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ATIVIDADE FÍSICA E A SÍNDROME DE DOWN
Por: Luiz Carlos de
Moraes CREF1 RJ 003529-P/R
E-mail:
[email protected]
Portal:
www.noticiasdocorpo.com.br
Data de Publicação: Março de 2009.
Uma novela de grande audiência explorou há algum tempo o problema
social da Síndrome de Down. De certa forma melhor informou às pessoas que
as crianças portadoras da Síndrome podem, se estimuladas desde o
nascimento, ter uma qualidade de vida muito melhor que no passado. Podem
fazer inclusive atividade física desde que orientadas por profissionais
especializados e/ou bem informados sobre as limitações e possibilidades de
progresso.
O nome deve-se ao médico inglês Langdon Down que descreveu pela
primeira vez em 1866 as características de uma criança portadora dessa
síndrome.
Voltando lá para o nosso segundo grau, as crianças portadoras da síndrome
apresentam 47 cromossomos no núcleo de cada célula ao invés dos normais 46
herdados do pai e da mãe sendo 23 de cada um. Os cromossomos contêm a
herança genética e o extra localiza-se no par 21.
A identificação da criança com a síndrome é feita imediatamente após o
nascimento, confirmando as probabilidades já sabidas durante a gestação
através de exames feitos entre a 8ª e 11ª ou 14ª e 16ª semanas de gravidez
respectivamente amostra vilocorial e amniocentese. A ultra-sonografia e
alfafetoproteína materna feitos durante a gestação também ajudam no
diagnóstico.
Para os profissionais que vão trabalhar com essas crianças é preciso
conhecer muito bem as características físicas para melhor executar o seu
trabalho, são elas: Olhos – pálpebras estreitas levemente oblíquas com
prega de pele no canto interno chamadas de prega epicântica. Íris –
pequenas manchas brancas chamadas de manchas de Brushfield. Cabeça –
geralmente menor e a parte posterior levemente achatada. Boca – pequena e
muitas vezes se mantém aberta com a língua projetando-se para fora. Mãos –
curtas e largas. Musculatura – de modo geral mais flácida. Orelhas -
pequenas e conduto auditivo estreito. Dedos dos pés – geralmente curtos
com espaço maior entre o dedão e o segundo dedo. Algumas crianças têm pés
chatos.
É importante lembrar que não existem diferentes graus de Síndrome de
Down. As crianças maiores vão ser mais ou menos desenvolvidas de acordo
com as oportunidades dadas pela sociedade durante o seu crescimento. Elas
se desenvolvem de maneira bastante semelhante às crianças normais, porém
com um ritmo um pouco mais lento.
Entre os profissionais de saúde da equipe multidisciplinar o
fisioterapeuta e o de Educação Física cuidarão do desenvolvimento
psicomotor em cada etapa. A hipotonia é uma característica presente desde
o nascimento e tem origem no sistema nervoso central afetando toda a
musculatura e os ligamentos. Espontaneamente tende a diminuir com o passar
dos anos, mas essa recuperação pode ser acelerada com estímulos adequados
desde o nascimento. Como toda, criança as portadoras da Síndrome irão
controlar a cabeça, rolar, sentar, arrastar, engatinhar, ficar de pé,
andar, correr, saltar e arremessar, exceto se tiver outro problema além da
Síndrome. Elas irão brincar e explorar toda variedade de movimento
dominando o equilíbrio, a postura, a coordenação motora e a noção espacial
desde que tenham espaço. Portanto, as crianças com Síndrome de Down
precisam de cuidados, não de exageros a ponto de deixá-las isoladas do
mundo.
Esse trabalho psicomotor, segundo orientação do Ministério da Saúde
encaminhado aos profissionais, deve enfatizar: o equilíbrio, a coordenação
de movimentos, a estruturação do esquema corporal, a orientação espacial,
o ritmo, a sensibilidade, os hábitos posturais e os exercícios
respiratórios. As brincadeiras na areia com diversos tipos de material
estimulam a sensibilidade e a criatividade. Outras brincadeiras comuns na
infância tais como pular corda, jogar amarelinha, jogos de imitação,
brincadeiras de roda, subir em árvores, caminhadas longas, brincar no
parque no balanço, escorregador e gangorra fazem parte do estímulo
psicomotor global. Claro, tudo tem que ser acompanhado de perto, mas sem
interromper a criatividade e a audácia da criança. A interferência só deve
existir quando houver risco à saúde ou de vida, mesmo porque não dá para
prever o quanto cada uma irá desenvolver. Erroneamente no passado essas
crianças eram rotuladas como deficientes mentais e hoje se sabe que elas
apenas têm um desenvolvimento mais lento.
