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CAPITALISMO X SOCIALISMO


INTRODUÇÃO

O capitalismo e o socialismo são dois sistemas sócios econômicos bem diferentes. Capitalismo é um sistema bem antigo, que tinha como objetivo a produção, acumulação de riquezas através do comércio. Os mais ricos compravam a mão-de-obra dois mais pobres, e assim dessa forma aqueles com maior poder de capital se enriqueciam, e gerando assim a desigualdade social. No socialismo a proposta era bem diferente. Os pensadores humanistas tinham em mente, criar um sistema sócio econômico bem forte, onde acabariam com as desigualdades sociais. Com teorias bem diferentes, esses dois sistemas econômicos acabaram dividindo o mundo em dois, os países capitalistas, e os socialistas.

 

CAPITAL

Antes de falarmos de capitalismo, precisamos entender o que é capital. É qualquer bem suscetível de ser aplicado à produção, toda riqueza capaz de proporcionar renda. Pode ser entendido como riqueza acumulada, em dado momento, sob forma de propriedade de pessoa física ou jurídica; conjunto de bens econômicos destinados à produção de outros bens; dinheiro acumulado como adiantamento de consumo, isto é, o que se denomina também de fundos, recursos, poupança; ação ou obrigação que represente exigível sobre bem de produção; propriedade sobre uma fonte de renda, em forma de bens reprodutíveis; trabalho útil acumulado. O conceito de capital, em economia política, apresenta constante evolução, havendo quem afirma não ser possível compreende-lo senão como um movimento. O conceito dos economistas clássicos ingleses poderia ser resumido em "riqueza produzida, empregada para maior produção".

ORIGEM DO CAPITALISMO

O Capitalismo tem suas origens ainda em meados da Idade Média, (do século XI ao XV), quando vários fatores foram sendo modificados, quase ao mesmo tempo. A mudança ocorre nas relações de trabalho; os trabalhadores que antes recebiam como pagamento produtos, gêneros alimentícios e moradia passaram a receber em moeda por seu trabalho. Os trabalhadores recebiam uma importância em dinheiro como forma de pagamento, a medida que produziam. Isto se deve pelo fato de estar surgindo as primeiras manufaturas onde havia um proprietário e seus aprendizes.

Com a derrota dos árabes muçulmanos em Constantinopla pelas forças Cristãs que participavam das cruzadas, e com a abertura do mediterrâneo, é quando as manufaturas têm sua origem no desenvolvimento do comercio. As cruzadas foram responsáveis pela abertura de novas rotas comerciais e a entrada de produtos orientais de grande valor comercial.

Após abertura do mediterrâneo, e com a derrota dos árabes, o comércio é revigorado, pois estava praticamente parado; é quando surge, ou seja, dá a origem a uma nova classe social, a burguesia. Eles não tinham vínculos com os privilégios da nobreza e sua fonte de poder era o dinheiro. Estes comerciantes são responsáveis pelo crescimento das relações capitalistas, onde o lucro é o mais importante e o trabalho é remunerado com moeda, e que gradativamente irão superando as instituições feudais.


COMERCIO, PRINCIPAL ATIVIDADE ECÔNOMICA NA EUROPA

O comércio já era a principal atividade econômica na Europa, no século XV. Os comerciantes, tinham conseguido acumular grandes quantias de capitais, e começaram a realizar comércio com a África e a Ásia, usando como meio de transporte navios, através do mar mediterrâneo. A terra a partir daí passa a ser substituída pelo capital, que se torna a principal fonte de riqueza. O capital era acumulado por meio da ampliação do comércio e da exploração do ouro e da prata. Com a ampliação do comércio houve uma necessidade de aumentar a produção; e a principal, que estava em evidência na época era a artesanal.

Os mais ricos compraram as oficinas dos artesãos mais pobres, e eles então passaram a trabalhar por salários, com isso o número de empregos nas oficinas aumentaram.

Nesse período, além da acumulação do capital por meio do lucro com o comércio, surge outro aspecto mais contundente que era o lucro por meio da exploração dos trabalhadores, do homem, seja assalariado ou escravo; é quando recebe o nome do capitalismo comercial.

CAPITALISMO COMERCIAL

A era do capitalismo comercial XII – XIII ao XVIII, época que surgiu e se desenvolveu o capitalismo moderno, ficando caracterizado, nesta fase, pelo predomínio da empresa mercantil e financeira sobre a industrial.

