Baseada num lista original de J. Will Pierce .


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- Agnosticismo
- Qualquer declaração arbitrária merece consideração e o que se deve provar
é a negação ("Prove que não há cães em Marte!"). O agnosticismo valoriza o
arbitrário.
- (Veja também Ceticismo)
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- Altruismo
- A justificativa para a sua vida é servir os outros. Auto-sacrifício e a
traição de todos os seus valores (exceto o altruísmo) são as principais
exigências. O padrão de moralidade no altruísmo é o grau de abnegação de uma
ação. A única justificativa para a sua própria existência é continuar se
sacrificando e renunciando aos seus próprios valores pelos de outras pessoas.
A individualidade é esmagada e crimes notórios, em nome da abnegação, destroem
o espírito humano numa sociedade altruísta. Certamente o altruísmo não
significa uma boa-vontade geral para com outras pessoas, nem caridade com
causas dignas. Altruísmo significa renunciar a si mesmo.
- (Veja também Coletivismo
e Utilitarismo)
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- Anarco-Capitalismo
- Derivação do anarquismo, para a qual a utopia consiste de anarquia com
capitalismo. Sem uma autoridade para garantir os contratos do capitalismo, o
anarco-capitalismo se transforma em guerra de gangues.
- (Veja também Anarquismo)
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- Anarquismo
- Qualquer forma de autoridade é necessariamente má, mesmo uma força
policial objetiva. O anarquismo leva à guerra entre gangues tão logo alguém
decida violar os direitos de outros. O anarquismo nega a autoridade de uma
autoridade que defenda os direitos individuais.
- (Veja também Anarco-Capitalismo
e Niilismo)
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- Animismo
- Crença genérica em seres espirituais. Ataca a razão, afirmando que a
verdade é arbitrária e impossível de ser provada. "Animismo" normalmente
designa uma religião que declara haver "espíritos" em objetos naturais.
- (Veja também Misticismo)
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- Ceticismo
- Sustenta que o conhecimento não é possível, que não se pode ter certeza de
coisa alguma.
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- Coletivismo
- Declara que a vida do indivíduo deve ser controlada pelo coletivo, pelo
estado. Para o coletivismo, a vida e o trabalho de um indivíduo pertencem à
coletividade, e sua única justificativa para existir é se sacrificar pelo
grupo. É a forma política do altruísmo e do subjetivismo.
- (Veja também Altruísmo, Subjetismo
e Utilitarismo)
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- Comportamentalismo
- Escola de psicologia que nega explicitamente a existência do livre
arbítrio e da consciência. Para o comportamentalismo, tudo é comportamento.
Psicologia é o estudo do "comportamento observável" (o termo que usam para
ação), e toda ação humana é ditada pelo ambiente; pensamentos não são a
causa das ações, mas são "comportamento velado"; aprendizagem não é definida
cognitivamente (como a aquisição de conhecimento), mas como "mudança de
comportamento". O comportamentalismo não precisa de conceitos como
personalidade, emoção, e doença mental, pois ele os trata como "repertório
de respostas", "reação corporal" e "comportamento anormal".
- (Veja também Empirismo
e Fatalismo)
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- Conseqüencialismo
- Ética que declara que toda ação deve ser julgada pelas conseqüências que
produz. O conseqüencialimo não inclui conceito algum de valor, direitos ou
virtude. Se matar uma pessoa pode salvar outras cem de um desastre natural, o
conseqüencialismo sacrificara o indivíduo, pois não há direitos,
declaradamente. Também não há qualquer padrão de bem e mal no
conseqüencialismo.
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- Deontologia
- Teoria Kantiana do dever, declara obrigações morais. O conceito de dever
anula o conceito de julgamento racional, porque determina uma necessidade
moral de se agir de determinada forma para atender à vontade de uma autoridade
maior. O indivíduo deixaria de lado seus próprios objetivos, motivações,
desejos e interesses e agiria por um "sentimento de dever". Para Kant, o dever
é o único padrão de virtude, mas a virtude não pode ser sua própria
recompensa, pois se houver recompensa não haverá virtude. Se você age movido
por um "sentimento de dever", não pode esperar reconhecimento algum, pois se
houver esta expectativa, você não agiu pelo dever, mas pelo reconhecimento...
- (Veja também Kantianismo)
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- Determinismo
- O mesmo que Fatalismo.
