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Selva Solidão
Na
selva da minha solidão Às
vezes estou em um forte cercado por querer, Relembro,
revejo tudo, todos os acontecimentos já vividos, alguns bem sorvidos,
outros apenas lembrados. Tudo
passa muito suave, alguns quadros tento não ver. Lembro-me
dos seus olhos, do seu rosto, da sua maneira de ser doce, doce menina
mulher, menina que dança, que ama e sabe o que quer. Quer
sorver um abraço, um ombro, um carinho. Ser
conquistada para poder amar, Seus
sonhos são peculiares, sonhos guardados e até difíceis de serem
tornados palpáveis. Em
certo relances, paro e penso. Geraldo
Nogueira - O Guardião
20/3/2001 | Entrada | Poesias | Links | Rings | Email | Direitos Autorais
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