| S�bado, Junho 05, 2004 MATEUS YURI RIBEIRO DA SILVA PASSOS Resolvi postar alguma coisa agora, para descansar um pouco da revis�o da nossa monografia "A imprensa regional e a administra��o municipal: um jogo de poderes". Fiz este no come�o de maio, � minha primeira aventura no campo dos sonetos. Depois de quarta, quando entrego meu �ltimo trabalho do semestre aos catedr�ticos da Pontif�cia, poderei descansar e retomar minha produ��o liter�ria (inclusive Reparti��o, no momento com apenas tr�s partes - de oito - conclu�das em manuscrito). Vida longa e pr�spera! o Passos Soneto n�1 em L�cio final Pela mata a fibra dobra e levanta, Gelado assovio, que a fera extermina, Quimera e drag�o o raio fulmina, Mas n�o sem destino: d� almo�o e janta H� quem ache a miss�o tarefa santa, "Beleza � quando orc ou troll se elimina!", � al�m de profiss�o, parece sina Empresa de qual, no fim, pouco adianta Leva-se a vida sem sono, a ca�ar O lobo causador de todo o dano O Corruptor � preciso encontrar Mas � tolo o ca�ador, � leviano Entre remoto assombro se infiltrar Pois � seu pr�prio lobo o ser humano |
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