NORMAS DA CENTRAL DE ESTERILIZAÇÃO

 

1. Utilizar os Equipamentos de Proteção Individual para a limpeza dos instrumentos:

 

  • Gorro;
  • Máscara;
  • Óculos protetores;
  • Avental impermeável;
  • Luvas de borrachas grossa, antiderrapante;
  • Sapato fechado;
  • Crachá de identificação.

 

2. Deixar o local organizado e limpo após sua utilização.

 

3. Realizar a limpeza do instrumental adequadamente:

3.1 – Limpeza Manual – lavagem manual dos instrumentos com água quente ou fria e posteriormente imersão completa dos artigos em recipiente (tubo plástico), em solução desencrostante (detergente neutro) e após o tempo de imersão recomendado (geralmente 30 minutos) procede-se a fricção manual com escovas de cerdas de nylon.

 

4. Realizar a secagem e inspeção do instrumental – Após o enxágüe o material pode ser seco com papel toalha absorvente ou compressa e após secos, deve-se proceder uma inspeção visual criteriosa de cada artigo, observando-se falhas no processo de limpeza, corrosão, danos ou quebras – USE LUPA.

 

5. Realizar a separação das coleções de instrumentais – Os instrumentais devem ser separados para serem embalados de forma conveniente e de acordo com sua utilização. (Dentística, Endodontia, etc)

 

6. Selecionar adequadamente a embalagem de acordo com o processo de esterilização e o artigo a ser preparado.

 

6.1 – Embalagens disponíveis: Campos de tecido (utilizados para embalar o kit cirúrgico), Laminado de papel grau cirúrgico, kraft e plástico (utilizados para embalar instrumentais, gases, campos de tecidos e brocas).

O empacotamento de todo artigo deve garantir e manter o conteúdo estéril durante o armazenamento e transporte.

 

6.2 – Prática recomendada:

  • Preparar os pacotes adequadamente;
  • Colocar um pedaço de fita indicadora do processo de esterilização, de aproximadamente 5 cm, em cada pacote, cuja embalagem não apresente impresso seu próprio indicador de esterilização;
  • Remover o ar do interior das embalagens compostas de papel cirúrgico;
  • Posicionar o material diagonalmente no centro da embalagem;
  • Colocar o indicador ou integrador químico no centro do pacote;
  • Dobrar a ponta voltada para a pessoa, levando-a até o centro do pacote, cobrindo o material e realizando uma dobra na ponta.
  • Trazer uma das laterais até o centro do pacote, deixando uma dobra na ponta;
  • Realizar o mesmo procedimento na outra lateral, de modo que as duas cubram o artigo;
  • Completar o pacote, levando a última ponta até o centro do pacote;
  • Fechar com fita crepe;

 

6.3 – Identificar o pacote com os seguintes itens:

  • Descrição do conteúdo do pacote (Ex.: Dentística, Endodontia, etc)
  • Fase em que está cursando
  • Data de entrada e validade do processo de esterilização (10 dias)
  • Nome completo do aluno.

 

6.4 - Os pacotes serão protocolados na Central de Esterilização com o número da ficha (1ª via) do acadêmico e também com o número do lote que acontecerá o processo de esterilização.

 

=> Obs.: O material deverá ser embalado, somente, no balcão da área de expurgo <=

 

7. Somente será aceito material que estiver limpo, seco, identificado e embalado adequadamente.

 

8. A entrega do material a Central de Esterilização será identificada por cartão de duas vias. A 1ª via ficará com o acadêmico, que fará a apresentação deste na retirada deste e a 2ª via ficará na Esterilização.

 

9. O processo de esterilização deverá ser rigorosamente monitorado e avaliado. Com controle químico todos os dias e o controle biológico quinzenal.

 

10. Todas as pessoas que utilizarem a CME (funcionários e acadêmicos) deverão estar com esquema vacinal em dia (principalmente as vacinas da hepatite B e D.T.).

 

11. Deixar o local, após a utilização, organizado e limpo.

 

12. Observar o prazo de validade do material esterilizado, de no máximo, 10 dias.

 

 

Prof. Dr. Naudy Brodbeck May

Coordenador do Curso de Odontologia

Unisul-Campus de Tubarão

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