Livro ABC da Relatividade
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ABC da Relatividade
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Bibliografia
RUSSELL, Bettrand. ABC da Relatividade. 5� Edi��o, tradu��o Giasone Rebu�, Editora Zahar Editores, Rio de Janeiro - RJ 1981.
- Cap�tulo 1 - A Terra e o C�u
Comenta-se quem se move ou quem est� parado em rela��o a um ponto material.Exemplo, quando uma pessoa quando num bal�o que sobe de noite e comenta-se que n�o se pode observar o c�o, mas consegue-se ver fogos de artif�cios que s�o liberados e comenta-se que so pode ver ponto materiais que se movem na Terra.
- Cap�tulo 2 - O que acontece e o que � observado
Tenta-se desmestificar o que acontece com os objetos perto da velocidade da luz. Considera-se propriedades espaciais, tempo, espa�o-tempo,...
- Cap�tulo 3 - A Velocidade da Luz
Comentou-se sobre a experi�ncia realizada por Michelson e Morley : emitiram sinais luminosos em duas dire��es formando �ngulo reto entre si; cada um deles foi refletido em um espelho em um espelho, voltando ao ponto comum de emiss�o. Um exemplo sitado � que se voc� estiver caminhando por uma estrada na m�dia quatro quil�metros por hora e um auto�vel passar por voc�, indo na mesma dire��o, desenvolvendo a m�dia de quarenta quil�metros por hora, e se voc� e o autom�vel conservarem suas respectivas velocidades, a dist�ncia entre os dois ser�, ap�s uma hora, de 35 quil�metros. Mas, se o autom�vel se tivesse encontrado com voc�, indo em dire��o oposto, a dist�ncia, ap�s uma hora, seria de 45 quil�metros. contudo se tivesse na velocidade da luz ....
- Cap�tulo 4 - Rel�gio e Regu�s
Faz-se medi��es do espa�o e tempo. Acontecimentos "tipo espa�o" e "tipo tempo" para determinado observador. Cada corpo tem um tempo. Logo ap�s comenta-se que espa�o e tempo passa-se a considerar espa�o-tempo.
- Cap�tulo 5 - Espa�o-Tempo
Os paradoxos da teoria da relatividade restrita s� s�o paradoxais porque n�o estamos acostumados a aceitar certas coisas como definitivas, quando n�o temos direito a tal atitude. Isso � especialmente ver�dico no tocante � ,edi��o das dist�ncias. Na vida cotidiana, o nosso meio de medir os comprimentos consiste na compara��o - com uma r�gra ou qualquer outro instrumento padr�o. No momento em que a r�gua � aplicada, ela se encontra em repouso relativamente ao corpo que est� sendo medido. Conseq�entemente, a medida que obtemos � o comprimento "pr�prio" do corpo, equivale a dizer, o comprimento segundo estimativa feita por observador que compartilha do deslocam,ento do corpo que est� sendo medido. N�o temos, na vida cotidiana, de enfrentar o problema da medi��o de um corpo que esteja em movimento ininterrupto.. E ainda que assim n�o fosse, as velocidades do s corpos vis�veis na Terra s�o t�o reduzidas em rela��o � do nosso planeta que as anomalias de que trata a teoria da relatividade n�o manifestam. Mas, em astronomia, ou na investiga��o da estrutura at�mica, defrontamos com problemas que n�o podem ser tratados dessa maneira. N�o podemos fazer com que o sol fique parado enquanto n�s o medimos : temos ....
O espa�o e o tempo agora � trocado por espa�o-tempo, porque al�m de tr�s posi��es tamb�m tem-se o tempo para sabermos onde acontece o evento f�sico.
- Cap�tulo 6 - Teoria da Relatividade Restrita
....Por�m surgiu a descoberta da estrutura at�mica da mat�ria e da estrutura �ntima do pr�prio �tomo. Acreditou-se que os �tomos fossem constitu�dos apenas de el�trons, pr�tos e neutros. o El�trons � uma part�cula de minuta que porta uma carga el�trica negativa definida. (O fato da carga do el�tron ser chamada negativa e a do pr�ton positiva e n�o o inverso, � apenas uma quest�o de costume). Pareceu provav�l que n�o se encontraria e eletricidade sen�o sob a forma de cargas nos el�trons e prot�ns; todos os el�trons t�m exatamente a mesma carga el�trica negativa e todos os pr�tons t�m exatamante a mesma carga el�trica positiva. Posteriormente, foram descobertas outras part�culas subat�micas, sendo a maioria delas chamadas m�sons e h�perons. Todos os pr�tons tem exatamente o mesmo peso; s�o aproximadamente 1800 vezes mais pesados do que os el�trons. Todos os neutrons t�m exatamente o mesmo peso; s�o ligeiramente mais pesados do que os pr�tons. Os m�sons, dos quais existem v�rios tipos diferentes, pesam mais do que os el�trons, enquanto os h�perons s�o mais pesados do que os pr�tons e os neutrons....