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- Dualismo (Corpo-Mente)
- Filosofia proposta por Descartes, declara que a mente é uma entidade
separada do corpo, que a mente existe numa alma. Descartes foi tão longe que
declarou que a glândula pineal era o ponto de encontro entre a mente e o
corpo.
- (Veja também Idealismo
e Racionalismo)
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- Egoísmo
- O egoísmo, isoladamente, define a felicidade de alguém como o bem sem que
isso inclua uma compreensão racional dos direitos individuais. Egoísmo sem uma
fundamentação racional leva ao hedonismo. No egoísmo puro não se desenvolve o
conceito de valor.
- Veja também Hedonismo
e Humanismo)
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- Empirismo
- Sustenta que o conhecimento só acontece pela experiência sensorial e que
conceitos não existem. Empiristas querem uma justificativa "científica", mas
recusam explicitamente qualquer idéia de que o homem possa formar conceitos do
mundo. Isto é o oposto exato do racionalismo e, de fato, foi uma resposta à
insatisfação com o Racionalismo.
- (Veja também Comportamentalismo
e Racionalismo)
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- Epicurismo
- Filosofia Hedonista (do século 4º AC) que defende que se deveria viver
pacificamente e de forma satisfeita, mas com grande frugalidade. Tem pouco ou
nada a acrescentar no que diz respeito a razão ou a padrões de valor.
Epistemologicamente, essa filosofia é empirista/sensorialista.
- (Veja também Empirismo
e Hedonismo)
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- Essencialismo
- Estranha teoria filosófica segundo a qual os conceitos (essências) seria,
de fato, coisas perceptíveis, contidas em qualquer objeto. Uma mesa teria
essências de mesa, uma cadeira, essências de cadeira, que seriam, de alguma
forma percebidas. É dessa é forma que o Essencialismo explica como um homem
reconhece o que existe.
- (Veja também Materialismo, Monismo,
Nominalismo
e Realismo)
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- Existencialismo
- Filosofia que afirma que o homem tem livre arbítrio, mas existe num
universo incognoscível e malévolo, sem conhecimento algum do que é certo e o
que é errado. A armadilha é que o indivíduo é responsável (moralmente
responsável) por todas as suas ações, mas não tem como saber quais são as
ações corretas. Seus efeitos sobre uma pessoa podem ser devastadores.
- (Veja também Ceticismo)
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- Fatalismo
- Também conhecido como Determinismo, sustenta que o homem não tem livre
arbítrio e que toda ação ou pensamento são causados mecanicamente, devido a
causas independentes da vontade. O Fatalismo destrói o conceito de Verdade,
por que sem razão, apenas determinação (externa a si mesma), o homem não tem
como conhecer a verdade. Para o Fatalismo, os processos mentais não são auto-guiados nem baseados na razão. Há duas vertentes de fatalistas: cientistas
e religiosos. Cientistas fatalistas veneram as Leis de Newton; os religiosos,
a "mão de deus".
- (Veja também Comportamentalismo)
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- Hedonismo
- Sustenta que o bem maior é o prazer. É uma forma de pensar cujo horizonte
não vai além do momento. O Hedonismo não inclui qualquer idéia de Felicidade,
mas só de prazer. Um sistema de valores hedonista seria baseado
necessariamente em valores irracionais. A Razão não é parte do Hedonismo.
- (Veja também Egoísmo)
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- Humanismo
- Filosofia desenvolvida do Renascimento, focada no homem e em valores.
Afirma que o homem tem livre arbítrio e é superior à natureza. Entretanto, seu
código de ética é ambíguo. É semelhante à ética cristã com diversos desvios.
- (Veja também Egoísmo)
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- Idealismo
- Defende que as idéias têm substância material, ou que só as idéias é que
existem e que a experiência não é parte da "existência real". O idealismo
platônico é o mas extremado, defendendo que os conceitos existem em outro
"plano", ou "dimensão". É uma tentativa primitiva de explicar a razão e os
conceitos, atribuindo aos conceitos uma existência metafísica. Trata-se de um
ataque direto à razão e ao pensamento humanos.
- (Veja também Dualismo, Racionalismo
e Realismo)
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- Igualitarismo
- Filosofia política que declara que todos os homens devem ser iguais. O
igualitarismo é um nivelador, porque todos os homens são considerados
igualmente valorosos (sem que se faça referência alguma a quem avalia).
O igualitarismo pretende a igualdade de resultados, a partir de causas
diversas. Pretende recompensas iguais para trabalhos diferentes.
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- Intrinsicismo
- Sustenta que o que é o "bem" pode ser inerente à algumas coisas ou ações,
sem qualquer contexto ou conceito de valor.
