CONTEÚDOS TRABALHADOS NA 6ª SÉRIE A - 1º BIM. 2002 / EMEF RICARDO C. C.
MONTEIRO
PROF. OTÁVIO LUCIANO CAMARGO SALES DE MAGALHÃES – MATEMÁTICA
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Data |
Aula |
Conteúdo |
Comentários |
Exercícios |
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25-Fev |
001 |
Apresentação
pessoal, Introdução ao meu método, sistema de trabalho, avaliação. Comentando
sobre critérios de numeração da aula e rigor de trabalho. Falei sobre como se
dará a parte Afetiva. Também apresentei a escola, visto que era a aula
inaugural da turma na escola. |
Coloquei nesta aula
as minhas normas de organização de caderno, fundamental para um estudo de
qualidade. E também dei uma grande bronca logo no primeiro dia. |
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26-Fev |
002 |
RAIZ QUADRADA - conceituação informal (ex
1). Exercícios elementares (soma duas raízes) (ex 2). Fazendo operações
simples com raízes (objetivo: rever operações e observar a compreensão e
habilidade do aluno com expressões matemáticas simples). Raiz quadrada de uma
raiz (ex.5). Raiz quadrada de 0 e de 1 (ex.3). Revisamos a existência de números decimais (como 0,5=1/2). Soma
e produto de três raizes quadradas (ex 4). Dei uma lista grande de exercícios
para casa: Diferenciação entre soma de raizes e raizes de soma - ensinando
como são resolvidas expressões numéricas (ex 6). Igualdade do produto de
raizes com a raiz de produto (ex 7). Achando raizes dado o número vezes ele
mesmo (ex 9 e 10). Raiz de números terminados em 00 (ex 8). |
Neste dia a turma
demonstrou ser excelente, inclusive melhor que a média das classes. A maioria
dos exercícios não foram explicados. Os alunos deveriam descobrir sozinhos
apenas utilizando a definição de raiz lhes ensinada. Isto estimula a
criatividade e o raciocínio. O mesmo se pode dizer dos exercícios "Para
Casa". |
1 a até d, 2 a até
d, 3 a e b, 4 a e b, 5 a e b. Para Casa:
6 a e b, 7 a e b, 8 a e e, 9, 10 a até d. |
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27-Fev |
003 /
004 |
Correção dos
exercícios "Para Casa". Resolução de expressões numéricas:
lembrando que sempre se faz a multiplicação (ou divisão) antes da adição e
subtração e que os parênteses tem que ser resolvidos em primeiro lugar (ex
11). Exercícios envolvendo variáveis:
Ex: se AxA=B, ache raiz quadrada de B (ex 12). Raiz da raiz da raiz da raiz
de zero e de um - conclusão que sempre são zero e um (ex 13). Tentando
encontrar uma raiz de um número alto dadas pistas (ex 14: sabendo que
87431x87431=7644179761, ache a raiz do último).Expressões numéricas mais
sofisticadas (ex 16, 17 e 21). Exercícios do tipo: ache a metade da raiz
quadrada (que necessitam leitura de enunciado) (ex 18), descobrindo raizes
através de pistas e expressões que depende de achar valores numéricos de
variáveis (ex 15). Raízes quadradas de números terminados em 00, 0000,
000000, etc.... (ex 20). Desafio: tentando descobrir raizes quadradas de 841,
961, 1444 e 1296 sem uso da calculadora. (ex 22). Para Casa ficou para eles
refazerem os exercícios. |
Os alunos começaram
a ir resolver exercícios na lousa: ex 21 - expressões numéricas. Foi
ressaltado que os exercícios "Para Casa" não valem notas, mas são
fundamentais para o aprendizado. Desde já foi trabalhada a idéia de que não
se estuda para se obter nota! Os ex. corrigidos do serviram para que sejam
trabalhadas técnicas mecânicas de resolução de expressões numéricas -
instrumento manipulativo essencial: o tópico "Raiz Quadrada" só foi
um pretexto para vários trabalhos deste gênero - além de ser um assunto fácil
de ser trabalhado e agradável aos alunos. Após foram propostos vários
exercícios, todos eles visando o desenvolvimento de uma ou outra habilidade
na resolução de expressões numéricas. Não foram tabalhados operações com
números altos, porém não foi permitido o uso da calculadora para raizes,
ainda. Apesar de serem 6a tiveram o mesmo desempenho que as 7as e 8as, apesar
de deficiências que carregam. Alguns ex de expressões continham expressões
anteriores e verificava se os alunos sabiam fazer substituições de variáveis.
O ex 22 foi Desafio para ver se eles descobriam sozinhos o método das
tentativas - e descobriram! |
11 a até c, 12, 13
a e b, 14, 15 a e b, 16 a e b, 17, 18, 19, 20 a até d, 21 a até e, 22 a e d. |
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28-Fev |
005 |
Ensinei aos alunos
o método das tentativas para cálculo de Raiz Quadras (coloquei subtítulo).
Dei vários exercícios obre o método das tentativas e ficamos a aula
inteirinha fazendo cálculos por tentativas. Foi empolgante. Entreguei aos
alunos FICHA DE DADOS, para que eles preenchessem, falando de informações
suas de caráter pessoal - social - familiar. |
É importante
ressaltar que aqui, aprendendo a calcular raizes quadradas pelo método das
tentativas, os alunos terão acesso a melhor solução para vários problemas da
Matemática: a tentativa e erro. Este é o único método ensinado - e o próprio
aluno é induzido a descobri-lo. O objetivo da FICHA DE DADOS foi conhecer a
realidade de nossa clientela para poder adequar o trabalho realizado. Foi
ótima a empolgação dos alunos e a persistência no cálculo deles: deixei a
tabuada livre. |
23 a até e, 24 a
até e. Para Casa: a até e. |
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01-Mar |
006 |
Mais três raizes
pelo método das tentativas. Achando a Raiz Quadrada e o Resto de números que
não são quadrados perfeitos - ou seja - não tem a raiz quadrada exata. Extrai
como exemplo 5 raizes. |
A primeira metade
da aula foi marcada por várias idas para a lousa dos alunos. Foi legal e
serviu para ver quem estava e quem não estava compreendendo. Foi uma aula
muito legal! |
26 a até c, 27 a
até f. |
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05-Mar |
007 |
Subtítulo: Raiz com
resto: ensinei que números como 34 tinham raiz, mas eram números não exatos
ex: raiz quadrada de 34 é 5,8309518... que tem infinitas casas decimais -
disse isto para todas as salas 'de passagem' (expliquei que era um número
irracional). Voltei a dizer que além da raiz exata existe a raiz com resto.