Atividade Física
Quando Sim e Quando Não
Como não poderia deixar de ser, essas crianças são classificadas em
grupo especial e para fazer atividade física o profissional de Educação
Física deve estar alinhado com a equipe multidisciplinar que em princípio
já as acompanha desde o nascimento. A Síndrome tem algumas características
importantes na questão da saúde diretamente relacionadas com a atividade
física adequada caso a caso, são elas:
Cardiopatias
congênitas – Podem estar presentes em 50% dos casos. A
criança deve passar, logo ao nascimento, por um minucioso exame
cardiológico a fim de detectar qualquer alteração na estrutura e
funcionamento do coração e ser corrigido o mais breve possível. Os mais
comuns são um defeito do canal atrioventricular, a comunicação
interventricular ou inter-atrial e a Tetralogia de Fallot. Mais tarde
alguns sinais podem ser indicadores de problemas não manifestados antes
tais como o baixo ganho de peso, desenvolvimento mais lento quando
comparada às outras crianças com a mesma Síndrome, malformações torácicas,
cianose de extremidades e cansaço constante.
As atividades aeróbias são bem indicadas desde que a criança esteja
liberada pelo médico. Caso haja restrições o profissional de Educação
Física deve saber quais são e, se possível, fazendo a troca de informações
direta com o médico da criança.
Problemas
Respiratórios – Quando não existir impedimentos médicos a
natação é bastante aconselhada por conta de um trabalho preventivo do
sistema respiratório. As crianças com a Síndrome são suscetíveis a
constantes resfriados e pneumonias de repetição por causa de uma
predisposição imunológica e à própria hipotonia da musculatura do sistema
respiratório. Como o uso repetido de antibióticos é desaconselhável os
exercícios de sopro, a respiração forçada na água e todos que aumentem a
resistência cardiorrespiratória são sugeridos especialmente nos períodos
de boa saúde da criança. Como a natação por si só, não ser uma atividade
natural do ser humano tendo que aprender a dominar as características
físicas da água para flutuar, se deslocar e respirar, para as crianças com
a Síndrome já representa mais um desafio que elas normalmente se adaptam
com facilidade. Além disso, associa-se o cuidado com a higiene nasal e
manobras que evitem o acúmulo de secreção. À essas crianças não deve ser
imposta regras fixas. Através de brincadeiras na água elas podem estar
exercitando o fundamento específico. No caso da natação deve-se ter também
mais cuidado com as possíveis inflamações de ouvido, uma vez que 60 a 80%
dessas crianças apresentam rebaixamento auditivo uni ou bilateral podendo
causar desde leves déficits auditivos até aumento de cera no canal do
ouvido e acúmulo de secreção.
Instabilidade
Atlanto-Axial (Coluna Cervical) – Trata-se de um espaço
maior entre a 1ª e 2ª vértebras, respectivamente Atlas e Áxis, que essas
crianças podem apresentar por conta de alterações anatômicas e pela
hipotonia dos músculos e ligamentos do pescoço. O exame de Raios-X a
partir de dois anos e meio a três nas posições de flexão, extensão e
neutra tira a dúvida e conduz ao tratamento certo. Em função disso as
atividades de impacto e os movimentos bruscos que podem ocorrer no nado
golfinho, nas cambalhotas e equitação são contra indicados. No caso da
equitação as crianças liberadas pelo médico podem e devem praticar com
bons resultados.
Tireóide
– A obesidade e o atraso no desenvolvimento geral da criança pode ter como
causa o hipotireoidismo presente em 10% das crianças e 13 a 50% dos
adultos com a Síndrome. Isso tem controle na grande maioria dos casos. A
Visão – Os índices apontam que 50% têm dificuldade para enxergar longe e
20% para perto. Nada que não possa ser solucionado desde a infância.
