Inteligência Emocional
A inteligência emocional tem importância fundamental no trabalho, e dela depende muito o sucesso e a sobrevivência de uma organização. As pesquisas realizadas no Abbott Laboratórios, multinacional americana do ramo farmacêutica, mostram que as pessoas têm um razoável controle da sua inteligência emocional. Essas pesquisas demonstram também que as emoções adequadamente controladas permitem uma boa produtividade, relacionamento e bem-estar.
Inúmeros estudos sobre administração de empresas têm ressaltado a importância da inteligência emocional no trabalho. Desenvolver o quoeficiente emocional de seu pessoal, além do intelectual, é cada vez mais importante para o sucesso e sobrevivência das organizações. As pesquisas neste campo demonstram que nossas emoções, adequadamente manejadas, são capazes de gerar mais lealdade e compromisso como o trabalho, levando a um ganho em produtividade, envolvimento e inovação. As lideranças pelo mundo afora estão descobrindo a cada dia como a atenção para os aspectos emocionais das pessoas no trabalho tem se mostrado capaz de poupar tempo, expandir oportunidades e focalizar a energia para melhores resultados. Os estudos indicam que a inteligência emocional, mais do que o QI ou capacidades intelectuais isoladamente, é responsável pelas melhores decisões, organizações mais dinâmicas e por um estilo de vida mais satisfatório e bem sucedido. Viemos pagando um alto preço, em nossas vidas pessoais e nas organizações, por nossa tentativa de separar nossas emoções de nosso intelecto quando, na verdade, precisamos de ambos e que ambos trabalhem em conjunto. As emoções não são apenas manifestações de humor ou desejos, nossa mente emocional nos fornece constantemente informações importantes que precisam ser adequadamente interpretadas e avaliadas para resultarem em comportamento apropriado e levar a bons resultados. É importante também ser capaz de perceber e sintonizar com as emoções alheias e ter consciência de como elas nos afetam e de como nós afetamos as outras pessoas (empatia). Insto é particularmente importante para a função de liderança. O fato de durante séculos nós termos visto as emoções como algo que só atrapalha a razão não é culpa de nossa mente emocional mas sim da nossa incapacidade em utilizar suas potencialidades. A boa nova que nos foi trazida pelas conclusões das pesquisas modernas em neuropsicofisiologia é a de que a inteligência emocional pode ser desenvolvida em praticamente qualquer idade, sendo possível realizar um aprendizado que compense as deficiências de nossa formação emocional básica. Muitas técnicas vêm sendo desenvolvidas, tanto no sentido de avaliar a inteligência emocional das pessoas como no sentido de administrar um treinamento capaz de desenvolvê-la. Em vista disto, cada vez mais empresas e organizações estão implantando um Programa de Treinamento em Inteligência Emocional no Trabalho para seus gerentes e funcionários. Tem sido verificado que estes programas são capazes de melhorar as relações de trabalho entre chefes e subordinados e entre colegas, melhorando o rendimento do trabalho em equipe e incrementando a produtividade e a satisfação no trabalho. Através deste processo, tanto executivos como funcionários em geral podem identificar suas fraquezas e potencialidades desenvolvendo novas estratégias para incrementar sua performance global através de um melhor uso de suas capacidades emocionais.
