| HIST�RIA ESPIRITUAL N� 8
Cada dia que passa fico mais espantado com as coisas que ocorrem a� em nosso Planeta. � quase certo que estamos mesmo num per�odo de transi��o. O bem se mistura com o mal, e n�o � sempre que vence. Estava indo ao Centro Esp�rita que vou a� na Terra e encontrei amigos que iam � mesma dire��o, fomos conversando quando deparamos com uma cena deplor�vel. Ca�da no ch�o da cal�ada uma senhora estava dura, espumando pela boca, e v�rias pessoas ao redor dela s� olhando o que se passava. ___Puxa Abreu, ningu�m faz nada? ___ Pois � vamos ver se intu�mos alguma pessoa para chamar socorro. Abreu foi at� o ouvido de um senhor e sussurrou algumas palavras para ele telefonar para o Pronto Socorro. Esperamos resultado, mas nada, ouvimos o pensamento do homem dizendo que n�o queria atrapalha��o do lado dele. Tinha muito que fazer. Abreu foi at� uma senhora e fez a mesma coisa. Mas incr�vel, aconteceu � mesma coisa, a senhora n�o queria se envolver. Enquanto isso alguns dos participantes do nosso grupo come�ou a aplicar passes na mulher que estava mal. Nisso chegou uma senhora, conhecida nossa l� do centro, e ficamos alegres pois pod�amos utiliz�-la como ve�culo das nossas vibra��es. Que nada....Toda envergonhada apressou o passo pensando que j� estava atrasada para a reuni�o da noite. Um senhor, de muita idade, pediu para um garoto o telefone celular emprestado e ligou para o Resgate para vir acudir a senhora. Nisso a senhora j� estava despertando e limpando a boca com o len�o, foi levantando devagar, explicou que era epil�tica e que isso acontecia de vez em quando com ela. Logo chegou o resgate, procurou pela vitima e n�o encontrando nada, ficaram bravos porque foram chamados inutilmente. O senhor que chamou explicou a situa��o que estava antes e que precisava levar a mulher para os socorros necess�rios. Os homens ficaram bravos, e bufando foram colocando a mulher dentro da viatura, todos com cara de quem n�o estavam gostando nada disso. Resolvemos acompanhar a ambul�ncia at� o Pronto Socorro. Quando chegamos l�, n�o foi a nossa surpresa quando o motorista da ambul�ncia reconheceu sua av� que estava l� dentro. A velhinha chorou, abra�ou o neto, e disse : Puxa rezei tanto para voc� vir me socorrer, Gra�as a Deus fui atendida. Voltamos pelo caminho que viemos e fomos conversando. -----T� vendo Abreu, os humanos podem falhar, mas Deus nunca deixa desamparados os seus filhos. DINO |
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