| yo te vi, te vi por la ventana | |||||||
| Isto n�o � uma pintura. A produ��o de uma pintura meramente age como um �libi para um accion de recusa e celebra��o. Discartando da janela � uma a��o de exorcism. O expulsar de dem�nios. Uma extens�o f�sica de abandonar o passado e descarrega a seua bagagem no dustbin de hist�ria. Ao mesmo tempo, esta a��o � uma representa��o coberta de um ato pol�tico de recusa. A nega��o da reprodu��o social de capital. Esta recusa toma a forma de uma celebra��o de viver uma vida que nega o econ�mico imperativo da sociedade de capitalista. Uma vida que � risonho perante bom senso e prefere contrariamente os valores subversivos de beleza, alegria e uncommodified amizades. Neste Juliet de cena de sacada � vida se. Este accion � inspirado por tempo cantar gastado, dan�ar, viver e risonho. Por uma vida como transnacional como capital. Esta vida, alegre e selvagem pode ser visto traduzido sobre a lona. � uma vida de registro de trabalho sem tempo morto, e agora mesmo como escrevo estas palavras que eu sento-me pelo oceano sorri. |
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| Espinho, Portugal 20/06/01 | |||||||