Mostrei como tirávamos a prova da Raiz não exata e comentei que o resto pode
ser maior que a raiz. Coloquei um desafio: qual é o maior resto possível dada
a raiz? Meu objetivo era aferir se alguém concluia que o maior resto possível
era o dobro da raiz - nínguem concluiu. Dei mais exercícios de achar raiz e
resto (ex 28) e problema inverso - achar o radicando dado a raiz e o resto
(ex 30) e achar o radicando numa raiz exata (ex 29). 1o Problema da Semana: O
PAI DO PADRE É FILHO DO MEU PAI. O QUE EU SOU DO PADRE? |
Exercício
interessante, porém, devendo deixar claro que aqui trabalhamos com Raízes
não-exatas e não com a Raiz quadrada exata, que será um outro assunto. Esta
aula foi em parte para que os alunos possam resolver exercícios com minha
orientação. Enquanto eles faziam, eu passava nas carteiras os orientando na
resolução. O problema da semana não foi sequer explicado, deixando a
imaginação dos alunos fluir. |
28 a até e, 29 a
até e, 30 a até e. |
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06-Mar |
008 |
Defini quadrado: um
quadrilátero com 4 lados iguais e 4 ângulos retos - exemplifiquei. Defini
losango e quadrado. Comentei que quadrados também são losangos e quadrados.
Fiz uma aula expositiva com muitas perguntas para a classe para ver se os
alunos compreendiam. Depois fiz quadrados com bolinhas e relacionei o lado
com a área 1 com 1, 2 com 4, 3 com 9, 4 com 16, etc... - os números quadrados
perfeitos foram definidos com este nome. Aula recheada de exemplos,
brincadeiras e atividades. |
Esta aula foi
diferente das aulas dadas para todas as outras turmas por dois motivos: a
turma estava adiantada e existia uma motivação diferente. Esta turma
mostrou-se muito interessada e parecia gostar muito das aulas - achei necessário
uma motivação diferente com uma aula expositiva interligado Aritmética e
Geometria. Foi ótimo! |
(Aula expositiva) |
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06-Mar |
009 |
Lista de revisão final que antecede a 1a
Avaliação Diagnóstica de Matemática: bastante expressões, raiz da raiz da
raiz de um número, expressões com variáveis que dependem de outros e com
alguns exercícios explorando atividades ainda não trabalhadas, onde era
possível resolver usando apenas a definição de raiz quadrada e outros tópicos
trabalhados. Alguns exercícios trabalhavam em menor valor de uma variável
para que a raiz seja exata, inteiros superiores e inferiores a raiz quadrada
não exata, parte inteira de uma raiz não exata e identificação de inteiro
mais próximo de raiz quadrada e pergunta sobre o motivo da raiz se chamar
quadrada. Problema da Semana 2: Distribua 10 soldados em 5 fileiras de 4
soldados cada. |
O exercício 32 foi
uma lista de 6 expressões bem difíceis resolvidas integralmente na lousa com
ida dos alunos. A Lista de exercícios revisava todos os tópicos já
trabalhados, mas apresentava exercícios em situações inéditas, como
exercícios para marcar V ou F, onde era necessária a resolução das operações
em ambos membros da igualdade - apenas o 32 foi corrigido. Esta lista foi um
momento para que os alunos possam treinar os mecanismos de expressões
numéricas e raizes quadradas sozinhos ou com meu auxílio em suas carteiras.
Foi uma aula prática e cheia de conversas e apontamentos. Algumas vezes as
aulas eram interrompidas para que os alunos fossem à lousa. Ensinou também ao
aluno que ele deve pensar em Matemática e não apenas repetir exercícios
prontos, como em geral estão acostumados. Neste dia deu-se a resposta do
Problema da Semana 1. |
31 a até f, 32 a
até f, 33 a até d, 34 a até c, 35, 36, 37 a até e, 38, 39 e 40. |
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09-Mar |
010 |
Avaliação
diagnóstica para verificação de aprendizado de Raiz Quadrada e técnicas de
resolução de expressões numéricas. Avaliação com 6 questões, todas com
"a" e "b", sendo 2 de nível fácil, 2 de nível médio e 2
de nível difícil; 2 de cálculo imediato da raiz quadrada, 2 de aplicações
imediatas da raiz quadrada e 2 onde seria necessário a análise da aplicação
da raiz; 2 questões de cálculo direto ou leitura e resposta imediata; 2
questões de manipulação aritmética e 2 questões onde o raciocínio entraria em
jogo e não só a manipulação de expressões. |
A avaliação foi
muito bem elaborada, de modo que identificasse com precisão o nível de
conhecimentos anteriores e a facilidade de aprendizado de nossos alunos. O
objetivo da avaliação foi detectar os erros que os alunos tem e corrigi-los.