No século XI – XII, era da revolução econômica que determinou importantes modificações na produção e na circulação das mercadorias, das quais se beneficiaram as cidades italianas, flamengas e hanseáticas, ligadas ao grande comércio marítimo internacional. Com a expansão marítima fez ressurgir o colonialismo.

O comércio era a principal atividade econômica na Europa até o século XVIII, o qual proporcionou grandes lucros a classe da burguesia comercial. Nesse período o centro do capitalismo comercial e financeiro deslocou-se para a Inglaterra, onde se processou a sua transformação em capitalismo industrial.

Neste período surgiram novas técnicas de produção de mercadorias. Citamos a invenção da máquina a vapor, do tear mecânico. Surge então, um novo grupo econômico bem mais forte que a burguesia comercial.

Com o advento da invenção, conseqüentemente surgiu o capitalismo industrial ou burguesia industrial, ficando com a parcela maior dos lucros, enquanto a grande maioria dos homens continuava pobre.

 

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

A revolução industrial após acontecer na Inglaterra, em 1.750, atingiu também outros países, já no século XX que foram eles: França, Alemanha, Bélgica, Itália, Rússia, Estados Unidos e Japão. Firmando-se como um novo regime de vida, o capitalismo industrial, fez que o trabalho assalariado se tornasse generalizado. O Homem passou a receber salário pelo seu serviço, ser comprado por outro homem. Com a revolução industrial houve aumento na produção, dos lucros e, também, da exploração do trabalho. O homem foi submetido a longos períodos de trabalho, passando muitas vezes de 14 horas, recebendo baixos salários. Além dos adultos submeterem a longos períodos de trabalhos, eles utilizavam os serviços das crianças com idade de seis anos, que eram empregadas nas fábricas, executando tarefas por salários menores que os adultos.


A GREVE

O capitalismo teve de enfrentar uma serie de desafios históricos, os trabalhadores se revoltaram, começaram a se organizarem em sindicatos, para reivindicarem seus direitos, lutarem por seus interesses. Foi quando os trabalhadores descobriram uma arma forte, para lutar contra a exploração de sua força de trabalho, a greve.


ORIGEM DO DIA DO TRABALHO

No ano de 1.886, nos Estados Unidos, realizou-se uma greve geral para conquistar a jornada de trabalho de oito horas. No dia 1º de maio, em Chicago, uma grande manifestação pública reuniu milhares de pessoas operárias, e que foi dissolvida violentamente pela polícia. Os operários, no dia 03, fizeram novamente, outra manifestação, e novamente foi dissolvida pela polícia; e dessa vez a polícia massacrou os trabalhadores, assassinou vários operários enfrente das fábricas onde trabalhavam.

Foi declarada a verdadeira guerra aos trabalhadores, mas eles não recuaram, responderam com coragem, com ousadia, e no dia 4 organizaram outra concentração. Outra vez a polícia interveio, matando homens, mulheres e crianças. Muitos líderes do movimento foram presos e condenados a morte.

A Associação Internacional dos Trabalhadores, em 1.892, decidiu que no dia 1º de maio seria comemorado, no mundo todo, todos os anos, como o dia internacional do trabalho.


A EXPANSÃO DO CAPITALISMO

As nações industrializadas da Europa – Inglaterra, França, Alemanha, Bélgica e Itália, viram-se diante de um grande problema. Precisavam urgentemente de matérias-primas para suprir suas fábricas, e mais consumidores para os produtos dessas fábricas. A demanda foi tanta que começou a faltar matérias-primas; não tinham quantidade suficiente na Europa, nem os europeus tinham condições de consumir tudo o que era produzidos por suas indústrias.

Com o crescimento das populações urbanas, a necessidade de alimentos aumentou, ao passo que a produção diminuiu, em conseqüência do êxodo rural.

BUSCA DE NOVAS COLÔNIAS

A solução encontrada foi conseguir o maior número possível de colônias. Possuir colônias significava ter acesso fácil e barato às matérias-primas necessárias à indústria, aos novos mercados consumidores para os produtos industrializados e a outras fontes de fornecimento de alimentos.

