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A Importância da Comunicação

A Realidade da Comunicação - Visão Geral do Fenômeno

 

A comunicação é o poder mais forte. Há uma realidade misteriosa neste fenômeno. A comunicação deverá após ser entendido e decifrada, ser colocada a serviço da democracia.
A realidade existe e deixa de existir no mesmo tempo em que é veiculada, comunicada. Este fenômeno pode criar realidades e ao serem silenciadas deixarem de existir. A imagem das pessoas é construída pela comunicação, mas também, destruída. O poder está na mão de quem detém a comunicação; detém a construção da realidade, criando a opinião pública. A força disso está nos resultados das eleições onde verificou- se que os candidatos ligados em algum meio de comunicação, se elegeu. Numa sociedade como a nossa dispor desse meio é certeza de sucesso.
" É a cultura um conjunto de sentidos e significações de valores e padrões, incorporados e subjacentes aos fenômenos perceptíveis da ação e comunicação de um grupo humano concreto." Através dos meios de comunicação a cultura de um grupo e determinada. Filmes, novelas, propagandas são fatores determinadores de comportamento. O " merchandising " é muito eficiente; principalmente se veiculado através de atores fazendo ou usando um determinado produto, marca ou até mesmo um vocabulário específico. A busca do lucro apoiada pelos meios de comunicação, faz enraizar no homem limites muito além do ético e moral.
A Comunicação é o meio onde a cultura é criada, retransmitida, mas por outro lado é a negação da cultura para servir interesses outros. As informações recebidas na nossa sociedade são expressões ditadas pelo poder. É um instrumento dos privilegiados para universalizar seus interesses. A abrangência dos meios de comunicação e informação desbancou a força da igreja, escolas e da família. A mediação da comunicação manipula valores éticos, morais e sociais. Não há mais meio de comunicação, mas na verdade temos meios de informação que controla o social. O ser humano se forma historicamente através das relações do seu meio social. Hoje, temos as mais variadas máquinas que bombardeando ao mesmo tempo, centenas, milhares de pessoas ao mesmo tempo passam a ditar regras transformando o mundo numa aldeia global. Não é permitido mais o homem, dizer as suas palavras, ouvir a sua voz, pensar o seu momento, pois todos consomem, trabalham, reagem do mesmo modo que os donos da informação desejam.


Comunicação, Gestalt e Behaviorismo

Partindo das idéias de Gestalt e Behavior podemos apreciar pontos do processo de comunicação.
A publicidade segundo Ramos, tem o papel de informar sobre o produto. Através de um processo manipulador subliminar o consumo do produto se dá sem nenhuma racionalidade. Os publicitários, inteligentemente, mexem com determinados instintos inatos de cada pessoa, comuns aos indivíduos, motivando suas atitudes. Segundo Behavior somos um repertório de estímulos e respostas. O comportamento reflexo tem como causa um estímulo e este pode ser condicionado ou incondicionado. O fator sede está em todos nós incondicionalmente, mas a escolha do que beber é condicionada. Pensar no esforço que sofremos ao estarmos expostos a propaganda, faz com que consumamos e repitamos tal comportamento.
Desta forma, os comportamentos são condicionados e reforçados e somos administrados para viver.
A modelagem é o passo curto para o lançamento de um produto. Ficamos expostos, inicialmente, por um tempo bastante curto e logo após este tempo é aumentado gradativamente e o processo se realiza. A cada anúncio temos o modelo de como vestir, falar, agir e consumir.
Há três postulados que orientam a posição gestaltiva no estudo da percepção. O primeiro coloca que todo percebido de maneira distinta da soma das características de seus componentes. O segundo diz que no processo perceptivo percebe-se o campo estimulatório como constituído de fenômenos ligados, e não isolados. O terceiro coloca que o campo perceptivo é organizado e esta organização se dá da melhor forma permitida pelo campo estimulatório, onde o indivíduo consome sem preceber e questionar.
A organização perceptiva tem cinco princípios: proximidade, semelhança, experiência passada, direção, disposição objetiva.
Para os gestaltivas a cognição é o de conhecimento, e começa na percepção. O indivíduo vê o objeto; entre esses objetos somente alguns entram em suas cognições do mundo exterior; entre as características do objeto percebe-se algumas.
É inteligente a manipulação, quando da montagem de um anúncio de lançamento de um produto, em que este aparece ligado a aspectos do mundo cotidiano. Logo quanto mais se conhece o que agrada ao público, maior será o consumo do produto.
A mídia tem o poder de criar e manejar impressões, portanto, corremos o risco de termos nossas impressões distorcidas e alteradas.
A Gestalt enfatiza a cognição do indivíduo, valorizando fatores pessoais. O Behaviorismo diz que há um repertório de comportamentos que adquirimos em função do meio. Assim temos a importância dada ao estímulo em ambas levando à possibilidade de manipulação do sujeito. Este é o poder do controle social.