As questões foram elaboradas como "armadilhas", com questões que
mais apresentam erros típicos: assim, detectando quais são as dificuldades de
cada aluno e podendo corrigí-las adequadamente, após levantamento detalhado
de erros por aluno. |
(avaliação) |
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12-Mar |
011 |
Os
alunos copiaram a Avaliação no caderno e resolvi juntamente com eles,
mostrando quem incorreu em cada um dos erros típicos catalogados, os motivos,
e como pode fazer para não mais ter este tipo de erro. |
Alguns alunos que
cometeram erros típicos foram convidados a identificar seus erros e
comparecerem a lousa para corrigí-los. Foi um sucesso: muita gente descobriu
sozinha o que errou e fez a correção na lousa! Foi uma aula genial! |
(correção) |
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14-Mar |
012 |
Mais exercícios
sobre Raiz Quadrada - agora os alunos fazendo em seus cadernos com meu apoio.
Estes exercícios não serão corrigidos na lousa - o estudo, englobando todo o
assunto e exercícios diversos é dirigido, mas apenas de
"carteira-em-carteira". Apenas eventuais explicações na lousa: como
no início da aula, por exemplo. |
O objetivo desta
persistência foi a necessitade de amadurecimento do conteúdo. Agora, os
alunos se sentiram mais confiantes para desenvolver o assunto, e, aproveito o
momento para me entrosar com os alunos e deixá-los mais confiantes em relação
à minha pessoa. Como se consagrou o ex 41 de a até d foi o primeiro da lista
e com expressões numéricas todas resolvidas na lousa com o ex 32. |
41 a até d, 42 a
até d, 43 a até d, 44, 45 a até e. |
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15-Mar |
013 |
Resolvi 4
expressões numéricas na lousa e comecei uma aula expositiva interesante:
mostrei aos alunos uma reportagem do JORNAL AGORA de 12 de Março de 2002,
onde um Gari se apresenta na praça de São Paulo fazendo contas mirabolantes
com muita facilidade - e conta sua "técnica" para resolver Raizes
quadradas grandes. Mostro que tudo é vigarice e ensino a técnica do gari aos
alunos. Em seguida propus um exercício para que os alunos calculem raiz
quadrada com a técnica do gari (46). |
É curioso dizer que
o professor do Gari eu conheci pessoalmente durante o VII ENEM - Encontro
Nacional de Educação Matemática, em 2001, na Universidade Federal do Rio de
Janeiro e realmente é um vigarista - travei uma discussão com ele
questionando seus métodos. Os alunos aprenderam a calcular raizes como o Gari
- deixei claro que isto não os faz de "gênios", como o jornal diz,
mas como "cãezinhos amestrados" e ensinar Matemática é muito mais
do que fazer contas - essa era a mensagem que queria passar. |
46 a até o |
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19-Mar |
014 |
Após isto, a aula
seguiu com a número 012 mas com exercícios diversos, mas principalmente nas
atividades onde a sala tem mais dificuldade. Problema da Semana 3: Hoje é
20/02/2002. Escrever o último e o próximo dia que lidos de trás para frente
ou de frente para trás representam a mesma data. |
A aula teve tanta
produtividade quanto a 012. E,
novamente o ex 47 foram 2 expressões na lousa, criando-se uma rotina de todos
os dias alguns alunos indo para lousa. E eles adoram. |
47 a e b, 48, 49,
50. |
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20-Mar |
015 |
Últimos exercícios
seguiu com a número 012 mas com exercícios diversos, mas principalmente nas
atividades onde a sala tem mais dificuldade. Alguns minutos de explicações
dos pontos onde os alunos apresentam maiores dificuldades e após isto, a Aula
no estilo da aula 012 - exercício e estudo dirigido. |
Desenvolveu-se o
mesmo ritmo da aula 012. O problema da semana foi em homenagem à útima data
de nossa vida que aconteceu este fato: 20/02/2002, principalmente às 20:02.
Foi resolvido o Problema da Semana 2 neste dia. |
51, 52, 53, 54, 55
e 56 a e b. |
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20-Mar |
016 |
Correção dos
exercícios anteriores, estudo dirigido e dúvidas sendo tiradas. |
Foi uma aula livre
para os alunos, onde alunos foram à lousa e muita ação foi feita - foi uma
aula interessantíssima do ponto de vista pedagógico. |
(correção) |
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21-Mar |
017 |
Avaliação
diagnóstica para verificação de aprendizado de Raiz Quadrada e técnicas de
resolução de expressões numéricas - 2a aplicação. Prova com mesmo estilo,
objetivos e critérios (mas questões completamente diferentes). Ficou claro
aos alunos que a prova não valia nota e quais eram os objetivos desta
avaliação, e mesmo assim, todos os alunos a levaram a sério e o índice de
"colas" foi insignificante. |
(veja aula 010 para
conhecer detalhes sobre a Avaliação) É importante ressaltar que nas duas
avaliações não foi atribuída uma nota, mas ao fim do bimestre assim se estabeleceu:
o aluno aprendeu coerentemente: nota 2 (a grande maioria), aprendeu de modo
insatisfatório: nota 1 e raríssimos "não aprendeu" que levaram nota
0. |
(avaliação) |
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22-Mar |
018 |
Correção
pedagógica no mesmo estilo da feita na aula 010. Este método torna a
avaliação não punitiva ou estatística ou burocrática, mas parte fundamental,
existente e eficaz do processo pedagógico e também ensina ao aluno os
verdadeiros objetivos de uma avaliação diagnóstica, tirando dele o medo de
estudar e fazer provar, percebendo que o professor é um amigo e não um alguém
que vai dar castigos e classificá-lo. Curiosidade: como a correção acabou
mais cedo do que esperava desafiei os alunos a calcularem 1x1, 11x11,
111x111, 1111x1111, etc... para tentarem descobrir uma generalização. Aula
final de Raiz Quadrada. Tirando as últimas dúvidas, fazendo Recuperações na
lousa e apontando alunos que devem estudar sozinhos e posteriormente, fazer
nova avaliação em data que ainda deverá ser estipulada. |
Rendeu muito mais
frutos e aprendizados do que a da aula 011. Foi usada a mesma técnica aluno
na lousa e apontamento individual de erros: escrevi quem errou cada questão e
a resolução incorreta na lousa (erros principais e típicos). A curiosidade
final da aula foi muito legal pois deu aos alunos a oportunidade de tirar uma
conclusão numérica. |
(correção) |
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26-Mar |
019 |
GEOMETRIA:
Programa de estudo em 11 assuntos. 1- SÓLIDOS GEOMÉTRICOS; 1.1 - BLOCO
RETANGULAR Mostrei aos alunos o que era um Bloco Retangular, mostrei que ele
não pode ser desenhado, mas suas vistas podem ser desenhadas. Falei que eu
posso ver 1, 2 ou 3 faces do Bloco Retangular (BR), mostrando exemplos
concretos para a classe e perguntando para a classe quantas faces eles viam.
