ao jornal Daily Mail. A viúva do beatle queria garantir que a casa-- onde Lennon também escreveu a música "Please Please Me"-- continuasse pertencendo ao povo de Liverpool. Havia o temor de que a propriedade caísse nas mãos de alguém com pouco interesse em preservá-la como um lugar único na história da música britânica. Na sexta-feira, Ono vai inaugurar uma estátua do marido, que foi assassinado em 1980, no aeroporto John Lennon de Liverpool.

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Ingressos para ver McCartney nos EUA se esgotam em meia hora / Abril 2002


LONDRES - A primeira turnê norte-americana do ex-Beatle Paul McCartney em 10 anos provocou uma corrida entre seus admiradores, no sábado. Trinta minutos depois de terem sido postos à venda por telefone e Internet, todos os ingressos estavam esgotados. Um porta-voz do cantor e compositor britânico disse que os fãs já compraram os 75 mil bilhetes de entrada para as cinco primeiras apresentações da turnê "Driving Rain" nos Estados Unidos e no Canadá. "A 'Macmania' voltou pra valer", disse um porta-voz da ClearChannel, que promove a turnê americana. "Sabíamos que os shows seriam quentes, mas a demanda que está havendo é explosiva." Os 15 mil ingressos para o show de McCartney em Toronto foram vendidos em meia hora, enquanto os de Washington acabaram em 28 minutos. Os outros três espetáculos que já possuem lotação máxima são os de Chicago, Boston e Filadélfia. A primeira turnê de McCartney desde "New World Tour", em 1993, vai começar em Oakland, Califórnia, em 1o de abril e passar por 19 cidades, terminando na Flórida em 18 de maio. O porta-voz do artista disse que a previsão é que McCartney cante canções de seu novo álbum, "Driving Rain", além de sucessos de sua época com os Beatles e o grupo Wings.

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Stella McCartney faz desfile cheio de classe em Paris / Abril 2002


PARIS - A estilista britânica Stella McCartney mostrou todo seu potencial na segunda-feira, com o desfile de uma coleção outono/inverno recheada dos tops delicados de chiffon e casacos de corte masculino que a transformaram na rainha do estilo jovem londrino. O desfile de McCartney, no quinto dia da Semana de Moda de Paris -- que também contou com os desfiles de Louis Vuitton e Yves Saint Laurent -- teve a presença de convidados ilustres, entre os quais o pai, Paul McCartney, a noiva dele, Heather Mills, e a atriz Kristin Scott Thomas. A estilista não precisou de mais de 10 minutos para comprovar sua aptidão em criar o tipo de calças bem cortadas e tops assimétricos cheios de charme que não páram nas prateleiras das lojas. O frisson era nítido, com celebridades e fotógrafos se acotovelando no estreito corredor dos bastidores. O ex-Beatle traduziu o sentimento geral quando abraçou a filha, mostrando que adorou o que viu. Depois de sua estréia titubeante na temporada passada, Stella McCartney parecia estar decidida a recomeçar com o pé direito. O local do desfile, um hall na Escola de Belas Artes, estava recoberto de panos brancos, como que simbolizando um renascimento e marcando um contraste acentuado com a boate onde aconteceu seu desfile anterior. - SUCESSO DE CRÍTICA - Depois de ser aclamada enquanto trabalhava para a grife francesa Chloé, McCartney sofreu um baque quando os críticos arrasaram seu primeiro desfile solo, tachando-o de brega e vulgar. Talvez ela estivesse apenas procurando distanciar-se da imagem da Chloé, mas o fato é que as criações mostradas, que incluíam camisetas com gíria cockney (londrina de classe baixa) em rima, foram muito mal recebidas. Quando chegaram os convites para o desfile desta temporada, os editores de moda imaginaram que iriam assistir à repetição do fracasso anterior. Os números das cadeiras vieram colados a brindes baratos, incluindo pó de mico e uma mosca falsa presa num cubo de gelo feito de plástico. Mas a brincadeira parou por aí. As modelos apareceram em vestidos de chiffon em camadas, em tons moderados de rosa e cinza, usadas sobre camisetas e jeans, num clima de elegância casual. Parcas de cetim acolchoado com costuras multicoloridas acompanhavam calças pretas justíssimas e sapatos de salto agulha dourado. Um suéter de angorá que deixava os ombros à mostra era usado sobre uma blusa branca com ombreiras. As duas peças juntas criavam um visual moderno e novo. Mesmo Giorgio Armani, o árbitro italiano do bom gosto, ficou impressionado. "Gosto realmente da idéia desses casacos de corte masculino, mas com cores femininas. Também do misto de casacos clássicos com saias muito especiais com a renda que se move, de cores muito sofisticadas. Não é nada, nada vulgar." (Por Joelle Diderich)

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Sony nega acordo pela compra de catálogo de Michael Jackson / Abril 2002


NOVA YORK (Variety) - A Sony Music manifestou-se na terça-feira para dar fim às especulações de que estava em negociações pela aquisição de metade da ATV Music Publishing, que inclui mais de 250 canções do catálogo dos Beatles, pertencente ao astro Michael Jackson. "Não estamos em discussões com o sr. Jackson sobre a venda de sua parcela do catálogo da ATV", declarou um representante da Sony. "Esses rumores são completamente infundados". Mas as conversas internas sobre um possível acordo chamaram atenção para a situação financeira do astro, que vem se deteriorando com a queda da venda de discos, despesas legais e custos de vida altíssimos. Fontes conhecedoras da situação disseram que a Sony, cuja divisão Epic lança os discos de Jackson, não queria comprar as canções dos Beatles, e sim tomar posse delas. A fatia de Jackson no catálogo seria cedida como pagamentos de empréstimos feitos ao cantor no valor de cerca de 200 milhões de dólares. Nos anos 1980, época do auge de sua carreira, o "Rei do Pop" atingiu o recorde com o álbum "Thriller", o mais vendido da história. Já as vendas de seu mais recente disco, "Invincible", que custou 30 milhões de dólares, sequer ultrapassaram a marca dos 2 milhões em seis meses. Perder o catálogo dos Beatles poderia aliviar a curto prazo seus problemas financeiros, mas certamente não é um bom negócio a longo prazo. Canções como "Yesterday" são uma mina de ouro em receita, uma vez que recebem 250 mil dólares por cada uso. Depois de ceder a parcela que cabe a Paul McCartney e ao espólio de John Lennon, as músicas do quarteto de Liverpool representam uma fonte de renda estável. Se o lucro de Jackson como artista continuar a despencar, pode ser inevitável que tenha que matar sua galinha dos ovos de ouro. (Por Justin Oppelaar)

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Yoko Ono manda gravar "Imagine" em placa do Piccadilly Circus / Abril 2002


LONDRES - Yoko Ono espera dar uma chance à paz em Piccadilly Circus, um dos locais turísticos mais importantes de Londres. A viúva do ex-Beatle John Lennon pagou cerca de 150 mil libras (213.300 dólares) para ter uma das frases de "Imagine" gravada em uma placa. As palavras escolhidas foram: "Imagine all the people living life in peace" (imaginem todas as pessoas vivendo em paz). Ono, cujo marido foi morto por um fã irado em 1980, disse em um comunicado que: "Depois dos horríveis acontecimentos de 11 de setembro, pensei que seria importante lembrar as pessoas dessa mensagem porque o mundo precisa de paz." "Primeiro eu coloquei a frase na Times Square (em Nova York) -- ainda está lá -- depois em Tóquio, levei a mesma mensagem em japonês, e eu queria que ela ficasse em Londres porque é uma cidade pela qual tenho um carinho especial e diversas memórias."