Comunicação e Psicanálise

Durante muito tempo o comercial era o tempo para as pessoas saírem da frente da televisão. Hoje, durante os comerciais as pessoas continuam sentadas, pois não podem perder nenhum segundo. Os comerciais são engraçados e prendem a atenção das mais variadas idades.
A psicanálise diz que não uma descontinuidade na vida mental do ser humano; existindo sempre uma causa para aquele pensamento, sentimento e ação. O comportamento é motivado pelo que está no inconsciente. Todo instinto possui quatro componentes: fonte, finalidade, pressão e objeto. Existem duas formas gerais de expressão dos instintos: a forma de expressão destrutiva e a construtiva. A primeira é chamada de instinto de morte; que está voltada para a destruição interna e externa, mostrada pela agressividade. A Segunda é nomeada de instinto de vida, voltada para a busca da gratificação e do prazer físico e psíquico.
Na nossa sociedade capitalista as relações são de dominação e de exploração. Poucas são as pessoas que podem consumir o que nos é bombardeado o dia todo. Neste momento a quantidade de energia gasta na busca da satisfação é muito maior naqueles que não possuem esta condição. Isto gera frustrações, angústias e perturbações psíquicas.
Os comerciais com apelo do nu, atua no inconsciente da mulher e do homem. Os produtos mostrados são facilmente desejados por ambos como forma de adquirir prazer.
Os comerciais dos dias das mães, pais e datas de casamento incentivam o consumo através de mecanismos enganadores. O objetivo desses comerciais não é ajudar as pessoas, mas na verdade, tendem a tornar as pessoas iguais às mercadorias que consomem.


Comunicação e produção da subjetividade

A subjetividade está presente em qualquer análise sobre os meios de comunicação. Na verdade é uma subjetividade fabricada, modelada, recebida e consumida. Guattari, usa o termo capitalístico ( não só o capitalismo do primeiro mundo, mas de todos os outros países) e nos fala da subjetividade capitalística que se produz não só a nível dos oprimidos, mas também dos opressores.
Trazendo isso para a realidade brasileira, constatamos que convivemos tanto com o mundo automático da vida diária, onde somos indivíduos, como, também, com o sistema de hierarquias, no qual somos sujeitos. O indivíduo está para um regime "igual" para todos, assim como, " sujeito " está para aquele que assume características pessoais e circunstanciais.
Desejo e comunicação se expressam através da subjetividade enquanto modo dos indivíduos perceberem o mundo e se articularem as suas relações sociais. Viver é produzir mundos. Na produção de universo psicossociais temos forma de interação, de realidades de mundo e até de representações inconscientes, modeladas em uma ordem capitalística.
No movimento político pelas " Diretas Já ", um número muito grande de pessoas desejavam o direito de votar. Havia diferentes falas em uma luta macro, mas no Já um grito temporal se evidenciava por uma reapropriação do poder.
Os Meios de Comunicação de Massa têm mecanismos e ferramentas eficientes na criação de códigos de dominação; porém não devemos ver nisso um caminho negativo e sim, direcionar seu potencial para um melhor aproveitamento dos espaços que ainda existem na malha social.


