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PORQUE
O CRENTE SOFRE? Osni de Figueiredo A responsabilidade de ser crente é bem maior do que acham a maioria
dos que se decidem por seguir Jesus Cristo, porque nos eleva a uma cidadania
muito superior a esta que por natureza pertencemos, passamos a fazer parte do
reino dos céus, o que é de um privilégio
incognoscível, porem trás consigo responsabilidades que não podemos esquivar,
quando estávamos no mundo sem Deus e sem salvação seguíamos a velha e caída
natureza “os quais outrora andastes,
segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do
espírito que agora opera nos filhos de desobediência, entre os quais todos nós
também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e
dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais.”Ef
2.2e3), e vivíamos sem lei (de Deus)sendo
regidos pela lei do mundo onde o mentiroso se sobressai, o injusto prospera, a
promiscuidade tem valor e para confusão do justo, ficam aparentemente impunes,
quando o crente se deixar influenciar por estes meios ilícitos, são
disciplinados. Bem, vejamos o que diz Hebreus 2.8: “se estais sem disciplina, da qual todos se têm tornado participantes,
sois então bastardos, e não filhos”. Esta é a explicação pelo qual o mundo
não tem um retorno imediato do mal que fazem, não são filhos e sim criaturas de
Deus, só os que recebem a Cristo tem o poder de ser chamado filhos de Deus
conforme João 1 v 12, por isto o mundo se exacerba em fazer coisas erradas
querendo tirar proveito próprio ignorando a reta justiça, porem ao crente
autentico existe uma outra lei, a lei da sua segunda cidadania, a lei de
cristo, o Espírito Santo nos adverte constantemente a respeito desta lei, Ele
precisa de sensibilidade juntamente com raciocínio para atuar em nós e nos
alertar, guiar e nos prevenir dos perigos e conseqüências destes erros, Deus
não quer que soframos o castigo que espera aqueles que não tem Deus, nem sequer
o castigo de nossos erros ministrados pelo Papai que nos ama e corrige, porem
não nos usurpará das beneficias desta correção. “Filho meu, não desprezes a correção do Senhor, nem te desanimes quando
por ele és repreendido; pois o Senhor corrige ao que ama, e açoita a todo o que
recebe por filho. (Hb 12.5e6) Paulo nos afirma que Ele nos corrige para não
sermos condenados com o mundo. Quando,
porém, somos julgados pelo Senhor, somos corrigidos, para não sermos condenados
com o mundo. (ICor11-32). Coisa difícil é o crente ter uma postura de imparcialidade no seu
auto-julgamento, pois existem várias explicações para as circunstâncias
contrarias que nos acometem, podem ser de origem alheia a nós, mas pode muitas
vezes ser causada por nós mesmos e o não reconhecimento disto pode inviabilizar
a nossa vitória porque Deus garante a remoção da correção para quem se
arrepende e deixa o erro, se não reconhecer-mos o erro em nós, como nos
arrependeremos? Ficaremos confusos pela dureza de nosso próprio coração sem
conseguir discernir o que esta acontecendo conosco. Esta tem sido uma dúvida que tem abalado muitos irmãos no nosso meio,
não conseguimos compreender porque nos sobrevem certos tipos de coisas, onde
esta a falha, onde erramos, ou o que Deus esta querendo com aquilo, provar nossa fé? Tornar-nos mais
fortes? Corrigir-nos? É porque se tiver-mos a benção que precisamos ficaremos
arrogantes? Ou são circunstâncias naturais desta vida? Incomoda-nos o fato
de ver-mos pessoas que não temem a Deus terem vidas aparentemente normais, sem
muitos altos e baixos, quantas vezes vemos pessoas sem compromisso com Deus,
tendo uma fé totalmente interiorizada, destituída de obras, teórica, e são
muito mais bem sucedido na vida do que o crente que procura se desviar do mal,
