Numa fria tarde de garoa, eram 17 horas e o tr�nsito carioca come�ava a se tornar complicado como � de praxe no Rio de Janeiro.
O tempo, coisa rara, estava estranho. Garoava e fazia frio, mais lembrando um final de tarde em S�o Paulo.
Estranhamente o fluxo de ve�culos se arrastava com muito vagar, o que era incomum para a hora.
Ao longe percebi um aglomerado.
Ao me aproximar entendi que um acidente havia ocorrido.
Um Escort estava enfiado na traseira de um �nibus como numa c�pula me fazendo sorrir lembrando do elefante e da formiguinha.
Ladeei os ve�culos e percebi uma mulher loira, muito bonita em choro convulso e apesar do tumulto n�o pude deixar de observar o movimento agitado de seus seios e a forma de suas coxas, roli�as e sensuais como deseja todo macho.
Ainda sem bem saber o porqu�, ultrapassei o sinistro e estacionei a uns 30 metros do local.
Lentamente me encaminhei e como se fosse o salvador da p�tria perguntei: algu�m machucado? Precisam de transporte para o hospital? Precisam de reboque? Querem ligar para algum lugar?
Ouvi sem identificar de onde uma voz que dizia que estava tudo bem, ningu�m ferido, apenas danos materiais.
Instintivamente meu interesse se voltou para a loira e me encaminhando para ela fiz a pergunta direta.
Posso ajudar? Quer ligar para algu�m e estendi meu celular.
Ela levantou um par de olhos verdes exuberantes e grandes, borrados pela maquilagem e ofereci meu len�o que ela pegou sem vacilar. Meu cora��o disparou e pensei: nossa como seria delicioso morder essa boquinha.
Centrado num rosto harm�nico e bonito, uma boca carnuda excitante, que ao falar exalava sensualidade.
Busquei outros pensamentos, um pouco envergonhados pelo que surgia na minha mente num momento t�o complicado para ela, mas n�o conseguia disfar�ar meu desejo por f�mea t�o exuberante.
Calmamente como numa prepara��o para a preda��o assumi o controle da situa��o.
Quem bate por tr�s est� errado mesmo que o motorista � frente, freie bruscamente.
Perguntei-lhe o de praxe, sobre seguro, sobre se queria que ligasse para algu�m, s� que ao sair a palavra algu�m, saiu marido e ela ainda chorando, por�m menos convulsivamente informou que o esposo viajava e estava em Manaus e s� voltaria na semana seguinte.
Ele era representante de uma empresa de minera��o que fazia prospec��o de jazida na Floresta amaz�nica. Trabalhavam com bauxita.
Cada vez mais o quadro se tornava propenso a um envolvimento e eu era bom para criar essas situa��es que caia no meu colo sem muito esfor�o.
Ela me disse que morava em Petr�polis numa casa localizada no bairro nobre de Quitandinha onde outrora funcionara um dos melhores e mais tradicionais e luxuosos cassinos do Brasil e talvez do mundo e hoje um elefante branco, semi-abandonado mas ainda lindo.
Depois de providenciar socorro ofereci uma carona at� sua casa no alto da serra o qual ela aceitou sem muita relut�ncia apenas dizendo que n�o queria me dar trabalho se desculpando como se isso fosse necess�rio,
Agradeci � provid�ncia a d�diva.
Providenciei um socorro e deixamos o carro acidentado numa oficina de minha confian�a.
Minha ansiedade era imensa e depois de combinarmos com o fiscal da empresa envolvida no acidente e de dispensarmos a interven��o policial, demos o problema por liquidado.
Era chegada a hora da a��o. Abri a porta de meu carro ela entrou, fechei-a e sentei ao volante n�o sem antes trancar o pino deixando as costas da minha m�o esbarrar suavemente em seus seios levemente excitado pela umidade da garoa que ainda ca�a e pelo nervosismo do momento.
Um suave "frisson" percorreu seu corpo tornando seus mamilos mais intumescidos e ela me olhou rapidamente um pouco confusa sem entender o que sentia.
