| Hist�rias e Relatos da Pescaria de 2001 |
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| Era uma vez... Um menino chamado GG, que ap�s muitos anos de vida n�o sabia comer caldo de piranha.... Mesmo acompanhado por seu pai e seu irm�o, tetou fartar-se com o delicioso e quente caldo, sem as devidas precau��es, como babeiro e mapa para encontrar a boca...(dif�cil miss�o ap�s tanto esfor�o na pescaria) Mas, como fam�lia � fam�lia, o menino GG foi socorrido a tempo pelos familiares que estavam atentos ao desabamento de um bom bocado de caldo sobre sua barriguinha... O mais incr�vel � que nossa personagem n�o usava talheres ou qualquer outro material que pudesse atrapalh�-lo em sua miss�o. Mas, a dire��o da Nostravamos, observando os defeitos de nossa viagem, promete que na pr�xima levaremos uma cumbuca hermeticamente fechada e com canudinhos, para caso "algu�m" n�o esteja acompanhado dos socorristas Adelino e J�nior (pai e irm�o do bab�o...) |
| Eis que..... Em nossa grandiosa viagem as terras quentes do Pantanal, descobrimos que em nosso meio haviam dois super her�is dos mais famosos das s�ries de televis�o... nada mais e nada menos que os Robo copo e seu fiel escudeiro... Z� das latas... Juntos conseguiram consumir, ou melhor, cumprir mais da metade de nossa miss�o de acabar com tanto l�quido levado para as chalanas... Dizem que eles conseguiam, entre um arremesso e outro, consumir duas latas de cerveja ao mesmo tempo, abriam uma com a tampinha da outra... E depois de algumas duzias, cantavam o hino que fora feito para acion�-los onde estivessem... .... D�i, Um tapinha n�o d�i, um tapinha n�o d�i...um tapinha n�o d�i... Quem s�o nossos her�is ??? Os irm�os Adelino e Z� Patussi.... |
| Espa�o reservado para as fotos do Robocopo.... e seu fiel pirangueiro cantador de RAP |
| Eis que ap�s 03 dias de pesca e nenhum sucesso da dupla din�mica mencionada no conto anterior... houve uma troca de parceiros para ver qual era o problema de tanta falta de sorte... O Giovane (bab�o do primeiro conto), foi pescar com o Adelino (Robocopo) e antes de sair da chalana avisou-lhe... "Pai, estamos indo pescar pac� na batida e n�o podemos entoar seu hino no local, pois necessitamos de sil�ncio para n�o espantar os peixes..." ap�s tudo acertado, foram-se os nossos her�is para mais um dia de labuta... Ao chegarem no corricho, de armas em punho, quando iriam come�ar a surrar o tucum na �gua... houve-se um brado desesperado em alto e bom som... ... D�i, um tapinha n�o d�i, um tapinha n�o d�i, um tapinha.... Quem era a misteriosa voz que bradava naquele fim de mundo, onde exig�a-se sil�ncio para a pescaria ??? Nada mais nada menos que o famoso pirangueiro da dupla din�mica (hoje em tratamento psiqui�trico)... Eust�quio... o influenciado... |
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| Equipe de Pesca Nostravamos |
| Eis que em pleno rio Paraguai, a mais de 1200 Km de dist�ncia da terra natal, um de nossos companheiros de pesca, cujo nome n�o citarei, encontrou um �ndio que lhe pareceu muito familiar, vendendo iscas em pleno rio... O menino n�o tinha um �nico tra�o ind�gena, era branco de cabelo loiro e com um nariz inconfund�vel. De t�o familiar que o pequenino "indiozinho" parecia, mereceu uma foto. Com quem ele se parece ? Tire suas conclus�e observando as fotos de nossos companheiros na p�gina de Fotos dos Pescados e Pescadores... Na verdade, acredito que os Pac�s que ele diz ter pego, deve ter sido presente do indiozinho.... |
| Parece hist�ria de cinema, mas aconteceu nesta pescaria... Uma tarde, enquanto pesc�vamos, recebemos o pedido de socorro de uma pessoa que estava num barranco pr�ximo e fora mordido por uma cobra. Nossos piloteiro foram r�pidos, deixaram os pescadores na chalana e correram para socorrer o indiv�duo que trabalhava numa das terras do reverendo Moon (na verdade, em uma das numerosas fazendas que ele possui no Pantanal). Ap�s pegar o indiv�duo que passava muiito mau, para lev�-lo at� o Hotel Americano onde poderia tomar o soro antiof�dico, em uma pausa para fazer pipi, num barranco pr�ximo (ningu�m � de ferro...), eis que o barranco do rio resolve desmoronar sobre o barco, mais precisamente sobre o moribundo que estava delirando no barco. O indiv�duo j� estava todo estrupiado e quase ficou enterrado vivo sobre um barco de alum�nio. Parece que no final deu tudo certo, mas o susto foi grande... Infelizmente n�o temos a foto do indiv�duo... |
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