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2. Conceitos
2.1. Níveis do computador
2.1.1. Hardware
2.1.2. Unidade Central de Processamento (UCP)
2.1.3. Clock
2.1.4. Registradores
2.1.5. Memória Principal (MP)
2.1.6 Memória Cache (MC)
2.1.7. Memória Secundária (MS)
2.1.8. Dispositivos de Entrada e Saída (I/O)
2.1.9. Barramento
2.1.10.Inicialização do sistema (Boot)
2.2. Software
2.2.1. Tradutor
2.2.1.1.Compilador
2.2.1.2.Interpretador
2.2.2. Linker
2.2.3. Montador
2.2.4. Loader
2.2.5. Depurador
2.2.6. Linguagem de controle
2.2.7. Linguagem de máquina
2.2.8. Microprogramação
3. Alguns Sistemas Operacionais
O OS tem como funções básicas:- Facilidade de acesso aos recursos do sistema
É o acesso aos dispositivos periféricos e comunicação com os mesmos. Quando fazemos a leitura de um disquete, por exemplo, existem uma serie de rotinas específicas, controladas pelo OS, responsável por acionar a cabeca de leitura e gravação, posicionar na trilha onde estão os dados, transferir os dados do disco para a memória e, informar ao programa a chegada dos dados.
O OS serve como interface entre
usuário e dispositivos do sistema. Este conceito é denominado
maquina virtual (virtual machine) e está presente de alguma forma
na maioria dos sistemas atuais. Temos diversos níveis de
máquina a depender da forma como iremos utilizar o computador, este
assunto está mais detalhado em Estrutura
de computadores.
Os compiladores, linkers, bibliotecas
e outras ferramentas não fazem parte do OS e são apenas utilitários
que facilitam o trabalho no sistema operacional.
- Compartilhamento de recursos de forma organizada e protegidaQuando, em sistemas multiusuários, onde diversos recursos são compartilhados o OS é o responsável por permitir o acesso concorrente a estes recursos sem que um usuário interfira no trabalho do outro.
A mais importante função do sistema operacional é a organização do sistema de arquivos que significa um meio de acesso aos arquivos de um disco.
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* Sabendo que os três primeiros níveis (de baixo para cima) são os níves de Hardware.2.1.1 Hardware - É basicamente constituído de UCP, MP e I/O
Veja na tabela abaixo:
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| A UCP gera um sinal de controle para a memória principal, indicando que uma operação de leitura deve ser realizada. | A UCP armazena no MBR, a informação que deverá ser gravada. |
| O conteúdo da célula, identificada pelo endereço contido no MAR, é transferido pelo MBR. | A UCP gera um sinal de controle para a memória principal, indicando que uma operação de gravaçào dever ser realizada. |
| A informação contida no MBR é transferida para a célula de memória endereçada pelo MAR. |
EPROM - variação da ROM, erasable programmable
2.1.10. Boot
É realizado
geralmente por um programa localizado numa posição específica
do disco, geralmente o primeiro bloco. Setor 0 do disco, com um programa
chamado bootstrap.
2.2. Software
2.2.1. Tradutor
Lê o código escrito em linguagem de alto nível e o converte para código de máquina. É gerado um módulo-objeto que está em código de máquina (binário) e, este módulo não é executável. Está dividido em montador ou compilador.
2.2.1.1. Compilador
Gera, a partir de um programa escrito em linguagem de alto nível um módulo-objeto. Não existe a preocupação em saber a arquitetura do processador, cabendo ao programador se preocupar apenas com a compilação do programa. Permite o desenvolvimento de aplicações independentes do equipamento. Opera sob supervisão do sistema operacional.
2.2.1.2. Interpretador
A partir de um programa fonte, escrito em linguagem de alto nível, o interpretador traduz cada instrução e a executa em seguida. Não gera código executável. Ex: Dbase, Basic.
2.2.2. Linker
Gera a partir do módulo-objeto
um programa executável. Resolve as referências simbólicas
entre e reserva memória para execução do programa).
Para resolver as referências
simbólicas, o linker também pode pesquisar em bibliotecas
do sistema ou do usuário, nestas bibliotecas encontramos diversos
módulos-objetos e/ou definição de símbolos,
relocação da região de memória que o programa
irá usar.
