E-Business E-Business é tecnologia como ficou conhecido o comércio eletrônico na Internet, aonde possibilita conectar uma empresa diretamente com seus clientes, funcionários, fornecedores, transformando-os em uma comunidade de negócios. Um site destinado ao e-Business acima de tudo deve ter respaldo a confiabilidade técnica, principalmente quando se trata de transações comerciais. A segurança é um fator importante, tanto na transmissão de páginas como no armazenamento das informações no servidor. Para que se entenda melhor sua infra-estrutura imagina-se então que um internauta compre um determinado livro ou outro objeto qualquer pela Internet, isso será uma operação típica de e-Commerce (Comércio Eletrônico). Imagina-se então o que deve estar atrás da tela do computador. Vejamos, deve-se Ter um sistema de cobrança bancária ou cartão de crédito, uma ligação com fornecedores e ou distribuidores, prestadores de serviços, um sistema de controle de estoques, logística e assim por diante. Para que a parte visível da empresa (e-Commerce), seja vista, é necessário que uma parte muito maior e mais completa, com um complexo sistema de integração envolvendo o e-Commerce à uma série de fatores internos e externos à empresa para que esta esteja montada adequadamente e seja eficiente. O e-Business permite a empresa:
Com isso a empresa reduz custos operacionais, melhora o fluxo de informações, agrega valor aos negócios da empresa, explora o marketing um-a-um que dificilmente se alcança da maneira tradicional e melhora o atendimento aos clientes.
Comércio eletrônico: vender via Internet é a vantagem mais evidente da tecnologia e-business. Uma pequena loja pode tornar-se uma grande loja, pois através do e-business milhares de consumidores irão conhecer o seu produto. Serviços ao consumidor: Através da Internet é possível disponibilizar ao cliente uma série de serviços de uma empresa. EX. É comum ver um cliente acessando o sua agência bancária, esse serviço recebe o nome de HOME BANKING, esse cliente pode consultar seu saldo, fazer transferencias e aplicações, contudo diminuindo os custos da agência. Um cliente de uma agência bancária custa US$ 1.08, pelo telefone US$ 0.54, pela Internet US$ 0.13.
O e-bussines permitiu o surgimento de novos tipos de negócios.
O jornal exige um investimento inicial e tem crescido tanto que começou a ter pontos de vendas. O caso do site UOL , o cliente pode anunciar com custos de até dez vezes menor do que teria nas mídias convencionais.
Pode-se comparar o e-Business com um "Iceberg", onde em seu topo (a parte externa), ficaria o e-Commerce, a parte visível do e-Business, e em sua base (a parte submersa na água, é a maior parte), ficaria os processo integrados do e-Business, pois este tem muito mais partes além do e-Commerce, que inicialmente era a única parte aparente, e por sua vez confunde-se os conceitos. Basicamente, classifica-se os seguintes sistemas como partes internas do e-Business, os quais podem ser classificados em seis grupos funcionais, onde embora sejam partes internas do e-Business, não são exclusivamente internas à empresa, são integradas por processos, que muitas vezes se relacionam externamente à empresa, são elas: E-Commerce E-Commerce (Comércio Eletrônico) é um termo usado para descrever compras e vendas de produtos e ou serviços pela internet. SCM - Supply Chain Management O Gerenciamento de Cadeia de Fornecimento ou Suprimentos (Supply Chain Management - SCM), é o gerenciamento da cadeia produtiva desde o fornecimento da matéria-prima até a rede de distribuição dos produtos. ERP - Enterprise Resourse Planning O ERP (Planejamento de recursos empresariais) é um sistemas de planejamento e controle da produção industrial. CRM - Customer Relationship Management O CRM (Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente). Considera-se também o CRM como uma viga mestra da construção de soluções de e-Business, onde junto com o ERP, pode-se considerá-los como a "coluna vertebral" da gestão empresarial e solução de e-Business. E-Procurement E-Procurement
(Sistema Eletrônico de Busca e Procura) é o sistema de procura de itens
para fornecimento fora da rede de fornecedores da cadeia de suprimentos (SCM).
