Quarta-feira, Outubro 08, 2003

                
GABRIELA ANDRADE DA SILVA

Este poema eu sei de cor. Ele � velho, eu escrevi quando tinha uns 13 ou 14 anos. Inclusive h� um pequeno erro na conjuga��o de um dos imperativos, que acabo de notar. Mas n�o vou corrigir, vou deixar com os ares de pr�-adolesc�ncia em que isto foi escrito. Baseei-me em fatos reais de minha exist�ncia.
Eu ia colocar um mais novinho, tal, mas infelizamente, esse computador recusa-se a abrir meu disquete. Ali�s, n�o s� este... Que droga, se n�o der pra abrir mesmo, eu vou perder v�rias obras legais... Se bem que devo ter rascunho manuscrito da maior parte delas. Ent�o vamos l�...


                  
Brio

Por que tentaste te igualar aos demais?
Ent�o n�o sabes que teus valores valem mais que a in�pcia dos que n�o s�o?
N�o exija amizade,
Apenas respeito.
Pois sabes que estes n�o ser�o teus amigos de verdade.
O brliho de tuas l�grimas revela o brio que tens no peito.
O indulto veio a ti como recompensa.
A vergonha, como castigo.
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