CONTEÚDOS TRABALHADOS NA 7ª SÉRIE A - 1º BIM. 2002 / EMEF RICARDO C. C.
MONTEIRO
PROF. OTÁVIO LUCIANO CAMARGO SALES DE MAGALHÃES – MATEMÁTICA
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Data |
Aula |
Conteúdo |
Comentários |
Exercícios |
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26-Fev |
001 |
Apresentação
pessoal, Introdução ao meu método, sistema de trabalho, avaliação. Comentando
sobre critérios de numeração da aula e rigor de trabalho. Falei sobre como se
dará a parte Afetiva. RAIZ QUADRADA - conceituação informal. Exercícios
elementares (soma duas raízes) |
Foi a única entre
as classes da escola onde foi desnecessária uma "bronca" inicial
antes da minha apresentação pessoal. Coloquei nesta aula também as minhas
normas de organização de caderno. Fundamental para um estudo de qualidade. |
1 a,b,c,d; 2 a,b,c,d |
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26-Fev |
002 |
Fazendo operações
simples com raízes (objetivo: rever operações e observar a compreensão e
habilidade do aluno com expressões matemáticas simples). Raiz quadrada de uma
raiz (ex.5). Raiz quadrada de 0 e de 1 (ex.6). Exercícios para serem pensados
em casa. Revisamos a existência de números decimais e negativos em exercícios
(simples números 0,5 e -1) |
Os exercícios 5 e 6
não foram explicados. Os alunos deveriam descobrir sozinhos apenas utilizando
a definição de raiz lhes ensinada. Isto estimula a criatividade e o
raciocínio. O mesmo se pode dizer dos exercícios "Para Casa". |
3 a, b; 4 a, b; 5
a, b; 6 a, b; Para casa: 7 a,b; 8 a,b; 9; 10 a, b, c, d; 11; 12; 13 a, b; 14
a, b, c, d; 15 a, b, c. |
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27-Fev |
003 |
Correção dos
exercícios "Para Casa": Diferenciação entre soma de raizes e raizes
de soma - ensinando como são resolvidas expressões numéricas. Achando raizes
dado o número vezes ele mesmo. Raiz de raiz de raiz. Tentando encontrar uma
raiz de um número alto sem ser dadas pistas. Raiz da raiz da raiz da raiz de
zero e de um - conclusão que sempre são zero e um. Raiz de números terminados
em 00. Resolução de expressões numéricas: lembrando que sempre se faz a
multiplicação (ou divisão) antes da adição e subtração e que os parênteses
tem que ser resolvidos em primeiro lugar. Novos exercícios em classe - com
expressões numéricas mais sofisticadas (16 ao 20). Exercícios envolvendo
variáveis: Ex: se AxA=B, ache raiz quadrada de B (ex 21). Exercícios do tipo:
ache a metade da raiz quadrada (que necessitam leitura de enunciado) (ex 22),
descobrindo raizes através de pistas (ex 23) e expressões que depende de
achar valores numéricos de variáveis (ex 24 e 25). |
Foi ressaltado que
os exercícios "Para Casa" não valem notas, mas são fundamentais
para o aprendizado. Desde já foi trabalhada a idéia de que não se estuda para
se obter nota! Os exercíos corrigidos do "Para Casa" serviram para
que sejam trabalhadas técnicas mecânicas de resolução de expressões numéricas
- instrumento manipulativo essencial: o tópico "Raiz Quadrada" só
foi um pretexto para vários trabalhos deste gênero - além de ser um assunto
fácil de ser trabalhado e agradável aos alunos. Após a correção foram
propostos vários exercícios, todos eles visando o desenvolvimento de uma ou
outra habilidade na resolução de expressões numéricas. Não foram tabalhados
operações com números altos, porém não foi permitido o uso da calculadora
para raizes, ainda. |
16 a, b; 17 a, b;
18 a, b; 19; 20; 21; 22; 23; 24 a, b, c; 25 a, b, c. |
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28-Fev |
004 |
Correção dos
exercícios 16 até 25. Resolvendo novos exercícios. Desta vez com números
terminados em 00, 0000, 000000, etc.... Mais exercícios do tipo do 24 e 25 e
de expressões numéricas. Aprendendo a calcular raizes quadradas pelo método
das tentativas. Entreguei aos alunos FICHA DE DADOS, para que eles
preenchessem, falando de informações suas de caráter pessoal - social -
familiar. |
É importante
ressaltar que aqui, aprendendo a calcular raizes quadradas pelo método das
tentativas, os alunos terão acesso a melhor solução para vários problemas da
Matemática: a tentativa e erro. Este é o único método ensinado - e o próprio
aluno é induzido a descobri-lo. O objetivo da FICHA DE DADOS foi conhecer a
realidade de nossa clientela para poder adequar o trabalho realizado. |
26 a, b, c; 27 a,
b; 28; 29 a, b, c, d, e |
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01-Mar |
005 |
Exercícios de
revisão - alguns que levam a raciocínios combinados: entre eles um que pede o
número cuja raiz quadrada é igual a ele mesmo (cuja resposta é 0 ou 1). 1o
Problema da Semana: O PAI DO PADRE É FILHO DO MEU PAI. O QUE EU SOU DO PADRE? |
Esta aula foi para
que os alunos possam resolver exercícios com minha orientação. Enquanto eles
faziam, eu passava nas carteiras os orientando na resolução. O problema da
semana não foi sequer explicado, deixando a imaginação dos alunos fluir. |
30; 31 a, b; 32;
33; 34; 35 a, b, c |
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05-Mar |
006 |
Achando a Raiz
Quadrada e o Resto de números que não são quadrados perfeitos - ou seja - não
tem a raiz quadrada exata. Extrai como exemplo 5 raizes. Comentei que o resto
nunca pode ser maior que o dobro da raiz (mas pode ser o dobro). Fizemos
exercícios juntos. Coloquei exercícios inversos (dado a Raiz e o Resto para
achar o número) e problemas diretos e inversos. Ao final dei uma lista de
exercícios para Casa. |
Exercício
interessante, porém, devendo deixar claro que aqui trabalhamos com Raízes
não-exatas e não com a Raiz quadrada exata, que será um outro assunto. A
Lista de exercícios para casa revisava todos os tópicos já trabalhados, mas
apresentava exercícios em situações inéditas, como exercícios para marcar V
ou F, onde era necessária a resolução das operações em ambos membros da
igualdade. |
36 a, b, c, d, e,
f; 37 a, b, c; 38; 39. Para Casa 40; 41 a, b; 42 a, b; 43; 44; 45; 46; 47. |
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05-Mar |
007 |
Lista de revisão final que antecede a 1a
Avaliação Diagnóstica de Matemática: com alguns exercícios explorando
atividades ainda não trabalhadas, onde era possível resolver usando apenas a
definição de raiz quadrada e outros tópicos trabalhados. Alguns exercícios
trabalhavam em menor valor de uma variável para que a raiz seja exata,
inteiros superiores e inferiores a raiz quadrada não exata, parte inteira de
uma raiz não exata e identificação de inteiro mais próximo de raiz quadrada.