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Sai Tyson, entra Paul McCartney / Abril 2002


Na última semana, Paul McCartney anunciou as datas de sua primeira turnê norte-americana, após cerca de dez anos. Batizada de "Driving USA", ela começa dia 1º de abril, em Oakland, na Califórnia, e depois passa por mais 18 cidades. Nos dias 5 e 6 de abril, McCartney se apresenta no MGM Grand Hotel, em Las Vegas, onde iria acontecer a luta de boxe entre Mike Tyson e Lennox Lewis. O confronto foi cancelado, recentemente, pois a Comissão Atlética de Nevada negou a licença esportiva de Tyson. Então, ele sai e o ex-Beatle entra. De acordo com fontes ligadas ao promotor do hotel, Scott Ghertner, McCartney recebeu 3 milhões de dólares para tocar. Por este motivo, os ingressos serão bem salgados. Alguns vão pagar até 350 dólares para assistir ao show.

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Fita rara dos Beatles vai a leilão / Abril 2002


Depois de anunciar a posse de um manuscrito contendo a letra de "Hey Jude" (veja internota), a casa de leilões Christie, em Londres, coloca outra raridade dos Beatles sob o martelo. Trata-se de uma fita, datada de 1965, contendo diversas versões da música "She Said, "She Said". Ela traz 32 minutos de gravação, incluindo até uma conversa entre Paul McCartney e John Lennon. Por enquanto, o material pertence a um colecionador norte-americano chamado Chris Lopez. De acordo com o site Liverpool Echo, Lopez teria tentando negociar a fita com Yoko Ono, Julian Lennon e a gravadora dos Beatles, EMI, antes de leva-la a leilão. A relíquia está estimada em 152 mil libras (o equivalente a 252 mil reais).

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Paul McCartney pode ser pai outra vez / Março 2002


Nova York - Se Mick Jagger pode, Paul McCartney também. A nova obsessão da imprensa inglesa é tentar descobrir o quanto há de verdadeiro nos rumores de que o roqueiro vai ser pai de novo, aos 59 anos. O frenesi começou quando a noiva do ex-beatle, Heather Mills, comentou que quer muito "começar uma família". Os rumores ganharam força esta semana quando ela foi flagrada comprando vitaminas e suplementos alimentares para mulheres grávidas em uma farmácia de Londres. Mills despistou dizendo que elas eram "para uma amiga".

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McCartney e Sting concorrem ao Oscar / Março 2002


(Hollywood) - Divulgada, em Beverly Hills, na Califórnia, a lista dos indicados ao Oscar 2002 promove uma das melhores brigas que a academia já viu na categoria Melhor Canção. Entre os cinco indicados, o ex-Beatle Paul McCartney aparece com "Vanilla Sky", música que ele cedeu exclusivamente para o filme de mesmo nome, a pedido do diretor Cameron Crowe, e Sting aparece com "Until", do filme "Kate & Leopold". Os dois veteranos do rock terão uma bela disputa pela frente, pois os demais concorrentes são extremamente gabaritados: a cantora Enya (uma das campeãs de venda do ano passado) foi indicada com a música "May It Be", do filme "Senhor dos Anéis  A Sociedade do Anel"; Randy Newman com "If I Didn't Have You", de "Monstros S/A"; e Diane Warren (que já compôs músicas para Aerosmith e Kiss, entre outros) com "There We'll Be", do americanóide "Pearl Harbor". A septuagésima quarta edição do Oscar está marcada para o dia 24 de março. O filme que mais recebeu indicações, este ano, foi "Senhor dos Anéis  A Sociedade do Anel" (com treze). O musical "Moulin Rouge", com Nicole Kidman, e "Uma Mente Brilhante", com Russell Crowe, ficaram atrás com oito indicações cada. O filme brasileiro, "Abril Despedaçado", era um concorrente certo, mas inexplicavelmente ficou de fora

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Manuscrito de "Hey Jude", dos Beatles, será leiloado / Março 2002


LONDRES - O manuscrito da letra de "Hey Jude", composta por Paul McCartney e que se tornou um dos maiores sucessos dos Beatles, irá a leilão em Londres, em abril, com a expectativa de ser vendido por até 80 mil libras (114 mil dólares). O manuscrito incompleto da canção foi encontrado por um fã dos Beatles numa barraca de uma feira em 1971, apenas três anos depois de a canção ter sido gravada. É uma folha única de papel não-pautado, que traz 19 linhas escritas em tinta azul, na letra bonitinha de McCartney. Mas, assim como uma outra cópia do manuscrito, leiloada anteriormente, os últimos versos estão faltando. A casa de leilões Christie's, que vai colocar o documento à venda em 30 de abril, especulou que o motivo pelo qual faltam versos seria a dificuldade que McCartney encontrou para concluir a letra. McCartney disse que começou a compor a canção para consolar o pequeno Julian Lennon, triste com o fim do casamento de seu pai, John, com Cynthia Lennon, provocado pela entrada em cena de Yoko Ono. "Como amigo da família, decidi ir até Weybridge e lhes dizer que estava tudo bem", explicou McCartney, numa nota contida no catálogo do leilão. "Comecei a cantarolar: 'Hey Jools (apelido de Julian), don't make it bad, take a sad song and make it better...'. Era uma mensagem de otimismo e esperança para Julian. Sim, cara, seus pais se divorciaram. Sei que você não está feliz agora, mas você vai ficar bem." McCartney disse que, mais tarde, mudou a letra para "Hey Jude" por causa de um personagem no musical "Oklahoma!", para conferir um som mais country à canção. John Lennon descreveu a música como uma das obras-primas de McCartney e disse acreditar que era uma mensagem subconsciente de Paul para ele, encorajando-o a continuar com Yoko. Julian Lennon contou que só 20 anos mais tarde descobriu que "Hey Jude" tinha sido feita para ele e que ainda hoje se emociona quando a ouve.