As crianças com Síndrome de Down se desenvolvem normalmente se
acompanhadas, tratadas e estimuladas cedo. Vários trabalhos mostram que as
respostas fisiológicas induzidas pelo exercício físico são semelhantes às
não portadoras e a expectativa de vida aumentou a partir do acesso à
informação ajudando a quebrar o preconceito.
Os Dados e os Fatos
Segundo o Ministério da Saúde (1998), no Brasil a cada ano nascem
cerca de oito mil bebês portadores da Síndrome de Down. Para Gallagher,
1990 representa um a cada dois mil nascidos vivos, independente de raça,
gênero ou classe social, razão suficiente para haver mais estudos e
especialização de profissionais para cuidar dessas crianças.
Vimos que, se liberadas pelo médico elas devem fazer atividade física.
Também vimos que a questão respiratória acompanhada da hipotonia muscular
a natação é aconselhada por não ser uma atividade natural do ser humano
tendo que aprender a dominar as características físicas da água para
flutuar, se deslocar e respirar. A respiração requer atividade constante
dos músculos escaleno, intercostais internos e externos ajudando a
reverter a hipotonia muscular. Além disso, existe consenso entre os
fisiologistas apontando a natação como uma das melhores atividades capazes
de desenvolver a capacidade cardiorrespiratória. Essa valência física é
essencial para as atividades funcionais do ser humano. Ou seja. Andar,
correr, brincar, passear, subir escadas, trabalhar e viver normalmente sem
se cansar.
Existem poucos trabalhos nessa área, entretanto um dos disponíveis na
Internet conduzido pela professora Rita de Cássia P. P. Homem e Jônatas F.
Barros, da Faculdade de Educação Física UnB. Através de testes em
ciclo-ergômetro, mediram o consumo sub-máximo de oxigênio e a
ventilação-minuto sub-máxima de 23 indivíduos, sendo 11 do sexo masculino
e 12 do sexo feminino, com idades variando entre 14 e 43 anos portadores
da Síndrome de Down participantes de atividades esportivas no Núcleo de
Atendimento Esportivo para Pessoas Portadoras de Deficiência Mental (NAEPPDM)
da Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília (UnB). O
objetivo foi comparar a capacidade cardiorrespiratória dos indivíduos
praticantes da natação com os praticantes do tênis de campo, atletismo,
escalada, hóquei sobre piso, handebol e futebol de salão, pelo menos 50
minutos três vezes por semana, atividades oferecidas pelo Núcleo. Embora o
resultado não tenha sido expressivo, na população estudada o grupo da
natação demonstrou maiores níveis de aptidão cardiorrespiratória. Além
disso, o grupo alcançou o percentual de freqüência cardíaca proposto pelo
teste enquanto os praticantes das outras modalidades interromperam o teste
antes de alcançar o objetivo. O trabalho mostrou os meninos possuindo
capacidade cardiorrespiratória maior que as meninas e todas, em qualquer
modalidade esportiva, fisiologicamente falando se desenvolvem da mesma
forma que as não portadoras.
O fato das crianças praticantes das outras modalidades ter
interrompido o teste não significa incapacidade. Se comparadas com as que,
por vários motivos não fazem atividade física, ainda assim possuem
capacidade cardiorrespiratória maior.
Um outro estudo conduzido por Alessandra Deboletta, Regina Célia D.
Galvani e Paula A. Magnani Seabra da Universidade de Marília concluiu que
portadores da Síndrome se interessam pela atividade física. No caso o
estudo foi realizado entre freqüentadores da APAE das cidades de Pompéia e
Marília SP tendo como objetivo relacionar a prática da atividade física
com a melhora intelectual e rendimento nas outras aulas. O resultado
apontou que 24% dos portadores preferem o futebol seguido por 20% do
basquete e 20% a natação e todos obtiveram melhora substancial no
relacionamento e rendimento nas outras aulas. Isso ressalta a importância
do profissional de Educação Física conduzir a atividade física para as
preferências das crianças pensando no desenvolvimento global e não o
rendimento puramente esportivo.