Foi por esses motivos que, nesse período, a Europa se lançou em busca de novas colônias, principalmente na Ásia e na África. A que mais sofreu a dominação colonial foi a África., que denominada como a "partilha da África", ocorrida no final do século XX e após a primeira Guerra Mundial. A áfrica foi, o continente que mais sofreu com ação do colonialismo.

O colonialismo europeu penetrou na América Latina por via comercial e financeira. Já no começo do século XIX, o capital britânico esteve presente para financiar o comércio exterior latino-americano. Na metade desse século financiou a exploração de minas, a agricultura, a construção de vias de comunicação, de portos. E os que investiram maciçamente aqui foram os franceses e os alemães. Com esses investimentos, as dívidas foram crescendo, os governos latinos americanos foram obrigados e entregar os lucros da exploração das ferrovias, da alfândega e do transporte urbano às companhias estrangeiras. Apesar da aparência de independência política, a América Latina passou a ser dirigida pelos interesses do capital estrangeiro.


CAPITALISMO NO BRASIL

Seguindo a tendência mundial, o capital em nosso país se concentra e se centraliza numa escala cada vez maior. O grau de internacionalização e de exposição ao mercado mundial e inédito.

A principal mudança na posse do capital social no Brasil foi a transferência das unidades produtivas do Estado para capitalistas privados e com isto aumentou a participação do capital internacional no controle do capital no Brasil, principalmente no setor de serviços públicos bem como, nas telecomunicações e distribuição de energia elétrica, principalmente.

O ajuste econômico no Brasil proporcionou um endividamento público. O aumento excessivo da divida interna e externa favorece a fração financeira da burguesia, em detrimento da fração produtiva.

Com a internacionalização do capital, vários capitalistas industriais deixaram a área produtiva de capital e se tornaram rentistas, ou seja, investidores.

A CLASSE OPERÁRIA

No Brasil a classe operária sofreu modificações no seu perfil. O desemprego diminuiu o peso relativo dos trabalhadores industriais na população em geral.

Práticas, como a terceirização, o trabalho temporário e a dificuldade impediram o acesso aos direitos trabalhistas e a sindicalização a cargas parcelas da classe.

A automatização industrial, a internacionalização das cadeias produtivas tem enfraquecido o poder de reivindicação dos trabalhadores organizados frente ao capital. Com a diminuição aparente da classe operária, cresce o número dos trabalhadores sem carteira assinada surgindo então a classe dos trabalhadores informais.

Em um movimento contrário ao da concentração de capital, ocorre a descentralização operaria, devido a regionalização e a mudança das indústrias para outras regiões, como a grande Curitiba, o interior São Paulo, enfim, estas mudanças têm enfraquecido os movimentos sindicais, e tem surgido novos segmentos da classe operária sem tradição de luta e mais vulneráveis a política de colaboração de capital.

Novas máquinas e os novos métodos exigem um novo tipo de operário, nesta nova etapa da exploração capitalista. Este operário se apossa da ideologia produtivista do capital. Estes novos operários, devem possuir maior qualificação escolar formal, que vai de certa forma contribuir para diminuir o perfil etário da classe operária, aumentando o número de jovens em geral que estão fora da organização sindical e política.

SOCIALISMO

Movimento político que pretende modificar radicalmente as relações dentro da sociedade, suprimindo as diferenças de classe e entregando ao povo a propriedade dos bens da produção.

Em meio aos problemas econômicos e sociais criados pelo capitalismo, no século XIX, surgiu o socialismo. Os pensadores socialistas afirmavam que era necessário realizar modificações profundas na sociedade, para permitir que todas a pessoas vivessem em condições de igualdade social. Isso significa que todos deveriam poder alimentar-se adequadamente, freqüentar a escola, ter um lugar decente para morar, ter um trabalho que garantisse um salário digno, ter assistência médica

De acordo com os pensadores socialistas, é fundamental que os meios de produção, (terras, máquinas, fábricas) deixem de ser propriedade de apenas algumas pessoas e passem a pertencer a todos os membros da sociedade

 

ORIGEM DO SOCIALISMO

Com a Revolução Industrial aumentou a produção, os lucros e também a exploração do trabalho humano. Essa situação levou os trabalhadores a se revoltarem, no início eram revoltas isoladas, mas depois, os operários se organizaram em sindicatos para lutar pelos seus interesses.