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Querem vender o Abbey Road / Março 2002


(Londres) - O estúdio Abbey Road, onde os Beatles gravaram a maioria de seus grandes sucessos, pode ser colocado à venda a qualquer momento. Do jeito que anda a situação financeira de seus proprietários (a gravadora EMI), não há outra solução, senão desfazer-se do estúdio mais famoso do mundo junto com outras propriedades estimadas em 285 milhões de libras. Mesmo que isso aconteça, a companhia britânica não conseguirá escapar da crise tão fácil. Hoje, ela enfrenta pelo menos dois grandes Problemas (com P maiúsculo mesmo): o primeiro, desencadeado pela recente demissão da cantora Mariah Carey e, o segundo, com o acordo de vendas feito com a HMV Media. Estima-se que a EMI tem uma dívida equivalente a 1,1 bilhão de libras (cerca de 3,8 bilhões de reais)  e esta bronca, não tem Abbey Road que agüente.

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Conselho de Liverpool salva palco histórico dos Beatles / Março 2002


LONDRES - Um conselho local da terra natal dos Beatles, Liverpool, conseguiu na quinta-feira salvar o palco de madeira onde John Lennon conheceu Paul McCartney, em 1957. "Liverpool sem os Beatles seria como Stratford-Upon-Avon sem Shakespeare", disse o membro do Conselho de Liverpool, Matt Finnigan. "Se não tivéssemos salvado o palco, ele teria acabado como palitos de fósforo". McCartney conheceu Lennon no palco da igreja de São Pedro na cidade de Liverpool, no norte do país, quando Lennon cantava com sua banda, a Quarrymen. "McCartney disse a Lennon que sua guitarra estava fora de tom. Lennon ficou impressionado e pediu que Paul se juntasse à banda. O resto é história", disse Finnigan. A igreja de São Pedro planejava remover o palco durante uma reforma. Finnigan disse que o Conselho guardará o palco até encontrar um novo lar para ele. "Mas ele não vai deixar Liverpool", garantiu.

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Ex-Beatle sem título de nobreza / Março 2002


Ao contrário do que se pensava, George Harrison não receberá o título de nobreza, durante o Jubileu de Ouro da Rainha, marcado para o dia 3 de junho. Quem confirmou a notícia foi Bob Wareing, membro do parlamento britânico, em Merseyside, na Inglaterra. Na verdade, muitos fãs dos Beatles ficaram surpresos pelo fato de Harrison não receber a honra quando estava vivo. O guitarrista morreu em novembro do ano passado, vítima de câncer (veja internota). Quem já recebeu o título de nobreza, recentemente, foi o produtor dos Beatles, George Martin, e Paul McCartney.

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McCartney elege Lennon seu maior herói / Março 2002


Londres - O maior herói de Paul McCartney é seu antigo parceiro John Lennon. Foi o que o ex-beatle, que este ano concorre ao Oscar de melhor canção, garantiu à enquete da revista Mojo, acrescentando que ele também considera heróis os dois outros beatles, além de Elvis Presley, Little Richard e Nat King Cole. Sobre Lennon, assassinado em 1980, McCartney disse admirar seu talento, espírito, coragem e humor. Lennon também foi citado com herói pelos irmãos Gallagher, Noel e Liam, do Oasis.

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Beatles e U2 faturaram mais em 2001 / Março 2002


Nova York - Os Beatles e o U2 foram os grupos que mais faturaram no mundo pop em 2001, de acordo com um estudo feito pela revista inglesa Heat. O quarteto inglês, que liderou as vendas de discos nos Estados Unidos graças à compilação 1, faturou cerca de US$ 97 milhões no ano passado, enquanto Bono e seus companheiros levaram cerca de US$ 90 milhões, graças à Elevation Tour e às vendas de All That You Can´t Leave Behind. Elton John e Pink Floyd ficaram com o terceiro e quarto lugares, com US$ 41 milhões e US$ 24 milhões, respectivamente. A maior surpresa é a presença de Dido na quinta posição. A cantora, que viu seu disco No Angel ficar parado nas prateleiras em 1999, faturou US$ 18 milhões desde que Eminem incluiu um sample de Thank You em seu hit Stan.

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McCartney troca turnê européia por mais shows nos EUA / Março 2002


Londres - Paul McCartney decidiu cancelar o braço europeu de sua nova turnê, seu primeiro grande giro em 10 anos. Ao mesmo tempo, o ex-beatle resolveu estendê-la dentro dos Estados Unidos. Isto porque, segundo sua assessoria, os shows na Europa são menos rentáveis. A informação foi divulgada hoje pela imprensa britânica. Assessores de McCartney confirmam apenas que Drivin´ USA, para promover o álbum Driving Rain, deve ser prorrogada nos Estados Unidos e que o astro ainda estuda alternativas para levar os shows à Europa.

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Oscar de melhor canção terá disputa acirrada / Março 2002


Nova York - A categoria de melhor canção do Oscar deste ano tem vários nomes importantes do pop. Receberam indicações na 74ª edição do prêmio Paul McCartney, Sting, Enya e os já veteranos Diane Warren e Randy Newman. McCartney concorre com Vanilla Sky, do filme homônimo de Cameron Crowe; Sting tenta levar a estatueta por Until, da comédia romântica Kate & Leopold; e Enya emplacou na disputa a faixa May It Be, de O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel. Diane Warren foi indicada por There You´ll Be, de Pearl Harbor cantada por Faith Hill; e Randy Newman concorre ao Oscar por If I Didn´t Have You, de Monstros, S.A.. O vencedor da categoria no ano passado foi Bob Dylan, por Things Have Changed, de Garotos Incríveis. Tradicionalmente os indicados nesta categoria cantam ao vivo na cerimônia de entrega dos prêmios, que está marcada para 24 de março, em Hollywood.

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Paul McCartney põe o pé na estrada outra vez / Fev. 2002


LONDRES (Reuters) - Paul McCartney vai por o pé na estrada novamente, pela primeira vez em quase 10 anos. Em comunicado à imprensa divulgado na segunda-feira, o ex-Beatle anunciou que fará uma turnê pelos Estados Unidos, começando no início de abril. A turnê "Drivin' USA", saindo da Califórnia e terminando em Nova York, terá 14 shows, mais um adicional no Canadá. "Estou emocionado por voltar a viajar em turnê, cantando com uma banda nova e incluindo nos shows algumas canções que nunca antes cantei ao vivo", disse McCartney. Segundo o comunicado, o cantor e compositor -- que, em maio, levará a turnê à Europa -- já fez 252 shows com os Beatles, 142 com seu grupo Wings e 195 como artista solo.