Nos sistemas multiprogramáveis
o linker não pode alocar região de memória, sendo
esta fução de relocação de memória feita
pelo loader.
2.2.3. Montador
(Assembler)
Gera, a partir de um programa escrito
em liguagem de montagem, um módulo-objeto. A linguagem de montagem
consiste num conjunto de símbolos associados às instruções
da linguagem de máquina do processador, ou seja, programação
diretamente ligada às características do processador, sendo
assim cada tipo de processador tem a sua linguagem diferente.
2.2.4. Loader (Carregador)
Carrega fisicamente na memória
um programa para execução. O carregamento varia de acordo
com o código gerado pelo linker, em função disto o
loader é absoluto ou relocável.
Absoluto : O Loader só precisa
conhecer o endereço de memória inicial e o tamanho do módulo,
então o loader transfere da MS para MP.
Relocável: O programa pode
ser carregado em qualquer posição de memória, o loader
é responsável pela relocação no momento do
carregamento.
2.2.5. Depurador
Permite a execução instrução por instrução. Possibilita alteração e visualização do estado de variáveis. Implementa "pontos de parada" dentro do programa, quando solicitado.
3. Alguns sistemas operacionais
Linux -
Windows NT -
OS/2 -
DOS - A organização do sistema de arquivos é feita através de hierarquia de diretórios. Os diretórios são arquivos especiais do sistema que armazenam informações relativas aos arquivos que fazem parte dele e seus subdiretórios subordinados. Contém o cadastro de nome de arquivo, seu endereço no disco, tamanho, datas de criação e última alteração, tipos de armazenamento e permissões (somente leitura, oculto). É monousuário, monotarefa e é mantido por três programas que estão constantemente na memória enquanto o sistema estiver operando, são estes:
- IO.SYS
- MSDOS.SYS
- COMMAND.COM
O COMMAND.COM gerencia basicamente todo o computador e permite ao usuário que tenha acesso ao sistema, é o shell do dos, também denominado interpretador de comandos, dentro deste programa temos embutido uma série de comandos dir, del entre outros para a manipulação essencial do sistema. O COMMAND.COM fornece ao usuário um prompt onde é digitado um comando e este comando é acionado através da tecla <enter>.
Os arquivos IO.SYS e MSDOS.SYS são mantidos ocultos e somente leitura pois são essenciais ao funcionamento do sistema.
Os arquivos no MS/DOS estão divididos em duas partes: a primeira constitui o nome do arquivo que pode conter até no máximo 8 caracteres alfanuméricos sem espaço em branco. A outra parte é chamada extensão de arquivo que irá definir o tipo de arquivo, .sys, .txt entre outras. O nome do arquivo e extensão são separados por . (ponto). Cada extensão de arquivo no DOS tem seu significado específico:
.txt - Texto ASCII
.doc - Texto tipo WORD
.sys - arquivo de sistema, driver ou tabela
.exe - programa executável
.bat - programa de lote
.c - programa fonte em C
.bmp - arquivo gráfico formato bitmap
.jpg - arquivo gráfico comprimido, geralmente
alta qualidade de imagem
.gif - arquivo gráfico, o mais usado na internet
O DOS não é sensitive case, ou seja, tanto
minúscula como maiúscula como uma única.
Wildcards:
O * (asterisco) e ? (interrogação) devem
ser evitados na nomeação e usados em casos como localização,
procura, são caracteres de substituição.
>, <, | - não podem ser usados na nomeação pois são sinais de redirecionamento e canalização.
Nomes de arquivos válidos:
eu.txt
io.sys
system.ini
carta.doc
Inválidos:
m eu.txt (espaço em branco)
>oi.txt (redirecionamento)
ola|oi.txt (canalização)
joazinho.besta (maior número de caracteres)
.com (arquivo sem nome)
Alguns comandos do DOS, no help do DOS tem a explicaçao com exemplos de cada comando e suas funções basta apenas digitar help no prompt:
ATTRIB - atribuições dos arquivos, permissão
de escrita, oculto.
COPY - copiar arquivos
DEL - deletar arquivos
FORMAT - formata disco,disquete
TYPE - exibe o conteúdo de um arquivo