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ESSA CR�NICA FOI LIDA NA R�DIO
 PROGRESSO DE
JUAZEIRO/CE NO DIA 11 DE JUNHO DE 2001
 E NA MISSA DE 
S�TIMO DIA DA MORTE DO MEU PAI P A P A I

 

Lucia Trigueiro em nome da fam�lia

Suportar � ter sobre se.
 For�as necess�rias para aceitar os des�gnios de Deus.
 Falar sobre voc� � n�o ter exagero de express�o, � mencionar todas as qualidades. 
� relacionar suas atitudes, e n�o teria papel nem esferogr�fica suficiente para dizer aqui a todas a import�ncia que um pai amigo,
 teve com sua fam�lia.
O exemplo de esposo que ao meu ver constitui uma particularidade singular. 
A pessoa humana considerada em suas caracter�stica que lhe � peculiar. 
Pai consciencioso, pai complacente, pai indulgente com a faculdade de estabelecer a raz�o e o sentimento pronto a perdoar essa ou qualquer falha que cada um de n�s vi�ssemos a cometer.
Papai narrar ou expor nosso sentimento seria dizer: 
que a falta � grande,
 a lacuna � imensa; 
que n�o teria fita m�trica suficiente para medir esse vazio.
 Digo mais: cada "objeto" teu lugar na mesa, teu sorriso de encontro ao nosso quando cheg�vamos aqui de f�rias est�o eternizados.
 Tudo aqui escrito. Acredito que est� sendo testemunhados por aqueles que te conheceram sempre fal�vamos em especial do teu carinho para com todos e todos s� nunca imaginei que teria que falar tudo isso e, alguma coisa que esqueci em uma HOMENAGEM P�STUMA.
Agradecer � tamb�m dizer obrigada pela heran�a da hereditariedade formada pelos teus conceitos e padr�es morais somos o resultado da tua educa��o e da tua honestidade

Lucia Trigueiro em nome da fam�lia

 

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