Comunicação e Teoria Crítica

Geuss, trata de uma Teoria Crítica que pode ser resumida em três teses. Na primeira, temos a tomada de posição diante da ação humana, visando fazer com que as pessoas sejam capazes de descobrir seus interesses e se libertarem das coerções. Na Segunda,vê que todas as posições diante da ação humana é forma de conhecimento. Na terceira, difere das teorias das ciências naturais ( objetivantes ) ao passo que as teorias críticas são reflexivas.
A teoria crítica visa a libertação e ao esclarecimento, sendo reflexiva ao abordar seu contexto de origem e de aplicação. As instituições sociais não são fenômenos naturais e resultado de interesses específicos, históricos. Toda reflexão parte de uma constatação histórica e cultural de certas frustrações e sofrimentos. Há uma relação entre o sujeito e o objeto. O teórico crítico entende e procura aceitar e discutir essas influências, enquantoque, o teórico tradicional tem uma visão distorcida.
Na Escola de Frankfurt temos uma crítica ao marxismo ortodoxo ao introduzir diferntes pontos de análise que respondem às novas necessidades de uma sociedade industrial. A ampliação do conflito de classe e a crítica ao marxismo tradicional de Ter expulsado o sujeito da atividade humana. Os frankfurtianos analisaram pontos essenciais como maneira de desenvolvimento da subjetividade e o modo como as questões da cultura e da vida cotidiana representam um novo campo de dominação. Para essa Escola os Meios de Comunicação devem ser analisados através da relação da comunicação entre as pessoas.
Esses teóricos observam a diferença entre cultura e civilização, mostrando que esta é o mundo concreto (material, trabalho, necessidades, etc... ), e aquela é o mundo das idéias, sentimento, lazer, prazer. Apenas um pequeno grupo; numa sociedade capitalista; pode usufruir dessa cultura. Marcusc, define, por cultura afirmativa na sua característica fundamental, como a afirmação de um mundo valioso, obrigatório para todos, que deve ser incondicionalmente afirmado e que eternamente superior, e diferente do mundo real, o mundo da luta pela existência. Na verdade o que temos é o que temos é o caráter repressivo de uma sociedade que reproduz em seus componentes as necessidades, de modo que os indivíduos continuem a reproduzir a sociedade. Nos Meios de Comunicação, vemos esse caráter repressivo a serviço do modo de produção. A sociedade capitalista não é capaz de satisfazer as necessidades que ela cria, mas precisa continuar criando cada vez mais necessidades para sua perpetuação. Marcuse nos lembra que "os escravos da civilização industrial são escravos sublimados, porquanto a escravidão é determinada não pela obediência nem pela pureza do trabalho; mas pela condição de ser um mero instrumento e a redução do homem à condição de coisa".
Uma dimensão cada vez mais presente no campo da comunicação que está relacionada com a cultura afirmativa é a cultura religiosa. Nada mais alienante do que este segmento, usado por todos para melhor exercerem o poder, garantindo privilégios. A religião está ao poder, logo não assumiria uma postura de crítica e denúncia; sua pregação será sempre alienante e mistificadora, sendo essa prática das igrejas eletrônicas que combatem as Comunidades Eclesiais de Base e a Teologia da Libertação.
Para a Indústria Cultural gostaria que o consumidor cultural fosse compreendido como rei, como sujeito dessa indústria, quando na verdade é objeto. A cultura transformada em mercadoria se transforma e reina absoluta.
O lucro predomina sobre o filósofo, religioso, literário. As obras de arte ao serem lidas e relidas, faz com que o que a idéia anterior inerente se modifique. Os programas de televisão tem no grotesco o material preferido mostrando o exagero, o ridículo. O trabalhador é ironizado e a desgraça do cotidiano é motivo de riso. O mais importante da indústria cultural é fazer com que as pessoas esqueçam a realidade; não permitindo que as massas tenham uma posição critica diante do real. A sociedade se reproduz através dessa indústria que produz mercadorias para preencher as vinte e quatro horas do dia. O tempo é gasto diante da televisão que é um controlador do tempo livre. A telenovela toma conta de um espaço bastante grande, ditando mercadorias e comportamentos. É um processo silencioso que faz o indivíduo Ter a opinião sobre determinadas coisas, exatamente como foi criada e elaborada pelos Meios de Comunicação.
A Teoria Estética, vai um pouco mais além da crítica, procurando desvendar na obra de arte sua essência, o caráter verdadeiro de negadora do real estabelecido. Theodor Adorno mostra que a arte é a última barreira, a "reserva ecológica" da sociedade, a esperança para que a massa saia desse mundo alienador. Conseguimos perceberna arte momentos críticos que leva o ser a entender o real nos seus múltiplos aspectos.
Através da Escola de Frankfurt, a análise e compreensão da comunicação é discutida de maneira objetiva, fazendo entender que todo processo de dominação, manipulação saiu da esfera física, biológica para o universo psiquico controlando consciências.

 

 

 

A IMPORTÂNCIA DO PAPEL DA EMPRESA JÚNIOR COMO EXTENSÃO PEDAGÓGICA, INCENTIVANDO A CRIATIVIDADE, O PODER DE ORGANIZAÇÃO E LIDERANÇA DO ALUNO DE CURSO SUPERIOR DENTRO DE UMA ORGANIZAÇÃO


Resumo:
EMPRESA JÚNIOR, "Uma história de sucesso no Brasil e no mundo". Poderíamos falar que o movimento Empresa Júnior nasceu na França no final dos anos 60 e que veio para o Brasil através da Câmara de Comércio Brasil - França em meado dos anos 80, só que seria uma redundância e não estamos aqui para isso, e sim para apresentar o importante papel da Empresa Júnior como ferramenta de ensino prático.