Eram 21 horas.
Haviam decorrido 4 horas desde que a vi pela primeira vez e s� ent�o ocorreu me apresentar e perguntar seu nome.
Bem, disse eu meu nome � Anderson di Negro e a jovem e atraente dama tem nome?
Ela num sorriso descontra�do e sensual�ssimo denotando confian�a falou: obrigado pelo jovem e atraente, e nem tive oportunidade de lhe agradecer.
O senhor foi um anjo que caiu do c�u. E eu pensei: posso ser um dem�nio da lux�ria
Meu nome � L�cia, L�cia Maria Tanuri, mas meus amigos me chamam de Luma.
Cortei a apresenta��o protestando pelo senhor e afirmando que assim passaria a cham�-la de senhora dizendo a seguir que era lindo o nome e o apelido carinhoso, mas que iria cham�-la de L�cia porque era um nome que eu gostava muito. Ela mais uma vez sorriu e disse: est� bem.
E voc� � Anderson. Um lindo nome. E esse Di negro � sobrenome ou refer�ncia a sua roupa?
E esbo�ou um sorriso alucinante.
Imaginei o homem que tinha o privil�gio de tocar aquela f�mea e confesso o invejei e senti um est�pido ci�mes, como se ela j� fosse minha.
Voc� se veste assim todo de negro sempre, prosseguiu a musa?
Agora era eu que sorria e respondi: nossa assim fiquei at� vermelho. Quanto a minha roupa sim, ando sempre de preto mas o Di Negro � mesmo um nick , mas acho que sou eu que agrade�o ter tido a oportunidade de conhecer algu�m como voc�.
E avan�ando mais um pouco conclu�: linda, simp�tica, agrad�vel e com todo respeito extremamente sensual.
Ela baixou os olhos como fazem as mulheres que sabem ser sensuais e embora fosse noite imaginei um rubor em seu rosto lindo.
Depois disso precisei me controlar porque minha respira��o insistia em ser maior que a minha capacidade pulmonar e meu cora��o pareciam querer apostar corrida entre a s�stole e a di�stole como aquelas corridas de persegui��o em bicicletas que terminam quando uma alcan�a a outra.
Nada mais dissemos, subi a serra com a cabe�a latejando e num estado de excita��o de adolescente embora minha adolesc�ncia j� se fazia bem distante.
O frio aumentava � medida que nos aproxim�vamos de Petr�polis e com o carro fechado. N�o podia desligar o ar condicionado, pois a visibilidade pelo emba�amento da parte interna do p�ra - brisa impedia que dirigisse com seguran�a.
Num ato mais ousado passei a m�o suavemente em seus bra�os desnudos e os senti arrepiados o que me deixou louco. Segurei seu bra�o e ela n�o o retirou e ent�o com toda suavidade de um cirurgi�o deixei meu dedo tocar o biquinho de seu mamilo.
Parei com ele se encostando nela e n�o sei se por medo ou acanhamento, segurou minha m�o mas, nada fez para afastar meu dedo dela.
Sentindo mais confian�a comecei a voltear meu dedo ao redor de seu mamilo e sobre ele que a cada movimento mais se excitava.
Ent�o nesse momento ela falou; n�o, por favor, pare.
Perguntei: por qu�?
Ela me respondeu: n�o posso.
Eu disse: podemos tudo...tudo.
-N�o, n�o � certo
-E o que � certo L�cia?
-N�o sei, estou confusa.
-Por qu�?
-Estou me sentindo muito s�, muito s�
-N�o devia, porque � uma mulher maravilhosa.
-Olha, eu hoje bati porque meu pensamento estava longe do tr�nsito.
-Agora entendo porque s� tinha voc� e o �nibus, e sorri.
-�. Estou vivendo um momento dif�cil. Hoje fa�o 10 anos de casada.
-Bem, est�s na minha metade ainda ter�s muita estrada.
-N�o sei, acho que n�o. Tenho vivido grande parte da minha vida sozinha e estou cansada. Minha Juventude est� indo embora e estou vegetando. � como se fosse vi�va. Como se ele tivesse morrido.
