| Quinta-feira, Dezembro 09, 2004 MATEUS YURI RIBEIRO DA SILVA PASSOS Finalmente, ap�s longo hiato, posto outro texto meu. Este soneto-cr�nica baseia-se no desfecho da maratona das Olimp�adas 2004. Vida longa e pr�spera! Mateus Passos Soneto n�4 - Maratona Taumat�rgica Exausto, o taumaturgo segue ainda; faz fausto da magia, a grande arte, que, para escarnecer do bravo Marte, embala a correria � paz bem-vinda. Andava o curupira numa pinda, da brava: do evento tomou parte. E a terra do saci, seu baluarte, Se quebra toda ao ver a coisa finda. Na pole, os anteversos p�s do atleta (obra de um leprechaun excomungado) desvirtuados s�o de sua meta. O Pante�o se faz de embasbacado, mas pena ao batoteiro n�o decreta: prefere ver o m�rtir endeusado. |
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