DADOS PESSOAIS
Era 1973, precisamente no dia 15 de julho, a data da minha chegada a este plano terreno. Minha irmã ,Vera, meio contra a vontade , deu-me o nome de Vânia Virginia. Meus pais, Maria Inês e Silvino, encerram a produção comigo, pois sou filha temporã.
Aqui em Feira de Santana nasci, aqui estudei desde a mais tenra idade, formei-me , casei-me e tive um lindo filho, Flávio Aleph, que é a razão do meu ser.
Claro que há muito a ser vivenciado, aprendido e guardado nas diversas caixinhas da memória, pois afinal, nada desta vida levamos , apenas levamos o que aprendemos e as boas ações praticadas...
BREVE HISTÓRICO PROFISSIONAL
A decisão de estudar magistério, não partiu de mim, mas da minha mãe, que sempre achou a melhor profissão para pobre é ser professora. Ela tem razão, os horizontes são mais amplos para quem se dedica à educação.
Portanto, fiz o curso, conclui-o e senti, aos poucos, que me identificava com todo o ambiente de aprendizagem.
Em 1991, logo após a conclusão do curso de magistério, fiz o concurso para preenchimento de vagas na rede municipal de ensino , fui aprovada e assumi uma classe multiseriada numa escola da zona rural no distrito de Humildes, em Feira de Santana.
Na mesma época prestei vestibular na UEFS, concorrendo a uma vaga no curso de Letras Vernáculas. Passei!!!
Infelizmente, tive de sair da escola da zona rural, por conta do choque de horários e fui para uma pré-escola no conjunto Feira X. Foram quatro anos , em que tive o prazer de trabalhar com crianças de 4 a 6 anos . Mas , eu precisava por em prática tudo aquilo que eu aprendi na Universidade , por isso , mais uma vez, mudei de escola. Fui para o Centro de Educação Monteiro Lobato e durante estes seis anos em que trabalhei lá, eu tive a certeza de que, a melhor coisa que sei fazer, é ensinar.
eu e meus alunos
do CEB/UEFS
Conclui o curso de Letras em 1996 e no ano seguinte decidi cursar a especialização em metodologia do ensino do desenho e pude aliar duas paixões: a literatura e a arte.
Após a graduação, tive algumas experiências em escolas particulares e deve confessar que foram experiências pouco satisfatórias, no que se refere à relação direção x professor.
Mas, por outro outro lado, pude pôr em prática as idéias que fervilhavam em mim.
Também dei aulas de literatura em cursinhos pré-vestibulares, mas vi que não valia a pena.
Hoje, procuro sempre manter uma relacionamento horizontal com meu aluno, onde estamos crescendo juntos e evoluindo em busca da melhor maneira de viver neste novo século.