As Empresas Juniores exercem um papel muito importante na formação profissional dos alunos de uma instituição de ensino superior, pois, é através dela, que se coloca em prática os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula, e exercita a criatividade, a organização e a liderança.

Palavras - Chave: EMPRESA JÚNIOR; Formação - Organização & Métodos - O&M; Objetivos; Filosofia - Administração participativa; Estrutura - Diretorias - Conselho Administrativo - Conselho Fiscal - Diretoria Executiva; e Liderança.

Formação - Uma Empresa Júnior deve ser implantada de maneira profissional, por parte dos alunos e com a supervisão do corpo docente da instituição. Para tanto, deve ser elaborado um projeto e um cronograma estruturado e planejado. Essa idéia deve ser apresentada a Instituição para que esta dê o apoio necessário para que deixe de ser um projeto e torne-se realidade.

Um dos principais instrumentos de estruturação da Empresa Júnior é o Estatuto, que deve seguir algumas normas gerais básicas e outras a serem adequadas à realidade e necessidade de cada Instituição. O estatuto deve ser aprovado em assembléia de fundação e assinado pelo presidente e por um advogado. Uma Empresa Júnior precisa ser registrada em todos os órgãos competentes a fim de tornar-se formal e constituída. Ex: Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica - CNPJ, Instituto Nacional de Seguridade Social - INSS, Imposto Sobre Serviço - ISS , etc.

Uma das principais ferramentas da administração para auxiliar nesta formação, é sem dúvida O&M. Pois através dela que criamos e colocamos uma metodologia na estruturação e funcionalização das rotinas de uma Empresa. Vejamos:

Organização e Métodos ou simplesmente - O & M - Hoje é chamado e dividido em: analista de processos, analista de negócios e analista de sistema. Isso são as várias formas de fazer negócio, estrutura e tendências projetadas para o futuro. O analista de negócio se preocupa com o que fazer? o analista de processos se preocupa em como fazer? e o analista de sistema se preocupa em como automatizar?

O&M é responsável por todo o planejamento e metodologia necessária para funcionalizar os procedimentos planejados por uma organização. Fazendo uma Análise de rotinas.

O que é Rotina? É um termo utilizado para descrever passo a passo como as pessoas interagem dentro de uma empresa. Os objetivos são: Identificar as etapas das rotinas; Analisar, entender as necessidades; levantar seqüências, dados; avaliar pessoas; desenvolver formulários, variáveis e treinamento; Implantar melhorias.

Objetivos - A Empresa Júnior é uma associação sem fins lucrativos, formada por alunos de curso de graduação e que tem por finalidade proporcionar a seus membros as condições necessárias à aplicação prática de seus conhecimentos teóricos relativos a sua área de formação; dar à sociedade retorno sobre os investimentos que ela realiza; incentivar a capacidade empreendedora do aluno dando a ele uma visão profissional já no âmbito acadêmico; realizar estudos e elaborar diagnósticos e relatórios sobre assuntos específicos inseridos em sua área de atuação; realizar intercâmbio entre universidade, empresa e comunidade, facilitando o ingresso de futuros profissionais no mercado de trabalho, dentre outros.

Filosofia – Com base nesses objetivos, a filosofia administrativa mais adequada a uma empresa júnior é sem dúvida a administração participativa, já que trata-se de um movimento estudantil, que é um conjunto de idéias e ações responsáveis por conduzir as pessoas em uma organização a sentirem-se responsáveis pelo resultado final em suas atividades.

Elton Mayo foi a precursor da Escola de Relações Humanas. Após exaustiva pesquisa revelou-se que a medida que as tarefas ficavam mais complexas os resultados eram melhores pois havia uma tendência a uma dedicação e empenho maior a partir do momento em que as pessoas se sentiam reconhecidas dentro da organização.

Douglas McGregor contribuiu com as teorias X e Y, onde para muitos a teoria Y era uma tanto que utópica pois ressaltava a importância e as características boas do ser humano, criatividade, responsabilidade, iniciativa para solucionar problemas organizacionais. Já a teoria X pregava o conflito entre gerentes e trabalhadores pois para os gerentes, os trabalhadores são indolentes e só trabalham quando rigidamente dominados, servindo apenas para obedecer ordens.