Problema da Semana 2: Distribua 10 soldados em 5 fileiras de 4 soldados cada. |
Esta lista foi um
momento para que os alunos possam treinar os mecanismos de expressões
numéricas e raizes quadradas sozinhos ou com meu auxílio em suas carteiras.
Foi uma aula prática e cheia de conversas e apontamentos. Algumas vezes as
aulas eram interrompidas para que os alunos fossem à lousa. Ensinou também ao
aluno que ele deve pensar em Matemática e não apenas repetir exercícios
prontos, como em geral estão acostumados. Neste dia deu-se a resposta do
Problema da Semana 1. |
48 a, b, c, d, e,
f; 49; 50 a, b; 51 a, b, c, d; 52 a, b, c, d; 53 a, b; 54 a, b; 55; 56; 57;
58; 59; 60 |
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06-Mar |
008 |
Correção dos
exercícios da aula anterior, com ida dos alunos a lousa. |
Aula fundamental
para ressaltar conceitos. |
(correção) |
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07-Mar |
009 |
Avaliação
diagnóstica para verificação de aprendizado de Raiz Quadrada e técnicas de
resolução de expressões numéricas. Avaliação com 6 questões, todas com
"a" e "b", sendo 2 de nível fácil, 2 de nível médio e 2
de nível difícil; 2 de cálculo imediato da raiz quadrada, 2 de aplicações
imediatas da raiz quadrada e 2 onde seria necessário a análise da aplicação
da raiz; 2 questões de cálculo direto ou leitura e resposta imediata; 2
questões de manipulação aritmética e 2 questões onde o raciocínio entraria em
jogo e não só a manipulação de expressões. |
A avaliação foi
muito bem elaborada, de modo que identificasse com precisão o nível de
conhecimentos anteriores e a facilidade de aprendizado de nossos alunos. O
objetivo da avaliação foi detectar os erros que os alunos tem e corrigi-los.
As questões foram elaboradas como "armadilhas", com questões que
mais apresentam erros típicos: assim, detectando quais são as dificuldades de
cada aluno e podendo corrigí-las adequadamente, após levantamento detalhado
de erros por aluno. |
(avaliação) |
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12-Mar |
010 |
Os
alunos copiaram a Avaliação no caderno e resolvi juntamente com eles,
mostrando quem incorreu em cada um dos erros típicos catalogados, os motivos,
e como pode fazer para não mais ter este tipo de erro. |
Alguns alunos que
cometeram erros típicos foram convidados a identificar seus erros e
comparecerem a lousa para corrigí-los. Foi um sucesso: muita gente descobriu
sozinha o que errou e fez a correção na lousa! Foi uma aula genial! |
(correção) |
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12-Mar |
011 |
Mais exercícios
sobre Raiz Quadrada - agora os alunos fazendo em seus cadernos com meu apoio.
