Não olhe para cima, bebê.
O astro que ofereço
é a estrela de baixo,
a estrela de lá
do outro lado da crosta terrestre.
Vá de imaginação
-os olhos não chegarão -
cortejar o que é seu.
Elas estão a leste, oeste, norte, sul.
Tudo é céu nesse mundo redondo.
Eu nunca quis pouco, bebê.
Cientistas são loucos e felizes.
Beije-me, assim,
pensando naquela que
a outro povo alumia
quando cá é dia.
Colocaremos os antigos
atores franceses no chinelo.
Eu e meu bebê, aos beijos,
em nossas cadeiras de roda;
os franceses, no chinelo.