Hoje podemos considerar que a empresa que não adota a teoria Y está fadada ao fracasso.

Estrutura – Formada por: Membros – Conselhos de administração e fiscal – Diretoria Executiva.

Membros - podem ser: honorários (qualquer pessoa física ou jurídica que tenha prestado relevantes serviços à empresa), efetivos (estudantes do curso) ou associados ( estudantes do curso efetivos ou não, que participam da empresa).

Conselho de Administração ou Deliberativo - é formado na sua maioria por pessoas não participantes direta da empresa júnior. Normalmente são escolhidas pessoas ligadas à instituição de ensino (representantes estudantis, professores e diretores).

Conselho Fiscal – Nem todas as empresas juniores possuem este conselho, sendo que este é muito importante, pois é responsável por fiscalizar as ações dos diretores e emitir parecer sobre as atividades realizadas.

Diretoria Executiva – Normalmente formada por cinco membros que recebem denominações de acordo com a necessidade de cada uma, porém acreditamos que a melhor, mais democrática e mais participativa teria a seguinte formação, 6 (seis) membros divididos em: Presidente; vice-presidente/secretário, diretor administrativo/financeiro, diretor técnico e de projetos, diretor de relações públicas e marketing, diretor de recursos humanos.

Presidente - liderar a Diretoria estabelecendo metas e cobrar resultados; presidir as reuniões; representar formalmente a empresa; assinar documentos e correspondências juntamente com o diretor da área competente.

Vice-presidente/secretário – Substituir o presidente em seus impedimentos, cuidar de toda documentação e correspondência da empresa, auxiliar o presidente nas reuniões.

Diretor administrativo/financeiro – Administrar as finanças da empresa, assinar cheques e documentação relativos a área financeira, apresentar prestação de contas a Diretoria e membros.

Diretor técnico e de projetos – Analisar e apresentar projetos.

Diretor de relações públicas e marketing – Divulgar e representar a empresa.

Diretor de recursos humanos – Organizar arquivo de pessoal e selecionar para realização de projetos.

Estes cargos devem ser ocupados sempre por pessoas com perfil de líder.

E o que é um líder? é uma pessoa capaz de conduzir as ações ou influenciar o comportamento de pessoas.

Liderança - "A liderança consiste em líderes que induzem seguidores a realizar certos objetivos que representam os valores e as motivações - desejos e necessidades, aspirações e expectativas - tanto dos líderes quanto dos seguidores. A qualidade da liderança está na forma como os líderes enxergam e trabalham os valores e motivações tanto seus quanto de seus seguidores". (Maximiano 2002.p-388).

Essa é uma abordagem particular de pontos considerados primordiais para um bom desenvolvimento de uma Empresa Júnior, considerando o enfoque da administração e seus princípios básicos de – Planejamento, organização, direção e controle, o da Sociologia na relação interpessoal e na abordagem sistêmica, o da Metodologia na normatização deste trabalho, o da Informática na editoração e o da Matemática no aprendizado em geral, colaborando com o raciocínio lógico.

BIBLIOGRAFIA

MATOS, de Franco. A Empresa Júnior no Brasil e no Mundo. São Paulo: Martin Claret Ltda., 1997.

PHILLIPS, Donald T. Lincoln ou leadeaship. New York: Warner Books, 1992. p.3. MAXIMIANO, Antonio Cisar Amaru. Introdução à Administração. 5.ed.rev. e ampl. – São Paulo: Atlas, 2.002.

CRUZ, Tadeu. Sistemas, organização e métodos: Estudo integrado das novas tecnologias de informação. 2.ed. - São Paulo: Atlas, 1.998.

MASIERO, Gilmar. Introdução à Administração de empresas. São Paulo: Atlas, 1.996.

KWASNICKA, Eunice Lacava. Teoria Geral da Administração: Uma síntese. 2.ed. -São Paulo: Atlas, 1.989.

BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de Metodologia Científica: Um guia para a iniciação científica. 2.ed.ampl. – São Paulo: Makron Books, 2.002.

ANDRADE, Maria Margarida de. Como preparar trabalhos para curso de pós-graduação: Noções práticas. 5.ed. – São Paulo: Atlas, 2.002.

BUENO, Francisco da Silveira. Minidicionário da língua portuguesa. São Paulo: FTD, 1.996.

REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1967. 0034-7612.

REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2001.

ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de Andrade; AMBONI, Nério. Projeto Pedagógico para Cursos de Administração. São Paulo: Makron Books, 2.002.

 

 

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