Outra atividade apresentando ótimos resultados físicos e psíquicos aos
portadores da Síndrome é a equoterapia. O andar à cavalo induz à execução
de movimentos tridimensionais horizontais (direita, esquerda, frente e
trás) e verticais (para cima e para baixo) atuando no sistema nervoso
profundo responsável pelas noções de equilíbrio, distância e lateralidade
dando à criança confiança e coordenação. Importante. A equoterapia só é
permitida ao portador da Síndrome que não tenha instabilidade
Atlanto-Axial. No mais, é deixar as crianças se desenvolverem com cuidado,
sem exageros e sem preconceito.
ALGUNS DADOS NA
MUSCULAÇÃO E ATIVIDADES GENERALIZADAS
Como já vimos, a Síndrome de Down tem origem num acidente genético do
cromossomo 21, por isso também denominado trissomia do 21, e que as
crianças portadoras, apesar das dificuldades podem se desenvolver quase
naturalmente dependendo das oportunidades a elas ofertadas desde o
nascimento. Os estudos nessa área, se comparadas com outros, demoraram a
serem feitos, pois há algumas décadas ainda acreditava-se em má formação
do bebê durante a gestação. Hoje se sabe que o acidente genético ocorre
durante a formação e uma nova célula ou no momento de sua divisão. Ficou
também constatado que as chances do acidente genético aumentam em mães com
mais de trinta e cinco anos, pais com mais de cinqüenta e cinco ou um dos
dois, independente da idade, tenham um defeito genético não manifestado
podendo ser herdado pelo filho. Claro, não é uma regra, mas as chances são
maiores como também não serão todos os filhos a herdar a Síndrome.
Com todos os recursos da Medicina e da Ciência, hoje é possível detectar a
Síndrome durante a gestação, mas não a correção ou evitar a manifestação.
A hipotonia caracterizada pela flacidez muscular e ligamentar é um dos
problemas que acompanha a criança por toda a vida, mas que varia de
intensidade caso a caso. Sendo assim, depois de uma profunda avaliação das
reais condições físicas e psicológicas da criança e suas limitações, a
prescrição de exercícios físicos para a população especial deve seguir
critérios rígidos para não causar atrasos no desenvolvimento mantendo o
interesse em alta.
A atividade física é de fundamental importância na qualidade de vida
de qualquer ser humano e nas crianças com a Síndrome não é diferente.
Vimos de que forma e porque a natação e a equoterapia podem beneficiar o
desenvolvimento assim como a variedade de atividades de acordo com a
preferência da criança.
Como a musculação e/ou a ginástica localizada aumentam a resistência
muscular, se caracterizando numa atividade que pelo menos teoricamente
poderia influenciar de modo positivo na melhora da hipotonia muscular que
afeta as crianças com a Síndrome, seria essa atividade indicada?
Teoricamente sim e existe trabalho publicado pela professora Mestre e
Doutoranda em Educação Especial Maria Georgina Marques Tonello da UFSCar e
colaboradores. Embora o trabalho tenha sido feito com apenas um
voluntário, o treinamento promoveu aumento desejado da resistência
muscular localizada de todos os grandes grupos musculares envolvidos:
peitoral, costas e abdome. Entretanto, também proporcionou alterações em
outras medidas antropométricas tais como o peso corporal, dobra cutânea
subescapular, circunferência do tórax, da cintura, do antebraço direito,
do quadril e massa magra, o que sugere mais estudos posteriores.
O treinamento da resistência muscular foi priorizado visando a melhora
das atividades funcionais do ser humano que no caso melhorou: andar,
correr, brincar, subir e descer escadas, passear, trabalhar e etc. sem se
cansar.
Sabe-se que outro problema acompanhando as crianças com a Síndrome é a
obesidade com origem na disfunção da tireóide. Sobre isso os professores
Hernán Ariel Villagra e Laura Luna Oliva (Espanha), realizaram um grande
estudo com 504 crianças de ambos os sexos com idades variando entre 6 e 17
anos afetadas com a Síndrome, todas alunos de colégios específicos de
Educação Especial de comunidades autônomas de Madrid. Eles compararam o
índice gordura corporal entre as crianças que não praticam atividades
físicas com as que praticam atividades generalizadas e a natação. O
resultado mostrou que as do grupo não praticantes têm índices de gordura
maior e entre os grupos das atividades generalizadas e a natação o índice
é menor com ligeira vantagem para as atividades gerais.