A crescente inquietação social decorrente da industrialização, atraiu a atenção de vários pensadores humanistas, que propuseram reformas com a finalidade de acabar com as desigualdades econômicas e sociais. Propuseram a tomada do poder pelos operários e a abolição da propriedade privada como as vias para implantação de uma sociedade socialista.

Em meio à presença das desigualdades sociais e a ausência de soluções para tal problemática, os pensadores começaram a pensar em sistemas sociais que erradicasse as desigualdades sociais, onde então surge o Socialismo Utópico e Socialismo Cientifico .


O SOCIALISMO UTÓPICO

Houve uma necessidade muita grande de mudanças na sociedade, que foi expressa, primeiramente, pelo chamados socialista utópicos, ou socialismo romântico. Eles propuseram idéias, que tinha como objetivo criar uma sociedade igualitária e fraterna, sem, no entanto, apresentar de maneira concreta os meios pelos quais essa sociedade se estabeleceria, pois não fizeram uma análise crítica da evolução da própria sociedade capitalista. Essas considerações foram feitas, mais tarde, por Karl Marx e Friedrich Engls.

E os que mais destacaram no socialismo utópico foram:

-Charles Fourier; propunha a organização da sociedade em "falanstérios", onde se reuniram todos os segmentos sociais: proprietários, operários e até mesmo capitalistas, que colocariam suas propriedades e força de trabalho em posse comum, recebendo ações proporcionais ao valor de sua contribuição. Essa "comunidade modelo", verdadeiro hotel de veraneio repleto de oficinas de passatempo, não chegou sequer a sair do papel. Não encontrou ninguém que apoiasse a suas idéias, que financiasse tal organização.

Outro também que se destacou foi Robert Owen – capitalista, dono de várias fábricas, mas sinceramente preocupado com os problemas sociais, tomou atitudes que o inserem na lista dos utópicos: construção de casas para seus empregados; participação nos lucros de suas empresas; redução de jornadas de trabalho; fundação de escolas para filhos de seus empregados. Propôs também, a organização da sociedade em cooperativas de operários; e o mais incrível, tentou aplicar suas idéias, implantando uma colônia em Indiana, Estados Unidos, denominada "New Harmony", não tendo êxito. Segundo alguns autores, destacou-se com um "patrão esclarecido" do que um socialista utópico.

-Louis Blanc – queria a interferência do Estado para modificar a economia e a sociedade. Defendia a criação de "Oficinas Nacionais", que associariam trabalhadores que se dedicavam às mesmas atividades, (como os sindicatos da atualidade), onde, com o apoio do Estado, a produção não enfrentaria concorrências de grandes empresas. E por último – Prudon, que combatia seus próprios colegas de pensamentos socialistas, pois acreditando que a reforma da sociedade deve ter como principio básico a justiça, acreditava que era dentro do capitalismo que estava a solução.

Resumindo, o "SOCIALISMO UTÓPICO" é um conjunto de idéias que se caracterizou pela crítica ao capitalismo, sem consistência nenhuma, buscando ao mesmo tempo, igualdade entre as pessoas.

A ausência de fundamentação científica foi que determinou a falta de credibilidade deste sistema, que preocupados com os problemas sociais, deixaram levar por sonhos; que o próprio Karl Marx denominou os socialistas utópicos de "românticos".


PRINCÍPIOS BÁSICOS DO SOCIALISMO UTÓPICO

  • Crítica ao liberalismo econômico, sobretudo a livre concorrência;
  • Formação de comunidades, auto-suficientes, onde os homens, através da livre cooperação, teriam suas necessidades satisfeitas;
  • Organização, em escala nacional, de um sistema de cooperativas de trabalhadores que negociariam, entre si, a troca dos bens e serviços;
  • Atuação do Estado que, através da centralização da economia, evitaria os abusos típicos do capitalismo.


SOCIALISMO CIENTÍFICO

Teoria política elaborada por Karl Marx e Friederich Engels entre 1848 e 1867.

Desenvolveram essa teoria, partindo da análise crítica e científica do próprio capitalismo. Eles não se preocuparam em pensar como seria uma sociedade ideal. Quiseram, primeiro, compreender a dinâmica do capitalismo, e para isso tiveram que estudar o capitalismo, conhecer suas origens, a acumulação de capital, a consolidação da produção capitalista e, mais importante, suas contradições.