- Isto destrói o conceito de Bem -- "bem para quem? Por quê? Como?" são
todas perguntas não respondidas para os intrinsicistas. Trata-se de uma visão
muito mística da ética.
- (Veja também Misticismo)
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- Kantianismo
- O exato oposto do Objetivismo. Sua epistemologia é baseada em fé e
misticismo. Sua metafísica é subjetiva, sua ética é altruísta, sua política é
coletivista. Kant criou o oposto perfeito de uma filosofia baseada na razão.
Seu "argumento" consiste de equívocos, intrincado mas inconsistente (a
"Crítica da Razão Pura", por exemplo). Pelos critérios objetivistas, Kant é o
próprio Mal.
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- Materialismo
- Sustenta que tudo que existe é feito unicamente de matéria e que
pensamentos e energia não existem. O materialista sustenta que todas as coisas
são resultados de processos materiais. Esta visão de que não existe uma alma
tem sido usada para justificar diversas filosofias.
- (Veja também Comportamentalismo
e Empirismo)
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- Monismo
- Esta é uma ampla categoria de filosofia (dentro da metafísica) que
sustentam que todas as coisas são constituídas por um só tipo de coisa. Para
os materialistas, tudo é matéria e o pensamento não existe. Para os
idealistas, o pensamento é tudo, a matéria apenas uma ilusão. Ambos são
monistas. Os monistas rejeitam as afirmações do dualismo de que a realidade é
metade mental e metade material. O monismo pode ser tanto objetivo quanto
subjetivo - e é nesse ponto que se encontram muitas filosofias: num
compromisso.
- (Veja também Dualismo, Idealismo,
Positivismo
Lógico, Materialismo, Nominalismo
e Positivismo)
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- Misticismo
- Sustenta que se pode adquirir conhecimento sem o uso da razão ou dos
sentidos. O místico não tem evidências para sustentar suas afirmações nem
razões para afirmá-las. O místico desistiu completamente da razão. Para
explicar porque tantos místicos se congregam em torno de uma religião ou
outra, considere que eles primeiro tiveram que substituir sua razão por uma
autoridade maior. O Misticismo é a completa destruição de uma epistemologia
válida.
- (Veja também Animismo
e Subjetivismo)
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- Naturalismo
- Esta é a filosofia que diz que o homem é um ser impotente e inútil na
natureza. Originalmente um movimento estético, nas artes, para o Naturalismo o
homem não tem virtudes heróicas ou admiráveis. O Naturalismo pinta o homem
como mais um animal, sem uma mente, sem valores, sem razão ou conquistas. Para
o naturalismo, o homem é apenas um pontinho insignificante dentro de um
universo imenso.
- (Veja também Existencialismo)
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- Niilismo
- É o extremo absoluto do anarquismo e é similar ao existencialismo. O
Niilismo sustenta que não existe um sistema humano de valores, que a
autoridade não deve existir. Defende abertamente a destruição das instituições
sociais e econômicas. Trata-se de mais uma filosofia niveladora, que
aniquilaria os produtos e os resultados da sociedade e da indústria. Ela
reduziria o homem ao estado de animal.
- (Veja também Anarquismo)
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- Nominalismo
- Sustenta que não existem coisas como conceitos e que toda palavra que as
pessoas usam como conceito não são conceitos, realmente. O Nominalismo
sustenta que a mente não pode ter pensamentos e que os nomes que se usa para
designar conceitos são nomes e agrupamentos arbitrários de coisas, baseado em
semelhanças vagas. Trata-se de um ataque direto à razão humana, bem como à sua
faculdade conceitual.
- (Veja também Positivismo
Lógico e Subjetivismo)
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- Pacifismo
- Esta filosofia impõe um absoluto moral (sem qualquer contexto) de que é
errado o uso da força. Ao invés de reconhecer a necessidade de autodefesa, o
pacifista equivocadamente iguala toda e qualquer força ao mal. Uma sociedade
pacifista pereceria diante da primeira gangue que encontrasse pelo caminho.
- (Veja também Anarquismo)
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- Positivismo
- Sustenta que só é válido o conhecimento derivado de experiência empírica
ou do racionalismo lógico/matemático. Ao menos o Positivismo nega métodos
religiosos ou místicos de aquisição de conhecimento. É uma tentativa de unir o
empirismo ao racionalismo, mas nessa tentativa aceita conhecimento divorciado
de evidência na realidade (Racionalismo) e também aceita conhecimento
divorciado da razão ou da lógica (Empirismo).