-Tranq�ilamente agarrei sua m�ozinha e coloquei sobre minha coxa e a depositei com muito carinho sobre ela pedindo que se aproximasse mais de mim.
-Ela me olhou rapidamente e me atendeu. Nesse momento tive a certeza de que seria minha.
-Acariciei sua m�o e sem pressa puxei-a para perto de meu sexo excitad�ssimo.
-Queria que ela soubesse o que fazia comigo.
-Seu dedo m�nimo ro�ou-o docemente me deixando em estado de aus�ncia como se mergulhasse numa dimens�o de prazer.
Ousando ainda mais trouxe sua m�o e ela se espraiou no meu sexo inteiro e como num toque m�gico suas car�cias quase me fizeram perder o rumo da estrada.
Estranhamente pensei em amor � primeira vista e fantasiei algo mais profundo com L�cia.
Chegando a Petr�polis, busquei uma cantina muito rom�ntica onde as toalhas eram quadriculadas e a comida quase caseira e que servia um vinho de barril pouco rascante e delicioso.
Ao som de uma vitrola daquela dos tempos idos ouv�amos inebriados "� sole mio". Era um momento m�gico. O mundo parou e n�s saltamos dele para o infinito.
Sentados frente a frente nossos olhares se cruzavam numa t�cita cumplicidade, numa n�voa de sublime emo��o.
Nossas m�os se entrela�aram.
Ali ficamos por umas tr�s horas e j� passava de meia-noite quando nos levantamos sem saber o que dizer.
Nosso mutismo refletia o que sent�amos.
N�o ous�vamos quebrar o clima.
De m�os dadas caminhamos um pouco sob a chuva mi�da e fria, quando ent�o ela falou.
J� � tarde vamos at� a minha casa, � perto daqui, tome um caf� comigo.
Sua sala era pequena, mas aconchegante. N�o fora feito para crian�as embora sobre a escrivaninha ao canto uma foto com uma menina, se destacava.
Era uma foto antiga e nada perguntei, mas minha intui��o dizia que representava sofrimento.
Antes que pudesse concluir meu pensamento ela falou: � minha irm�, morreu atropelada aos 10 anos na porta da escola.
Continuei sem nada perguntar e ela insistiu.
Um louco alcoolizado matou-a na cal�ada �s 7 horas da manh� de um s�bado.
Ela ia entrar em aula e ele vinha da orgia, cheio de �lcool e drogas.
Acho que por isso mam�e morreu, sofreu muito e eu tamb�m, mas eu fingi suportar por mam�e, mesmo assim de nada adiantou. Foi o cora��o. N�o suportou.
Minha vontade foi acariciar os cabelos de L�cia n�o como um homem, mas como um anjo para resgatar tanto sofrimento, para tornar amena aquela amargura que estava de cadeira perp�tua sentada nas suas emo��es.
L�cia sentou-se a meu lado como se f�ssemos namorados e pegou na minha m�o, um contraste com a dela pequena e suave.
Senti-me estranho e ligeiramente constrangido.
Havia muito tempo que n�o entrava na casa de uma mulher, minhas aventuras ocorriam em hot�is e mot�is e de certa forma era uma situa��o nova.
Seu rosto aproximou-se do meu e seus l�bios ro�aram macios nele.
Fiquei parado aguardando o que ela faria.
Ainda ro�ando meu rosto eles deslizaram para meu queixo, meu pesco�o, voltaram para minha face e finalmente nos l�bios.
Foram tocados como se fosse uma brisa suave e morna.
Um mudo gemido se me escapou, s� eu ouvi e me pareceu um lamento.
Meus dedos ro�aram mais uma vez seus excitados mamilos j� agora sob uma roupa mais suave, seca e sensual onde a transpar�ncia do tecido e a aus�ncia do soutien deixavam entrever um colo maravilhoso completados por seios pequenos e r�gidos parecendo desafiar a minha capacidade de macho e minha sensibilidade.
