| Quarta-feira, Outubro 27, 2004 GABRIELA ANDRADE DA SILVA Um poema inspirado nas minhas idas e voltas S�o Paulo-Campinas... Marginal O carro Parado Apressado No tr�nsito Pesado O cheiro Podre Do morto Pesando No ar No leito Espera O eleito Que venha Limpar Ou que Lhe tenha Piedade E um dia decida Enterrar A gente Passa Afobado Parado no tr�nsito Congestionado Diante Do defunto Gigante Que n�o h� caix�o Para acomodar E fecha A janela Do carro Tapando o nariz Batendo o cigarro O morto E as moscas Repousam No leito Turvo O tr�nsito Abre A gente Se vai Sem olhar Em vez Do cheiro M�rbido � cheiro de al�vio Que paira no ar |
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