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Paul McCartney anuncia sua primeira turnê em 10 anos / Fev. 2002


Londres - Sir Paul McCartney vai voltar à estrada. O ex-beatle anunciou hoje que fará uma grande turnê pelos Estados Unidos, a primeira em dez anos. Drivin´USA começa em abril. Terá 14 apresentações, da Califórnia a Nova York, passando por uma cidade canadense, e poderá ser estendida à Europa. "Estou muito empolgado por estar de volta, tocando com uma nova banda e mostrando músicas que eu nunca toquei em show nenhum", disse McCartney, que ontem apareceu cantando no intervalo do programa recordista de audiência da TV americana, o Super Bowl. Desde os ataques terroristas de 11 de setembro, o ex-beatle, que está com 59 anos, tem participado de diversos concertos beneficentes. Seu último álbum, que inspirou a turnê, é Driving Rain, o primeiro com material inédito em quatro anos.

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Michael Jackson compra nova briga com ex-Beatles / Fev. 2002


Nova York - Michael Jackson comprou outra briga com os Beatles remanescentes e a viúva de John Lennon, Yoko Ono. O pop star, que é dono do catálogo de músicas do grupo, vendeu a canção When I´m 64 para um comercial da empresa Allstate Insurance, uma companhia de seguros. O pior é que a música será cantada por Julian Lennon, filho de John e desafeto de Yoko. Jackson já tinha licenciado anteriormente Revolution e Good Day Sunshine para comerciais de TV. Os Beatles nunca tinham permitido que suas canções fossem associadas a produtos comerciais. Paul McCartney, Ringo Starr e os herdeiros de George Harrison têm declarado interesse em comprar o catálogo de volta, mas Jackson não aceita proposta nenhuma.

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Paul McCartney e seu novo show / Fev. 2002


Depois de se apresentar no famoso Super Bowl, em Nova Orleans, no próximo domingo (dia 3), onde fará uma versão especial de "Freedom" (veja internota), Sir Paul McCartney pretende fazer alguns shows pelos Estados Unidos. Em entrevista para a Fox, o ex-Beatle disse que vai misturar músicas novas com antigas: "Você precisa balancear as coisas. Quando nós tocávamos "Baby's In Black", os fãs pediam "She Loves You". Só que nós achávamos "Baby's In Black" melhor. No final das contas, estávamos certo... Você precisa fazer aquilo que quer e o que gosta. Mesmo assim, o show não pode ser só composto por músicas velhas". As datas da turnê de Paul McCartney ainda não foram agendadas, mas alguns shows devem ser realizados no Madison Square Garden, em Nova York.

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Políticos e astros pop vão participar do jubileu da rainha / Fev. 2002


LONDRES (Reuters) - Os maiores nomes britânicos do pop e da política estão sendo recrutados para poupar constrangimento à rainha Elizabeth neste ano, quando acontece seu jubileu de ouro, evento que as autoridades reais temem ser um fracasso de público. Os veteranos do rock Mick Jagger e Paul McCartney vão juntar-se ao primeiro-ministro Tony Blair para tentar transformar o 50o aniversário do reinado de Elizabeth numa comemoração memorável. Os chamados à população britânica para que saia às ruas para manifestar seu apoio à chefe da família real vêm sendo recebidos com apatia. Já estão sendo feitas comparações negativas com o jubileu de prata, em 1977, quando centenas de milhares de pessoas fizeram festas e saíram às ruas para ver Sua Majestade passar. Procurando demonstrar despreocupação, um porta-voz de Blair observou, no domingo, que ainda faltam 120 dias para o aniversário propriamente dito. Mas faltam bem menos dias do que isso para o 50o aniversário da morte do pai da rainha, o rei George VI, que aconteceu em 6 de fevereiro de 1952, ocasião em que Elizabeth voltou às pressas de uma viagem ao Quênia para ser proclamada rainha. Um dos pontos altos do jubileu de ouro será um concerto de rock que acontecerá nos jardins do Palácio de Buckingham, a residência da rainha em Londres. Vão se apresentar no concerto, programado para 3 de junho, vários nomes lendários do pop, incluindo o ex-Beatle Paul McCartney, o Rolling Stone Mick Jagger e Phil Collins, ex-baterista do Genesis. Entre os cantores convidados para participar do show, que será visto por mais de 12 mil fãs e todos os membros mais importantes da família real, figuram a diva do soul Aretha Franklin, Stevie Wonder e Bryan Adams. É possível que também cantem no show o ídolo pop britânico, Robbie Williams, mais jovem do que alguns dos outros artistas, e o cantor mais maduro Elton John.

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Julian Lennon regrava som dos Beatles / Fev. 2002


Recentemente, Julian Lennon, o filho mais velho de John Lennon, regravou uma música dos Beatles para um anúncio de TV, nos Estados Unidos. "When I'm Sixty-Four", composta, originalmente, por seu pai e por Paul McCartney, será veiculada em uma campanha de um grupo financeiro chamado Allstate. O comercial vai ao ar, na terra do Tio Sam, ainda este mês

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Disco de George Harrison fica em 1o lugar na Grã-Bretanha / Fev. 2002


LONDRES (Reuters) - O disco "My Sweet Lord", do ex-Beatle George Harrison, conquistou o primeiro lugar nas paradas de sucesso britânicas sete semanas depois da morte do guitarrista, em 2001. O álbum, de 1971, relançado em 14 de janeiro, desbancou outro disco lançado postumamente, o "More than a Woman", da cantora norte-americana Aaliyah, morta em um acidente de avião no ano passado. Segundo a UK Charts Company, responsável por compilar as listas dos discos mais vendidos, acredita que seja a primeira vez que produções de artistas já falecidos ocupam o topo das paradas britânicas.

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Sir. Paul não cansa de prestar tributo / Fev. 2002


Depois de encabeçar o Concerto Para Nova York, principal evento em benefício das vítimas dos atentados terroristas do dia 11 de setembro (veja internota), Paul McCartney fará outra apresentação com propósito similar. Desta vez, acompanhado por um grupo de 500 jovens, ele tocará a música "Freedom" antes de um jogo no famoso Super Bowl, no Louisiana Superdrome, em Nova Orleans. "Como fã de esporte, fico muito feliz de poder tocar no Super Bowl. Como músico, é uma honra colocar minha voz neste tributo", disse o ex-Beatle. O tributo no Super Bowl está marcado para o dia 3 de fevereiro e será transmitido para mais de 800 milhões de pessoas ao redor do mundo.

