| Quinta-feira, Abril 22, 2004 MIGUEL NAKAJIMA Ol� leitores e escribas, Eu sei que devia dar um espa�o de tempo entre os posts, mas esse eu fiz a noite passada e gostei muito.Finalmente consegui configurar meu LapTop para aceitar acentua��o. AH! E a pr�xima parte do prel�dio do R�i est� pronta, s� vou esperar um pouco para n�o acumular muito texto. Provavelmente semana que vem estarei postando o prel�dio no come�o da semana e mais para o final da semana estarei pondo umas narrativas e poesias que compus e que (espero) compor mais at� l�. "Perene Intermin�vel" N�o direi sim nem n�o, Pois o sim e o n�o n�o podem me definir, Nem dizer o que sinto nesse momento Tudo que posso fazer � ama-la Tentar ser uma pessoa feliz E faz�-la feliz Nossos cora��es, Jovens aventureiros, J� provaram muito do pouco Que o mundo oferece, J� viram mais daquilo que menos querem, E n�o sentiram nada de tudo Que sonharam De m�os dadas vamos A todo lugar que nenhum Outro ousou ir, A ordem de nossos sentimentos Se faz na mais ca�tica harmonia, E a morte � vida Se for a solid�o que perece E o amor que vive. O distante medo est� na proximidade de nossos l�bios E se desfaz no mais calmo dos beijos, Que agita nossas almas E as torna leves para pesarem nossos olhares. Olhares profundos no raso lago de nossas vidas. Somos antigos visitantes dessa nova emo��o Libertos da tristeza E acorrentados um ao outro, Pelos sorrisos que fazemos nascer Na perene noite de nossos dias. Vamos levar a claridade de nossos afagos Para a escurid�o de nossas mentes E clarear sempre o que nunca sentimos Para assim, um dia qualquer Numa data especial, Sermos mais do que dois amantes, Ent�o seremos tudo que nada termina. Cavalheiro dos Espelhos 2004 |
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