3.1 Educação Emocional Até bem pouco tempo, as questões emocionais eram vistas como um problema privado, que cada um devia resolver individualmente. Desta forma, a ênfase nos processos básicos de formação educacional (Escola) e nos treinamentos avançados de preparação para o trabalho (Cursos Profissionalizantes, Universidades) e no trabalho (treinamento empresarial), tem sido colocada na capacitação intelectual dos indivíduos. Os recentes avanços das ciências da mente e comportamento (psiquiatria, psicologia, neurofisiologia) têm demonstrado a importância das emoções nos processos decisórios e no desempenho profissional dos indivíduos ou grupos. No entanto, a falta de aptidão emocional dos indivíduos pode gerar uma série de dificuldades pessoais e de interação social afetando inclusive o desempenho do indivíduo no trabalho. A conscientização sobre a importância da Inteligência Emocional no ambiente de trabalho está levando a uma verdadeira revolução na forma de se compreender e exercer a administração empresarial. A educação emocional faz com que as pessoas consigam lidar melhor com situações emocionais complicadas que, potencialmente, poderiam resultar em conflitos. Passam a ter melhores condições de lidar com situações de pressão e trabalhar efetivamente sob circunstâncias estressantes. Tanto gerentes como funcionários emocionalmente educados desenvolvem modos mais bem sucedidos de criar e manter relações de confiança entre si e com os clientes internos e externos da organização levando a uma maior eficácia e qualidade com economia de tempo, recursos e ganhos na produtividade. A educação emocional aumenta a habilidade das pessoas em resolver problemas de forma mais criativa entendendo sua capacidade de visualizar oportunidades e desenvolver estratégias mais eficazes. As pessoas em todos os níveis organizacionais são sedentas de interações mais diretas, genuínas e verdadeiras. Muitas vezes as relações em uma organização são minadas pela falta de autenticidade, manipulações, desinformação e outros fatores disruptores que despersonalizam as pessoas e levam a uma deterioração do ambiente de trabalho. O treinamento em inteligência emocional é capaz de vacinar as pessoas e a organização contra este tipo de doença organizacional. A realização e satisfação do trabalho é um dos principais fatores geradores de nosso sentimento de felicidade e bem-estar, pois passamos pelo menos um terço de nossas vidas em função do trabalho. O trabalho é uma oportunidade que cada um tem de deixar sua marca no mundo, de dar a sua contribuição social. Cada um de nós tem um potencial único que se não desenvolvido plenamente gera uma sensação de insatisfação, fracasso e infelicidade. Para ser bem sucedido precisamos estar focados em reconhecer e desenvolver nossas capacidades e talentos ao mesmo tempo em que procuramos identificar e manejar nossas fraquezas e deficiências. Ter um bom quociente de inteligência emocional é fundamental para nos dar condições de alcançar sucesso neste terreno. O fato de termos negligenciado nossa mente emocional em benefício dos aspectos intelectuais tem tido conseqüências desastrosas para nossas vidas. Agora temos a possibilidade de alterar definitivamente este quadro através da Educação Emocional. Em face destes desenvolvimentos, a moderna administração de empresas tem tomado consciência da importância da aptidão emocional dos funcionários para o bom funcionamento institucional e as Escolas passam a se voltar também para a formação emocional de seus alunos e para a capacitação de seus professores para trabalhar com estes aspectos. Este campo está deixando de ser visto como um terreno de interesse exclusivamente privado do qual cada um tem de cuidar individualmente. Cada vez mais Empresas e Escolas estão adotando programas de Treinamento Emocional para seus gerentes, funcionários, alunos e professores. Tem se observado que o treinamento emocional melhora as relações interpessoais no trabalho e, conseqüentemente, leva a um melhor desempenho e produtividade além de uma maior satisfação no trabalho. O instrumento para trabalhar os aspectos emocionais da inteligência tem sido designado como Treinamento Emocional ou Educação Emocional. 3.2 O que é educação emocional A Educação Emocional é a aplicação sistematizada de um conjunto de técnicas psico-pedagógicas que visam desenvolver as 5 aptidões emocionais básicas: a) Capacidade de reconhecer os próprios sentimentos: Se não for capaz de avaliar a qualidade e intensidade dos próprios sentimentos o indivíduo não poderá definir até que pontos estes sentimentos o estão influenciando e às pessoas que o cercam; b) Capacidade de empatia: Empatia é a capacidade de sentir como o outro, de perceber as emoções do outro como se estivéssemos no lugar dele. Ter esta capacidade é fundamental para estabelecermos relacionamentos bem sucedidos, seja na família ou no trabalho; c) Capacidade de controlar as próprias emoções: Ter controle sobre as próprias emoções significa ser capaz de expressar adequadamente o que se está sentindo, evitando expressões emocionais ofensivas e improdutivas, além de ser capaz de adiar a expressão das mesmas até um momento propício. Isto é diferente de conter e simplesmente reprimir, suprimir ou engolir as emoções; d) Capacidade de remediar danos emocionais (reparação): Desenvolver a capacidade de reconhecer os próprios erros em relação aos outros e de reparar os danos que isto possa ter causado, ou seja, saber desculpar-se efetivamente; e) Capacidade de integração emocional e interatividade: É a habilidade de estar consciente do próprio estado emocional, ao mesmo tempo em que se está em sintonia com o estado emocional daqueles que o cercam, e ser capaz de interagir eficazmente com eles.