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Paul McCartney vai cantar no Super Bowl / Fev. 2002


LONDRES (Reuters) - Paul McCartney vai cantar ao vivo na grande final do futebol americano, o Super Bowl, no próximo mês em Nova Orleans. Ele fará um tributo aos heróis dos ataques de 11 de setembro em uma homenagem que será vista por quase um bilhão de pessoas. "Como fã do esporte, estou emocionado por ter a oportunidade de estar envolvido no Super Bowl e, como músico, me sinto honrado por participar da mensagem de tributo do Super Bowl deste ano", disse o ex-Beatle em comunicado. Os organizadores da Liga de Futebol Americano (NFL) disseram que o jogo, previsto para o dia 3 de fevereiro no Louisiana Superdome, será assistido por 130 milhões de pessoas nos Estados Unidos e transmitido para outros 800 milhões de espectadores em todo o mundo. McCartney terá ao seu lado 500 jovens representando os 180 países que vão televisionar o Super Bowl. No dia 11 de setembro, McCartney estava na pista do aeroporto JFK de Nova York esperando para decolar quando dois aviões colidiram contra as torres do World Trade Center. "Eu estava dentro de um avião do aeroporto de Nova York. Isso vai ficar comigo para sempre", disse McCartney, que então escreveu a música "Freedom", visando levantar fundos para as vítimas.

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Viúva de George Harrison processa / Fev. 2002


A viúva de George Harrison, Olivia Harrison, está acusando um ex-cunhado de roubar itens da casa onde ela vivia com o ex-Beatle, em Los Angeles. Olivia abriu um processo contra Carl Roles e a esposa dele, Carol, e quer receber uma indenização por apropriação indébita, venda e lucro sob materiais alheios. De acordo com as acusações, Carl teria entrado em contato com um repórter, no dia 30 de novembro (apenas um dia após a morte de Harrison), mostrando interesse em vender objetos pessoais do guitarrista. Ele e a esposa exibiram diversos itens para um colecionador (na verdade, um agente do FBI disfarçado) e admitiram que tudo havia sido tirado da casa do músico, em Los Angeles. Agora, o assunto será discutido, oficialmente, no tribunal, no dia 1º de fevereiro.

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Single de Harrison traz foto inédita / Fev. 2002


O maior clássico do ex-Beatle George Harrison, "My Sweet Lord", será relançado, no próximo dia 14, com uma foto inédita tirada pelo guitarrista. O single só está saindo, devido a uma pressão dos fãs ingleses, que queriam imortalizar uma homenagem ao músico, morto vítima de câncer no dia 29 de novembro (veja internota). As vendas serão revertidas para a instituição Material Charitable Foundation, que auxilia, principalmente, crianças e pessoas de baixa renda ao redor do mundo. Quando "My Sweet Lord" foi lançada, pela primeira vez, em janeiro de 1971, ela ocupou a primeira posição da parada britânica, permanecendo no topo por cinco semanas consecutivas.

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Beatles e Ramones lideram polêmica lista da revista Spin / Fev. 2002


NOVA YORK (Reuters) - A revista musical Spin divulgou nesta quarta-feira uma polêmica lista das 50 maiores bandas de rock, que coloca o Ramones à frente do Led Zeppelin e os punks do Husker Du superando o Pink Floyd. A única posição que não deverá causar controvérsia é a liderança dos Beatles, donos do primeiro lugar. Mas, da segunda colocação em diante, o descontentamento é garantido para muitos fãs. Segundo os editores da Spin, os Ramones, pioneiros do punk nova-iorquino, vêm na cola dos Beatles, deixando o Led Zeppelin em terceiro. A lenda do reggae Bob Marley, acompanhado dos Wailers, ficou na quarta posição, à frente do Nirvana. "A genialidade dos Ramones é que eles, em dois minutos, falavam o que a maioria das bandas gastavam cinco minutos para dizer", afirmou Deryck Whibley, da banda Sum-41, em entrevista à Spin. Na edição de fevereiro, a Spin explicou que seus editores escolheram os 50 maiores grupos de rock porque "as bandas estão de volta" depois de mais cinco anos dominados por "rappers, dançarinos e DJs". A revista percebeu que grupos como Creed, Incubus, Staind e Linkin Park conseguiram sucesso seguindo a trilha das grandes bandas que "venderam a alma e destruíram camarins pelo rock'n roll". O critério para a escolha da lista era que as bandas tivessem "feito história com um som inovador, atitude marcante ou bom corte de cabelo". Além disso, "as bandas teriam que claramente e inegavelmente influenciar os dias de hoje" e teriam que "ser grupos dos quais gostamos profundamente". Isso talvez explique porque bandas como U2 (13o.lugar), Grateful Dead (27o.), The Who (39o.), Beach Boys (45o.) e Pink Floyd (49o.) estejam atrás de grupos menos conhecidos mas bastante influentes, como The Smiths (21o.), Pavement (30o.), Fugazi (31o.) e New Order (41o.). O top 10 da lista da Spin é concluído, da sexta à décima posição, por Parliament/Funkadelic, seguida de The Clash, Public Enemy, Rolling Stones e Beastie Boys. Nomes famosos como Steely Dan, o quarteto folk Crosby, Stills, Nash & Young e Bruce Springsteen ficaram de fora da lista.

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Clássicos dos Beatles viram canções de ninar / Fev. 2002


NOVA YORK (Reuters) - Fãs das melodias clássicas dos Beatles, que andam fartos de ouvir arranjos de seus ídolos ao estilo "música de elevador" e covers de má qualidade, podem se animar. Acaba de ser lançada uma nova coleção dos Fab Four voltada a uma nova geração de ouvintes. O artista Jason Falkner, fã inveterado do grupo, criou o álbum "Bedtime with the Beatles: Instrumental Versions of Classic Beatles Songs", contendo 11 melodias do rapazes de Liverpool em arranjos instrumentais inovadores que as transformaram em canções de ninar. Não foi fácil pegar os clássicos que acompanham o músico de 33 anos desde sua infância e retrabalhá-los, transformando-os em canções de ninar que acalmam, sem ser entediantes. "Não se trata de `muzak"', disse Falkner à Reuters, referindo-se à empresa especializada na espécie de música de fundo comumente ouvida em elevadores. Ele contou que, num primeiro momento, resistiu à idéia. Mas, depois de trabalhar na primeira canção e ter a orientação da Sony Wonder, uma divisão da Sony Music e selo do disco, ele "realmente aderiu" aos projeto. "Todo o mundo conhece essas canções. É difícil fazê-las instrumentalmente e não deixar que percam o som clássico de Lennon e McCartney", explicou. O disco de canções de ninar, disponível em embalagem azul clara ou cor-de-rosa, inclui "Blackbird", "The Long and Winding Road", "Michelle" e "Across the Universe". Além das lojas de música, o álbum "Bedtime With The Beatles" pode ser encontrado no site CDNow.com, juntamente com discos do próprio Jason Falkner.

