MINHA
        ALMA

A alma que vive em meu ser
Em nada crê, é descrente
Mas ouve tempo, pouco distante
Que sentiu de modo diferente

 

 

A alma que vive em meu ser
Extravagante em devaneios,
Com sua maneira de viver
Esperando outros anseios

 


Certo
dia, que desventura!
Vislumbrei uma amargura!
Indaguei a razão da mudança.

 


Achara o que queria finalmente!
E soube que por ti sem esperança,
Sofrera então inutilmente...
Ocirema

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