É o departamento de compras tradicional das empresas. O DSS (Sistema de Suporte à Decisões) é aprofundar a análise das informações, que para o DSS passam a ser dados, visando a otimização dos processos e a geração de uma melhor relação benefícios/dados. Os processos acima são tão importantes ao e-Business que se uma das partes falhar todo o processo estará comprometido.
(B2B, B2C, C2C E WAP) Com o desenvolvimento da Internet, a criação de siglas e até mesmo de palavras novas acabaram virando rotina. Na verdade os termos B2B, B2C e C2C não são tão novos como parecem, pois já são velhos conhecidos de quem trabalha na área de negócios e agora estão em maior evidência devido estarem sendo utilizados também no mundo pontocom. B2B - Business to Business - (Negócios a Negócios) B2B é a abreviação para Business to Business (Negócios a Negócios), ou seja, negócios realizados entre empresas, o termo representa qualquer tipo de relação comercial entre duas empresas, para simplificar, pode-se comparar o B2B a compra e venda por atacado. B2C - Business to Consumer (Negócios ao Consumidor)
C2C - Consumer to Consumer (Consumidor a Consumidor) Esta forma de e-Commerce tornou-se muito conhecida nos últimos anos, onde envolve as chamadas transações C2C (Consumidor a Consumidor), onde as empresas promovem leilões on line de itens entre seus clientes. Surgido no Brasil no final de 1999, o C2C on line, o qual vem sendo chamado de "A terceira onda dos usuários", representa as relações comerciais entre duas pessoas físicas, sem que haja empresas diretamente envolvidas.
Os dirigentes de empresas mais atentos às mudanças da nova economia estão preocupados e trabalhando para transformar suas empresas para competir no mercado virtual. Entretanto, em alguns casos falta visão dos projetos necessários para tornar a empresa competitiva nos próximos anos. Existem três visões que devem ser observados para manter a empresa alinhada com os novos rumos do mercado. A primeira é a melhoria dos processos atuais com ferramentas de e-business para sobreviver no mercado. A segunda, com a intenção de crescimento constante e defender-se da competição é repensar a forma de fazer o negócio atual. E a terceira e mais ampla é a total redefinição do seu negócio atual, garantindo sua permanência no mercado no futuro. As empresas no estágio inicial de atuação no e-business estão utilizando algumas ferramentas que melhoram os processos atuais, tais como: lançar um portal corporativo e fazer leilões de compras pela Internet.. Com certeza essas ações estão melhorando a participação das empresas no mercado e conseguindo retornos de investimentos (ROI) atraentes. Entretanto, essas ações são apenas para garantir a sobrevivência da empresa e não garantem o sucesso no futuro. Os dirigentes devem tomar cuidado em não acreditar que essas ações são suficientes para garantir a continuidade do negócio no futuro e cair na armadilha de deixar de planejar medidas mais arrojadas para transformar o seu negócio.