observar a lei de Deus, cumprir os compromissos com sua igreja e com a
sociedade e não conseguem realizar seus projetos sociais, ficam estagnados lhes
trazendo perplexidade. O salmista Asafe viu isto e estarreceu, “Eis que estes são ímpios; sempre em
segurança, aumentam as suas riquezas. Na verdade que em vão tenho purificado o
meu coração e lavado as minhas mãos na inocência, pois todo o dia tenho sido
afligido, e castigado cada manhã.” (Sl 73.12-14). Pois se por maldade em nós estamos sendo castigados, quem
subsistirá? Não há homem que não peque, o céu não é completamente puro diante
da santidade de nosso Deus, (Jó 4.17e15.15). Estas introspecções
nos levam a questionar o tipo de amor que Deus tem para conosco
individualmente, ou seja, comigo em particular, será que eu não sou tão amado
quanto os demais? Ou não sirvo para ser aceito por ele, meu esforço em lhe
agradar não esta sendo bem sucedido e sou um crente sim, mas de Segunda classe. O Apostolo Paulo
escrevendo aos Romanos traz a luz tão necessária para este dilema no capítulo
8, ele começa nos esclarecendo que não há mais condenação nenhuma para todos
nós, não somos rejeitados não, só são rejeitados aqueles que andam segundo a
vontade da carne, pecando voluntariamente, alheio ás coisas do Espírito Santo,
mas para nós que estamos em constante auto-vigilância buscando fazer o bem por
crer nas suas santas promessas, o próprio Espírito Santo testemunha que somos
filhos de Deus aprovados e as aflições deste tempo presente não podem nem de
longe ser comparada á gloria que nos aguarda nos céus, e neste momentos de
fragilidade pelas decepções que nos acometem nesta vida, o Espírito Santo ainda
pede em nosso favor ao Pai, quem poderá nos deter nesta caminhada para o céu
com uma ajuda desta? Na verdade, nada pode nos tirar do coração de Deus, nada pode apagar
o amor que Deus tem por nós, Ele nos amou desde o princípio e quando não houve
outro jeito deu o próprio filho Jesus Cristo para morrer em nosso lugar nos
tornando também igual ao seu filho, herdeiro como Jesus, amado como Jesus,
aceito como Jesus. No salmo 44 o salmista passando por lutas e dificuldades humanas
como nós tantas vezes passamos hoje, se lembra dos escritos bíblicos como Deus
era com o seu povo abrindo mar, dando casas e terras dos ímpios para o seu povo
morar, sem nenhuma condição de vitória, foram vitoriosos, mas não fazia mais
tais sinais tão grandiosos, muitos e muitas vezes amargavam derrotas e
decepções, não via mais a mão de Deus como nos tempos bíblicos, viam sim, sua
vida envergonhada, mas mesmo diante de tal quadro afirma, “v. 17 Tudo isto nos sobreveio; todavia não nos
esquecemos de ti,...18 O nosso coração não voltou atrás, nem os nossos passos
se desviaram das tuas veredas”, ele só podia permanecer fiel dentro de tal
situação pela força do Espírito Santo em sua vida e jamais pela sua própria
força, esta é a autenticação dos salvos, como diz Paulo aos II Corintios 6 - 3 não dando nós nenhum motivo de escândalo
em coisa alguma,...v.8 por honra e por desonra, por má fama e por boa fama;
como enganadores, porém verdadeiros; v.9 como desconhecidos, porém bem
conhecidos; como quem morre, e eis que vivemos; como castigados, porém não
mortos;v.10 como entristecidos, mas sempre nos alegrando; como pobres, mas
enriquecendo a muitos; como nada tendo, mas possuindo tudo. Davi, pelo Espírito Santo sabia
o que acontecia nas suas aflições quando afirma no verso 22 do Salmo 44 “Mas por amor de ti somos entregues à morte o
dia todo; somos considerados como ovelhas para o matadouro.” Jesus era o
único filho de Deus e, portanto exemplo para os demais filhos que vieram a ser
adotados por Ele, e Jesus teve que padecer, se humilhar até a morte para poder