Mostrei vários BRs na prática e inclui a classe com um. Conceituei vértices,
faces e arestas, faces opostas, linhas paralelas, perpendiculares e reversas.
Tudo isto com exemplos práticos e conversando simultaneamente com a classe.
Também expliquei o que seria um ângulo reto, um retângulo, um quadrado e um
cubo. Faces opostas num dado somam 7. Relação entre BR e cubo. Exercícios para casa: calculo de V, F e A
num BR, tentativa de desenho e dado apoiado sob a mesa. Propus aos alunos que
eles comprassem de mim uma apostila de 14 páginas onde resumo todo o tópico 1
- SÓLIDOS GEOMÉTRICOS - e a maioria comprou esta apostila (R$ 0,35 versão
pequena; R$ 0,70 versão grande). |
Distribuí FOLHA DE
EXERCÍCIOS DE REVISÃO do conteúdo de Raiz Quadrada com 30 exercícios para os
alunos com aproveitamento insuficiente poderem estudar sozinhos e recuperarem
seu atraso. Conversei no início da aula sobre os rumos que as aulas vão
tomar. Apresentando aos alunos o programa que criei para ensino e comentando
que ele é base de Tese Monográfica feita por mim e aprovada com nota 10, quer
cria curso de Geometria para 7a Série. Passei todos os 11 tópicos do curso. Foi
um breve comentário sobre minha Tese Monografica que relata uma experiência
que tive na Escola Municipal Isaura Vilela Brasileiro, em Botelhos - MG no
ano de 2000 com uma 7a série regular - descrevo as técnicas que usei e os
resultados. A tese levou nota 10. Em 2001, relacionado com o assunto, fiz 3
palestras (Pós Graduação alunos da FAFIG - Guaxupé; Evento licenciatura da
UEMG - Passos; 3o Licenciatura FAFIG - Guaxupé) com os alunos da turma;
apresentei o trabalho em 2 congressos: VIII EREMATSUL - Pato Branco - PR; II
EEMOP - Ouro Preto - MG, sendo publicado nos anais dos dois congressos. O
trabalho daqui em diante baseia-se na tese feita. |
57 até 61 |
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27-Mar |
020 |
Revisão de todos os
conceitos da aula anterior. Relacionei retângulo, quadrado e losango e
igualmente BR e cubo. Correção de exercícios: total de V, F e A de um BR;
faces opostas de um dado apoiado na mesa; definição de cubo; relações
"todo ... é ...". Na aula anterior, além da apostila, também
ofereci aos alunos que eles comprem um total de 9 folhas (R$ 0,45) com 41
planificações para que cada aluno pudesse montar sua caixa de sólidos. |
Nesta aula repeti
todos os conceitos da aula anterior: BR, cubo, quadrado, retângulo, ângulo
reto, vértices, faces, arestas, retas paralelas, retas perpendiculares, retas
reversas, faces opostas. Diferenciei figura plana de figura espacial. Durante
a revisão interroguei cada um dos alunos. Solicitei tesoura e cola para a próxima
aula. |
(correção) |
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27-Mar |
021 |
Fiz revisão geral
de conceitos, perguntando aos alunos sobre o conteúdo já ensinado. Defini
planificação. Defini e dei exemplos sobre ângulo reto, retângulo, quadrado.
Relacionei: 'todo quadrado é também retângulo'. Relacionei as faces do BR com
retângulo e as do Cubo com quadrado. Tarefa para casa: procurar no dicionário
o significado das palavras losango, paralelogramo, retas concorrentes, ângulo
agudo, ângulo obtuso. |
Durante a aula
conversamos muito e fiz várias perguntas, para todos alunos. Notei que esta
turma se mostrou mais interessada do que o esperado no estudo deste conteúdo!
Este conteúdo era inicialmente para ser com 7a série e eu ousava aplicando-o
na 6a. |
(Aula expositiva) |
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28-Mar |
022 |
Comecei a aula como
de praxe, revisando as idéias fundamentais com questões aos alunos orais e
diretas. Após isto distribuí um xeróx (de 1/4 de página) com o TIO PATINHAS e
9 pilhas 5x5x5 faltando cubos e as peças para serem encaixadas - o exercício
estimulada a percepção visual e o raciocínio espacial (ex 62). Após foi
proposto um banal exercício de preenchimento de casas de um dado planificado
com bolinhas (ex 63 e 64). |
A maior parte da
aula foi dedicada à revisão de conteúdos e ao afirmamento das idéias. Ouvi
várias manifestações de criatividade e alguns alunos já começaram a trazer
curiosidades da rua para casa. |
62, 63 e 64. |
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02-Abr |
023 |
Fiz revisão geral
de conceitos, perguntando aos alunos sobre o conteúdo já ensinado. Defini
planificação. Explanação com os alunos do significado das palavras que deixei
para serem pesquisadas em casa: losango, paralelogramo, retas concorrentes,
ângulos agudos e obtuso. E ainda ensinei o que era trapézio, quadrilátero,
retas secantes, retas oblíquas, ângulo raso, ângulo cheio e ângulo nulo.