....Os problemas resolvidos pela teoria da relatividade restrita, independentemente da teoria qu�ntico, s�o exemplificados pela experi�ncia de Michael-Morley. Admitindo-se a corre��o da teoria eletromagn�tica de Maxwell, deveriam existir fatos constat�veis sobre o deslocamento no �ter, mas, na realidade, n�o havia tais fatos. Surgiu ent�o o fato observado de que um corpo em movimento muito ligeiro parece ter sua massa aumentada; o aumento se d� na raz�o....
- Cap�tulo 7 - Intervalos no Espa�o-tempo
1905 - teoria da relatividade restrita ; 1915 - teoria da relatividade geral
p�gina 90 - se faz um retocesso at� Pit�goras. Comenta-se sobre sobre o teorema, ser� que foi feito por ele mesmo?, ali�is, ser� que ele existiu?...
p�gina 95 - Quais as diferen�as entre a geometria em uma esfera e a geometria em um plano? Se voc� tratar sobre a Terra um tri�ngulo cujos lados sejam c�rculos m�ximos, ....
p�gina 97 - ....Tais linha s�o chamadas "geod�sicas". Sobre a Terra, as geod�sicas s�o os c�rculos m�ximos. Em geral, s�o o caminho mais curto para as viagens entre dois lugares quando voc� n�o pode sair da superf�cie. Tomam o lugar das linhas retas na geometria intr�cica de uma superf�cie....
p�gina 98 - comenta-se sobre a geometria euclidiana que se n�o for resulta-se na de Gauss.
- Cap�tulo 8 - Lei de Gravita��o de Einstein
Postulados:
1. Que o intervalo entre dois acontecimentos visinhos assume uma forma geral como a usada por Riemann para as dist�ncias;
2. Que todos os corpos se deslocam sobre uma geod�sica no espa�o-tempo, exceto quando nenhuma for�a gravitacional atua sobre eles;
3. Que o raio de luz se desloca sobre uma geod�sica tal que o intervalo entgre quaisquer duas partes suas � zero.
....Vimos que a geod�sica, em uma superf�cie, � a linha mais curta que pode ser tra�ada de um ponto a outro sobre essa superf�cie; por exemplo, sobre a superf�cie da Terra, as geod�sicas s�o os c�rculos m�ximos....
- Cap�tulo 9 - Provas da Lei de Gravita��o de Einstein
As raz�es para aceita��o da lei de gravita��o de Einstein, e n�o da de Newton, s�o particularmente emp�ricas e parcialmente l�gicas. A lei de gravita��o de Einstein d� resultados muito aproximados dos fornecidos pela lei de Newton, quando aplicada ao c�lculo das �rbitas dos planetas e seus sat�lites. Caso contr�rio, n�o seria considerada verdadeira, porquanto constatou-se que as conseq��ncias deduzidas da lei de Newton s�o quase exatamente verificadas pela observa��o. Quando, em 1915, Enstein publicou pela primeira vez sua nova lei, h�via apenas um fato imp�rico no qual ele podia se basear para mostar que a sua teoria era melhor do que a de Newton. Trata-se do chamado movimento do pri�lio de merc�rio. O palneta merc�rio, desloca-se ao redor do sol .....
p�gina 129 - comenta-se a diferen�a entre massa inercial e mass agravitacional.
p�gina 131 - comenta-se sobre a teoria de tensores, que se explica a lei de gravita��o de Einstein.
- Cap�tulo 10 - Massa, Momento, Energia e A��o
Para fins te�ricos, a massa � definida como sendo determinada pela quantidade de for�a necess�ria para produzir uma determinada acelera��o: quanto mais passivo for o corpo, tanto maior ser� a for�a necess�ria para alterar sua velocidade em um determinado valor e em um tempo dado. � necess�rio ... (apresenta-se tamb�m bastante exemplos).
p�gina 139 - comenta-se sobre a fus�o do hidrog�nio (H) ocorrendo h�lio (He), e em rela��o a massa e energia.
p�gina 142 - comenta-se a distin��o entre massa e energia.
p�gina 149 - comenta-se sobre um postulado que rege que uma part�cula segue uma geod�sica.
- Cap�tulo 11 - O Universo em Expans�o
Comenta-se sobre o pr�nc�pio cosmol�gico.
p�gina 157 - comenta-se sobre o afastamento e aproxima��o da luz e do som. Faz-se coment�rio ao cap�tulo 9 tamb�m.
p�gina 166 - para melhor aperfei�oar-se, sugere-se que ver a revista cient�fica america de setembro de 1956 que fala sobre cosmologia.
- Cap�tulo 12 - Conven��es e Leis Naturais
- Cap�tulo 13 - A Aboli��o da For�a
- Cap�tulo 14 - Que � mat�ria
- Cap�tulo 15 - Conseq��ncias filos�ficas