Com esses estudos, perceberam que o capitalismo seria superado e destruído, e para eles isso iria acontecer à medida que, na sua dinâmica evolutiva, o capitalismo, necessariamente, geraria os elementos que acabariam por destruí-los e que determinariam sua superação. Ainda entenderam, que a classe trabalhadora agora expropriada dos meios de subsistência, ao desenvolver sua consciência histórica e entender-se como uma classe revolucionaria, teria um papel decisivo na destruição da ordem capitalista e burguesa.

Afirmaram também, Marx e Engels, que o Socialismo seria apenas uma etapa intermediária, porém, necessária, para alcançar a sociedade comunista que representaria o momento máximo da evolução histórica do homem, momento em que a sociedade já não mais estaria dividida em classes, não haveria propriedade privada e o Estado, entendido como um instrumento da classe dominante, uma vez que no comunismo não existiria classe social. Chagaria portanto, a mais completa igualdade entre os homens


OS PRINCIPIOS BÁSICOS DO SOCIALISMO CIENTÍFICO

Podem ser sintetizadas em quatro teorias centrais: a teoria da mais-valia, onde se demonstra a maneira pela qual o trabalhador é explorado na produção capitalista; a teoria do materialismo histórico, onde se evidencia que os acontecimentos históricos são determinados pelas condições materiais da sociedade; a teoria da luta de classes, onde se afirma que a história da sociedade humana é a história da luta de classes, ou de conflitos permanentes entre exploradores e explorados; a teoria do materialismo dialético, onde se pode perceber o método utilizado por Marx e Engels para compreender a dinâmica das transformações históricas. Por exemplo, a morte é a negação da vida e está contida na própria vida, toda formação social.


PAÍSES SOCIALISTAS

Os países socialistas abrangem atualmente um terço da população mundial. No início do século XX não havia nenhum país socialista, que adotasse uma economia planificada. O primeiro a faze-lo foi a União Soviética em 1917, que acabou se dissolvendo na última década.

Após a segunda guerra mundial (1939 – 1945), outros países se tornaram socialistas, como a Iugoslávia, Polônia, China, Vietnã, Coréia do Norte, Cuba, Albânia, Bulgária, Romênia, Checoslováquia, Hungria.


CONCLUSÃO

Ao chegarmos ao fim deste trabalho podemos concluir que o Capitalismo, apesar ploreferar a desigualdade dos indivíduos da sociedade, trouxe também grande progresso material, onde se desenvolveu a tecnologia moderna.

Atualmente a economia mundial é manipulada pelos países capitalistas, principalmente os Estados Unidos, onde os países subdesenvolvidos ficam dependentes economicamente deles. Para corrigir essas desigualdades, foram propostas novas formas de organização da sociedade, especialmente na economia. Nesse sentido, os países denominados socialistas procuram planejar as atividades econômicas de maneira que não ocorram diferenças sociais tão grandes entre os indivíduos. Eles surgiram, portanto, como tentativa de superar as contradições do capitalismo.

Após a segunda guerra mundial ocorreram muitas disputas entre os países capitalistas e os países socialistas, cada qual querendo ampliar suas influências e se estabelecer no mercado mundial. Nesta disputa quem venceu foi o capitalismo, que é dirigido pelo Estados Unidos.

Os países socialistas, da atualidade, como a ex – União Soviética, Europa Oriental, Cuba, Vietnã, entre outros, vem sofrendo uma profunda crise na suas economias, obrigando a passar por grandes transformações.

 

BIBLIOGRAFIA

  • CARMO, Paulo Sérgio do. A ideologia do trabalho. São Paulo, Editora Moderna Ltda, 1992.
  • Enciclopédia Britânica do Brasil Publicações Ltda.
  • PINETTI, Nelson e PINETTI, Claudino, História e Vida. Ed. Ática, Vol.4.(15ª ed.)
  • ENGELS, Friedrich, Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico. Ed. Moraes.
  • JÚNIOR, Alfredo Boulos, História Geral. Ed. Moderna & Conteporânea, p. 112, 113.
  • Site: (www). gd.com.br/caminhadapelapaz/documentario.htm
  • Site: (www). comunismo.com.br/capitalismo.html
  • Site: (www.geocities.yahoo.com.br/carlos.guimaraes/capitalismo.html

 

 

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