Falei como se fazia uma definição e fiz um resumão. Também expliquei a
definição de quadrado como losango que é retângulo (ou vice-versa). Cerca de
20 alunos compraram já neste dia, e mais 10 nos dias seguintes, a apostila e
as folhas das 41 planificações - orientei para montagem das caixas. |
A aula foi muito
produtiva apesar de ter sido exclusivamente expositiva e com conteúdos um
pouquinho formais. Foram trabalhadas aqui as definições formais de quadrado,
losango, retângulo, paralelogramo e trapézio e estabelecidas algumas relações
lógicas. É claro que foi uma pré-explanação e este assunto será explorado
posteriormente.Fiz comentários gerais sobre os níveis de abstrações
geométricas de Van Hiele e sobre o teste dele e que ele em breve seria
aplicado na turma. Esta turma continua demonstrando ser uma turma excepcional
em geometria. |
Aula expositiva |
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03-Abr |
024 |
Fiz uma revisão das
últimas aulas interrogando a sala. Conversei com a sala um pouco e trabalhei
com cidadania. Explique que existem apenas 11 PLANIFICAÇÕES DIFERENTES DO
CUBO (Hexaminós) e mandei que eles as descobrissem (ex 65 - dei 1 semana).
Esta tarefa é muito interessante e instigante - e a capacidade de resolvê-la
rapidamente é uma grande habilidade. Um aluno meu da 7a Série, com 26 anos,
de São Carlos (David), neste ano, descobriu as 11 de cabeça em apenas 15
minutos, na classe - Incrível! Em
seguida uma atividade (ex 66): CUBO 1 - com uma folha de sulfite os alunos
deveriam desenhar uma planificação do cubo, colocar as aletas (abas,
orelhas), pintar as faces opostas da mesma cor, numerar como um dado e depois
montá-lo. Podiam e deviam abusar da criatividade! Apareceram as primeiras
caixas de sólidos: algumas já com os 41 sólidos montados: o que mostra o
prazer dos alunos neste tipod e atividade! Até o fim do mês de abril quase
todos os alunos montaram suas caixas! |
A atividade para
descobrir as 11 planificação do cubo eu sugeri que fosse feita da seguinte
maneira: os alunos deveriam em papel quadriculado fazer hexaminós e tentar
montar cubos. Os que eles conseguissem pintariam de vermelho e os que não, de
azul, colando todos no caderno. A tarefa foi um sucesso e quase todos
conseguiram. Tarefa que eu julgo difícil. Incentivei o uso da criatividade no
ex. 66. Surgiu de tudo: dados com desenhos com requintes artísticos;
numerados com números romanos, números em inglês, "pomos de ouro"
do Harry Potter, velas de barco numeradas, expressões aritméticas, raízes
quadradas.Na semana seguinte seguinte surgiu muita coisa: na 7a B, o aluno
Paulo trouxe um dado cúbico gigantesco com arestas medindo 0,5 m; na 6a A
surgiram dados minúsculos; na 7a A surgiu seqüências de dados um dentro do
outro. Abusou-se da criatividade na montagem destes dados. Recolhi os dados
para exposição. |
65 e 66 |
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04-Abr |
025 /
026 |
Os alunos passaram
o início desta aula terminando de fazer o CUBO 1. Repeti o exercício 67, mas
desta vez eu forneci mimeografada uma planificação de um cubo. Eles deveriam
montar e chamar o cubo de CUBO 2. Foram as mesmas regras do ex. 66. Tudo em
uma aula para que eles fizessem em 1 semana. |
A cada atividade a
criatividade aumentou e surgiram situações inusitadas e fantásticas com
mostrar cada vez maiores de capacidade criativa por parte dos alunos,
principalmente dos alunos desta turma. |
67 |
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05-Abr |
027 |
Ensinei aos alunos
desenharem cubos em papel quadriculado. Quadriculei a lousa, e nela desenhei
8 pilhas de cubos e mandei os alunos copiá-las no caderno. |
Como era de se
esperar os alunos adoraram a aula. Esta é talvez, o conteúdo que percebi ser
mais agradável aos alunos. |
68 a até g. |
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10-Abr |
028 /
029 |
Conferi os
exercícios de casa. Ensinei desenharem BR sem o uso da malha quadriculada -
dei exemplos dos erros típicos e ensinei observarem o paralelismo e
congruência no desenho destas formas - foi uma explanação rápida. Conceituei
dimensão (falei de comprimento, altura e largura ou espessura) - mostrei
várias dimensões: da sala, da porta, de caixas que estão comigo, etc...
Propus a atividade (ex 69) nomeada de BLOCO 1: Dado o molde (de folha
mimeografada) monte o BR e após montado pinte as arestas do mesmo tamanho com
cores iguais. Objetivos: fazer o aluno compreender que são 3 tamanhos de
arestas - justamente as 3 dimensões - e que de cada tamanho existem 4
arestas, paralelas entre si. Pedi que após a montagem do BR eles tirassem as
conclusões. Junto com molde de BR vinha o exercício 70: dado um BR pedi aos
alunos que dessem o nome das 12 arestas, das paralelas a AB, a AE e a EH e
das de 2 cm e 3cm, e também suas dimensões (ensinei neste exercício a
nomenclatura de faces, vértices e arestas de um BR nomeado ABCDEFGH). Corrigi
e concluí os ex. 69 e 70. |
Ensinei um
pouquinho de Trabalho Metódico nesta aula, mostrando aos alunos, como estudar
Matemática de modo satisfatório. É claro que com a rápida explanação sobre
"como desenhar" muitos alunos ainda não aprenderam a desenhar o BR
- para que eu conseguisse isto fiz várias atividades que criaram mecanismos
para que o aluno incorporasse algumas idéias, e depois conseguisse desenhar
com facilidade. As atividades de 69 até 75 tinham este como um dos objetivos.