- (Veja também Empirismo, Positivismo
Lógico e Racionalismo)
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- Positivismo Lógico
- É uma forma de empirismo. Sustenta que uma sentença (fora da matemática
ou da lógica simbólica) só é verdade se puder ser verificada empiricamente.
Como uma reação contra o idealismo, também alega que não existem metafísica,
ética, conceitos, ou qualquer outra coisa intangível, ou produto de um
processo mental. Portanto, ao invés de venerar a mente, denuncia a mente e
venera o mundo material.
- (Veja também Idealismo, Materialismo
e Nominalismo)
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- Pragmatismo
- Sustenta que "o que funciona" é o padrão da verdade. Inverte o princípio
de que o que é bom e teoria é bom na prática e sustenta que o que é bom na
prática é verdade .na teoria. O Pragmatismo nega a validade dos
princípios e dos conceitos. Ele entra em conflito com a lógica, a certeza e a
consciência conceitual humana.
- (Veja também Empirismo
e Materialismo)
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- Racionalismo
- Sustenta que a realidade só pode ser conhecida através da lógica e do
raciocínio, independentemente da evidência empírica. Descarta a necessidade da
realidade e a evidência de seus sentidos e usa a lógica (que é derivada da
realidade) para adquirir conhecimento a respeito da realidade! Os
racionalistas não percebem que uma lógica desconectada de existentes não é
lógica, mas acrobacia mental.
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- Realismo
- Sustentam que conceitos existem na realidade, como entidades reais, fora
dos processos mentais de alguém. O Realismo tem uma estranha epistemologia,
que é subjetiva embora tenha um objeto.
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- Relativismo Ético
- Sustenta que todos os sistemas éticos, das diversas culturas, são
igualmente válidos. Qualquer julgamento moral fica completamente destruído,
com esta idéia. Como nenhuma ética está errada e todas são igualmente válidas,
então qualquer ato é ético. Basta criar uma ética que aceite tal ato. Esta
noção tem um conteúdo nulo, ou seja, não diz absolutamente coisa alguma. O
Relativismo Ético é uma evasão do julgamento ético.
- (Veja também Agnosticismo
e Ceticismo)
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- Semântica Geral
- Sustenta que "hábitos" de pensamento vão sendo deixados para trás em
qualquer linguagem da ciência ou lógica. Uma de
suas afirmações é de que a Lei da Identidade não é mais válida. A não é A.
Tudo isso mascarado como uma tentativa de limpar a linguagem.
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- Subjetivismo
- É a crença de que a realidade não é firme e absoluta, mas um reino fluído,
plástico e indeterminado, que pode ser alterado pela consciência de quem a
percebe. O Subjetivismo nega que exista algo que possa ser "a verdade".
Segundo sua visão, a verdade varia de consciência para consciência. A mesma
sentença pode ser verdadeira numa consciência e falsa em outra. Portanto, a
única coisa que pode existir é a verdade "para mim" , ou "para nós". O
subjetivismo de Kant sustenta que não é a consciência do indivíduo que cria a
realidade, mas a de grupos. Isso trouxe à luz o subjetivismo social. Grupos
distintos devem competir por suas "verdades". O Marxismo e sua luta de classes
são descendentes diretos dessa visão de mundo. O Nazismo é da mesma linhagem,
substituindo classe por raça.
- (Veja também Kantianismo)
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- Utilitarismo
- Trata-se de uma união de Hedonismo e Cristianismo. O primeiro ensina a
amar o prazer; o segundo ensina amar ao próximo. A união consiste em amar o
prazer do próximo. O utilitarismo sustenta que uma ação é moral se resulta em
prazer para os homens, em geral. Seu princípio é atingir "a maior felicidade
possível para o maior número possível de pessoas". Segundo John Stuart Mill,
com relação a sua própria felicidade, cada indivíduo deve ser "desinteressado"
e "estritamente imparcial", uma vez que cada um é apenas um dentre as dúzias,
talvez milhões de pessoas afetadas por suas ações. Trata-se de um dos
princípios mais depravados já criados pela humanidade. Dá margem a diversas
interpretações malignas, pois não define o que é o bem, exceto como sendo
aquilo que é desejado pelo "maior número de pessoas". Por esse princípio,
maiorias poderiam escravizar minorias, pessoas que discordem do "senso comum"
poderiam ser declaradas perigosas e eliminadas.
- (Veja também Hedonismo)
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