Estes exercícios não serão corrigidos na lousa - o estudo, englobando todo o
assunto e exercícios diversos é dirigido, mas apenas de
"carteira-em-carteira". Apenas eventuais explicações na lousa: como
no início da aula, por exemplo. |
O objetivo desta
persistência foi a necessitade de amadurecimento do conteúdo. Agora, os
alunos se sentiram mais confiantes para desenvolver o assunto, e, aproveito o
momento para me entrosar com os alunos e deixá-los mais confiantes em relação
à minha pessoa. |
61 a, b, c, d; 62
a, b, c, d; 63; 64; 65; 66 a, b, c, d, e; 67 a, b; 68; 69; 70; 71; 72 |
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15-Mar |
012 |
Resolvi 4
expressões numéricas na lousa e comecei uma aula expositiva interesante:
mostrei aos alunos uma reportagem do JORNAL AGORA de 12 de Março de 2002,
onde um Gari se apresenta na praça de São Paulo fazendo contas mirabolantes
com muita facilidade - e conta sua "técnica" para resolver Raizes
quadradas grandes. Mostro que tudo é vigarice e ensino a técnica do gari aos
alunos. Em seguida propus um exercício para que os alunos calculem raiz
quadrada com a técnica do gari (74). |
É curioso dizer que
o professor do Gari eu conheci pessoalmente durante o VII ENEM - Encontro
Nacional de Educação Matemática, em 2001, na Universidade Federal do Rio de
Janeiro e realmente é um vigarista - travei uma discussão com ele
questionando seus métodos. Os alunos aprenderam a calcular raizes como o Gari
- deixei claro que isto não os faz de "gênios", como o jornal diz,
mas como "cãezinhos amestrados" e ensinar Matemática é muito mais
do que fazer contas - essa era a mensagem que queria passar. |
73 a, b, c, d; 74 a
até g |
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15-Mar |
013 |
Mais um exercício
com a "técnica do Gari". Após isto, a aula seguiu com a número 011
apenas com exercícios fundamentais onde a sala apresenta dificuldades mais
acentuadas. |
A aula teve tanta
produtividade quanto a 011 e nela aconteceu um fato engraçadíssimo que serviu
para aumentar a proximidade dos alunos comigo. |
75 a até f; 76 a,
b; 77 a até f; 78 a até f; 79 a até h |
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19-Mar |
014 |
Alguns minutos de
explicações dos pontos onde os alunos apresentam maiores dificuldades e após
isto, aAula no estilo da aula 011 - exercício e estudo dirigido. Problema da
Semana 3: Amanhã será 20/02/2002. Escrever o último e o próximo dia que lidos
de trás para frente ou de frente para trás representam a mesma data. |
Desenvolveu-se o
mesmo ritmo da aula 011. O problema da semana foi em homenagem à útima data
de nossa vida que aconteceu este fato: 20/02/2002, principalmente às 20:02.
Foi resolvido o Problema da Semana 2 neste dia. |
80 a, b; 81; 82. |
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20-Mar |
015 |
Avaliação
diagnóstica para verificação de aprendizado de Raiz Quadrada e técnicas de
resolução de expressões numéricas - 2a aplicação. Prova com mesmo estilo,
objetivos e critérios (mas questões completamente diferentes). Ficou claro
aos alunos que a prova não valia nota e quais eram os objetivos desta
avaliação, e mesmo assim, todos os alunos a levaram a sério e o índice de
"colas" foi insignificante. |
(veja aula 009 para
conhecer detalhes sobre a Avaliação) É importante ressaltar que nas duas
avaliações não foi atribuída uma nota, mas ao fim do bimestre assim se
estabeleceu: o aluno aprendeu coerentemente: nota 2 (a grande maioria),
aprendeu de modo insatisfatório: nota 1 e raríssimos "não aprendeu"
que levaram nota 0. |
(avaliação) |
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21-Mar |
016 |
Correção
pedagógica no mesmo estilo da feita na aula 010. Este método torna a
avaliação não punitiva ou estatística ou burocrática, mas parte fundamental,
existente e eficaz do processo pedagógico e também ensina ao aluno os
verdadeiros objetivos de uma avaliação diagnóstica, tirando dele o medo de
estudar e fazer provar, percebendo que o professor é um amigo e não um alguém
que vai dar castigos e classificá-lo. |
Rendeu muito mais
frutos e aprendizados do que a da aula 010. Foi usada a mesma técnica aluno
na lousa e apontamento individual de erros: escrevi quem errou cada questão e
a resolução incorreta na lousa (erros principais e típicos). |
(correção) |
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22-Mar |
017 |
Aula
final de Raiz Quadrada. Tirando as últimas dúvidas, fazendo Recuperações na
lousa e apontando alunos que devem estudar sozinhos e posteriormente, fazer
nova avaliação em data que ainda deverá ser estipulada. |
Distribuí FOLHA DE
EXERCÍCIOS DE REVISÃO do conteúdo de Raiz Quadrada com 30 exercícios para os
alunos com aproveitamento insuficiente poderem estudar sozinhos e recuperarem
seu atraso. |
(correção) |
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22-Mar |
018 |
GEOMETRIA:
Programa de estudo em 11 assuntos. 1- SÓLIDOS GEOMÉTRICOS; 1.1 - BLOCO
RETANGULAR Mostrei aos alunos o que era um Bloco Retangular, mostrei que ele
não pode ser desenhado, mas suas vistas podem ser desenhadas. Falei que eu
posso ver 1, 2 ou 3 faces do Bloco Retangular (BR), mostrando exemplos
concretos para a classe e perguntando para a classe quantas faces eles viam.
Mostrei vários BRs na prática e inclui a classe com um. Conceituei vértices,
faces e arestas, faces opostas, linhas paralelas, perpendiculares e reversas.
Tudo isto com exemplos práticos e conversando simultaneamente com a classe.
Também expliquei o que seria um ângulo reto, um retângulo, um quadrado e um cubo.