Suas coxas roli�as pareciam mais grossas agora cobertas levemente por um tecido de seda que vestia como a pr�pria pele.
Puxei-a docemente para perto de minha boca e deslizei meus l�bios pela sua orelhinha com tanta suavidade que senti seu arrepio.
Suas m�os apertaram minha coxa me fazendo vibrar e eu acariciei entre as suas com tanto desejo, que ela tremeu parecendo levar minha energia at� seu sexo, que imaginei �mido naquele momento.
Um convite veio at� a mim com uma discreta separa��o das coxas de L�cia fazendo com que minha ousada e ansiosa m�o tocasse um pequeno fio de roupa que cobria seu sexo, aveludado, tr�mulo e pronto para a entrega.
L�cia demonstrava sua ansiedade como se o amor carnal n�o a visitasse h� tempos e respirava fortemente parecendo lhes faltar o ar em determinados momentos..
Ela suspirou e chamou meu nome deixando-me perdido de desejos.
Minha cal�a parecia que ia romper de tanto tes�o.
Empurrei-a sobre o div� e fiz com que encolhesse uma das pernas e suas maravilhosas n�degas despontaram para meu prazer.
Aos poucos minha m�o acariciava sua coxa e suas popinhas completamente arrepiadas, tr�mula, e molhada junto ao sexo fazendo com que seu l�quido escorresse por elas umectando minha m�o.
Seu corpo em convuls�o demonstrava seu desejo crescente.
Aos poucos diminu� minhas car�cias para n�o precipitar seu orgasmo e n�o atrapalhar a maravilhosa noite que se me prometia ser uma das especiais de minha vida.
Ela insistia, mas eu a acalmei retirando minha m�o e depositando um beijo em seus l�bios mordendo-os e sugando-os com suavidade, mas com firmeza.
Levantei-a e ela agarrou o volume de meu membro ainda me beijando e gemendo em pequenos intervalos encostando sua coxa nele, deixando-o de lado para poder acarici�-lo com mais intensidade revirando os olhos com rapidez e alta libido.
Minha m�o direita levantou sua saia curta e fina de seda e penetrou dentro de sua calcinha a alisando suas n�degas e tocando seu �nus sentindo-o piscar com a morder meu dedo.
Ela estava desvairada e eu tentava manter a calma para curtir melhor o momento e dar a ela o prazer que nunca tivera.
Sentindo que ia explodir ela gritou: Di Negro me fa�a mulher. Quero ser tua, toda tua, hoje e sempre. Fa�a de mim o que voc� quiser. E concluiu: eu te amo...Eu te amo...Eu te amo, como se amar fosse t�o simples assim
Peguei-a no colo e levei-a para o quarto, onde uma cama com um edredom vermelho a enfeitava, macio e aconchegante.
Sem deixar de beij�-la depositei-a sobre o leito.
Coloquei meu dedo na sua boca e ela o sugou como se lembrasse seus tempos de criancinha quando ainda desfrutava do seio materno para sua alimenta��o.
Sempre apertando cada vez mais meu sexo e agora mordendo minha l�ngua, agarrou-se com a outra m�o no meu pesco�o me detendo e me puxando para junto de si.
Deitei-a e sem lhes tirar a roupa, mordi-lhe as coxas, os joelhos com suavidade provocando-lhes um misto de dor, c�cegas e prazer levando-a ao Nirvana.
Ela agora gritava e pedia socorro como se estivesse enlouquecendo de tanto desejo. Gritava ainda: Di Negro meu macho me d� prazer, nunca senti isso em minha vida. Quero voc� todo para mim, me faz gozar como nunca gozei. Por favor. Socorro amor, meu amor.
Confesso que sua rea��o exagerada me lisonjeava e me estimulava cada vez mais, fazendo-me sentir um super macho.
Meus l�bios morderam sua p�bis e acariciavam sua vulva.
Custei a entender que ela tinha m�ltiplos orgasmos e eu ainda lutava para n�o ter o meu.