O Comércio Eletrônico, também conhecido como "Comércio sem papel" tem a capacidade de realizar transações envolvendo a troca de bens ou serviços entre duas ou mais partes utilizando ferramentas eletrônicas ou outro meio para automatizar o comércio visando diminuir o custo e aumentando o benefício. A Internet, é principal estrutura do comércio eletrônico, iniciou-se como um sistema de comunicação militar e, por demanda popular, foi aberta para o público por intermédio de meios eletrônicos de acesso. Como todo processo de mudança, o e-commerce não surgiu sem antes ser criticado. Há não muito tempo atrás, a Internet era uma espécie de comunidade fechada, onde os usuários não queriam ver seu cyber-espaço invadido pela sujeira do comercialismo. Até que um casal de advogados, em abril de 1994, fez um anúncio de um produto em várias salas de bate-papo. Imediatamente o casal foi intimidado de diversas formas, acusados de desperdiçarem recursos de telecomunicações disponível na Internet. Em contra partida tiveram mais de U$ 100.000,00 em negócios dentro de algumas semanas. A partir daí o mundo empresarial estava olhando a Internet com grande interesse. Identificado o mercado eletrônico, os empresários perceberam a necessidade de mudar a cultura comercial para atender às novas exigências deste mercado. Neste novo modelo de negócios, o que realmente se busca é a comunicação, seja com clientes atuais, futuros ou com o próprio mercado. Ao contrário do que muitos pensam, o comércio eletrônico não se resume na Internet como única forma de atendimento a pedidos de clientes. Esses podem se dar de várias formas como por exemplo através de fax, telefone CD-ROOM, lojas virtuais na Internet e quiosques de venda. Até certo tempo atrás, apenas grandes corporações e instituições financeiras desfrutavam do comércio eletrônico, mas atualmente, com a explosão da Internet, as pequenas e médias empresas perceberam as vantagens dessa tecnologia. A cada dia que se passa, mais e mais pessoas passam a fazer compras pela Internet, mas qual é o motivo para que tantas pessoas estejam se adaptando a esse novo método de ir as compras? A palavra chave pode ser citada como comodidade, fazer compras quase sempre é um sufoco, Shoppings lotados, trânsitos infernais, lojas lotadas... Com a Internet pode-se esquecer tudo isso, com todo o conforto e rapidez, com apenas um clique no mouse, o cliente recebe suas compras em casa. Além disso, o crescente aumento das chamadas "lojas virtuais", resulta no aumento da concorrência e, consequentemente, na diminuição dos preços. O cliente tem condições de escolher o melhor lugar para adquirir o produto desejado com melhores preços e maior segurança sem que isso resulte na demora da entrega do produto escolhido. A rapidez das operações no comércio eletrônico propicia que o prazo de entrega das encomendas internacionais se aproximem dos prazos de entrega das nacionais uma vez que as empresas de correio estão se especializando na entrega de pequenos volumes para atender a crescente demanda de compras por telefone, por catálogo e pela internet.
Comércio eletrônico é tecnologia para mudanças. Companhias que escolheram considerá-la como um "pequeno agregado" aos seus meios de fazer negócios ganharão benefícios limitados. Os maiores benefícios ocorrerão às companhias que estão desejando mudar suas organizações e processos de negócios para explorar completamente as oportunidades oferecidas com comércio eletrônico. O comércio eletrônico é o ramo de atividade econômica que mais cresce no mundo. As jovens empresas que ingressam no comércio on-line têm atraído o maior número de investidores do mercado de ações, aumentando o valor de mercado de forma alucinante. O e-commerce não é um processo local, mas global, e as empresas devem estar atentas a isso. Nesse tipo de comércio há uma desintermediação que beneficia produtores, vendedores e o consumidor com custos menores e maior valor agregado de serviço. Por outro lado, ele cria uma nova categoria, os chamados cybermediários, os intermediários do cyber-espaço, que são empresas ".com" como Amazon, Travelocity, E-bay e Autobytel, que atuam exclusivamente na Internet. Entre as barreiras a serem enfrentadas na América Latina podem ser apontadas a língua, já que apenas 3% dos sites está em português ou espanhol, e o próprio conteúdo localizado ainda é restrito. A base do crescimento do comércio eletrônico é a mudança de hábitos que já se observa entre os consumidores, pessoas ou empresas, com a popularização e a grande disseminação do uso da internet. Com tudo isso ainda se sabe que comercializar na internet pode ser um grande risco, ainda mais se tratando de hackers, que se encontram por toda a rede. Justamente por isso é que a tecnologia que se precisa está tão acessível que já virou eletrodoméstico. Um público que possa se transformar em clientes é o que não falta. Comércio Eletrônico tem sido definido de várias formas, mas sempre em torno das idéias de transações de negócios como objetivo e eletrônico como meio. O objetivo final de Comércio Eletrônico é criar um novo ambiente de condução de negócios.
