| Ter�a-feira, Fevereiro 15, 2005 JO�O PEDRO MARTINS SENISE A Maldi��o da Tempestade A Tempestade de �ons se aproximava do Centro Espacial quando subitamente caiu um raio bem na posto de vigia do CE e ent�o uma esfera de raios se dirigiu para a sala dos cientistas em alta velocidade, desintegrando tudo que estivesse em seu caminho, mas parou antes de chegar ao telesc�pio. O Doutor estava muito cansado pra fugir e j� tinha uma certa idade para n�o ter mais medo do escuro, porque ap�s o globo luminoso passar pelo port�o toda energia sumira como se tivesse sido sugada e deixou nos laborat�rios um calmo e aterrorizante sil�ncio. Assistente: Doutor, Doutor onde est� voc�? Doutor: Estou aqui, o que era aquilo? Assistente: N�o sabemos ao certo, mas rouba energia. Doutor: Rouba Energia? Assistente: Isto est� se dirigindo para o gerador da hidrel�trica. Acho que � alien�gena. Doutor: Oh, N�o vai me dizer que acredita em homenzinhos verdes e outras besteiras destas. Assistente: Claro, o senhor n�o acha que seria um baita desperd�cio ter s� uma ra�a em todo universo? Doutor: Sim, acho, mas a probabilidade de se fazer um contato de terceiro grau � a mesma de se ganhar na loto quinze vezes em seguida, quase nula. Assistente: E qual a probabilidade de termos uma tempestade de �ons junto com uma esfera de raios que rouba energia? Doutor: Qual prova voc� tem que est� "esfera de raios" rouba energia? Assistente: N�s estamos no escuro, n�o estamos? Doutor: Sim, estamos, mas pode ser apenas um "apag�o" para economizar energia. Assistente: C�tico at� o fim. Doutor: C�tico n�o, Realista sim. Assistente: Ok, eu desisto Doutor. Logo ap�s esta conversa subitamente a energia retorna, e ent�o ambos Doutor e assistente continuam trabalhando at� chegar o fim de seu dia de trabalho, quando o Doutor se retira ao seu chal� pr�ximo ao laborat�rio e chegando em casa v� um cachorro grande negro como a noite mais escura e dormindo na soleira de sua porta de entrada. O que desperta sua curiosidade por que n�o tinha animais, o doutor se aproxima e tenta entrar sem acordar o cachorro, mas no meio do caminho trope�a e faz um barulho enorme que faz com que o animal acorde e ataque o doutor com uma ferocidade impressionante, o doutor � mordido na perna e sua cal�a pega fogo junto com seus pelos e o cachorro desaparece no ar. O Doutor muito abalado entra correndo em seu chal� e apaga o fogo de sua cal�a, toma um banho r�pido e dorme. Quando acorda vai pegar sua cal�a para se certificar que fora um sonho, mas a cal�a tinha um buraco enorme e lhe faltavam pelos na coxa esquerda. O Doutor foi para o Centro Espacial e n�o comentou o acontecido com ningu�m e trabalhou normalmente, mas seu assistente percebeu que o doutor havia trocado a cal�a e fez um coment�rio: foi atacado pelo c�o negro. O Doutor mudou na hora sua express�o facial e disse: como voc� sabe? Assistente: Calma, doutor s� estou brincando. Doutor: Mas como voc� conhece o cachorro negro? Assistente: Da Lenda N�rdica que nos dias de tempestade, aparecia o c�o negro, o c�o de Loki. Doutor: Voc� sabe o que acontece com quem � mordido pelo c�o negro? Assistente: A Lenda conta que quem for mordido ter� todo seus pelos caindo e depois ser� marcado pelo pr�prio Loki com uma marca que indica que pertence a Loki ent�o ser� dado de presente a Hela. Doutor: E diz em quanto tempo isto acontece? Assistente: Diz que acontece a queda total dos pelos do corpo ap�s uma semana, e a vinda de Loki. Acontece no s�timo dia ap�s o passar desta semana. Doutor: Meu Deus! Vou morrer em duas semanas! Assistente: Qual � Doutor, vai dizer que o senhor acredita nisto? Doutor: Olha minha coxa como ficou ap�s a mordida do c�o negro. Assistente: O Senhor Depila a coxa e da�? Doutor: Eu nunca depilei a coxa! Assistente: Ta bom doutor, o senhor n�o depila a coxa. Ap�s terminarem a conversa cada um foi para sua casa e o doutor come�ou a perder os pelos das m�os, p�s, tornozelos e uma semana depois estava pelado como um chiuaua. Uma semana ap�s esta o doutor chegou em seu chal� e uma tempestade se formou do nada bem a sua frente dela saiu o c�o negro e seu dono Loki com sua postura esguia e seu riso malicioso alem de seu par de chifres que s�o t�o grandes que fariam L�cifer corar e seu olhar penetrante e atemorizante se aproximou do doutor e fez uma marca na testa do doutor. E disse com sua voz cavernosa: Voc� escolhido por Loki ser� entregue a minha adorada Hela. E logo ap�s disso desapareceu ele, o c�o negro e a tempestade, e surgiu um clar�o que foi um raio que caiu na cabe�a do doutor. V�rios tentaram descobrir a causa verdadeira da morte do doutor.Mas at� hoje s� seu assistente chegou pr�ximo da verdade e este foi outra vitima de Loki e seu c�o negro. Num dia de tempestade tome cuidado voc� pode ser a pr�xima vitima do c�o negro e seu dono Loki, o trapaceiro. |
||||||
| Coment�rios: | ||||||
| Voltar para Jo�o Pedro Senise Voltar para Contos |
||||||