4.1 Programa organizacional O Programa Organizacional é dirigido a empresas e instituições constando de 3 partes que podem ser contratadas em bloco ou isoladamente. A primeira parte é constituída de um Ciclo de Palestras Introdutórias ao tema da Inteligência Emocional. A segunda parte é um Workshop voltado à área gerencial e a terceira parte é um Programa Geral mais amplo dirigido a todo o corpo funcional. O programa é administrado na forma de reuniões são desenvolvidas na forma de Workshops ou Seminários que permitem uma ampla troca de idéias e experiências entre os participantes. No início de cada reunião são apresentados conteúdos teóricos na forma de palestras audiovisuais ou leitura de textos em grupo. Em um segundo momento, o conteúdo é discutido entre os participantes que podem então enriquecer o tema com suas experiências e conhecimentos pessoais. Em um terceiro momento, são realizadas vivências de dinâmica de grupo com o objetivo de fixar de forma experimental os novos conhecimentos teóricos oferecendo uma oportunidade de registrar as novas experiências na memória emocional dos participantes de modo a facilitar a mudança efetiva dos padrões comportamentais antigos pelos novos modelos desenvolvidos ao longo do trabalho com o grupo. 4.2 Sistemática A sistemática irá depender do tipo de programação contratada pela organização. A palestra introdutória - O que é Inteligência Emocional é oferecida gratuitamente sem compromisso (independentemente de a empresa adotar ou não o Programa) e tem os seguintes objetivos:
4.3 Os programas Os três programas disponíveis podem ser desenvolvidos isoladamente ou em conjunto. Os três programas possuem características complementares e podem ser aplicados concomitantemente ou em momentos diferentes dependendo dos objetivos da organização: Ciclo de Palestras - Durante o qual são proferidas 4 palestras abertas ao público interno da empresa com a finalidade de introduzir o tema da Inteligência Emocional, conscientizar sobre sua importância e demonstrar como é possível realizar um processo de re-educação emocional para reforçar nossas potencialidades emocionais e fortalecer nossos pontos de vulnerabilidade. Programa para Gerentes - É desenvolvido na forma de Workshop, são 4 reuniões de 4 horas de duração (total de 16horas). Objetiva o desenvolvimento das aptidões emocionais do quadro gerencial incrementando sua capacidade de liderança e de contribuição para o sucesso e crescimento da organização. Programa Geral - É desenvolvido na forma de reuniões teóricas-práticas em grupos de até 10 participantes distribuídos em 8 reuniões de 4 horas de duração cada uma (total de 32 horas). Visa melhorar as habilidades emocionais do pessoal de modo a melhorar as relações interpessoais no trabalho e incrementar a produtividade e capacidade de satisfação com o trabalho. Durante as reuniões são desenvolvidos conceitos teóricos referentes ao funcionamento emocional da mente humana, a estrutura da personalidade, a estrutura do cérebro e os processos de interação interpessoal e grupal. Paralelamente serão utilizadas técnicas de dinâmica de grupo com a finalidade de facilitar vivências que consolidem na prática os conhecimentos adquiridos teoricamente e comprovar a eficácia dos novos padrões de comportamento experimentados. São fornecidas apostilas com o conteúdo teórico a ser discutido e trabalhado além de indicação de bibliografia complementar. E são aplicados vários testes individuais que permitem a cada participante avaliar suas capacidades emocionais e identificar seus pontos fortes e pontos fracos tomando consciência das deficiências que precisam ser trabalhadas. 4.4 Análise transacional Algumas das técnicas que são utilizadas durante este treinamento baseiam-se na Análise Transacional, abreviadamente AT. A teoria da Análise Transacional foi criada na década de 60 pelo psiquiatra canadense Eric Berne. A AT é uma técnica de investigação das relações humanas que enfoca o conteúdo e forma das interações pessoais. A AT é um método simples mas eficaz para compreender como as pessoas interagem e como podem modificar suas condutas interpessoais. Em função disto, a AT tem sido utilizada há mais de 30 anos em muitos países em programas de treinamento emocional em grupos, escolas, empresas e instituições, com resultados bastante satisfatórios.