Faces opostas num dado somam 7. Relação entre BR e cubo. Tarefa para casa:
procurar no dicionário o significado das palavras losango, paralelogramo,
retas concorrentes, ângulo agudo, ângulo obtuso. Exercícios para casa. Propus
aos alunos que eles comprassem de mim uma apostila de 14 páginas onde resumo
todo o tópico 1 - SÓLIDOS GEOMÉTRICOS - e a maioria comprou esta apostila (R$
0,35 versão pequena; R$ 0,70 versão grande). |
Conversei no início
da aula sobre os rumos que as aulas vão tomar. Apresentando aos alunos o
programa que criei para ensino e comentando que ele é base de Tese
Monográfica feita por mim e aprovada com nota 10, quer cria curso de
Geometria para 7a Série. Passei todos os 11 tópicos do curso. Foi um breve
comentário sobre minha Tese Monografica que relata uma experiência que tive
na Escola Municipal Isaura Vilela Brasileiro, em Botelhos - MG no ano de 2000
com uma 7a série regular - descrevo as técnicas que usei e os resultados. A
tese levou nota 10. Em 2001, relacionado com o assunto, fiz 3 palestras (Pós
Graduação alunos da FAFIG - Guaxupé; Evento licenciatura da UEMG - Passos; 3o
Licenciatura FAFIG - Guaxupé) com os alunos da turma; apresentei o trabalho
em 2 congressos: VIII EREMATSUL - Pato Branco - PR; II EEMOP - Ouro Preto -
MG, sendo publicado nos anais dos dois congressos. O trabalho daqui em diante
baseia-se na tese feita. |
83; 84; 85; 86 e 87 |
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23-Mar |
019 |
Revisão de todos os
conceitos da aula anterior. Relacionei retângulo, quadrado e losango e
igualmente BR e cubo. Correção de exercícios: total de V, F e A de um BR;
faces opostas de um dado apoiado na mesa; definição de cubo; relações
"todo ... é ...". Na aula anterior, além da apostila, também
ofereci aos alunos que eles comprem um total de 9 folhas (R$ 0,45) com 41
planificações para que cada aluno pudesse montar sua caixa de sólidos. |
Nesta aula repeti
todos os conceitos da aula anterior: BR, cubo, quadrado, retângulo, ângulo
reto, vértices, faces, arestas, retas paralelas, retas perpendiculares, retas
reversas, faces opostas. Diferenciei figura plana de figura espacial. Durante
a revisão interroguei cada um dos alunos. Solicitei tesoura e cola para a próxima
aula. |
(correção) |
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24-Mar |
020 |
Fiz revisão geral
de conceitos, perguntando aos alunos sobre o conteúdo já ensinado. Defini
planificação. Explanação com os alunos do significado das palavras que deixei
para serem pesquisadas em casa: losango, paralelogramo, retas concorrentes,
ângulos agudos e obtuso. E ainda ensinei o que era trapézio, quadrilátero,
retas secantes, retas oblíquas, ângulo raso, ângulo cheio e ângulo nulo.
Falei como se fazia uma definição e fiz um resumão. Cerca de 20 alunos
compraram já neste dia, e mais 10 nos dias seguintes, a apostila e as folhas
das 41 planificações - orientei para montagem das caixas. |
A aula foi muito
produtiva apesar de ter sido exclusivamente expositiva e com conteúdos um
pouquinho formais. Foram trabalhadas aqui as definições formais de quadrado, losango,
retângulo, paralelogramo e trapézio e estabelecidas algumas relações lógicas.
É claro que foi uma pré-explanação e este assunto será explorado
posteriormente.Fiz comentários gerais sobre os níveis de abstrações
geométricas de Van Hiele e sobre o teste dele. |
Aula expositiva |
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28-Mar |
021 |
Comecei a aula como
de praxe, revisando as idéias fundamentais com questões aos alunos orais e
diretas. Após isto distribuí um xeróx (de 1/4 de página) com o TIO PATINHAS e
9 pilhas 5x5x5 faltando cubos e as peças para serem encaixadas - o exercício
estimulada a percepção visual e o raciocínio espacial (ex 88). Após foi
proposto um banal exercício de preenchimento de casas de um dado planificado
com bolinhas (ex 89) e em seguida uma atividade (ex 90): CUBO 1 - com uma
folha de sulfite os alunos deveriam desenhar uma planificação do cubo,
colocar as aletas (abas, orelhas), pintar as faces opostas da mesma cor,
numerar como um dado e depois montá-lo. Podiam e deviam abusar da
criatividade! Apareceram as primeiras caixas de sólidos: algumas já com os 41
sólidos montados: o que mostra o prazer dos alunos neste tipod e atividade!
Até o fim do mês de abril quase todos os alunos montaram suas caixas! |
Incentivei o uso da
criatividade no ex. 90. Surgiu de tudo: dados com desenhos com requintes
artísticos; numerados com números romanos, números em inglês, "pomos de
ouro" do Harry Potter, velas de barco numeradas, expressões aritméticas,
raízes quadradas.Na semana seguinte seguinte surgiu muita coisa: na 7a B, o
aluno Paulo trouxe um dado cúbico gigantesco com arestas medindo 0,5 m; na 6a
A surgiram dados minúsculos; na 7a A surgiu seqüências de dados um dentro do
outro. Abusou-se da criatividade na montagem destes dados. Recolhi os dados
para exposição. |
88; 89; 90 |
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02-Abr |
022 |
Fiz uma revisão das
últimas aulas interrogando a sala. Conversei com a sala um pouco e trabalhei
com cidadania. Explique que existem apenas 11 PLANIFICAÇÕES DIFERENTES DO
CUBO (Hexaminós) e mandei que eles as descobrissem (dei 1 semana). Esta
tarefa é muito interessante e instigante - e a capacidade de resolvê-la
rapidamente é uma grande habilidade. Um aluno meu da 7a Série, com 26 anos,
de São Carlos (David), neste ano, descobriu as 11 de cabeça em apenas 15
minutos, na classe - Incrível! |
A atividade para descobrir
as 11 planificação do cubo eu sugeri que fosse feita da seguinte maneira: os
alunos deveriam em papel quadriculado fazer hexaminós e tentar montar cubos.