Após isto, quase todos alunos aprenderam a desenhar um BR sem o uso da malha
quadriculada. O mesmo aconteceu com o "decreto" acerca da
congruência e paralelismo - é claro que os alunos só entederiam estas idéias
após outras atividades (entre 69 e 89). Anotamos na correção as observações
(em todos cadernos): todo BR tem apenas 3 tamanhos de arestas, sendo 4 de
cada tamanho; arestas paralelas são do mesmo tamanho no BR; chamamos de
dimensões os 3 tamanhos de arestas com 4 arestas cada; retas paralelas no BR
tem o mesmo tamanho. |
69, 70 a até g |
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11-Abr |
030 /
031 |
Passei alguns
minutos dando instruçõesde organização de estudo. Concluí e formalizei o
resultado da tarefa da aula anterior. Repeti os conceitos de dimensão:
altura, largura e comprimento - usei a sala como exemplo. Concluí e
formalizei o resultado da tarefa da aula anterior, pedindo para que todos
anotassem no caderno. Discuti o que
seria uma figura tridimensional ou 3D e diferenciei figuras de 3 dimensões
com figuras de 2 dimensões com exemplos. Desenhei na lousa, ensinando os
passos, um BR com 3 cores de canetas, pintando da mesma cor arestas paralelas
e reforçando os nomes da dimensões (inclusive com os alternativos
profundidade e espessura). Dei um exercício para que os alunos meçam as
dimensões do bloco montado no ex 69, estimem as dimensões da sala de aula, do
quarto deles e do pavilhão onde estudam. Revisamos os nomes dos elementos do
BR ABCDEFGH. Dei então a tarefa 75.
Em uma folha de sulfite os alunos deveriam copiar a planificação de BR que
passei no quadro usando as medidas que eu propus. Após montado deveriam
pintar da mesma cor arestas do mesmo tamanho (chamei de BLOCO 2). Usamos
desde o exercício 71 a notação 5cmx4cmx3cm. |
Quase todos alunos
absorveram, interiorizaram por completo a idéia de que são 3 tamanhos de
arestas e estas são as dimensões. Só conseguiram isto claro, depois de
realizarem a tarefa proposta. Nesta aula falei pela primeira vez na palavra
congruência na classe, sem formalizá-la ou exigí-la de alguém. Também cobrei
mais responsabilidade de alguns alunos. Nesta aula diferenciamos figuras
planas e espaciais (ou sólidos), falamos em ponto, reta e plano e
relacionamos eles com 0, 1 e 2 dimensões. Notei que a compreensão do conceito
de dimensão e do desenho do BR aumentaram considerávelmente depois dos
exercícios 69 e 70. Estimamos as medidas da classe e deduzimos 3mx6mx7m - num
momento fantástico de "barulho produtivo". Foi interessantíssimo o
raciocínio que usamos para medir o pavilhão escolar (perguntei para todos os
alunos como eles calcularam - medimos corredor, banheiro, etc...) Em seguida,
nomeei um BR de ABCDEFGH e escrevi seus vértices: A, B, ..., arestas AB, CD,
AD, ... e faces ABCD, BCGH, etc... Estávamos nomeando com símbolos abstratos
(no caso letras) os elementos de uma
forma para podermos estudá-la. |
71 até 75 |
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12-Abr |
032 |
Socializamos
conclusões do ex. 75, e expliquei as principais relações de paralelismo e
congruência no BR (mostrando que paralelimo implica congruência mas a
recíproca não é verdadeira - é claro, sem exigir que entendam esta idéia com
estas palavras, mas também usando esta frase para ver se alguém consegue
compreendê-la). Repetindo na lousa mais uma vez, em cores, o desenho de um BR
sem a malha, pedi para que os alunos no ex 76 desenhassem 5 blocos
retangulares sem a malha quadriculada. Após isto determinei as dimensões e
pedi para que os alunos copiassem os blocos da lousa com aquelas medidas
marcadas (ex 77). Já no ex 78 dei apenas as dimensões: 0,5cmx2,5cmx2cm e
0,5cmx0,5cmx0,5cm mandei os alunos desenharem o BR. O ex 79 visava
identificar os BR desenhados que eram cubos. Após passei exercícios para
casa: 80 ao 85. |
O objetivo da
tarefa 75 foi fixar a conclusão do ex.69 e ver a capacidade do aluno na
criação de um molde de BR, dadas as medidas, visto que, até então, tinham
apenas desenhados os moldes de cubos (a tarefa serviu para fixar idéias
desocbertas e concluídas na atividade 69 e para que o alunos compreendesse os
conceitos de dimensão e abstraisse mais ainda o significado de BR): este tipo
de aula ajuda a desenvolver, profundamente o raciocínio lógico-geométrico-espacial.
O exercício 76 teve muito mais sucesso do que as tentativs anteriores de
desenho entre os alunos, o que comprova a eficiência das tarefas de 69 a 75.
Os ex. 77, 78 e 79 visavam fixação das idéias de dimensão. Os alunos tiveram
cerca de 20 minutos para realizar os 4 exercícios da aula, e após isto fiz a
correção comentada e passei os exercícios para casa. Os alunos teriam 5 dias
para fazer a tarefa para casa e por isto foi longa e exigida. |
76, 77 a até d, 78
a e b, 79. Para Casa: 80 a até c, 81 a até f, 82 a até j, 83 a até c, 84 e
85. |
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17-Abr |
033 /
034 |
Foram vistadas as
tarefas e conversado com o aluno por minutos sobre a importância de fazer as
lições e que a falta delas dificulta o aprendizado. Dei mais 1 dia para que
eles fizessem todas as tarefas e prometi visto no dia seguinte. Revisei os
conceitos de dimensões com muitos exemplos, numa recaptulação geral,
interrogando aos alunos e sempre mostrando BR de papel para servir de base
concreta. Corigimos os exercícios que se referiam a um único BR ABCDEFGH,
dadas as medidas de 3 lados. O ex 80 pedia para achar todas arestas com
medidas 1cm, 2 cm e 3 cm. O ex 81 pedia para achar medidas de algumas
arestas. O ex 82 dava vários pares de arestas e pedia para que elas fossem
classificadas em paralelas, perpendiculares e reversas. O ex 83 pedia para
que os alunos achasse todas aresta paralelas, perpendiculares e reversa a AB.
