Muito
Prazer!
Uma série de necessidades inventou o Núcleo dos 10. Uma delas foi a de criar e refletir sobre a própria criação. Outra foi somar e fazer avanços em nosso conhecimento dos gêneros teatrais. Outra, ainda, foi a procura de alguns fundamentos sobre os quais se assentasse nossa ambição de alcançar uma poética contemporânea, onde o ser humano multifacetado desse final de milênio possa olhar-se e reconhecer-se, como num espelho d'água.
É inútil dizer que não chegamos a nada conclusivo, mesmo porque uma pesquisa desse gênero é um caminho sem final. Útil é dizer que estamos caminhando muito bem, em nossa suspeita e subjetiva avaliação. Avaliação definitiva farão o público e o tempo.
O fato é que o Núcleo dos 10 tem muitas e grandes ambições. Uma delas é diminuir nossa ignorância e a outra, por conseguinte, é fazer avançar a dramaturgia, tanto no trabalho individual de escrever um texto, quanto no trabalho coletivo de promover discussões téoricas sobre arte em geral, cultura e dramaturgia especificamente.
O grupo já existe oficialmente há dois anos e meio, de forma que o tempo corre a nosso favor. Isso é bom porque queremos correr ao lado do nosso tempo. Essa, talvez, tenha sido a necessidade primeira que gerou o Núcleo.

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