Os que eles conseguissem pintariam de vermelho e os que não, de azul, colando
todos no caderno. A tarefa foi um sucesso e quase todos conseguiram. Tarefa
que eu julgo difícil. |
91 |
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03-Abr |
023 |
Repeti o exercício
90, mas desta vez eu forneci mimeografada uma planificação de um cubo. Eles
deveriam montar e chamar o cubo de CUBO 2. Foram as mesmas regras do ex. 90. |
A criatividade
aumentou e surgiram situações inusitadas e fantásticas com mostrar cada vez
maiores de capacidade criativa por parte dos alunos. |
92 |
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04-Abr |
024 |
Ensinei aos alunos
desenharem cubos em papel quadriculado. Quadriculei a lousa, e nela desenhei
5 pilhas de cubos e mandei os alunos copiá-las no caderno. |
Como era de se
esperar os alunos adoraram a aula. Esta é talvez, o conteúdo que percebi ser
mais agradável aos alunos. |
93 a, b, c, d, e |
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05-Abr |
025 |
Entreguei aos
alunos folha xerocada com alguns exercícios sobre Bloco Retangular: dar nomes
ao BR e ao cubo, dê exemplos, identificar, relacionar, desenhar, calcular V,
F e A, responder questões. |
Os alunos fizeram
as questões sozinhos em classe, e não tiveram a minha orientação. Durante
esta aula tive que cuidar de assuntos referentes à montagem do horário
escolar e não fiquei na classe por 30 minutos. |
94; 95 a, b; 96 a,
b; 97; 98; 99 a até h; 100 a, b, c; 101 |
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05-Abr |
026 |
Passei alguns
minutos dando instruções aos alunos de com organizarem seu estudo Matemático.
Corrigi os exercício 94 até 101 (rapidamente, pois são fáceis). Ensinei os
alunos a desenharem o BR sem o uso da malha quadriculada - dei exemplos dos
erros típicos neste desenho e ensinei eles a observarem o paralelismo e a
congruência no desenho destas formas - foi uma explanação rápida. Conceituei
o que era dimensão (falei de comprimento, altura e largura ou espessura) -
mostrei várias dimensões: da sala, da porta, de caixas que estão comigo,
etc... Fiz um desenho na lousa e decretei que: existem 3 grupos de 4 arestas
paralelas do mesmo tamanho. O exercício 102 foi para que os alunos tentassem
desenhar sem o uso da malha 12 blocos retangulares (em casa). Falei com a
classe no sentido de que organizassem seus cadernos e atividades no fim de
semana. |
Ensinei um
pouquinho de Trabalho Metódico nesta aula, mostrando aos alunos, como estudar
Matemática de modo satisfatório. É claro que com a rápida explanação sobre
"como desenhar" muitos alunos ainda não aprenderam a desenhar o BR
- para que eu conseguisse isto fiz várias atividades que criaram mecanismos
para que o aluno incorporasse algumas idéias, e depois conseguisse desenhar
com facilidade. As atividades de 102 até 108 tinham este como um dos
objetivos. Após isto, quase todos alunos aprenderam a desenhar um BR sem o
uso da malha quadriculada. O mesmo aconteceu com o "decreto" acerca
da congruência e paralelismo - é claro que os alunos só entederiam estas
idéias após outras atividades (entre 102 e 125). |
102 |
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10-Abr |
027 |
Repeti os conceitos
de dimensão: altura, largura e comprimento - usei a sala como exemplo. Propus
a seguinte atividade (ex 103) nomeada de BLOCO 1: Dado o molde monte o BR e
após montado pinte as arestas do mesmo tamanho com cores iguais. Objetivos:
fazer o aluno compreender que são 3 tamanhos de arestas - justamente as 3
dimensões - e que de cada tamanho existem 4 arestas, paralelas entre si. Pedi
que após a montagem do BR eles tirassem as conclusões necessárias. |
Quase todos alunos
absorveram, interiorizaram por completo a idéia de que são 3 tamanhos de
arestas e estas são as dimensões. Só conseguiram isto claro, depois de
realizarem a tarefa proposta. Nesta aula falei pela primeira vez na palavra
congruência na classe, sem formalizá-la ou exigí-la de alguém. Também cobrei
mais responsabilidade de alguns alunos. |
103 |
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11-Abr |
028/
029 |
Concluí e
formalizei o resultado da tarefa da aula anterior, pedindo para que todos
anotassem no caderno. Dei então a tarefa 104. Em uma folha de sulfite os
alunos deveriam copiar a planificação de BR que passei no quadro usando as
medidas que eu propus. Após montado deveriam pintar da mesma cor arestas do
mesmo tamanho. Após, socializamos conclusões e expliquei as principais
relações de paralelismo e congruência no BR (mostrando que paralelimo implica
congruência mas a recíproca não é verdadeira - é claro, sem exigir que
entendam esta idéia com estas palavras, mas também usando esta frase para ver
se alguém consegue compreendê-la). Após isto defini dimensões e coloquei a
primeira notação, referente ao exercício 104: 5 cmx4cmx3cm. Ensinei
novamente, repetindo a aula aos alunos desenharem BR usando agora as idéias
concluídas no ex 104. Discuti o que seria uma figura tridimensional ou 3D e
diferenciei figuras de 3 dimensões com figuras de 2 dimensões com
exemplos.Para o próximo exercício nomeei com letras os vértices de BR e tirei
os nomes dos vértices, das faces e das arestas e fiz algumas anotações. |
O objetivo desta
tarefa foi fixar a conclusão do ex.103 e ver a capacidade do aluno na criação
de um molde de BR, dadas as medidas, visto que, até então, tinham apenas
desenhados os moldes de cubos. Nesta aula diferenciamos figuras planas e
espaciais (ou sólidos), falamos em ponto, reta e plano e relacionamos eles
com 0, 1 e 2 dimensões. Notei que a compreensão do conceito de dimensão e do
desenho do BR aumentaram considerávelmente depois dos exercícios 103 e 104.