Ficou claro que os problemas de obesidade se acentuam na adolescência
entre 15 e 16 anos para ambos os sexos havendo mais concentração de
gordura central sugerindo incentivo maior de prática de exercícios físicos
nessa fase. Sabe-se que gordura central está relacionada com possíveis
problemas cardíacos para qualquer pessoa, imaginem para as portadoras da
Síndrome. Enfim, como falamos o tempo todo as crianças com a Síndrome de
Down necessitam de cuidados, não de isolamento.
Para
Refletir: Ninguém é tão poderoso a ponto de tudo querer e
tudo poder. Todos nós temos o ponto forte e o ponto fraco. Valorize os
seus pontos fortes e o dos outros também. A vida vale à pena.
Sobre
a Ética: O código de ética é escrito e normatizado para os
que têm dúvidas de como se comportar com os colegas de trabalho e/ou os
clientes.
Literatura Sugerida:
1) ARCHER Ricardo Battisti, Natação Adaptada - Metodologia de ensino
p/alunos com Síndrome de Down - Editora: ÍCONE.
2)
BARROS Jônatas de França, Homem Pereira Pinto, Cássia Rita de, - A
influência da prática da natação na aptidão cardiorrespiratória dos
portadores de Síndrome de Down residentes no Distrito Federal – Brasil –
Disponível na Internet em: http://www.efdeportes.com/efd54/down.htm Acesso
em: 01/01/2007.
3) GORLA
José Irineu, CALEGARI Décio Roberto, TONELLO Maria G. Marques, JUNIOR
Carlos A. da Silva: Musculação para um aluno com síndrome de down e o
aumento da resistência muscular localizada. Disponível na Internet em:
http://www.efdeportes.com/efd104/sindrome-de-down.htm – Acesso em:
01/01/2007.
4)
GALLAGHER, K. Educação da criança excepcional. São Paulo: Ed. Manole,
1990.
5)
LERMONTOV Tatiana, Equoterapia – Disponível na Internet em: http://www.saudevidaonline.com.br/artigo74.htm
Acesso: em 10/02/2008.
6) NAHAS
MV, BARROS MVG, ROSA JV. O estilo de vida das pessoas com Síndrome de Down
em Santa Catarina. Rev Bras Ativ Fis Saude. 1999;4(1):13-9.
7) SANTOS, Antonio Carlos Nougueiro. A contribuição da prática para o
desenvolvimento das crianças com Síndrome de Down. 1998. Disponivel em
www.eefd.ufrj.br Acesso em 01/07/2007.
8) SILVA
Izaura Michelly da, PEREIRA Déborah Santana, AMORIM Maria A.Rodrigues,
Moura Neide Maria Da Costa. Percepção dos Portadores de Síndrome de Down
da Apae Sobre os Benefícios Proporcionados Pelas Aulas De Educação Física
Na Cidade De Juazeiro Do Norte/Ce. Disponível na Internet em: http://www.sanny.com.br/pdf_eventos_conaff3/Artigo03.pdf
Acesso em: 22/02/2008.
9)
SOARES Mariana P. Sayago, LEMOS Sandra Soares, BARROS Jônatas de França -
Detecção de características específicas da articulação do joelho que podem
limitar a atividade física em portadores da síndrome de down no DF.
Disponível na Internet em: http://www.efdeportes.com/efd61/down.htm Acesso
em: 01012007.
10
VILLAGRA Hernán Ariel, OLIVA Laura Luna - La obesidad como factor de
riesgo en la persona con Sindrome de Down, frente a la alternativa de la
actividad física y deportiva. Disponível na Internet em: http://www.efdeportes.com/efd18a/hvllo.htm
Acesso em: 01/01/2008.
Crédito
das Imagens:
http://www.mundodastribos.com/sindrome-de-down-tratamento-de-reabilitacao.html
http://sindromedownpuc.blogspot.com/ |
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