bi ribeiro

 

Nome: Felipe de Nóbrega Ribeiro
Nascimento: 30/3/61
Origem: Rio de Janeiro - RJ
Pais: Jorge Carlos Ribeiro e Luciana de Nóbrega Ribeiro
Irmãos: Andrea, Pedro, Fernando e Rafael
Instrumento: Baixo

 

Bi conheceu Herbert através do Helder (irmão do Herbert), com quem ele costumava andar de motoneta.
Em 1978 ganhou seu primeiro baixo da vovó Ondina comprado na Inglaterra e trouxe de lá também o primeiro distorcedor do Herbert, um Cry Baby. Sobre o primeiro show de 17/09/81, Bi diz que não se lembra de nada. "É tudo preto pra mim". Era a primeira vez que subia num palco!! Na época ele fazia Zootecnia na Universidade Rural do Rio de Janeiro e pretendia ser fazendeiro. Adora tudo o que é ligado à natureza e de vez em quando se aventura em viagens para o meio do mato: "Gosto de ir para o campo, andar a cavalo e ver plantas". Logo que entrou para a universidade, em 1979, começou a fazer parte do grupo de agricultura alternativa. Ele também participou do primeiro congresso de ecologia, realizado em Brasília em 1980. Mais tarde, em 1982, a sua frase ganhou num concurso sobre o meio ambiente que aconteceu na Rural!! A frase dele era: " Faça do seu meio ambiente um inteiro ambiente". 
Ele já chegou a criar um jacaré na banheira de casa, mas o bichinho começou a crescer demais e ele teve que doá-lo ao zoológico!

Bi tem um casal de Rottweilers onde mora, em Santa Teresa, a Afrodite ("Fro") e o Astor. No seu sítio, em Mendes, cria diversos animais e já andou até fazendo um curso pra aprender a fazer queijo de cabra!

É muito preguiçoso, detesta fazer exercícios: "Tocar no palco já é um grande exercício!", brinca Bi, que tem esse apelido porque o seu irmão Pedro, quando era pequeno não conseguia falar Felipe e só o chamava de Bi. Esse apelido pegou e hoje ele só é chamado dessa maneira.

Atualmente ele montou uma banda de reggae, chamada Reggae B, onde também estão presentes o Fera, Black Alien, Valnei nos vocais ( do Negril), Jean Pierre, do Cidade Negra, Cláudio (do Afroreggae), Dida, Cosme, Dikeu (os últimos do Negril). Tudo começou depois do Bumba Beat, evento realizado em São Paulo, no dia 09 de maio, em que artistas prestaram homenagem a Bob Marley. Depois da festa, veio a idéia de transformar a celebração em banda. O grupo foi batizado Reggae B porque é a banda B, a segunda, de cada um.

Bi teve influências fortes do reggae jamaicano, principalmente de Robbie Sheakspere, que considera o melhor baixista.

Ele já fez participações em discos de vários artistas, entre muitos outros:

O disco "Felicidade Urgente", do Cláudio Zoli

"Uma outra estação", da Legião Urbana, nas faixas Antes das seis" e "Travessia do eixão"

No " Só no forevis", dos Raimundos, fez a linha de baixo da música "Me lambe" e teve direito até a uma aparição no clipe deles! A banda contou que quando o Bi apareceu eles ainda nem haviam composto uma linha para o baixo, e que ele criou tudo na hora, gravando em seguida!

No disco "23 Jorge Ben Jor", participou nas faixas "Cowboy Jorge" e "Moça bonita", nesta formando o "Trio BenTimBi", como foram batizados, pois o Tim Maia também participa.

Também é dele a linha de baixo da música "Brasileiro em Tóquio", do segundo CD do Pedro Luis e a Parede, " É tudo 1 real".

Como produtor atuou no disco de estréia da banda brasiliense "Pelicanos". O trabalho se chama "Ver o sol". Foi ele também quem produziu a primeira demo tape da banda Kongo e depois acabou produzindo o primeiro LP dessa banda também.

Foi o Herbert quem produziu o segundo Cd do Negril, mas foi Bi o produtor da  fita demo deles, quando a banda ainda se chamavam KMD5. Essa fita teve uma saída de 500 cópias em shows.

Esse ano foi sua estréia como pai!  Sua filha, Teresa, nasceu dia 14 de  outubro!!

 

Algumas palavras de Herbert, Barone e Renato Russo sobre Bi:

"Ele é certamente meu maior amigo, de mais tempo e mais constante. Ele é de uma fidelidade canina com as pessoas que ele gosta." (Herbert)

"O Bi é um cara que parece um alquimista da Idade Média. Ele fala pouco, mas representa muito. O Herbert é um cara emotivo, eu sou um pouco mais racional e o Bi faz uma linha de equilíbrio entre essas tendências. Ele talvez seja, de nós, quem tem a cabeça mais aberta para o inusitado." (Barone)

"O melhor baixista do rock brasileiro é o Bi Ribeiro, dos Paralamas. Ele só tem que tirar aquela barba! Eu digo para ele: Tira essa barba menino, vem cá que eu vou barbear você!
Ele é tão bonito, parece aqueles garotos de Beverly Hills. O João Barone também é ótimo. Em termos de música não tem ninguém para Os Paralamas. As melhores coisas são as fitas demo deles. O dia em que você ouvir a demo de "A Dama e o Vagabundo", você vai dizer: esta é a melhor banda do universo!" (Renato Russo)

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