Estimamos as medidas da classe e deduzimos 3mx6mx7m - num momento fantástico
de "barulho produtivo". Ao final, nomeei um BR de ABCDEFGH e
escrevi seus vértices: A, B, ..., arestas AB, CD, AD, ... e faces ABCD, BCGH,
etc... Pela primeira vez no curso, nomeamos com símbolos abstratos (no caso
letras) os elementos de uma forma para
podermos estudá-la. |
104 |
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12-Abr |
030 |
Entreguei aos
alunos folha mimeografada com molde de BR e o exercício 105: dado um BR pedi
aos alunos que dessem o nome das 12 arestas, das paralelas a AB, a AE e a EH
e das de 2 cm e 3cm, e também suas dimensões. Propus mais três exercícios
para propor dimensões da classe, escola, do quarto, etc... A folha
mimeografada com o molde poderia ser utilizada para fazer o BLOCO 1 aos
alunos que ainda não o fizeram. |
A aula serviu para
fixar idéias desocbertas e concluídas na atividade 104 e para que o alunos
compreendesse os conceitos de dimensão e abstraisse mais ainda o significado
de BR. Este tipo de aula ajuda a desenvolver, profundamente o raciocínio
lógico-geométrico-espacial. |
105 a, b, c, d, e,
f, g; 106; 107; 108 |
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12-Abr |
031 |
Repetindo na lousa
mais uma vez, em cores, o desenho de um BR sem a malha, pedi para que os
alunos no ex 109 desenhassem 3 blocos retangulares sem a malha quadriculada.
Após isto determinei as dimensões e pedi para que os alunos copiassem os
blocos da lousa com aquelas medidas marcadas (ex 110). Já no ex 111 dei
apenas as dimensões: 0,5cmx0,5cmx2cm e mandei os alunos desenharem o BR. O ex
112 visava identificar os BR desenhados que eram cubos. O ex 113: achar a
soma das medidas de todas as arestas de um BR desenhado com medidas de suas
dimensões; ex 114 idem, mas sem ser feito o desenho, apenas propondo as
dimensões. Após passei exercícios para casa: 115 até 121. |
O exercício 109
teve muito mais sucesso do que o 102 entre os alunos, o que comprova a
eficiência das tarefas de 103 até 108. Os ex. 110, 111 e 112 visavam fixação
das idéias de dimensão. Os alunos tiveram cerca de 20 minutos para realizar
os 4 exercícios da aula, e após isto fiz a correção comentada e passei os ex
113 e 114, corrigi-os poucos minutos depois (fiz junto com os alunos) e
passei os exercícios para casa. Os alunos teriam 5 dias para fazer a tarefa
para casa e por isto foi longa e exigida. |
109; 110 a, b, c,
d; 111 a, b; 112; 113; 114. Para Casa: 115 a, b, c, d; 116 a até j; 117 a, b,
c, d; 118; 119; 129; 121. |
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17-Abr |
032 /
033 |
Foram vistadas as
tarefas e conversado com o aluno por minutos sobre a importância de fazer as
lições e que a falta delas dificulta o aprendizado. Dei mais 1 dia para que
eles fizessem todas as tarefas e prometi visto no dia seguinte. Revisei os
conceitos de dimensões com muitos exemplos, numa recaptulação geral,
interrogando aos alunos e sempre mostrando BR de papel para servir de base
concreta. Passei exercícios: ex 122: soma das arestas de um cubo de aresta
5cm; ex 123: achar o valor A da soma das arestas de um BR de dimensões a, b,
c e um cubo de aresta a. Conclui os exs 122 e 123 e propus o ex 124: refazer
os ex 113 e 114 usando apens 3 operações e o ex 123 b usando 2 operações, sem
usar 5 como é de costume. Debateu-se bastante sobre o ex 124 e revisamos
'ad-hoc' a propriedade distributiva e revisamos a idéia da associatividade da
adição - tudo isto de maneira informal em sem anotações. O ex 125, proposto
no final da aula dava valores numéricos para a, b e c e pedia para
calcularmos 4(a+b+c) e 4a+4b+4c, o que reforçava a conclusão do ex 124 e mostava
que o ex 123 a tinha 2 respostas.. |
A conversa (bronca)
do início da aula foi importante - e longa, cerca de 20 min - para
conscientizar ao aluno sobre a importância de fazer a tarefa para casa
apontando a dificuldade de acompanhar as aulas como fruto do descuido com
este tipo de tarefa. Em momento algum foi utilizado a palavra
"nota" ou "pontos" - e jamais admitido do aluno que ele
pergunte se "vale nota". Ressaltei a importância de fazer as
atividades para acompanhar o desenvolvimento do conteúdo. O ex 123 foi
algébrico: visava o aluno concluir que a soma A de todas as arestas é igual a
A=4a+4b+4c no BR da letra 'a' mas também pode ser A=4(a+b+c), logo
4a+4b+4c=4(a+b+c), que é uma idéia algébrica. Mostrar que para somar todas
arestas de um BR é mais fácil somar cada uma das 3 dimensões e depois
multiplicar por 4 do que multiplicar cada uma por 4 e depois somá-las. É
claro, esta tarefa não foi aprofundada e não foi exigida de todos os alunos,
mas rendeu bons frutos, principalmente na ligação entre conteúdos. |
122; 123 a, b; 124 |
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18-Abr |
034 |
Repetiu-se a
vistagem dos cadernos e a bronca da aula anterior. Corigimos os exercícios
que se referiam a um único BR ABCDEFGH, dadas as medidas de 3 lados. O ex 115
pedia para achar medidas de algumas arestas. O ex 116 dava vários pares de
arestas e pedia para que elas fossem classificadas em paralelas,
perpendiculares e reversas. O ex 117 pedia para que os alunos achasse todas
aresta paralelas, perpendiculares, reversas e congruentes a AB. O ex 118
pedia aos alunos a face oposta a face CDGH. O ex 119 falava de uma formiga
caminhando sobre as arestas do vértice A até o G - para que os alunos
traçassem todos os caminhos mínimos possíveis e dissessem a menor distância.
