| Quarta-feira, Julho 07, 2004 MIGUEL NAKAJIMA Ol� leitores, Depois de meses sem dar noticias, volto com o s�timo cap�tulo da saga de Roi, meu "quase-falecido" personagem de RPG, gra�as a um acordo com um mago poderoso que apareceu na aventura de RPG, mas isso � outra hist�ria.... Entrando pela porta da frente - Vamos garoto, desista! essa fechadura � um desafio mais do que instranspon�vel para voc�! Tentaremos achar outro lugar para dormir... Enquanto Yaray tentava convencer Raimundo a deixar a id�ia de entrar naquela casa vazia de lado, Winia, a mais nova integrante do grupo tentava lembrar de algum feiti�o que pudesse iluminar a entrada vazia da casa,para assim ajudar o grupo, que agora contava com cinco integrantes: Raimundo Severino Nonato, vulgo R�i, fugitivo de sua cidade, localizada no sert�o artoniano, viu toda sua vila ser destru�da por um grupo de criaturas oct�podes, de colora��o arroxeada, encontrou o bando de Yaray depois de ser hipnotizado por um ser que se denominava "Sumo Sacerdote do Grande Tih!"; Yaray, um rapaz que aparentava ter n�o mais que 12 anos, mas possui conhecimento suficiente para sobreviver sozinho no meio de uma �rea de tormenta; Ja e Jo, os companheiros de joranada de Yaray, a �nica coisa que os mantinha no grupo era um acordo de utiliza��o da carro�a deles, em troca de preote��o contra eventuais desocupados que passem por eles e resolvam levar algumas "lembran�as" da passagem do grupo; Winia, uma mulher de seus 19 anos, encontrada por Yaray durante uma passagem por uma vila destru�da. - Weort pirretg kylorr! - balbuciou Winia na l�ngua antiga dos drag�es. (que por sinal era, estranhamente, o �nico idioma conhecido pela garota, sendo que o �nico que a compreendia era R�i) Uma pequena e humilde esfera, do tamanho de uma p�ra-gomo(1) se formou nas m�os da garota, iluminando fracamente a porta de madeira trancada. - Ah! Consegui! Hehehe, essa foi mole-mole! - se vangloriou R�i, retirando a fechadura da trava e empurrando a porta com ar de superioridade. - �, mas da pr�xima vez faremos � minha maneira, a qual inclui esse machado e a porta caindo! - reclamou Yaray, - Shrut qwer poogrr. - Disse Winia, sendo ignorada por uase todos - N�o Winia, ningu�m vai ficar de guarda essa noite. - respondeu R�i, enquanto entrava sorrateiramente. Eles haviam comprado um pingente de uma velha curandeira na �ltima cidade em que passaram que fazia com que Winia compreendesse a fala de todos os integrantes do grupo. Andando cuidadosamente pela sala Yaray e R�i examinavam as estantes empoeiradas � procura de qualquer elemento valioso o suficiente para ser vendido na cidade e lhes garantir comida por mais alguns dias. Ja e Jo olhavam desconfiados para Winia, que recitava alguns feiti�os de prote��o na entrada da casa, para evitar qualquer surpresa desagrad�vel durante a noite. - A�, pelo visto o cara que morava aqui entendia de gente, ou tinha um gosto nada legal para pratos ex�ticos, disse Nonato pegando um vidro grande que continha uma m�o aparentemente humana. - e parece que o biquinho saiu �s pressas, porque deix.... - R�i interrompeu-se ao levar um esbarr�o de Winia nas costas, que continuou a caminhar com uma face de medo. - que foi, Winia, viu um rato por a�? Virando-se para a porta R�i viu Yaray pendurado pela perna por um monstrengo de uns 3 metros e meio, que tinha olhos como brasas e uma bocarra capaz de engolir um pequeno animal. - T�, vamos conversar. Voc� fala minha linnn....... - Antes de completar a frase Severino sentiu uma s�bita vontade de dormir invadindo sua mente e fazendo com que seus neur�nios vestissem pijamas azuis e toucas brancas. O mundo nunca pareceu t�o mon�tono quanto naquele instante. |
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