ser exaltado ao nível mais alto de todos, nós, que fomos aceitos por Deus
teremos também sofrimentos para alcançar o nosso lugar de repouso e glória
eterna como esta escrito: Palavra fiel é
esta: que , se morrermos com ele, também com ele viveremos; se sofrermos,
também com ele reinaremos (II Tm 2.11-12b). Estes sofrimentos não nos vêm por
simples capricho de Deus, ou por sadismo, e sim pelo simples fato de ter-mos
feito uma escolha a favor de Jesus, rompemos com o mundo e suas tendências,
somos diferentes, não mais nos identificamos com eles, não compartilhamos de
suas ações quando reprováveis, não nos detemos nas rodas dos escarnecedores
para cometer injustiças, e isto nos torna indesejáveis em suas companhias, um
corpo estranho, o mundo nos rejeita como rejeitou o nosso Mestre, não é o aluno
superior ao mestre para não passar pelas mesmas discriminações, por isto temos
(como diz Rm 8.35) A - Tribulações: o Mestre amado nos advertiu que no mundo teríamos
tribulações (aflições) mas que nós poderíamos vence-las, pois Ele, em condições
igual a nossa, venceu, quantas vezes Paulo precisou animar o animo dos irmão
que estavam em tribulações dizendo que muitas tribulações nos importa entrar no
reino de Deus.(At 14.22) B - angústia: Quantas vezes por causa de injustiças que fizemos á
outros, que muito embora seja perdoado no tangente á salvação, fica a
conseqüência destas, vejam os irmãos de José do Egito(Gn 42.21), venderam seu
irmão como escravo e depois de muito tempo foi necessário acertar as coisas com
ele, pois a injustiça praticada foi requerida deles, e vieram a passar por
angústias. C - Perseguições: como já dissemos antes, o simples fato de querer
viver piamente em cristo, desperta a perseguição do diabo e seus adeptos, (II
Tm 3.12), mas querido irmãos, não tenhamos nossos corações como pedregais que a
boa semente cai e a recebe com alegria, mas não tem raiz própria, se apega á
religião, ao pastor, ao que os irmãos dizem, criando um clube social para fins
de semana, e não cria fundamento em si mesma pela leitura diária da bíblia
sagrada, pela oração individual, experiência individual com o Senhor, e sua
duração é pouca na casa do senhor, chegada a tribulação por causa da palavra,
logo se decepciona e sai.(Mt 13.21) D - Fome e nudez: É fato observado que os que praticam a mentira
prosperam neste mundo enganador, pessoas saem enganando e sendo enganadas e
quem não usa este tipo de recurso fica em desvantagem diante de tal situação, a
escolha esta na frente de todo homem, quer o certo e vida com Deus no porvir,
ou quer o erro para ter vida terrena fácil, quem quiser ganhar a sua vida aqui
neste mundo usando de recursos escusos perde-la-a e quem decidir sofrer perdas de facilidades
adquiridas com recursos da mentira enganos e injustiça, ganha-la-a, pois esta
escrito em Isaías 49.10 ”Nunca terão fome
nem sede; não os afligirá nem a calma nem o sol; porque o que se compadece
deles os guiará, e os conduzirá mansamente aos mananciais das águas.” E - Perigo: somos enviados como ovelhas no meio de lobos, imagine
esta cena, que perigo corre ovelhas no meio de lobos sedentos de sangue,
enquanto eles atacam e se defendem usando de meios espúrios, sem nenhum
escrúpulo, o crente só usa as armas do bem, a verdade, a sinceridade, o amor,
neste mundo que aliás, jaz no maligno, eles tem vantagem sobre nós, nos
caluniam e se dão bem, nos injustiçam e não revidamos, mas entregamos a
vingança á Deus (Rm 12.19), sim, os perigos são constantes, mas Deus é poderoso
para nos dar o escape, e se não der, não blasfemaremos do teu Santo Nome, nem
tomaremos a forma de agir destes, pois Deus é vingador de todas estas coisas,
se não vingar aqui, naquele grande dia com certeza vingará, o que será muito
