Podemos ser a estrada tranquila, muitas vezes percorrida,
Ou o pequeno atalho, oculto, desconhecido.
Podemos ser o carvalho gigante, acolhedor,
Ou a pequena árvore, quase sem folhas ou flor.
Podemos ser o oásis de sonhos e de carinho,
Ou a areia escaldante, deserta de vida e de amor.
O que és, o que sou, o que somos, é algo muito íntimo,
Que nos leva à reflexão profunda, minuciosa.
Mas é também a consciência do valor daquela missão
que, num momento especial, quisemos realizar.
E possa ela ser presença ou ausência, em seu significado.
Somente à nós caberá a responsabilidade
Daquilo que formos ou deixarmos de ser,
Do que aceitarmos ou deixarmos de aceitar.
Do que distribuirmos ou não pudermos distribuir,
Por não havermos apreendido a verdadeira mensagem...
E a vida, o mundo e a própria humanidade
Será mais feliz, mais rica de significação
Se o homem entender que seu papel é o que ele aceitou
desempenhar, na parcela do tempo que o separa da própria eternidade.



 

 

 


 

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Recebi da Angela Maria
via e-mail
Não me responsabilizo se ela
pegou de algum Site.
Mas se isso ocorreu,
me diz o endereço que eu colocarei aqui, ou então o autor


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