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Rita Lee ataca de Beatles e outras "antigonas" em novo show / Fev. 2002


SÃO PAULO (Reuters) - Depois de homenagear os Beatles com o disco "Aqui, Ali, em Qualquer Lugar", a "tia" do rock brasileiro, Rita Lee, volta aos palcos com a turnê "Yê Yê Yê de Bamba". Para tocar as músicas do quarteto de Liverpool com arranjos para lá de tropicalistas, Rita Lee juntou uma banda de feras: João Barone (Paralamas do Sucesso) na bateria, os ex-Cor do Som Dadi Carvalho e Ary Dias no baixo e na percussão, respectivamente, William Magalhães (Banda Black Rio) nos teclados e o maridão Roberto de Carvalho na guitarra e vocais. O show, que estréia no dia 5 de janeiro no Canecão, no Rio de Janeiro, abre com "A Hard Day's Night", e depois disso viaja por uma série de músicas "antigonas", dela e de outros artistas. O repertório dos Beatles deve variar de show para show, informa a assessoria de imprensa de Rita Lee, inclusive com algumas versões que foram vetadas para o disco por terem sido consideradas "exóticas demais" pela editora que cuida das músicas de John, Paul, George e Ringo. Além das músicas do último disco, a roqueira promete o bis "Miss Simpatia", onde ela e Roberto voltam ao palco e atendem os pedidos da platéia, com muito improviso. A agenda dos shows -- ainda provisória -- pode ser consultada no site da cantora -- http://www.ritalee.com.br.

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Revista britânica elege as 100 melhores fotos do rock / Fev. 2002


(Londres) - Em uma edição luxuosa de 212 páginas, a revista britânica Q publicou as 100 melhores fotos do rock e a história por trás de cada uma delas. Bono, do U2, tomando banho, Aretha Franklin fumando ou Kurt Cobain chorando são alguns dos momentos mágicos registrados na revista. Porém, a melhor foto da história do rock, segundo críticos, pertence ao The Clash. Nela, o baixista do grupo, Paul Simonon, destrói seu instrumento, demonstrando uma incrível rebeldia. Tirada por Pennie Smith, em 1979, ela chamou tanto a atenção, que acabou ilustrando a capa do álbum "London Calling", um marco na carreira do Clash. Em segundo lugar, ficou uma imagem estilizada de David Bowie, tirada por Terry O'Neil, por volta de 1974, e, em terceiro, uma fotografia do último show dos Beatles. Portanto, aficionados por música e imagens históricas não podem nem pensar em perder.

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Beatles foram os mais importantes do showbiz em 2001 / janeiro 2002


(Nova York) - O quarteto de Liverpool resiste na memória através das ótimas vendagens da coletânea de hits 1 e bons trabalhos de Paul McCartney. Já há planos de livros e novas coletâneas para 2002. Britney Spears e o ´N Sync continuaram fazendo sucesso em 2001, mas os Beatles foram a banda mais importante do showbiz este ano. Impulsionados pelas vendas da coletânea 1, o grupo de Liverpool ficou no terceiro lugar da lista das celebridades mais poderosas da revista Forbes (atrás apenas de Tom Cruise e Tiger Woods), Paul McCartney capitalizou em cima da obra do Wings e John Lennon voltou a ser inspiração para os americanos depois dos atentados terroristas de 11 de setembro. Ao que tudo indica, 2002 vai continuar sendo uma boa fase para a banda, apesar da morte de George Harrison, em 29 de novembro. Logo no início do ano, os Beatles provavam que ainda eram um fenômeno no mercado fonográfico mundial. O álbum 1, uma compilação com 27 músicas que chegaram ao primeiro lugar das paradas dos Estados Unidos ou da Inglaterra, foi parar no topo da lista dos mais vendidos, com 215 mil unidades voando das prateleiras em uma semana. Em pouco mais de um mês, 5,8 milhões de cópias vendidas apenas nos Estados Unidos. No mundo inteiro, o CD teve 20 milhões de unidades vendidas no período de apenas nove semanas. Depois do sucesso de 1, é claro, mais um disco de hits dos Beatles estava sendo considerado pelos integrantes da banda, pelo menos enquanto Harrison ainda estava vivo. A informação foi divulgada pelo baterista Ringo Starr em entrevista para o programa Access Hollywood, da emissora americana NBC. Segundo ele, um encontro com Harrison e Paul McCartney estava marcado para eles discutirem a produção de 2. O clima emocional que cercou os dias finais do guitarrista pode atrasar o projeto, mas a reação dos fãs é um bom sinal de que ainda há grande apetite pelos Beatles.

Bilionário - Quem mais capitalizou com a nova onda de sucesso do grupo foi McCartney, que virou o primeiro bilionário do show business britânico. O músico de 58 anos ficou no topo da lista dos artistas mais ricos da Grã-Bretanha, publicada pelo jornal Sunday Times. A fortuna dele está avaliada em US$ 1,02 bilhão. Ele também herdou US$ 197,6 milhões da fortuna pessoal de sua mulher, Linda McCartney, que morreu de câncer no seio. Para homenagear Linda e ganhar mais alguns trocados, ele anunciou que vai também lançar um livro sobre a história do Wings (Wingspan, o disco, estreou no segundo lugar da parada dos Estados Unidos e se tornou seu álbum mais bem-sucedido da fase pós-Beatles, enquanto o documentário de mesmo nome foi acompanhado por 15 milhões de pessoas na TV americana). O volume deve trazer fotos inéditas de Linda feitas nos bastidores dos shows da banda, formada logo depois da dissolução dos Beatles. O músico também ganhou dois tributos: Listen to What the Man Said: Popular Artists Pay Tribute to the Music of Paul McCartney, com participações de nomes como Barenaked Ladies (Junk), They Might Be Giants (Ram On) e Matthew Sweet (Every Night), e Coming Up: Independent Artists Pay Tribute to the Music of Paul McCartney, com nomes obscuros do mercado independente, como Starbelly (Let ´Em In), Jellybricks (Take It Away) e Mark Bacino (Every Night). O novo álbum de estúdio dele, Driving Rain, também foi bem-recebido, apesar de não ter se tornado best-seller instantâneo. Ao contrário do contemporâneo Mick Jagger (cujo disco Goddess in the Doorway foi detonado pela crítica e teve vendas fraquíssimas), ele conseguiu fazer um trabalho de produções frescas, com uma sonoridade cheia de identidade. McCartney ainda virou o ídolo dos bombeiros ao organizar o Concert For New York City, no Madison Square Garden, em outubro, uma espécie de catarse coletiva que teve aparições de Hillary Clinton, o prefeito Rudolph Giuliani, além de David Bowie, Mick Jagger e Bon Jovi.