pior (Ml.3.15 a 18). O escritor aos Hebreus relaciona os grandes heróis da fé que, em
perigo de vida venceram reinos, praticaram justiça, alcançaram promessas,
fecharam as bocas dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam ao fio da
espada, das fraquezas tiraram forças. (Hb 11.32 a34) F - Espada: mas, no verso 35 fala também daqueles que morreram, por
amor á verdade, deram suas vidas pelo que criam, muitos deles não aceitando o
seu livramento e se dobrar diante da corrupção, preferiam ser martirizados e
viver com o Senhor, Foram apedrejados e tentados; foram serrados ao meio;
morreram ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras,
necessitados, aflitos e maltratados, com toda certeza este mundo não os
mereceu, eram homens diferentes do curso deste mundo. Da patrística (pais da Igreja)
quero relembrar três heróis, para que não sejam esquecidos, e sim, permaneçam
como exemplo nosso, citarei apenas três deles por falta de espaço neste
compêndio: John Wycliffe (1330-1384) - Teólogo inglês, precursor da Reforma,
pregava uma Igreja sem a direção papal; combateu a exploração popular com o
lucrativo negócio da venda de indulgências, e condenou o excesso de bens
materiais dos clérigos. Doutor de Teologia, advogado eclesiástico a serviço da
Coroa, nomeado reitor de Lutterworth em 1374. Sua maior obra, contudo, foi a
tradução das Escrituras para o inglês, abrindo caminho para que a Palavra de
Deus fosse conhecida na Inglaterra. Ousado e destemido, acusou o clero romano
de criar clima de tensão e horror ao ameaçar os fiéis com excomunhão; de tentar
conter a propagação da Palavra ao proibir a leitura da Bíblia e a sua tradução
para línguas conhecidas do povo. Ensinava a salvação somente pela fé em Cristo
e a infalibilidade das Escrituras. Chamado a retratar-se por ocasião de uma
enfermidade que muito o enfraqueceu, disse: "Não hei de morrer, mas viver
e denunciar novamente as más ações dos frades". Tendo sido levado pela
terceira vez ao tribunal eclesiástico, e acusado de heresia, Wycliffe declarou:
"Com que julgais estar a contender? Com um ancião às bordas da sepultura?
Não! Estais a contender com a Verdade, Verdade que é mais forte do que vós e
vos vencerá". Deus livrou Wycliffe da fogueira: faleceu repentinamente
após um ataque de paralisia. Sua voz silenciou, mas sua fé . John Hus (1369-415) - Divulgador das idéias de
Wycliffe, natural da Boêmia (região
histórica da Europa central, hoje integrante da República Tcheca, cuja capital
é Praga) depois de completar o curso superior ordenou-se sacerdote, havendo
exercido o cargo de professor e mais tarde de reitor da universidade de Praga.
Hus, embora não estivesse de acordo com todos os ensinos de Wycliffe, ficou
bastante influenciado pelas idéias desse inglês, e resolveu aprofundar-se mais
no estudo da Bíblia. O segundo passo foi denunciar o verdadeiro caráter do papado,
o orgulho, a ambição e a corrupção da hierarquia. Defendia a Bíblia como sendo
a única regra de fé e prática do cristão, e ensinava que a Palavra de Deus
podia ser pregada por qualquer pessoa. Excomungado e acusado de heresia, Hus foi finalmente condenado no
Concílio de Constança (1414-1415), no sudoeste da Alemanha, ao qual compareceu,
também, como réu, o "antipapa” (aquele
que disputa o papado) João XXIII, este acusado por vários crimes cometidos
durante seu ministério no período de Antes de ser levado ao local da execução, suas vestes sacerdotais
foram arrancadas, numa cerimônia de degradação, e sobre sua cabeça colocaram
uma carapuça de papel com a inscrição "Arqui-herege". "Com muito
prazer", disse Hus, "levarei sobre a cabeça esta coroa de ignomínia
(desonra) por Teu amor ó Jesus, que por mim levaste uma coroa de espinhos.