Por que fazer e-commerce? A adoção do e-commerce pode trazer vantagens significativas para consumidores e companhias. Esse novo negócio pode estabelecer uma presença em nível global, onde mais de cinqüenta milhões de pessoas têm acesso, portanto um mercado deste tamanho não pode ser ignorado. As informações digitais não conhecem limites internacionais, logo, mercados que podem ter sido uma vez muito difíceis de aproximar, podem ser agora muito lucrativos, afinal você pode estar chegando a escritórios do mundo todo pelo preço de uma ligação local. Essa comunicação com o mercado, mostra que sua empresa está atualizada e pode adequar-se a qualquer situação, podendo enviar ou receber respostas rápidas. Ao mesmo tempo seu cliente terá acesso a todas as informações da sua empresa 24 horas por dia, 7 dias por semana. Mantendo essa linha de comunicação aberta, com pedidos e vendas on-line, com informações atuais, podendo comunicar-se mais e com mais agilidade, você passa a fazer parte da vida de sus clientes. Outra vantagem do comércio eletrônico é no apoio às vendas, onde uma boa estrutura na Internet serve como argumento. Quando os vendedores podem ter um acesso mais rápido e preciso quanto aos clientes, estoque, preços, cotações, mercado, etc. o consumidor não vai se sentir sozinho na hora de pedir uma ajuda ou procurar por soluções referentes aos produtos e serviços da sua empresa.
O e-commerce é atrativo porque reduz o custo das transações comerciais. Enviar alguns bytes de dados através de uma rede é mais barato, rápido e conveniente do que mandar um mensageiro ou até dar um telefonema. A principal preocupação é a segurança. A Internet é muito pública e muitas pessoas hesitam em enviar dados confidenciais pelo fio, onde eles podem ser interceptado por hackers. Mas, com tantas organizações empolgadas com os benefícios do e-commerce, muita gente está empenhada em resolver os problemas de segurança. E-commerce: a nova economia As perspectivas otimistas de crescimento do comércio eletrônico estão levando os fornecedores, prestadores de serviços e provedores de acesso a rever estratégias. A expectativa é de que a Web a partir do próximo ano, tornando-se uma ferramenta indispensável para assegurar a competitividade. A atividade comercial que acontece por processos digitais através da rede mundial de computadores, a internet, está revolucionando o relacionamento entre empresa-empresa e empresa-consumidor. No Brasil, o comércio eletrônico é maior que todo o mercado digital da América Latina.
O perfil do consumidor eletrônico Um dos principais desafios do e-commerce nesta nova fase para qual se encaminha a Internet, é conhecer os hábitos do consumidor. Este e-consumer possui características próprias, com diferenças batentes em relação ao consumidor tradicional. Ele espera das empresas virtuais uma postura muito mais séria, porque logicamente desconfiam muito mais. Conquistar a confiança de um cliente a ponto dele fazer um pedido, enviar seu número de cartão de crédito e autorizar a compra, pode ser muito mais difícil do que estamos pensando. É importante, além de conhecermos estes consumidores, sua forma de pensar e saber o que eles esperam do serviço ou produto oferecido, muito trabalho de divulgação para convencê-lo de que muitas vezes oferecer um produto pela Internet realmente pode sair muito mais em conta, afinal o custo operacional diminui. Para exemplificar a atitude do consumidor eletrônico brasileiro citemos os dados colhidos pelo Ibope em dezembro de 2000 onde o provedor gratuito IG lidera a lista dos mais utilizados, seguido de perto pelo UOL (provedor pago). Porém, quando se trata de fazer comércio eletronicamente, o consumidor decide-se pelo UOL. Enquanto 18% dos usuários do IG consomem on-line, no UOL essa porcentagem sobe para 28%. Esse dado mostra que quando se trata de entregar o número do cartão de crédito o e-consummer do provedor