Os homens s�o diferentes das mulheres e nem fingir podemos.
A descri��o do que se sucedeu at� a penetra��o � desnecess�ria, o prazer que ela me deu com suas mordidas em meu corpo nos meus mamilos e no meu sexo � previs�vel.
A madrugada foi especial como num sonho de uma noite de ver�o embora fosse inverno.
Estafados nos acomodamos e nossos corpos se acalmaram at� que o sono reconfortador se abateu sobre n�s, como se Morfeus nos admirasse e nos premiasse com seu toque m�gico da paz que liberta a todos dos sofrimentos e anseios.
O dia amanhecia quando me levantei sentindo-me um estranho no ninho, mas muito feliz.
Imaginava o futuro com L�cia.
Ela se levantou l�pida e foi fazer um caf� tamb�m creio e nunca soube sonhando com algo mais entre n�s. Enquanto isso eu me banhava, adoro banhos.
Ao sair do banho ela estava chorando, tremendo, cabe�a baixa e com alguns pap�is na m�o.
Dentre eles notei um papel azul e verde com o desenho ou a foto de um avi�o.
Ela elevou os olhos e secando uma l�grima falou.
Estava na caixa de correio.
Continuei calado.
Leia, ela disse.
N�o, respondi, n�o me � direito.
Agora � sim continuou L�cia, agora � sim, leia, por favor, agora sou tua.
Triste, pensei: ningu�m � de ningu�m.
No momento que peguei a correspond�ncia veio a mim a lembran�a de um filme e de uma m�sica. Era uma vez um ver�o, ou o ver�o de 1942.
Esse romance contava hist�ria de uma rela��o interrompida pela II Guerra Mundial e a carta informava a morte do soldado amante. Gra�as a isso um menino de 15 anos ganhou por uma noite, o amor que sempre sonhou.
Mas essa situa��o era totalmente o contr�rio. Eu era a ant�tese do adolescente diria um morrente e a carta, ressuscitava um morto e tirava de mim, algu�m que poderia ser o amor que eu buscava. L�cia. L�cia Maria e a levava para longe, para Manaus ou nem sei para onde mais.
A mensagem dizia que uma passagem pela VARIG estava � disposi��o dela no balc�o dessa empresa para que viajasse para Manaus e de l� para o exterior onde novas prospec��es, seriam feitas para descoberta de mais bauxita.
Depois de um m�s eu me encontrava no aeroporto Internacional do gale�o Tom Jobim.
Aguardava com tristeza o v�o 401 da VARIG com destino a Manaus.
Estava ao longe vendo L�cia Maria, linda como nunca e seus olhos perscrutavam o ambiente como a procurar um milagre, algu�m que lhes dissesse: n�o v�, ficarei contigo.
Eu n�o tinha esse direito. Uma vez fizera isso com outra mulher e me tornei infeliz e a ela muito mais.
N�o podia repetir um erro de meu passado que tanto me marcara.
A doce e sensual voz de �ris Litiere anunciou: passageiros com destino a Manaus com escala em Salvador, Recife e Natal... N�o quis mais ouvir, levei a m�o como um dos s�mios da sabedoria, o que n�o queria ouvir, s� ouvindo o final, queiram embarcar no port�o B e boa viagem.
N�o vi o avi�o decolar. Com a companheira nostalgia dirigia meu carro envolto em pensamentos mil.
Eram 17 horas e o tr�nsito carioca come�ava a se tornar complicado como � de praxe no Rio de Janeiro.
O tempo, coisa rara, estava estranho. Garoava e fazia frio, mais lembrando um final de tarde em S�o Paulo.
Estranhamente o fluxo de ve�culos se arrastava com muito vagar, o que era incomum para a hora.
Ao longe percebi um aglomerado.

 

WebDesigner Isolda Nunes
Juliana� Poesias ���� - Copyrigth� ����
Todos os Direitos Reservados�
Melhor visualiza��o 800x600 ou 1024x768
Salvador - Bahia - Brasil

 

 

 
Hosted by www.Geocities.ws

1