Invoco a Deus para testemunhar que tudo que escrevi e preguei foi dito com o
fim de livrar almas do pecado e perdição; e, portanto, muito alegremente
confirmarei com meu sangue a verdade que escrevi e preguei". As chamas
começaram a tomar conta do seu corpo. Hus orou várias vezes até perder a voz:
"Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim". O martírio de Hus se
deu em 6 de julho de 1415, no mesmo dia de sua condenação. Suas cinzas foram
jogadas no rio Reno. Jerônimo de Praga (1360-1416) - Reformador religioso tcheco.
Seguidor de John Hus e de John Wycliffe, apoiou o primeiro em seu movimento de
reformas. Condenado à fogueira como herege. Jerônimo, embora consciente do
risco que corria, apresentou-se ao Concílio de Constança no ano de 1414 para
defender seus princípios cristãos. Logo após haver confirmado suas idéias
"heréticas", foi encarcerado numa masmorra e alimentado a pão e água.
Doente, debilitado e abandonado por amigos, cedeu à pressão dos inquisidores e
declarou que retornaria à fé católica. Ainda assim, retornou à prisão e lá permaneceu
por trezentos e quarenta dias. Durante esse tempo refletiu sobre a sua fraqueza
de fé e se sentiu envergonhado de haver cedido. Verificou que não valia a pena
negar as verdades bíblicas para salvar a pele. Novamente perante o Concílio,
Jerônimo falou: "Estou pronto para morrer. Não recuarei diante dos
tormentos que me estão preparados por meus inimigos e falsas testemunhas, que
um dia terão que prestar contas de suas imposturas diante do grande Deus, a
quem nada pode enganar. De todos os pecados que cometi desde minha juventude,
nenhum pesa tão gravemente em meu espírito e me acusa tão pungente remorso,
como aquele que cometi neste lugar fatídico, quando aprovei a iníqua sentença
dada contra Wycliffe e com o santo mártir John Hus, meu mestre e amigo". E prosseguiu
Jerônimo: "Confesso-o de todo o coração e declaro com horror, que
desgraçadamente fraquejei quando, por medo da morte, condenei suas doutrinas.
Portanto, suplico a Deus Todo-poderoso Se digne perdoar meus pecados, e em
particular este, o mais hediondo de todos. Provai-me pelas Escrituras que estou
em erro, e o abjurarei". Um papista perguntou: - Quem pode entender as
Escrituras antes que a igreja as haja interpretado? Ao que respondeu Jerônimo:
- São as tradições dos homens mais dignas de fé do que o Evangelho do nosso
Salvador? Quando as chamas começaram a queimar seu corpo, orou ao Pai:
"Senhor, Pai Todo-Poderoso, tem piedade de mim e perdoa os meus pecados;
pois sabes que sempre amei Tua verdade". Suas cinzas, tal como aconteceu
com as de Hus, foram lançadas ao Reno. Conclusão: “Mas em todas estas coisas somos mais que
vencedores, por aquele que nos amou.” (Rm 8.36) Quando o texto
sagrado diz “mais que vencedores” ele diz que alem da vitória maior que todo o
crente tem no final, ainda mais, terão alem de vitória, perseverança, a experiência
e a esperança, pois estas virtudes são, em conseqüência das tribulações,
adicionadas ao vencedor pelo amor de Deus derramado em nós. Osni de Figueiredo , [email protected] - é
Cooperador na Ass. de Deus setor séde j. Angela
Certificado em teologia pelo ICP Instituto Cristão de Pesquisa CAPED curso de aperfeiçoamento para professores de escola dominical Liderança bíblica. |
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