gratuito prefere não arriscar; ratificando aquela velha idéia que se faz de que tudo que é barato é de baixa qualidade. Imagine de graça! O e-consummer compra por impulsos, porque a característica multimídia da Internet torna o produto muito mais atraente. Somando isso a preços mais baixos, à facilidade e comodidade o consumidor se empolga e compra. Em contra partida, ele desiste facilmente da compra se demorar muito tempo para conseguir acessar o site ou carregar qualquer informação. Além disso o consumidor raramente volta à um site que não contém as informações que ele deseja. O e-commerce vai seguir uma tendência muito parecida com o B2B. Os vendedores disputam entre si para oferecer melhores preços em grandes compras. A disputa por clientes vai ser cada vez mais acirrada. Além da crescente personalização do atendimento ao cliente, um tipo de serviço promete fazer sucesso, que é o de pesquisa de preços. A palavra chave para se conquistar o consumidor na Internet é CONTEÚDO. O e-consummer quer obter informações sobre um determinado assunto, sem que tenha que fazer algum disperdicio de dinheiro para isso. Depois, ele pode até comprar.
Alguns chegaram a denominá-la de "mercado maluco". Algumas empresas como a Amazon.com., livraria virtual que só dá prejuízos (faturou 610) milhões de dólares em 1988, mas suas perdas foram de 125 milhões no ano passado e a previsão é que passem dos 570 milhões neste ano), é avaliada em 17,5 bilhões de dólares, muito mais que todas as tradicionais livrarias americanas somadas. Outro exemplo é a Starmédia, uma empresa que até há pouco tempo era praticamente desconhecida. Trata-se de um site para internautas latino-americanos e que comprou aqui no Brasil o popular Cadê, teve um faturamento de apenas 5,3 milhões de dólares e também amarga elevados prejuízos, está avaliada em mais de 2 bilhões de dólares. Ou seja: obscuros sites na Web valem praticamente tanto ou mais que muitas empresas que estão há anos estabelecidas, como a Aracruz ou a Sabesp e bem mais que o Pão de Açúcar, cujo valor de mercado está avaliado em 1,5 bilhões de dólares.
O momento é de transformação. Novas tecnologias surgem a cada dia. As fronteiras se tornam virtuais. A competição aumenta e se internacionaliza. As transações comerciais são cada vez mais complexas. No mundo em permanente transformação, a qualidade, agilidade e segurança é que fazem a diferença. A Internet acabou com o conceito de empresa grande e pequena, classificando-as em empresas rápidas ou lentas e dentro ou fora da rede. Poucas chances de sobrevivência existem para as empresas lentas e fora da rede. O comércio eletrônico permite que as empresas tenham contato direto com os consumidores, levando informações sobre seus produtos e serviços, tornando a localização da empresa é irrelevante. Os consumidores podem acessar sua loja virtual de qualquer parte do mundo num clique do mouse. Eles não estão preocupados na localização da sua loja mais sim com a confiabilidade, agilidade na entrega e segurança no tratamento das informações dos clientes que sua empresa possa proporcionar. Um outro beneficio é o feedback imediato sobre promoções e estratégias de vendas. A partir do momento que você publica um novo preço de produto na Internet já é possível um monitoramento das conseqüências e medidas de correção podem ser adotados com rapidez. A vantagem da presença na Web é que a localização física da empresa é irrelevante, como também o fuso horário e, alguns casos, o país. Regiões que tinham dificuldades para conseguir informações sobre produtos e serviços agora possuem acesso fácil e rápido, aumentando as chances de novos negócios. A tecnologia de informação está mudando radicalmente nossas vidas, requerendo por parte do administrador as altas doses de disponibilidade, vontade e interesse em se atualizar. Já que hoje o lema é diminuir custos é necessário usufruirmos das novidades.
|