Lennon, por sua vez, ganhou sua maior homenagem dos últimos tempos, um tributo no Radio City Music Hall que ganhou uma boa dose extra de emoção depois dos atentados terroristas. Nomes como Lou Reed, Alanis Morissette, Moby e Cyndi Lauper participaram do show Come Together: A Night for John Lennon´s Words and Music, que teve vários momentos brilhantes e uma boa mistura de talentos jovens com músicos consagrados. Imagine, é claro, virou um dos hinos do fim do ano e apareceu em várias coletâneas patrióticas. O músico também ganhou sua maior exposição de todos os tempos na sede do Rock and Roll Hall of Fame, em Cleveland. A mostra, batizada de John Lennon: His Art and Work, conta toda a trajetória do astro com objetos, manuscritos e roupas cedidas por Yoko Ono e uma série de colecionadores. No ano que vem, além dos projetos relacionados aos Beatles e de mais homenagens a Lennon, McCartney deve fazer uma turnê promocional para Driving Rain e também vai ter sua vida vasculhada por Andrew Morton, que acaba de lançar uma biografia não-autorizada de Madonna (Madonna). O músico, aparentemente, não está preocupado, porque sua vida era "um livro aberto" na época dos Beatles. O único problema seria o passado de sua atual namorada, a ex-modelo Heather Mills, que teve um casamento e conseqüente divórcio problemáticos, nos quais o autor deve "fuçar" bastante. É esperar para ver.

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Paul McCartney quer fim de caça à raposa na Grã-Bretanha / janeiro 2002


LONDRES (Reuters) - O ex-Beatle Sir Paul McCartney pediu novamente na quarta-feira ao governo britânico que proíba a tradicional caça à raposa com cães. McCartney e outras celebridades da Grã-Bretanha pediram ao partido Trabalhista, da situação, que permita a votação do assunto no Parlamento. O pedido aconteceu em um dos dias mais movimentados do calendário britânico de caça a raposas, quando milhares de pessoas saem à caçada ou se reúnem para protestar contra a prática. "Queremos viver em um país onde seja ilegal infringir dor e sofrimento com a caça de animais selvagens, uma atividade cruel, desnecessária e fora de moda", disse McCartney em uma carta ao governo. Os opositores do grupo de McCartney afirmam que a proibição iria prejudicar ainda mais a comunidade rural britânica, devastada este ano pelos sete meses de epidemia de febre aftosa. A proibição da caçada com cães, imposta há 10 meses para evitar a disseminação da aftosa, foi parcialmente retirada na segunda-feira. Cerca de 30 dos 300 caçadores da Grã-Bretanha receberam licenças especiais depois de provarem que medidas foram tomadas para prevenção e contenção da doença. O primeiro-ministro Tony Blair disse que após sua reeleição iria dar uma chance aos membros do Parlamento de banir a caça de raposas.

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Harrison: acabou o mistério / janeiro 2002


Acabou o mistério envolvendo o local da morte do ex-Beatle George Harrison (veja internota). De acordo com o canal de notícias norte-americano UPN News 13, o ex-beatle não morreu na casa do amigo Gavin De Becker (conforme anunciado anteriormente) e, sim, em uma propriedade de Paul McCartney, localizada em Beverly Hills. Seis meses depois de comprar a mansão de Courtney Love, McCartney convidou o companheiro para passar uma temporada lá, onde ele poderia usufruir de certa tranqüilidade. O endereço real da morte de Harrison foi divulgado depois que a polícia de Los Angeles recebeu uma queixa de fraude no atestado de óbito do músico (veja internota). Segundo especialistas, esta prática (um tanto comum) teria sido utilizada para evitar que os fãs transformassem o local em um santuário histórico.

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McCartney, Sting e Enya na briga pelo Globo de Ouro / janeiro 2002


Nova York - A briga pelo Globo de Ouro de melhor canção original deve ser boa este ano. Paul McCartney, Sting, Enya, Faith Hill e Nicole Kidman e Ewan McGregor embalam as composições que concorrem ao prêmio, que no ano passado foi parar nas mãos de Bob Dylan, por conta de Things Have Changed, da trilha de Garotos Incríveis. A categoria inclui as canções May It Be, gravada por Enya para O Senhor dos Anéis; Until, de Sting, para Kate & Leopold; Vanilla Sky, de Paul McCartney, para o filme homônimo com Tom Cruise e Penélope Cruz; Come What May, de David Baerwald, para Moulin Rouge: Amor em Vermelho; e There You´ll Be, gravada por Faith Hill para Pearl Harbor.

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A última gravação de Harrison / janeiro 2002


Em janeiro, os fãs poderão levar pra casa a última gravação feita por George Harrison. A música, "Horse To The Water", foi co-escrita pelo ex-Beatle, em parceria com seu filho Dhani, e está no disco "Big Band Rhythm & Blues", do músico e apresentador britânico, Jools Holland. Segundo um porta-voz da gravadora Rhino, este trabalho estará disponível nas lojas norte-americanas a partir do dia 8. Além da participação histórica de Harrison, o CD traz outros grandes convidados, como Sting, Eric Clapton, David Gilmour (Pink Floyd), Steve Winwood e Van Morrison.

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Harrison estava gravando novo CD / janeiro 2002


De acordo com o jornal Sunday Times, George Harrison vinha trabalhando em um novo álbum, nos meses que antecederam sua morte. O ex-beatle faleceu dia 29 de novembro (veja internota), mas tinha 25 músicas inéditas a caminho. O material estava sendo gravado em seu estúdio caseiro e já tinha até nome provisório: "Portrait of a Leg End". Jim Keltner, baterista que participou das gravações, revelou: "O CD está quase concluído... Algumas das músicas novas são um relato da vida de George nos últimos anos". Além do intenso tratamento contra o câncer, Harrison enfrentou momentos desagradáveis, em dezembro de 1999, quando um intruso arrombou sua casa e o esfaqueou repetidas vezes. Há quem diga que seu estado de saúde piorou bastante após este ocorrido.

