TERRA
ARGENTO

 
Me enterra, meu amor!
Toma-me aos poucos meu tudo...
Torna-me devagar o teu adubo...
Doce terra, minha flor!
 
E engolindo-me todo, enfim...
Transforma-me em novas vidas!
Pensavam que seria meu fim?
 
Não! Um poeta não se deixa morrer!
Suas luzes hão de percorrer...
Os corações dos seres vivos...
 
Hão de mandar mensagens de vida!
Dos sonhos, dos amores que viveu!
Pois, viajando nos poemas que ele escreveu,
Sua alma manter-se-á para sempre, viva!

(*) Inspirada em poesia homônima de “Mário Quintana” 
em 14/03/2003 dia da poesia.

 

 

 

 

SITE MELHOR VISUALIZADO NA RESOLUÇÃO 800X600

©Copyright 2005 by Waldyr Argento Junior® - Todos os direitos reservados*

*É expressamente proibida, por lei, a divulgação desta página em outro site

ou qualquer outro modo de veiculação sem a autorização expressa do autor,

das imagens, da formatação e dos demais elementos que compõem a página.

Direitos autorais protegidos pela lei 9.610/98.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hosted by www.Geocities.ws

1