Uma das grandes preocupações dos pais hoje em dia, é educar seus filhos emocionalmente, ou seja, prepará-los para enfrentar os desafios impostos pela vida com inteligência. Ensiná-los, como reagir nas diversas ocorrências que podem vir a acontecer. Segundo, Terezinha Castilho Fulanetto, deve-se desenvolver todos os tipos de inteligência na criança, pois se todo o espectro é estimulado, a criança se desenvolve mais harmonicamente, previnindo obstruções e evitando bloqueios de capacidades. Todas as competências da criança devem ser estimuladas. "Ter inteligência emocional significa perceber os sentimentos dos filhos e ser capaz de compreendê-los, tranquilizá-los e guiá-los." Diz John Gottman em seu livro "Inteligência Emocional e a Arte de Educar Nossos Filhos". Segundo ele, os pais devem ser os preparadores emocionais dos filhos, o que muitas vezes não tem ocorrido devido ao stress e a correria do cotidiano. A infância modificou-se muito nos último anos, o que vem dificultar ainda mais o aprendizado afetivo. Os pais que são efetivamente preparadores emocionais, devem ensinar aos filhos estratégias para lidar com os altos e baixos da vida. Devem aproveitar os estados de emoções das crianças, para ensiná-las como lidar com eles e ensiná-la como tornar-se uma pessoa humana. Porém, nas últimas décadas, uma visão desmedidamente liberal entre pais e filhos e escola/crianças tem comprometido a educação e o aprendizado, diz Roberto Lira Miranda, em Além da Inteligência Emocional: Uso integral das aptidões cerebrais no aprendizado, no trabalho e na vida. O receio de produzir crianças reprimidas está gerando uma quantidade muito grande de crianças mal educadas e emocionalmente menos aptas. Para aqueles pais que ainda não são preparadores emocionais, Gottman, propõe 5 passos para que se tornem:
Embora os pais tenham papel fundamental na educação emocional dos filhos, algumas iniciativas em escolas têm se mostrado positivas. Hoje, assiste-se ao fortalecimento do indivíduo enquanto pessoa, fazendo com que as instituições, para obter sucesso, moldem-se aos indivíduos, treinando professores para tal missão. Segundo Gilberto Vitor, está-se assistindo a passagem de uma sociedade de sobrevivência para uma de realização pessoal, onde o indivíduo ganha importância enquanto valor e responsabilidade. Daí o surgimento de tantas associações. O "princípio da educação emocional" é simples. Deve-se ensinar ao indivíduo o senso de respeito, importância e de responsabilidade. Não apenas falando ou impondo responsabilidades, mas compartilhando responsabilidade com ele. E isto é fácil de se conseguir: atividades em equipes, onde todos trabalham igualmente e possuam a responsabilidade de manter a equipe viva. Ainda segundo Gilberto Vitor, a "escolas emocionais" devem:
Percebe-se que a educação deve ser prioridade do Estado. Mas não só uma responsabilidade dele. Todos devem compartilhar na educação das crianças e adolescentes, dando oportunidade a eles de crescer e "se tornar adultos", dando oportunidade de mostrarem-se à humanidade.
Participaram desta pesquisa 35 funcionários do Abbott Laboratórios do Brasil, de cinco departamentos diversos da sede administrativa de São Paulo. Essa pesquisa constitui-se de duas partes, onde a primeira é um questionário com vinte frases afirmativas onde o pesquisado deve concordar, discordar ou ficar indeciso com as frases, tendo cada questão um valor que, somado no final, possibilita a classificação da inteligência emocional como baixa, média ou alta. Os temas abordados são a avaliação da intensidade dos próprios sentimentos, a capacidade de se relacionar no trabalho e em casa e o controle das emoções. Na outra parte, deve-se antes escolher entre 30 estados de ânimos, os 10 mais comuns para a pessoa durante o último ano na empresa, classificando-os de acordo com sua freqüência do 1o ao 10o e, depois, assinalar entre 16 sintomas, os mais comuns durante o mesmo período de tempo.