O ex 120 revisava raiz quadrada. O ex 121 era a atividade BLOCO 2 que pedia
dos alunos a montagem, por conta própria de um BR dadas apenas as medidas das
dimensões (para entregar). |
O ex 115 visava
observar se o aluno sabe transferir a idéia concreta de que arestas paralelas
são congruentes para uma situação abstrata e ao ver uma medida numa aresta XY
soubesse que a sua paralela WZ tem a mesma medida. O ex 116 revisa os
conceitos de retas paralelas, perpendiculares e reversas. O ex 117 mostra que
existem exatamente 4 arestas em cada uma das categorias pedidas.O ex 118
visava ver se o aluno realmente compreendeu as notações para arestas e faces
estabelecidas. O ex 119 proporcionou um momento ímpar de discussões e a
concientização do aluno da existência de exercício com múltiplas respostas. O
ex 120 pedia a raiz quadrada de AE+EH+4: interessante por intercalar dois
assuntos - apesar de ser um exercício altamente forçado e artificial é
interessante do ponto de vista lúdico. O ex 121 foi uma atividade que dava
pouca informação e exigia uma tarefa complexa e serviu para explorar a
compreensão dos conceitos já trabalhados. |
(correção) |
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19-Abr |
035 /
036 |
Como a atividade de
desenhar figuras na malha quadriculada foi interrompida por uma eventualidade
(ex93), no ex 126 foi retomada com o desenho de 13 pilhas, em formas
variadas: ficamos 1 h 20 min desenhando pilhas de blocos em papel
quadriculado e fazendo os exercícios 127 até 132. Ensinei bem no início da
aula o que eram vistas de uma pilha: frontal, superior e lateral (coincidindo
com as 3 dimensões, fato que se nota a longo prazo). O ex 126 não só pedia
para que fossem feitas as pilhas mas suas 3 vistas. Outros exs: desenhar uma
pilha em forma de T em malha quadriculada (ex 127); desenhar uma pilha dada a
vista lateral (ex 128); desenhar uma pilha dadas as 3 vistas (ex 129), contar
número de blocos da pilha do ex 129 (ex 130); Desenhar determinada pilha em
outra posição (ex 131) e copiar da mesa do professor, na malha quadriculada,
uma pilha de BRs (ex 132). |
A aula foi um
sucesso: divertida animada e lúdica. A aula trouxe prazer aos alunos,
aumentaram a sua auto-estima, permitiram que eles gostassem e vissem com
outros olhos a Matemática. Foram 80 minutos onde eu pude interagir com os
alunos, lhes dando atenção, afeto e carinho - serviu muito bem para que eu
aumentasse minha relação com os alunos. Foi uma aula ótima! O ex 127 visava
ver se ele sabia desenhar uma pilha em malha quadriculada sem copiá-la da
lousa, os exs 128, 129, 131 e 132 além disto exigiam um pouquinho de
raciocínio. Já o ex. 130 explorava uma situação-problema com duas respostas
possíveis. Nos últimos 20 minutos de aula foi entregue uma folha de
exercícios aos alunos e orientado que eles deveriam colar a folha no caderno
durante o final de semana, exercício por exercício e resolver apenas o que
eles quiserem - de preferência todos: não foi uma lista obrigatória, mas um
total de 18 exercícios interessantes e diferentes sobre BRs (item 1.1)
retirados do livro "Matemática Imenes & Lélis - 5a Série". Em
quase todo final de tópico será proposta lista opcional. |
126 a até n; 127;
128; 129; 130; 131; 132. Exercícios complementares opcionais: 133 a, b, c;
134; 135 a, b; 136; 137; 138; 139; 140; 141 a, b, c; 142 a, b, c, d; 143;
144; 145; 146; 147 a, b, c; 148 a, b, c; 149 a, b, c, d; 147 a, b, c; 148 a,
b, c; 149 a, b, c, d; 150 a, b, c; 151 a, b, c; 152. |
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24-Abr |
037 |
1.2 PRISMAS E
PIRÂMIDES - expliquei novamente como organizava o conteúdo. Revisei
nomenclatura de alguns polígonos: triângulo, quadrilátero, pentágono e
hexágono. Ensinei o que era PENTA e o que era HEXA e insisti com a correta
pronúncia: "héquissa" e não "héza". Mostrei formas de
primas e pirâmides. Conceituei prisma triangular, quadrangular, pentagonal e
hexagonal e também conceituei pirâmide triangular, quadrangular, pentagonal e
hexagonal. Relacionei adjetivos e locuções: de triângulo - triangular, de quadrilátero
- quadrangular, de pentágono - pentagonal, de hexágono - hexagonal, mostrando
que em cada um desses casos o adjetivo não leva acento por ser oxítono, mas o
substantivo leva por ser proparóxitono (lembrei as regras da língua
portuguesa e também lembrei do "de retângulo" e
"retangular". Conceituei também base e face lateral. |
A aula foi muito
prática, mostrando as formas aos alunos em moldes já prontos, exemplificando
em casos da realidade. Durante toda a aula explicava e questionava a sala
para ver se eles estavam compreendendo. Na pronúncia de hexa comparei com
sexo e taxi e mostrei que não tinha nada de estranho falar
"hequissagono" e não "hezágono". A ênfase da aula foi na
classificação de primas e pirâmides em triangular, quadrangular, pentagonal e
hexagonal. Os alunos repararam muito bem que o Prisma Quadrangular pode ser
um Bloco Retangular - apesar de existirem prismas quadrangulares que não são
Blocos Retangulares. Foi uma aula produtiva e fiz alguns vistos no caderno. |
Aula expositiva |
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No final da aula
foi entregue a folha de EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES DE BLOCO RETANGULAR.