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McCartney nega versão sobre local da morte de Harrison / janeiro 2002


LOS ANGELES (Reuters) - O mistério em torno do local onde morreu o ex-Beatle George Harrison continua. Um porta-voz de Paul McCartney desmentiu categoricamente na quinta-feira um relato divulgado por uma emissora de televisão de Los Angeles, segundo o qual Harrison teria falecido numa casa pertencente ao também ex-Beatle. Ele afirmou ainda que McCartney não possui casa nenhuma na Califórnia. A sucursal da rede UPN, a UPN News 13 de Los Angeles, divulgou na terça-feira que Harrison teria morrido em 29 de novembro de câncer numa residência isolada em Beverly Hills, adquirida por McCartney há seis meses -- a casa teria pertencido anteriormente Courtney Love. A emissora disse que McCartney visitou Harrison duas semanas antes de sua morte e lhe disse que ele poderia emprestar a casa, situada perto do Centro Médico da Universidade da Califórnia, Harrison se submeteu a tratamento contra o câncer em suas últimas semanas de vida. Mas o porta-voz de McCartney, Paul Freundlich, disse à Reuters na quinta-feira que a notícia é "totalmente fictícia" e acrescentou: "A verdade é que Paul McCartney não possui casa alguma no Estado da Califórnia, muito menos em Beverly Hills". Freundlich disse que McCartney alugou uma casa na Califórnia por pouco tempo, alguns meses atrás, enquanto gravava seu novo álbum, "Driving Rain", mas que não ofereceu qualquer casa própria ou alugada para ser usada por Harrison nos últimos dias de vida. Desde a morte de Harrison, o local onde ele faleceu está cercado de mistério. Na época, a mídia divulgou a versão de que ele morrera na casa de um amigo, o consultor de segurança Gavin de Becker, que fez o anúncio de seu falecimento. Mas a certidão de óbito oficial indica como local de falecimento um endereço que, segundo os correios e outras autoridades, não existe. Um porta-voz da polícia de Los Angeles afirmou que ninguém foi acusado de delito, lembrando que essa prática às vezes é adotada por celebridades para que os locais de suas mortes não sejam assediados por fãs ou caçadores de suvenires.

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Harrison pode ter morrido em casa pertencente a McCartney / janeiro 2002


LOS ANGELES (Reuters) - Surgiu na quarta-feira uma informação nova no mistério envolvendo a casa em que o ex-Beatle George Harrison morreu, em Los Angeles, no mês passado. Uma emissora de TV local informou que a mansão de Beverly Hills onde Harrison morreu pertence a seu ex-colega de banda Paul McCartney. Citando fontes não-identificadas, a sucursal em Los Angeles da rede UPN informou na noite de terça-feira que McCartney comprou a residência em Beverly Hills da roqueira Courtney Love seis meses atrás, e deixou que Harrison a usasse em seus últimos dias de vida. George Harrison morreu em 29 de novembro. A UPN News13 disse que, duas semanas antes de Harrison morrer, McCartney o visitou e lhe disse que poderia emprestar a mansão isolada, escondida atrás de imensos portões. A casa fica no alto de uma rua ladeada de árvores e próxima do Centro Médico da Universidade da Califórnia, onde Harrison foi submetido a tratamento em suas últimas semanas de vida, disse a emissora. Harrison morreu de câncer numa casa que, na época, a imprensa anunciou pertencer a um amigo dele, o consultor de segurança Gavin de Becker, que fez o anúncio de seu falecimento. Mas a certidão de óbito menciona um endereço que, segundo as autoridades postais, seria inexistente. Um porta-voz da polícia de Los Angeles disse que a prática de registrar um endereço falso é comum entre celebridades, para impedir que o local de morte seja assediado por fãs e caçadores de suvenires. Uma vizinha que vive na rua onde Harrison teria morrido teria dito à UPN 13 que "podia sentir emanações vindas do outro lado da rua". Desde que os Beatles se desfizeram, George Harrison passou a fugir da publicidade. Sua morte só foi anunciada quando seu corpo já tinha sido cremado.

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Lemmy lamentou a morte de George Harrison / janeiro 2002


Certamente, a comoção do último dia 29 de novembro, quando George Harrison morreu, após perder a batalha contra o câncer, vai continuar por um bom tempo. Até o durão Lemmy, líder do Motörhead, sentiu-se abalado pela perda do guitarrista. Em entrevista para a revista inglesa Kerrang!, ele disse: "É engraçado como isso me atingiu. A última morte que havia me afetado foi a de Sid Vicious, pois ele nem sequer teve a porra de uma chance. Mas George Harrison realmente me deixou pra baixo. Ele era o melhor músico nos Beatles e, no final, escreveu as melhores músicas. Enquanto Lennon e McCartney estavam em páginas de colunas sociais, Harrison sempre estava vindo com algo fabuloso".

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Fãs conversaram com Harrison dias antes de sua morte / janeiro 2002


Dois fãs dos Beatles tiveram a oportunidade de conversar com George Harrison, poucos dias antes de sua morte. Isso é o que Howie Square e seu amigo, Josh, alegam. Esta semana, eles disseram que foram até o Hospital da Universidade de Staten Island, em Nova York, onde Harrison estava internado, e, lá, conseguiram falar com ele. "George significou muito para a nossa geração... nós nos sentimos na obrigação de ir vê-lo". Square contou que a recepcionista do hospital recebeu-os bem e levou-os até o quarto do ex-Beatle. "Nós batemos na porta e George disse 'entre'. Ele estava usando aquele roupa de hospital, sentado e lendo um livro sobre religião oriental... Ele parecia tremendamente otimista". No final da visita inesperada, foi a vez de Paul McCartney e Ringo Starr adentrar a sala para visitar o amigo. "Paul se apresentou como Paul McCartney, como se nós não soubéssemos quem ele era", revelou o fã entusiasmado.

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Show do Nobel da Paz com astros poderá gerar lucro pela 1a.vez / janeiro 2002


OSLO (Reuters) - O concerto anual de entrega do Prêmio Nobel da Paz poderá arrecadar dinheiro pela primeira vez em oito anos, graças a astros liderados pelo ex-Beatle Paul McCartney, disse na terça-feira o Instituto Nobel, da Noruega. Geir Lundestad, diretor do instituto, disse que a renda do show da terça-feira passada, em honra aos vencedores de 2001, a Organização das Nações Unidas e seu secretário-geral, Kofi Annan, será revertida para um Centro do Nobel da Paz, em Oslo. "Depois de anos perdendo dinheiro, parece que teremos lucro este ano", disse Lundestad à Reuters. "Esperamos continuar lucrando no futuro." O concerto de 11 de dezembro, com audiência de 6.000 pessoas, ocorreu logo depois de uma reunião em Oslo de laureados com o prêmio, incluindo o polonês Lech Walesa e o Dalai Lama, marcando o 100o aniversário da premiação. Outros artistas que se apresentaram no concerto foram o rapper de origem haitiana Wyclef Jean, a cantora de rhythm and blues Anastacia, o grupo pop norueguês a-ha, a estrela pop australiana Natalie Imbruglia, o cantor de ópera britânico Russell Watson e um coral de 50 crianças de todo o mundo. Os artistas se apresentaram de graça, mas os organizadores pagaram despesas de viagem, disse Lundestad. Na platéia, alguns eram convidados e outros pagaram ingresso. A atriz norte-americana Meryl Streep foi a mestre de cerimônias ao lado do ator irlandês Liam Neeson.

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Ler Notícias do 2o semestre de 2001
Ler Notícias do 1o semestre de 2001




contato: [email protected] / janeiro de 2002



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