Entre os sujeitos pesquisados, 86% têm menos de 30 anos e 54% são homens. Entre os homens, de acordo com o primeiro teste, 11% têm baixa inteligência emocional, 84% têm média e 5% tem alta inteligência emocional. Entre as mulheres, 13% têm baixa inteligência emocional, 69% têm média e 19% têm alta inteligência emocional. No geral, 77% apresentaram média inteligência emocional, o que indica que a forma como as pessoas se vêem e como se relacionam com os outros pode melhorar se conseguir controlar a ansiedade e a impulsividade. Para se aumentar a inteligência emocional deve-se elevar a auto-estima, concentrando-se nos pontos fortes (no trabalho e na vida pessoal) e investindo na contínua manifestação deles. Nos 11,5% com baixa inteligência emocional o problema está em como reagir em momentos de dificuldades. Para aprimorar isso deve-se explorar o medo de uma forma construtiva, como um instrumento de ponderação, e não como um bloqueador de iniciativas. Os outros 11,5% refere-se aos indivíduos de alta inteligência emocional, onde se destacam as pessoas que encaram a carreira de forma positiva e madura, aprendendo com os erros e acertos e com as situações do cotidiano. Por lidar bem com as próprias emoções, percebe mais facilmente o impacto que elas causam em si mesma e naqueles que a rodeiam. Resumindo, o mérito está na análise dos problemas sob prismas construtivos, o que acaba influenciando beneficamente os outros. Com tudo isso, tende-se a ser bem-sucedido nas negociações profissionais e nas relações em geral, ser um líder e firmar-se como alguém com quem todos queiram conviver. No segundo teste, com o mapeamento da freqüência e nível de ocorrência dentre 30 estados de ânimos observou-se que os mais presentes e freqüentes, na ordem do 1o ao 10o, foram a coragem, o prazer, a alegria, a paz, a realização, ânimo, fadiga, frustração, ruptura e liberdade. Quanto a maior freqüência da coragem, pode-se dizer que o Abbott passa por vários novos desafios, como o lançamento de novas linhas de produtos além da implementação de um ambicioso plano de qualidade, acarretando maiores responsabilidades e comprometimento a todos os níveis da empresa. O prazer, a alegria, a paz, a realização e o ânimo são proporcionados pelo positivo ambiente organizacional, sustentado, em grande parte, pelos cuidados do Depto. de Recursos Humanos para com todos os colaboradores. A fadiga é decorrente do grande envolvimento dos funcionários com a organização num momento de várias mudanças no Abbott. A frustração e ruptura apareceram em 8o e 9o, respectivamente, pois a empresa realizou alguns cortes como forma de se ajustar às dificuldades econômicas mundiais. Por fim, a liberdade, que muitas vezes é dificultada pelo excesso de centralização das tarefas. Os sintomas mais freqüentes em 29% dos indivíduos são os suspiros, tendo as dores de cabeça presentes em 26%, a insônia em 26% e o aumento de peso em 20%.
A Inteligência Emocional é a combinação de emoção, razão e cérebro. Conforme demonstrado, chegamos à definição de que a Inteligência Emocional é uma contribuição efetiva a gestão empresarial. Uma pessoa que está bem consigo mesma, pode render muito mais a uma empresa do que uma outra que traz todos os seus problemas para a empresa, fazendo com que sua produção caia e, conseqüentemente, atrapalhando a todos os outros que trabalham com essa pessoa. Portanto, trabalhando-se a Inteligência Emocional ajudaria a canalizar as emoções para os momentos mais apropriados e aprenderia a lidar melhor com as mesmas. Para que se possa estimular uma pessoa, deve ser feito um projeto de ajuda para a interação entre o meio físico e social, ou seja, estimulando desde pequeno na escola e em casa o quociente emocional.
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