Exercícios de caráter complementar para aprofundamento ou estudos posteriores
e são um rico material para alunos talentosos - além disto dá oportunidade
para que todos, numa escola pública, tenham o mesmo acesso aos exercícios e
conteúdos de um aluno de uma escola privada com ampla carga horária. |
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25-Abr |
038 /
039 |
Expliquei novamente
todos os conceitos expostos na aula 037, fiz questões orais para os alunos,
como faço em todo início da aula, mas desta vez perguntei para todos os
alunos da classe para classificarem um prisma ou uma pirâmide. Em seqüência
passei exercícios: ex 153 desenhar um prisma triangular, ex 154 idem em malha
quadriculada; ex 155 e 156, o mesmo com o prisma pentagonal; ex 157 e 158, o
mesmo com prisma hexagonal; ex 159 - atividade prática para aula: desenhar em
sulfite as planificações dos prismas triangular e hexagonal e depois
montá-los. Para casa foram propostas os ex 160, 161, 162, 163 que propunham o
desenho, a mão livre de pirâmides triangular, quadrangular, pentagonal e
hexagonal, o ex. 164 que pedia o mesmo, porém, em malha quadriculada. E o ex
165, semelhante ao 159, pedindo aos alunos quem montem o molde dos primsas e
pirâmides triangulares e quadrangulares no sulfite. |
O objetivo dos
exercícios 153 até 159 foi a fixação da nomenclatura - mais importante do que
o desenho em si. O ex 159, excelente para desenvolvimento do raciocínio
abstrato, também explorava as habilidades manuais e algumas capacidades de
percepção de que: arestas que se sobrepõe tem que ter a mesma medida, as
bases devem ser figuras congruentes, etc... Os exercícios para casa são
análogos com pirâmides - aliás, são os mesmos exercícios trocando a palavra
"prisma" por "pirâmide". Os exercícios 159 e 165 deram
margem para a explosão de criatividade: a 6a A trouxe formas inusitadas:
prismas minúsculos, em forma de taças, sólidos estranhos, pirâmides e prismas
com bases até com 25 lados, etc... |
153; 154; 155; 156;
157; 158; 159; 160; 161; 162; 163; 164 a, b, c, d; 165. |
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SOLICITEI
RELATÓRIO - como infelizmente somos obrigados a atribuir notas aos alunos, o
que considero absurdo e acentuador das desigualdades, pedi que os alunos me
entregassem Relatório dizendo que atividades eles fizeram, entre as
seguintes: Caderno Raiz Quadrada (aulas 1-16); Caderno Geometria (aulas
17-40); 11 planificações do cubo (ex 91), cubo 1 (ex 90), cubo 2 (ex92),
desenhos em papel quadriculado (ex 126), Bloco 1 (ex 104), tarefas para casa
(115 até 120), tarefas para casa (133 até 151 - apenas colagem); prismas (ex
159), pirâmides (ex 165). |
O objetivo do
relatório solicitado é poder atribuir nota aos alunos. Eles deveriam me
entregar até o dia 03/Maio o relatório dizendo apenas quais atividades eles
fizeram. (Confiei nos alunos e, conferindo os cadernos posteriormente,
verifique que quase todos (95%) agiram comigo com boa fé). Os relatórios
diriam apenas se ele fez ou não fez cada uma das tarefas especificadas. |
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26-Abr |
040 |
Revisei os
conceitos acerca de prismas e pirâmides e também os conceitos de vértices,
faces e arestas. Questinei individualmente a maioria dos alunos das classes.
Combinei que apartir deste dia chamaremos A de número de arestas, V de número
de vértices, F de número de faces e n de número de lados da base. O ex 166
visava calcular o número de V, F e A dos quatro prismas estudados. O ex 167
fazia o mesmo com pirâmides. Já o ex 168 pedia para que, nos 8 casos,
calculasse-se V+F-A. Deixei os alunos durante 15 minutos calculando e depois
fiz as correções, explicando táticas para que eles possam fazer estas contas
com mais facilidade - busca da generalização (do particular ao geral). |
Nesta aula os
alunos fizeram os cálculos de V, F e A sem manipular prismas ou pirâmides!
Usaram somente a intuição. As formas foram fornecidas para eles num momento
posterior - agora eles deveriam quebrar a cabeça! Não é surpreendente dizer
que, mesmo assim, a maioria dos alunos fez os três exercícios da aula com uma
eficácia fenomenal! Durante esta aula mesmo muitos alunos perceberam que, nos
oito casos V+F-A=2 sempre - o que indica que eles calcularam corretamente o
número de V, F e A nas oito formas trabalhadas. Este tipo de atividade levará
no mês seguinte, a concretização das primeiras idéias realmente abstratas até
agora estudadas. |
166 a, b, c, d; 167
a, b, c, d; 168 |
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OBS |
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ATIVIDADES
EXTRA-CLASSES, FALTAS DO PROFESSOR, OBSERVAÇÕES GERAIS, SISTEMAS DE
AVALIAÇÃO, NOTAS, RELATÓRIOS, ETC... REGISTRADOS EM OUTROS CAMPOS DO DIÁRIO! |
Sugestão: Procure observações no Campo 11 do diário! |
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