Como é engraçado que algumas coisas são difíceis e outras não. Vou dar um exemplo:

            Não é engraçado como R$ 10,00 parece tanto quando

levamos a igreja e tão pouco quando vamos ao Shopping?

Não é engraçado como uma hora é tão longa quando

servimos à Deus, mas tão curta quando assistimos um

jogo de futebol? Pior do que a convicção do não é a

incerteza do talvez ou a desilusão de um quase.

Preste atenção: é o quase que sempre nos

incomoda, que nos entristece, que nos mata,

 trazendo tudo que teria sido mas não foi.

            Quem quase ganhou ainda joga.

            Quem quase passou de ano, ainda estuda.

            Quem quase morreu, ainda está vivo.

            Quem quase amou, não amou.

Só de pensar nas oportunidades

que escaparam entre os dedos,

nas chances, nas idéias que

nunca sairão do papel, por está

 maldita maneira de viver no autônomo.

Eu pergunto a você: O que nos leva a escolher uma vida morna? Ou melhor, eu contesto, porque a resposta eu sei de cor. Está estampado na distância, nas friezas dos sorrisos na frouxidão dos abraços, nas indiferenças dos “BOM DIA” quando sussurrado. Sobra covardia e falta coragem.

Preste atenção: não é que a fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance das coisas que não podem ser mudadas. Resta-nos somente paciência. Porém preferir a derrota previa, a dúvida da vitória e desperdiçar oportunidades de um merecer; pra erros há perdão; pra fracassos, chances; para os amores impossíveis, tempo.

De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. O romance cujo o fim é instantâneo ou incolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo empate de tentar. Se eu fosse você desconfiaria do destino e acreditaria mais em você.

Gaste mais tempo realizando do que sonhando, fazendo do que planejando, vivendo do que esperando, porque embora quem quase morreu esteja vivo, quem quase vive, JÁ MORREU!!!

Tente, pelo menos uma vez, mas TENTE!!!!

 

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