O ex 84 pedia aos alunos a face oposta a face CDGH. O ex 85 revisava raiz
quadrada. Após a correção: novos exercícios. Ex 86: uma formiga caminhando
sobre as arestas do vértice A até o G - para que os alunos traçassem todos os
caminhos mínimos possíveis e dissessem a menor distância. Ex 87: achar a soma
de todas as arestas de um BR desenhado. Em 88: idem para as medidas da
classe. Ex 89: idem, mas dadas as dimensões e não o desenho. |
A conversa do
início da aula foi importante para conscientizar ao aluno sobre a importância
de fazer ex em casa apontando a dificuldade de acompanhar as aulas como fruto
deste descuido. Em momento algum foi utilizado a palavra "nota" ou
"pontos" - e jamais admitido do aluno que ele pergunte se
"vale nota". Ressaltei a importância de fazer as atividades para
acompanhar o desenvolvimento do conteúdo. O ex 81 visava observar se o aluno
sabe transferir a idéia concreta de que A paralelas são congruentes para uma
situação abstrata e ao ver uma medida numa aresta XY soubesse que a sua
paralela WZ tem a mesma medida. O ex 82 revisa os conceitos de retas
paralelas, perpendiculares e reversas. O ex 83 mostra que existem exatamente
4 arestas em cada uma das categorias pedidas.O ex 84 visava ver se o aluno
realmente compreendeu as notações para arestas e faces estabelecidas. O ex 85
pedia a raiz quadrada de EH+CG+4: interessante por intercalar dois assuntos -
apesar de ser um exercício forçado e artificial tem algo de lúdico. O ex 87
proporcionou um momento ímpar de discussões e a concientização do aluno da
existência de exercício com múltiplas respostas. |
86 a e b, 87, 88,
89. |
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18-Abr |
035 /
036 |
Como a atividade de
desenhar figuras na malha quadriculada foi interrompida por uma eventualidade
(ex 68), no ex 90 foi retomada com o desenho de 13 pilhas, em formas
variadas: ficamos 1 h 20 min
desenhando pilhas de blocos em papel quadriculado. Ensinei bem no
início da aula o que eram vistas de uma pilha: frontal, superior e lateral
(coincidindo com as 3 dimensões, fato que se nota a longo prazo). O ex 90 não
só pedia para que fossem feitas as pilhas mas suas 3 vistas. |
A aula foi um
sucesso: divertida animada e lúdica. A aula trouxe prazer aos alunos,
aumentaram a sua auto-estima, permitiram que eles gostassem e vissem com
outros olhos a Matemática. Foram 80 minutos onde eu pude interagir com os
alunos, lhes dando atenção, afeto e carinho - serviu muito bem para que eu
aumentasse minha relação com os alunos. Foi uma aula ótima! |
90 a até n. |
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19-Abr |
037 |
Outros exercícios
na malha quadriculada: desenhar uma pilha em forma de T em malha quadriculada
(ex 91); desenhar uma pilha dada a vista lateral (ex 92); desenhar uma pilha
dadas as 3 vistas (ex 94), contar número de blocos da pilha do ex 94 (ex 95);
Desenhar determinada pilha em outra posição (ex 93) e copiar da mesa do
professor, na malha quadriculada, uma pilha de BRs (ex 96). No final da aula
foi entregue a folha de EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES DE BLOCO RETANGULAR.
Exercícios de caráter complementar para aprofundamento ou estudos posteriores
e são um rico material para alunos talentosos - além disto dá oportunidade
para que todos, numa escola pública, tenham o mesmo acesso aos exercícios e
conteúdos de um aluno de uma escola privada com ampla carga horária. |
O ex 91 visava ver
se ele sabia desenhar uma pilha em malha quadriculada sem copiá-la da lousa,
os exs 92, 93, 94 e 96 além disto exigiam um pouquinho de raciocínio. Já o
ex. 95 explorava uma situação-problema com duas respostas possíveis. Nos
últimos 20 minutos de aula foi entregue uma folha de exercícios aos alunos e
orientado que eles deveriam colar a folha no caderno durante o final de
semana, exercício por exercício e resolver apenas o que eles quiserem - de
preferência todos: não foi uma lista obrigatória, mas um total de 18 exercícios
interessantes e diferentes sobre BRs (item 1.1) retirados do livro
"Matemática Imenes & Lélis - 5a Série". Em quase todo final de
tópico será proposta lista opcional. |
91, 92, 93, 94, 95,
96. Exercícios complementares opcionais: 97 a, b, c; 98; 99 a, b; 100; 101;
102; 103; 104; 105 a, b, c; 106 a, b, c, d; 107; 108; 109; 110; 111 a, b, c;
112 a, b, c; 113 a, b, c, d; 114 a, b, c; 115 a, b, c; 116 a, b, c, d; 117 a,
b, c; 118 a, b, c; 119. |
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24-Abr |
038 |
1.2 PRISMAS E
PIRÂMIDES - expliquei novamente como organizava o conteúdo. Revisei
nomenclatura de alguns polígonos: triângulo, quadrilátero, pentágono e
hexágono. Ensinei o que era PENTA e o que era HEXA e insisti com a correta
pronúncia: "héquissa" e não "héza". Mostrei formas de
primas e pirâmides. Conceituei prisma triangular, quadrangular, pentagonal e
hexagonal e também conceituei pirâmide triangular, quadrangular, pentagonal e
hexagonal. Relacionei adjetivos e locuções: de triângulo - triangular, de quadrilátero
- quadrangular, de pentágono - pentagonal, de hexágono - hexagonal, mostrando
que em cada um desses casos o adjetivo não leva acento por ser oxítono, mas o
substantivo leva por ser proparóxitono (lembrei as regras da língua
portuguesa e também lembrei do "de retângulo" e
"retangular". Conceituei também base e face lateral. E troncos e
formas oblíquas. |
A aula foi muito
prática, mostrando as formas aos alunos em moldes já prontos, exemplificando
em casos da realidade. Durante toda a aula explicava e questionava a sala
para ver se eles estavam compreendendo. Na pronúncia de hexa comparei com
sexo e taxi e mostrei que não tinha nada de estranho falar
"hequissagono" e não "hezágono". A ênfase da aula foi na
classificação de primas e pirâmides em triangular, quadrangular, pentagonal e
hexagonal. Os alunos repararam muito bem que o Prisma Quadrangular pode ser
um Bloco Retangular - apesar de existirem prismas quadrangulares que não são
Blocos Retangulares. Foi uma aula produtiva e fiz alguns vistos no caderno.
