| REFLEX�ES MA��NICAS |
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| Se pesquisarmos e estudarmos isentos de paix�es e �nimos, chegaremos a decepcionante conclus�o de que existe muita inseguran�a e uma grande confus�o entre os que pretendem explicar as origens da Ma�onaria, vejamos ent�o as v�rias teorias defendidas ou difundidas. |
| Desde que o homem formou a primeira sociedade com a finalidade de lutar contra a opress�o e pela liberdade. |
| Civiliza��o Persa, com mais de cem mil anos de exist�ncia, se considerarmos que estes j� tinham as suas sociedades secretas, encerrando no meio destas a guarda dos conhecimentos m�sticos e cient�ficos. |
| Em 529 com a funda��o da Ordem dos Beneditinos, j� que estes receberam de seu fundador a inicia��o e seus fundamentos. |
| S�culo X, com aConfraria de York, precisamente em 926, sendo esta a primeira associa��o que a historia registra onde aparece a denomina��o Franco-ma�on, bem como a sua ordem hier�rquica de; Aprendiz, Companheiro e Mestre. |
| No s�culo XI, com a funda��o dos "obreiro construtores de ogivas" na Alemanha. |
| No s�culo XIII, quando os leigos j� conhecedores dos segredos da constru��o bem como da forma de associa��o e aprendizado, se tornam independentes da Ordem dos Beneditinos. |
| Em 1498, quando o Imperador Maximiliano I resolve legalizar as associa��es de construtores. |
| No s�culo XV com a "Constitui��o de York", codifica��o das organiza��es de construtores, j� decadentes e portanto pela necessidade de instrui-las e moraliza-las. |
| Em 1717, quando o naturalista Jo�o Theophilo Degulier e o ministro protestante Jaques Anderson reuniram os membros das Lojas existentes para uma reuni�o no Albergue da Macieira, em Londres, na Inglaterra, com a finalidades de congrega-las, com o entendimento entre estas, desaparece a figura das antigas sociedades, e entra em cena a "Franco Ma�onaria". |
| Em 1723, com a Constitui��o dos Ma�ons Livres e Aceitos (Constitui��o de Anderson). |
| PARTE II |
| Todas as informa��es, ou desinforma��es acima, foram e s�o necess�rias para que possamos pedir em nome do (G.A.D.U) que ao inv�s das nossas grandes mentes liter�rias se preocuparem com as poss�veis origens da Nossa Sagrada Ordem, se preocupem em pesquisar e escrever sobre os nossos Rituais, sejam eles de (Inicia��o, Eleva��o ou Exalta��o), para que possamos resgatar o ELO PERDIDO DAS INICIA��ES. |
| Hoje, vivemos escondidos nas moitas do passado, protegidos pela encena��o TEATRAL do ATO do que deveria ser. |
| Sim, salvo rar�ssimas exce��es, o que se presencia hoje s�o imita��es grotescas de uma pe�a teatral, um faz de conta, cujos atores, por n�o estudarem, desconhecem o papel. |
| Cremos que, com os avan�os tecnol�gicos, muito em breve, se � que j� n�o est� acontecendo, teremos Lojas fazendo a ritual�stica atrav�s de ROB�S (mec�nicos). Sim, como Rob�s j� � feito, mecanicamente tamb�m, portanto, falta pouco. |
| S� o homem provido do sentimento profundo da inicia��o, portanto, um iniciado, � que poder�: |
| Chamar o seu semelhante de Irm�o. |
| Reconhecer um Irm�o como irm�o. |
| Defender um Irm�o, como defende a si mesmo. |
| Lutar por um Irm�o, como luta por si mesmo. |
| Compreender as fraquezas de um Irm�o, como compreende as suas pr�prias fraquezas. |
| Ficar feliz com a vit�ria de um Irm�o, como fica com as suas pr�prias vit�rias. |
| Enxugar as l�grimas de um Irm�o, sem sentir-se superior, como gostaria que enxugassem as suas l�grimas. |
| Ao olhar a sua mesa farta, n�o s� pensar, quando pensa, nos Irm�os cuja mesa est� em falta, mas procurar ajuda-los a tamb�m terem a sua mesa farta. |
| N�o guardar somente para si os conhecimentos adquiridos, promovendo a ditadura do conhecimento ou da sua fonte, pois ele sabe que o conhecimento para si guardado � como semente jogada em solo est�ril, nada produz. |
| N�o s� considerar os Ma�ons como seus Irm�os, mas, todos os seus iguais que habitam este Imenso Universo de DEUS. |
| co-autor: O Pensador |
| Autor: Sempre ser� ELE. � |
| PARTE I |
| modificada em 01/01/2000 |
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