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Futuro
Nos
destroços da vida
Abandonado
pela melancolia
Pela
alegria e fantasia
Fantasmas
de todos os lados
Nenhuma
alma viva
O
lado de dentro é a única saída
Fechar
os olhos é ser fraco
Medo
de ver sonhos mutilados
E
os cegos que vêem serem orquestrados
Milhares
de demônios alados
Céu
lúgubre e borrado
Com
o Sol vermelho e esfumaçado
Os
rios de sangue sem vida
Brotam
das negras Montanhas Andinas
Percorrendo
as Florestas sem vida
Com
árvores sem folhas e ossos toscos
Deformados
pelas chuvas de fogo
Às
vezes falam comigo os fantasmas ancestrais
Contam
sobre a Natureza e coisas colossais
Falam
sobre a vida e antigos animais
E
de um ser ganancioso demais
Que
fazia tudo pela luxúria
Destruiu
as criaturas, natureza e tudo mais
Criou
este mundo por pensar que pensava mais.

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