Aqui iniciou-se uma explosão de criatividade e criação de idéias. |
(aula expositiva) |
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24-Abr |
039 |
Expliquei novamente
todos os conceitos expostos na aula 038, fiz questões orais para os alunos,
como faço em todo início da aula, mas desta vez perguntei para todos os
alunos da classe para classificarem um prisma ou uma pirâmide. Em seqüência
passei exercícios: ex 117 desenhar um prisma triangular, ex 118 idem em malha
quadriculada; ex 119 e 120, o mesmo com o prisma pentagonal; ex 121 e 122, o
mesmo com prisma hexagonal; ex 123 - atividade prática para aula: desenhar em
sulfite as planificações dos prismas triangular e hexagonal e depois
montá-los. |
O objetivo dos
exercícios 117 até 123 foi a fixação da nomenclatura - mais importante do que
o desenho em si. O ex 123, excelente para desenvolvimento do raciocínio
abstrato, também explorava as habilidades manuais e algumas capacidades de
percepção de que: arestas que se sobrepõe tem que ter a mesma medida, as
bases devem ser figuras congruentes, etc... |
117 até 123 |
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25-Abr |
040 |
Foram propostas os
ex 124, 125, 126 e 127 que pediam o desenho, a mão livre de pirâmides
triangular, quadrangular, pentagonal e hexagonal; o ex. 128 que pedia o
mesmo, porém, em malha quadriculada. E o ex 129, semelhante ao 123, pedindo
aos alunos quem montem o molde das pirâmides triangulares e quadrangulares em
sulfite. Já o ex 130 da mesma aula pedia os prismas hexagonal e heptagonal e
a pirâmide pentagonal! |
Os exercícios desta
aula são análogos aos da aula anterior, mas com pirâmides - aliás, são os
mesmos exercícios trocando a palavra "prisma" por
"pirâmide". Os exercícios 123, 129 e 130 deram margem para a
explosão de criatividade: a 6a A trouxe formas inusitadas: prismas minúsculos
(Deise, Deizi e Júlio), em forma de taças (Évelin), sólidos estranhos (Hugo,
Marcelo, Robert), pirâmides e prismas com bases até com 25 lados (Luís
Felipe, Márcio, Marcelo), etc... |
124 até 127, 128 a
até d, 129, 130 a até c. |
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26-Abr |
041 |
Revisei os
conceitos acerca de prismas e pirâmides e também os conceitos de vértices,
faces e arestas. Questinei individualmente a maioria dos alunos das classes.
Combinei que apartir deste dia chamaremos A de número de arestas, V de número
de vértices, F de número de faces e n de número de lados da base. O ex 131
visava calcular o número de V, F e A dos quatro prismas estudados. O ex 132
fazia o mesmo com pirâmides. Já o ex 133 pedia para que, nos 8 casos,
calculasse-se V+F-A. Deixei os alunos durante 15 minutos calculando e depois
fiz as correções, explicando táticas para que eles possam fazer estas contas
com mais facilidade - busca da generalização (do particular ao geral). |
Nesta aula os
alunos fizeram os cálculos de V, F e A sem manipular prismas ou pirâmides!
Usaram somente a intuição. As formas foram fornecidas para eles num momento
posterior - agora eles deveriam quebrar a cabeça! Não é surpreendente dizer
que, mesmo assim, a maioria dos alunos fez os três exercícios da aula com uma
eficácia fenomenal! Durante esta aula mesmo muitos alunos perceberam que, nos
oito casos V+F-A=2 sempre - o que indica que eles calcularam corretamente o
número de V, F e A nas oito formas trabalhadas. Este tipo de atividade levará
no mês seguinte, a concretização das primeiras idéias realmente abstratas até
agora estudadas. |
131 a até d, 132 a
até d, 133. |
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SOLICITEI
RELATÓRIO - como infelizmente somos obrigados a atribuir notas aos alunos, o
que considero absurdo e acentuador das desigualdades, pedi que os alunos me
entregassem Relatório dizendo que atividades eles fizeram, entre as
seguintes: Caderno Raiz Quadrada (aulas 1-18); Caderno Geometria (aulas
19-41); 11 planificações do cubo (ex 65), cubo 1 (ex 66), cubo 2 (ex67),
tarefas para casa (80 até 86), Bloco Retangular (ex 90), tarefas para casa
(97 até 116 - apenas colagem);
prismas e pirâmides (ex 123, 129 e 130). |
O objetivo do
relatório solicitado é poder atribuir nota aos alunos. Eles deveriam me
entregar até o dia 03/Maio o relatório dizendo apenas quais atividades eles
fizeram. (Confiei nos alunos e, conferindo os cadernos posteriormente,
verifique que quase todos (95%) agiram comigo com boa fé). Os relatórios
diriam apenas se ele fez ou não fez cada uma das tarefas especificadas. |
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OBS |
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ATIVIDADES
EXTRA-CLASSES, FALTAS DO PROFESSOR, OBSERVAÇÕES GERAIS, SISTEMAS DE
AVALIAÇÃO, NOTAS, RELATÓRIOS, ETC... REGISTRADOS EM OUTROS CAMPOS DO DIÁRIO! |
Sugestão: Procure observações no Campo 11 do diário! |
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